Pre-marital relationship no stain on character: SC
A bench of Justices Manoj Misra and Manmohan observed that modern society increasingly witnesses consensual relationships between unmarried adults
"CONSENSUAL" · 총 20건
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A bench of Justices Manoj Misra and Manmohan observed that modern society increasingly witnesses consensual relationships between unmarried adults
The Supreme Court ordered a police recruit's appointment, saying a failed consensual relationship and subsequent compromise cannot alone establish moral turpitude.
Grok, distributed through Musk's social media platform X, is subject to regulatory probes in several countries after an outcry earlier this year over its use to create non-consensual sexual images.
Jess Asato was portrayed wearing a bikini in Grok-generated images after she criticised creation of such non-consensual pictures A Labour MP has taken legal action against Elon Musk’s xAI company after saying its Grok tool helped a user produce fake sexualised pictures of her, part of a wave of such images that flooded the social media platform X earlier this year. Jess Asato, the MP for Lowestoft, said in January that seeing herself portrayed by the AI tool as wearing a bikini without her consent was “violating”. Continue reading...
Shomer was questioned Tuesday morning over a consensual relationship with an officer under his command. After taking responsibility, he resigned from the IDF.
Banco Master Reprodução/TV Globo O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu um processo para analisar o acordo firmado entre o governo do Distrito Federal e a União para destravar o empréstimo de até R$ 6,5 bilhões para salvar o balanço patrimonial do Banco de Brasília (BRB), abalado por operações irregulares com o Banco Master. A abertura da apuração foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo g1. O ministro Jhonatan de Jesus foi designado como relator do processo nesta segunda-feira (1º). O acordo foi firmado na última quinta-feira (28) após duas reuniões mediadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. ➡ As negociações ocorreram após o DF receber nota baixa na Capacidade de Pagamento (Capag), classificação fiscal usada pela União para autorizar operações de crédito com garantia federal (veja detalhes abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp GDF e União fecham acordo no STF para viabilizar socorro bilionário ao BRB O que prevê o acordo? Segundo termo de acordo obtido pela TV Globo, o STF deve autorizar o DF a contratar uma operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até 16% da Receita Corrente Líquida do Distrito Federal. De acordo com o advogado-geral da União substituto, Flávio Roman, não haverá transferência de recursos federais nem garantia da União. A medida cria apenas condições para que o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) faça uma operação de capitalização do BRB dentro dos limites previstos pela resolução do Senado Federal. "Dá em torno de R$ 6,5 bilhões para a capitalização e isso vai depender de outros aportes do Distrito Federal”, explicou. O BRB informou, em nota, que o acordo prevê uma operação com apoio do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com participação de instituições financeiras e uso de recursos do próprio sistema bancário, respeitando os limites de endividamento do DF. O modelo inclui a possibilidade de bancos atuarem como garantidores, com contragarantias vinculadas aos repasses dos fundo de Participação dos Municípios (FPM) e Fundo de Participação dos Estados (FPE), e ainda depende de análise técnica. Bancos privados darão garantia Presidente do BRB, Nelson Souza, advogado-geral da União, Flávio Roman, e governadora do DF, Celina Leão; GDF e União fecham acordo para viabilizar socorro bilionário ao BRB TV Globo Pelo acordo, o empréstimo ao GDF será feito pelo FGC e terá garantia de um sindicato de bancos. Como contragarantia, o Distrito Federal oferecerá recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O texto também prevê dispensa de limites e exigências fiscais normalmente aplicáveis a esse tipo de operação de crédito. Segundo Roman, os recursos usados na operação não são públicos, mas pertencem às instituições financeiras que abastecem o FGC. Entenda O Distrito Federal acionou o STF para tentar suspender os efeitos da nota “C” recebida pelo DF na Capacidade de Pagamento (Capag). ➡️ Como mostrou o g1, essa classificação impede que a União atue como garantidora em novas operações de crédito — prerrogativa restrita a entes com notas A ou B. Em 2025, a nota do DF caiu para C na avaliação. Na prática, a classificação impede que o Distrito Federal avance na operação de crédito para fazer um aporte no BRB. O DF argumenta que a nota foi definida por uma diferença de 0,27 ponto percentual no indicador de “poupança corrente” e sustenta que a metodologia usada pelo Tesouro Nacional desconsidera medidas recentes de ajuste fiscal adotadas pelo DF. Empréstimo de R$ 6,6 bilhões Celina Leão diz que acordo no STF tira BRB de “momento grave” e prevê solução nesta semana O pedido de socorro ao BRB foi formalizado pelo Governo do DF junto ao governo federal em abril. Em ofício enviado ao Ministério da Fazenda, Celina Leão solicitou garantia da União para contratação de um empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Segundo o governo do DF, o objetivo da operação é reforçar o capital do banco público. A movimentação ocorre em meio à crise enfrentada pela instituição após prejuízos relacionados às operações com o Banco Master e à Operação Compliance Zero. Segundo a ação, o BRB: opera 25 programas sociais do DF; movimenta cerca de R$ 3 bilhões em benefícios; faz o pagamento de aproximadamente 210 mil servidores públicos; atende quase 440 mil beneficiários de programas distritais; já concedeu mais de R$ 32 bilhões em crédito. O texto afirma ainda que o banco guarda “valores bilionários” de correntistas e depósitos judiciais. “A inviabilização de suas atividades resultaria em graves consequências para todo o País”, diz a peça enviada ao Supremo. Capag O Capag se baseia em critérios de endividamento, poupança e liquidez que, juntos, definem a "saúde fiscal" de cada ente. Na prática, os indicadores medem o risco de inadimplência em operações de crédito. ➡️ A União só entra como avalista em empréstimos de Estados e municípios que tenham nota alta (A ou B). ➡️ O DF tinha nota B em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação feita em 2025 e divulgada no início deste mês. Com isso, o DF perdeu a garantia da União para novas operações de crédito. O que diz o BRB "O BRB informa que foi firmado acordo entre a União e o Distrito Federal, com homologação no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de viabilizar condições para o fortalecimento de capital do Banco, dentro das regras do sistema financeiro e dos limites legais aplicáveis. O acordo não envolve transferência de recursos, garantia ou aval da União. A solução construída permite a realização de uma operação no âmbito do Fundo Garantidor de Créditos, com participação de instituições financeiras, para apoiar a capitalização do BRB. Essa estrutura considera limites de endividamento do Distrito Federal e será conduzida conforme a governança do fundo, com utilização de recursos do próprio sistema bancário. O modelo prevê a organização de um conjunto de bancos que poderão atuar como garantidores da operação, com contragarantias vinculadas ao fluxo dos fundos FPM e FPE do Distrito Federal. A eventual operação ainda dependerá da análise do plano de negócios e das condições técnicas exigidas pelo Fundo Garantidor de Créditos. A instituição destaca o papel do ministro Luiz Fux na condução do processo, ao promover as audiências de conciliação e articular o entendimento entre as partes, permitindo a construção de uma solução consensual para a operação. Por fim, o Banco esclarece que segue operando normalmente, com pleno atendimento a clientes e parceiros, e manterá o mercado informado sobre os desdobramentos das etapas previstas no acordo, em linha com as exigências regulatórias." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
OnlyFans REUTERS/Andrew Kelly A polícia da República Tcheca informou nesta terça-feira (2) que acusou quatro pessoas e uma entidade jurídica não identificada de coagir jovens mulheres a produzir conteúdo erótico para contas no OnlyFans e em outras redes sociais. O caso de tráfico humano envolve um grupo que recrutava dezenas de mulheres com pouco mais de 18 anos. Segundo a polícia, os suspeitos se aproveitavam da vulnerabilidade social, da imaturidade e da falta de experiência das vítimas para obter conteúdo sem que elas tivessem controle sobre seu uso. 💻 O OnlyFans é uma plataforma voltada para adultos, onde usuários podem vender acesso a fotos e vídeos, incluindo conteúdo sexualmente explícito. A plataforma não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Agora no g1 De acordo com a polícia, após conquistar a confiança das mulheres, os acusados as convenciam a produzir conteúdo erótico e a assinar contratos para representá-las em redes sociais, principalmente no OnlyFans. "As vítimas geralmente não tinham acesso aos perfis criados com seus dados pessoais", afirmou a polícia. Ainda segundo os investigadores, os suspeitos utilizavam pressão psicológica, ameaças de multas e retenção de pagamentos para exigir, de forma gradual e contra a vontade das vítimas, conteúdos cada vez mais explícitos. A polícia informou que o esquema gerou pelo menos 3,6 milhões de coroas tchecas (cerca de US$ 173 mil) em receitas. Criado em 2016, o OnlyFans reúne centenas de milhões de usuários. Os criadores de conteúdo mais bem-sucedidos da plataforma podem ganhar milhões de dólares por ano. O serviço é restrito ou proibido em alguns países, como a Turquia, e já foi alvo de diversas denúncias. Uma reportagem especial da Reuters publicada em 2024 revelou que mais de 120 pessoas procuraram órgãos policiais dos Estados Unidos alegando que apareceram em conteúdos sexualmente explícitos da plataforma sem consentimento. A mesma investigação identificou ao menos 17 casos de pessoas que denunciaram às autoridades britânicas a publicação de pornografia não consensual no OnlyFans.
Banco Master Reprodução/TV Globo O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu um processo para analisar o acordo firmado entre o governo do Distrito Federal e a União para destravar o empréstimo de até R$ 6,5 bilhões para salvar o balanço patrimonial do Banco de Brasília (BRB), abalado por operações irregulares com o Banco Master. A abertura da apuração foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo g1. O ministro Jhonatan de Jesus foi designado como relator do processo nesta segunda-feira (1º). O acordo foi firmado na última quinta-feira (28) após duas reuniões mediadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. ➡ As negociações ocorreram após o DF receber nota baixa na Capacidade de Pagamento (Capag), classificação fiscal usada pela União para autorizar operações de crédito com garantia federal (veja detalhes abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp GDF e União fecham acordo no STF para viabilizar socorro bilionário ao BRB O que prevê o acordo? Segundo termo de acordo obtido pela TV Globo, o STF deve autorizar o DF a contratar uma operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até 16% da Receita Corrente Líquida do Distrito Federal. De acordo com o advogado-geral da União substituto, Flávio Roman, não haverá transferência de recursos federais nem garantia da União. A medida cria apenas condições para que o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) faça uma operação de capitalização do BRB dentro dos limites previstos pela resolução do Senado Federal. "Dá em torno de R$ 6,5 bilhões para a capitalização e isso vai depender de outros aportes do Distrito Federal”, explicou. O BRB informou, em nota, que o acordo prevê uma operação com apoio do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com participação de instituições financeiras e uso de recursos do próprio sistema bancário, respeitando os limites de endividamento do DF. O modelo inclui a possibilidade de bancos atuarem como garantidores, com contragarantias vinculadas aos repasses dos fundo de Participação dos Municípios (FPM) e Fundo de Participação dos Estados (FPE), e ainda depende de análise técnica. Bancos privados darão garantia Presidente do BRB, Nelson Souza, advogado-geral da União, Flávio Roman, e governadora do DF, Celina Leão; GDF e União fecham acordo para viabilizar socorro bilionário ao BRB TV Globo Pelo acordo, o empréstimo ao GDF será feito pelo FGC e terá garantia de um sindicato de bancos. Como contragarantia, o Distrito Federal oferecerá recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O texto também prevê dispensa de limites e exigências fiscais normalmente aplicáveis a esse tipo de operação de crédito. Segundo Roman, os recursos usados na operação não são públicos, mas pertencem às instituições financeiras que abastecem o FGC. Entenda O Distrito Federal acionou o STF para tentar suspender os efeitos da nota “C” recebida pelo DF na Capacidade de Pagamento (Capag). ➡️ Como mostrou o g1, essa classificação impede que a União atue como garantidora em novas operações de crédito — prerrogativa restrita a entes com notas A ou B. Em 2025, a nota do DF caiu para C na avaliação. Na prática, a classificação impede que o Distrito Federal avance na operação de crédito para fazer um aporte no BRB. O DF argumenta que a nota foi definida por uma diferença de 0,27 ponto percentual no indicador de “poupança corrente” e sustenta que a metodologia usada pelo Tesouro Nacional desconsidera medidas recentes de ajuste fiscal adotadas pelo DF. Empréstimo de R$ 6,6 bilhões Celina Leão diz que acordo no STF tira BRB de “momento grave” e prevê solução nesta semana O pedido de socorro ao BRB foi formalizado pelo Governo do DF junto ao governo federal em abril. Em ofício enviado ao Ministério da Fazenda, Celina Leão solicitou garantia da União para contratação de um empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Segundo o governo do DF, o objetivo da operação é reforçar o capital do banco público. A movimentação ocorre em meio à crise enfrentada pela instituição após prejuízos relacionados às operações com o Banco Master e à Operação Compliance Zero. Segundo a ação, o BRB: opera 25 programas sociais do DF; movimenta cerca de R$ 3 bilhões em benefícios; faz o pagamento de aproximadamente 210 mil servidores públicos; atende quase 440 mil beneficiários de programas distritais; já concedeu mais de R$ 32 bilhões em crédito. O texto afirma ainda que o banco guarda “valores bilionários” de correntistas e depósitos judiciais. “A inviabilização de suas atividades resultaria em graves consequências para todo o País”, diz a peça enviada ao Supremo. Capag O Capag se baseia em critérios de endividamento, poupança e liquidez que, juntos, definem a "saúde fiscal" de cada ente. Na prática, os indicadores medem o risco de inadimplência em operações de crédito. ➡️ A União só entra como avalista em empréstimos de Estados e municípios que tenham nota alta (A ou B). ➡️ O DF tinha nota B em 2023 e 2024, mas caiu para C na avaliação feita em 2025 e divulgada no início deste mês. Com isso, o DF perdeu a garantia da União para novas operações de crédito. O que diz o BRB "O BRB informa que foi firmado acordo entre a União e o Distrito Federal, com homologação no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de viabilizar condições para o fortalecimento de capital do Banco, dentro das regras do sistema financeiro e dos limites legais aplicáveis. O acordo não envolve transferência de recursos, garantia ou aval da União. A solução construída permite a realização de uma operação no âmbito do Fundo Garantidor de Créditos, com participação de instituições financeiras, para apoiar a capitalização do BRB. Essa estrutura considera limites de endividamento do Distrito Federal e será conduzida conforme a governança do fundo, com utilização de recursos do próprio sistema bancário. O modelo prevê a organização de um conjunto de bancos que poderão atuar como garantidores da operação, com contragarantias vinculadas ao fluxo dos fundos FPM e FPE do Distrito Federal. A eventual operação ainda dependerá da análise do plano de negócios e das condições técnicas exigidas pelo Fundo Garantidor de Créditos. A instituição destaca o papel do ministro Luiz Fux na condução do processo, ao promover as audiências de conciliação e articular o entendimento entre as partes, permitindo a construção de uma solução consensual para a operação. Por fim, o Banco esclarece que segue operando normalmente, com pleno atendimento a clientes e parceiros, e manterá o mercado informado sobre os desdobramentos das etapas previstas no acordo, em linha com as exigências regulatórias." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
It is important for the law, courts, and the police to handle with a degree of sensitivity the question of consensual, underage relationships, simply because the tangle ensuing from this ‘offence’ has upended many young lives
Idosa se ajoelha para tentar impedir máquina de entrar em fazenda A imagem da idosa Maria da Paz, de 78 anos, ajoelhada diante de uma máquina para impedir a entrada do equipamento em sua fazenda durante as obras de duplicação da GO-330, entre Catalão e Ipameri, ganhou ampla repercussão nas redes sociais. A obra, executada pelo Governo de Goiás, tem investimento total estimado em cerca de R$ 400 milhões. O vídeo foi gravado na sexta-feira (29). Nas imagens, a idosa aparece suplicando para que as máquinas saiam do local. Outros vídeos mostram policiais e moradores ao redor de Maria, visivelmente abalada. O g1 entrou em contato com a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) para que pudesse se pronunciar sobre o caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Na noite de quarta-feira (27) até a manhã de quinta-feira (28), fazendeiros realizaram manifestação na GO-330 e bloqueram um trecho da rodovia. Na ocasião, a Goinfra emitiu uma nota afirmando que "desde o início do processo, buscou uma solução consensual para as desapropriações necessárias" (leia na íntegra ao final do texto). Ao g1, João Paulo Nogueira da Silva, integrante da Comissão de Proprietários Atingidos pela Duplicação da GO-330, afirmou que 46 proprietários terão áreas desapropriadas para as obras e devem ser indenizados. Segundo João, a reivindicação de Maria é para que as máquinas não avancem além da área necessária para a passagem da rodovia dentro da propriedade. De acordo com ele, a preocupação da idosa é evitar que partes da fazenda sejam utilizadas para a extração de cascalho. "Ela estava ajoelhada ali, porque ela tem 44 anos que ela mora ali, ela criou seus filhos ali, a sua família vive daquilo ali", afirmou. Na propriedade, Maria tem vacas e vive da produção de queijo. No total, a fazenda possui 24 mil hectares, sendo que 36,84% da área será desapropriada. Segundo ele, muitos produtores ainda não receberam propostas formais de indenização nem os respectivos laudos de vistoria técnica. "Muitos sequer receberam as propostas formais. Eles estão atrasados na elaboração dos laudos", declarou. Idosa se ajoelha diante de máquina para tentar impedir obra de duplicação da GO-330 Arquivo pessoal/João Paulo Nogueira da Silva LEIA TAMBÉM: Com pacote de mais de R$ 300 milhões, Aparecida anuncia obras de asfalto, habitação, reforma de UPAs e mais; veja investimentos Trechos em obras na GO-060 têm um acidente por dia entre Trindade e Goiânia, diz polícia Rodovia GO-060 terá interdições entre Goiânia e Trindade durante quase um mês para obras Em nota, a Comissão informou que, de acordo com dados levantados pelo grupo, apenas dois proprietários afetados concluíram formalmente acordos com o Estado até o momento. O grupo também defende que as indenizações oferecidas não refletem o valor real de mercado das propriedades rurais. De acordo com a presidência do grupo, a maioria dos atingidos busca uma negociação justa, com compensações compatíveis com os preços praticados no mercado. "A Comissão de Proprietários reitera que nunca se posicionou contra o desenvolvimento da região ou a duplicação da rodovia. No entanto, exige que o direito constitucional à justa e prévia indenização seja respeitado", destacou o texto. Duplicação da GO-330 Duplicação na GO-330 Divulgação/Goinfra De acordo com o governo, a duplicação da GO-330 será executada em etapas, divididas em três segmentos para acelerar o andamento das obras. Segundo a Goinfra, a primeira fase abrange um trecho de 11,7 quilômetros entre o Posto Policial de Catalão e o trevo da GO-305. O investimento supera R$ 123 milhões e inclui a ampliação da pista atual, a construção de uma nova via em concreto betuminoso e a implantação de uma ponte sobre o córrego Cachoeirinha. Já a segunda etapa contempla a duplicação e a restauração da pista existente em um trecho de 18,6 quilômetros, entre o trevo de Goiandira (GO-305) e a ponte sobre o Rio Veríssimo, no percurso entre Catalão e Ipameri, com investimento estimado em R$ 175,6 milhões. Nota da Goinfra A Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) informa que o tráfego na GO-330 foi liberado na manhã desta quinta-feira (28/5) e esclarece que, desde o início do processo, buscou uma solução consensual para as desapropriações necessárias à duplicação da rodovia, no trecho entre o posto policial na saída de Catalão e o trevo da GO-305. A obra exige a desapropriação de 46 propriedades. A maior parte dos proprietários aderiu ao acordo proposto pelo Estado, com indenizações já pagas. Atualmente, os demais proprietários permanecem em negociações extrajudicial com a Goinfra e, em uma minoria dos casos, há um litígio judicial A Goinfra reforça que mantém diálogo aberto e permanente com todos os envolvidos, priorizando sempre a construção de soluções conciliadas. Para garantir a continuidade da duplicação, a Goinfra ingressou com ação judicial fundamentada no Decreto-Lei nº 3.365/1941, que regulamenta desapropriações por utilidade pública. As tentativas de conciliação em juízo continuam com alguns proprietários. Nos casos em que não há êxito, a Justiça defere a emissão definitiva da posse das áreas necessárias à obra, a Goinfra efetiva o depósito judicial e o mandado é cumprido por oficial de justiça, com a devida notificação dos proprietários. A duplicação da GO-330 é uma demanda histórica da população e possui importância estratégica para a mobilidade e o desenvolvimento econômico da região, beneficiando diretamente municípios como Catalão, Ipameri e Pires do Rio. A interdição momentânea da rodovia causou prejuízos à população que aguarda há anos pela execução da obra. A Goinfra reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e o diálogo, além de destacar que seguirá atuando para assegurar a execução de uma obra considerada fundamental para a infraestrutura e o desenvolvimento da região. Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) - Governo de Goiás 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás
“Cyberspace. A consensual hallucination experienced daily by billions of legitimate operators, in every nation.” William Gibson’s Neuromancer in 1984 anticipated a future where the lines between humanity and artifice blended and merged, where what was a creation with the spark of the divine was easy to confuse with the data dump of a billion Reddit ...
Nelson Antônio de Sousa, presidente do BRB TV Globo/reprodução O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, afirmou em entrevista exclusiva à TV Globo, nesta sexta-feira (29), que o acordo entre o Governo do Distrito Federal e a União, fechado no Supremo Tribunal Federal (STF), para destravar uma operação de crédito para o banco deve ser implementado nas próximas semanas. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp Nelson Antônio de Souza afirmou que o termo de conciliação firmado entre a União, o Governo do Distrito Federal (GDF), o Banco Central e representantes do sistema financeiro resolve o principal entrave enfrentado pela instituição. “O termo de conciliação demonstra uma união entre a União, o GDF, o Banco Central e o sistema financeiro. Para o BRB, isso é extremamente positivo, porque resolve a principal dificuldade que existia. A partir desse acordo, o banco passa a ser viável”, disse. Ele destacou que uma das premissas do termo é a rapidez na implementação do empréstimo, diante das exigências do mercado financeiro. As tratativas, de acordo com Souza, já estão avançadas. A expectativa é de que a operação seja concluída nas próximas semanas. “Falta definir as taxas de juros, que ainda estão sendo tratadas”, afirmou. O presidente do BRB ressaltou ainda a importância de apresentação de um plano de negócios que comprove a suficiência dos recursos. “É importante que o BRB apresente um plano de negócio para avaliar se esse valor é suficiente para a perenização do banco, e é isso que está sendo feito”, completou. GDF e União fecham acordo no STF para viabilizar socorro bilionário ao BRB Nelson destacou que em relação à divulgação dos balanços de 2025, a instituição vai apresentar os balanços no dia 30 de junho. "A expectativa é apresentar os balanços até 30 de junho, já incorporando as operações e movimentações realizadas pelo banco ao longo do período até o momento", destaca o presidente do BRB. Plano de capitalização Presidente do BRB, Nelson Souza, advogado-geral da União, Flávio Roman, e governadora do DF, Celina Leão; GDF e União fecham acordo para viabilizar socorro bilionário ao BRB TV Globo O plano de capitalização do BRB prevê um aporte total de R$ 8,8 bilhões. Desse montante, R$ 6,6 bilhões devem vir de um empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Outra parte, de cerca de R$ 1 bilhão, já foi obtido por meio da securitização da dívida do Governo do Distrito Federal (GDF). Além disso, estão previstas outras operações que podem somar aproximadamente R$ 3 bilhões dessa securitização. Esses valores seriam o suficientes para que o Banco volte a ter solidez, segundo Nelson. Sobre o acordo com a Quadra, o presidente do BRB explicou que a operação envolve a estruturação de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) com cerca de R$ 15 bilhões em ativos originados de transações com o Banco Master. ➡️Segundo ele, a operação não representa aporte de capital, mas geração de liquidez para o banco. Desse total, entre R$ 3 e 4 bilhões correspondem às cotas seniores, que garantem liquidez imediata, enquanto cerca de R$ 11 bilhões estão em cotas subordinadas, que também têm valor e devem ser comercializadas ao longo do tempo. "O certo é que o banco tem liquidez, que o banco sinalizou também que tem capital e isso traz credibilidade para o mercado", enfatiza o presidente do BRB. O plano de capitalização do BRB é uma tentativa do Governo do DF de colocar mais dinheiro e patrimônio no banco para evitar uma crise financeira maior após os prejuízos ligados ao caso do Banco Master. O Distrito Federal pediu um empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para injetar dinheiro no BRB. O pedido de socorro foi formalizado em abril em ofício enviado ao Ministério da Fazenda. Um acordo entre o Governo do DF e a União foi fechado no Supremo Tribunal Federal (STF) para destravar uma operação de crédito nesta terça (28). Segundo termo de acordo obtido pela TV Globo, o STF deve autorizar o DF a contratar uma operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até 16% da Receita Corrente Líquida do Distrito Federal O BRB informou, em nota, que o acordo prevê uma operação com apoio do FGC, com participação de instituições financeiras e uso de recursos do próprio sistema bancário, respeitando os limites de endividamento do DF. Pelo acordo, o empréstimo ao GDF será feito pelo FGC e terá garantia de um sindicato de bancos. Como contragarantia, o Distrito Federal oferecerá recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O texto também prevê dispensa de limites e exigências fiscais normalmente aplicáveis a esse tipo de operação de crédito. Os recursos usados na operação não são públicos, mas pertencem às instituições financeiras que abastecem o FGC. Ajustes no processo de aumento de capital Celina Leão diz que acordo no STF tira BRB de “momento grave” e prevê solução nesta semana O Banco também informou na quarta (27), ajustes no processo de aumento de capital social da instituição. O Conselho de Administração autorizou a realização de homologações parciais, o que permite que o capital seja validado em etapas, à medida que os valores mínimos de subscrição forem atingidos. O banco afirmou que as homologações poderão ocorrer de forma intermediária, até o limite de R$ 8,8 bilhões, sem prejuízo das demais etapas do processo. Segundo o BRB, a adoção das homologações parciais busca dar mais agilidade à autorização do Banco Central, permitindo que os recursos já aportados passem a produzir efeitos no capital do banco mesmo antes do encerramento total da oferta. Isso significa que os acionistas, inclusive o Distrito Federal, poderão adquirir as ações e a operação será homologada sem que o processo seja encerrado. O banco também prorrogou até 3 de junho de 2026 o prazo para o exercício do direito de preferência dos acionistas. Com isso, investidores ganharam mais tempo para revisar, alterar ou manter suas intenções de subscrição no processo de capitalização. O que diz o BRB "O BRB informa que foi firmado acordo entre a União e o Distrito Federal, com homologação no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de viabilizar condições para o fortalecimento de capital do Banco, dentro das regras do sistema financeiro e dos limites legais aplicáveis. O acordo não envolve transferência de recursos, garantia ou aval da União. A solução construída permite a realização de uma operação no âmbito do Fundo Garantidor de Créditos, com participação de instituições financeiras, para apoiar a capitalização do BRB. Essa estrutura considera limites de endividamento do Distrito Federal e será conduzida conforme a governança do fundo, com utilização de recursos do próprio sistema bancário. O modelo prevê a organização de um conjunto de bancos que poderão atuar como garantidores da operação, com contragarantias vinculadas ao fluxo dos fundos FPM e FPE do Distrito Federal. A eventual operação ainda dependerá da análise do plano de negócios e das condições técnicas exigidas pelo Fundo Garantidor de Créditos. A instituição destaca o papel do ministro Luiz Fux na condução do processo, ao promover as audiências de conciliação e articular o entendimento entre as partes, permitindo a construção de uma solução consensual para a operação. Por fim, o Banco esclarece que segue operando normalmente, com pleno atendimento a clientes e parceiros, e manterá o mercado informado sobre os desdobramentos das etapas previstas no acordo, em linha com as exigências regulatórias." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
Vista aérea de Campinas com destaque para a Prefeitura Rafael Smaira/g1 Contribuintes de Campinas (SP) com débitos de IPTU em discussão na Justiça e com decisões favoráveis poderão usar esses valores para fechar acordos diretamente com a Prefeitura. A expectativa é arrecadar R$ 12 milhões com cerca de 800 processos. A medida faz parte do programa Concilia Campinas e busca simplificar a regularização, reduzir a burocracia e encerrar processos judiciais antigos de forma consensual. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp ⚠️ Na prática, a Prefeitura passará a considerar os valores já reconhecidos pela Justiça nos processos. Veja o exemplo: Se a cobrança inicial do IPTU era de R$ 1 milhão e uma perícia judicial reconheceu que o valor correto é de R$ 800 mil, a negociação do acordo poderá ser feita com base neste valor menor. Como solicitar o acordo Segundo o procurador-geral de Campinas, Roberto Granja, o contribuinte interessado deve procurar seu advogado para dar início ao procedimento. "O primeiro passo é conversar com o advogado responsável pelo processo e fazer a solicitação pelo SEI [Sistema Eletrônico de Informações]. Nossa equipe fará a análise e, atendidos os requisitos legais, o acordo poderá ser formalizado", explicou. Solicitação: sistema SEI, no endereço: https://sei.campinas.sp.gov.br/externo Dúvidas: O contribuinte pode entrar em contato pelo telefone (19) 2116-0603. O procurador-geral defende que a medida beneficia todas as partes. "O contribuinte consegue regularizar a situação com mais segurança e rapidez. A Prefeitura reduz o volume de ações judiciais, e a Justiça também ganha com a solução consensual dos processos", afirmou. Concilia Campinas O Concilia Campinas foi criado para ampliar as possibilidades de negociação de débitos tributários e evitar disputas longas na Justiça. Entre as medidas previstas no programa, estão: Negociação de pequenos débitos sem necessidade de ação judicial; Descontos em juros e multas; Parcelamentos em até 60 meses; Mutirões de negociação; Pagamento digital com Pix e QR Code. Veja os vídeos que estão em alta no g1 VÍDEOS: saiba tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias da região no g1 Campinas
The Channel 4 show was the subject of a recent Panorama investigation that saw two former cast members claim they were raped while another said she was subjected to a non-consensual sex act.
Comissão que negocia futuro da concessão de Viracopos discute antecipar obra de 2ª pista A Comissão de Autocomposição responsável por negociar o futuro da concessão do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), tem discutido antecipar a obra da segunda pista de pouso e decolagem. O grupo deverá concluir as conversas até 10 de junho, conforme publicação no Diário Oficial da União. Segundo apurou o g1, a expansão do aeroporto estava, até então, atrelada a uma meta de 178 mil pousos e decolagens por ano. Quando o local atingisse esse número, a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos seria obrigada, por contrato, a executar a obra. Atualmente, esse número está em torno de 124 mil movimentações. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Campinas no WhatsApp A discussão no âmbito da comissão, que conta também com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Ministério de Portos e Aeroportos, busca "antecipar" essa construção. Ou seja, com a renovação da concessão, a responsável pelo aeroporto já teria de fazer a pista extra. Em nota, a Aeroportos Brasil Viracopos informou "que não vai se manifestar sobre o assunto tendo em conta o termo de confidencialidade (NDA) firmado pelas partes, com vigência equivalente à duração dos trabalhos da Comissão de Autocomposição". Já o Ministério de Portos e Aeroportos disse que tem acompanhado as discussões e reforçou que "segue estritamente as diretrizes técnicas para a resolução do caso", mas não deu mais informações por conta do processo tramitar em sigilo. A Anac foi procurada, mas não respondeu até a última atualização desta matéria. Discussão antiga Execução da segunda pista até então estava atrelada a uma meta de pousos e decolagens André Galassi/EPTV A segunda pista de pouso e decolagem é uma demanda antiga e estava prevista em um plano apresentado pela concessionária quando assumiu Viracopos, em junho de 2012. O contrato previa cinco ciclos de investimento, mas apenas um foi realizado. A segunda pista estava entre as principais mudanças dos outros ciclos, assim como a implantação do aeroporto-cidade, que dependiam do aumento do fluxo de voos para 178 mil pousos e decolagens/ano. Ainda em 2012, a concessionária anunciou a intenção de antecipar a construção da pista extra, inicialmente prevista para 2018. Posteriormente, esse prazo foi recalculado para 2017, mas o projeto nunca saiu do papel. A falta de uma segunda pista deixou o aeroporto inoperante durante 45 horas em outubro de 2012, após um cargueiro quebrar e impedir a chegada e saída de outras aeronaves. Além disso, a alternativa chegou a ser considerada estratégica para atrair outros voos internacionais. Comissão prorrogada Perspectiva com o plano de ampliação do Aeroporto de Viracopos em Campinas Divulgação / Aeroportos Brasil Viracopos Em abril de 2026, o Ministério de Portos e Aeroportos publicou uma portaria que prorrogou, pela segunda vez, a duração da Comissão de Autocomposição até 10 de junho deste ano. ✈️ Entenda: com o encerramento do processo de relicitação do terminal, a operação no aeroporto poderia voltar para o governo (entrar em caducidade) ou, então, a concessionária se manteria à frente do terminal. A Comissão de Autocomposição de Viracopos foi criada em outubro de 2025 para buscar uma solução para a concessão por meio do diálogo entre o poder público e a concessionária. No documento, o órgão federal apontou que a "maioria dos temas inicialmente elencados para discussão já foi objeto de consenso entre as partes", mas que ainda faltavam assuntos a serem consolidados. Em janeiro deste ano, o Ministério de Portos e Aeroportos (MPOR) confirmou que discutia, na Comissão, a possibilidade de incluir "outros ativos" na concessão do Aeroporto de Viracopos. Na época, o g1 apurou que uma das possibilidades em estudo envolvia a inclusão de seis aeroportos do Norte e do Nordeste no acordo, três deles no Amazonas (AM), um no Pará, outro no Acre e mais um na Bahia - veja lista abaixo: Tarauacá (AC) Barcelos (AM) Itacoatiara (AM) Itaituba (PA) Parintins (AM) Guanambi (BA) Impasse na concessão Imagem de arquivo da fachada do Aeroporto de Viracopos em Campinas (SP) Reprodução/EPTV O processo de relicitação de Viracopos não avançou porque o prazo legal para publicação do edital venceu em 2 de junho de 2025, conforme determina a Lei de Relicitações, que prevê dois anos desde a abertura do processo. A relicitação seria retomada após o fracasso da tentativa de solução consensual entre a concessionária e o governo federal. O impasse central era o cálculo da indenização devida pela Anac à ABV, tanto pelos investimentos realizados desde 2012 quanto por possíveis ressarcimentos futuros. O TCU exigiu que a Anac contratasse uma auditoria para definir esse valor antes do lançamento do edital. A contratação foi aprovada, mas o documento nunca chegou a ser publicado, o que paralisou o processo. De acordo com o TCU, outra razão para a solução consensual não ter avançado foram as dificuldades colocadas pela concessionária. Crise e tentativas de solução Imagem de arquivo do Aeroporto de Viracopos em Campinas (SP) Ricardo Lima Viracopos, quinto aeroporto mais movimentado do país, enfrenta uma crise financeira desde 2017. Na época, a concessionária pediu recuperação judicial e depois aderiu à relicitação, sendo o primeiro aeroporto brasileiro a adotar esse caminho. A partir de 2023, com a melhora dos resultados financeiros e o aval do Ministério de Portos e Aeroportos, a ABV tentou encerrar a relicitação e retomar a solução amigável no TCU, buscando manter o contrato. O principal entrave nas negociações da Secretaria de Controle Externo de Solução Consensual e Prevenção de Conflitos (SecexConsenso), órgão do TCU, foi a divergência sobre o valor da indenização. Após o arquivamento do processo, a concessionária levou o tema à arbitragem judicial. Paralelamente, a Anac calculou o ressarcimento em R$ 2,5 bilhões, referentes a investimentos ainda não amortizados até 31 de dezembro de 2022. De recuperação à relicitação Imagem de arquivo do Aeroporto de Viracopos em Campinas (SP) Divulgação/Viracopos O último plano de recuperação judicial do aeroporto foi protocolado em dezembro de 2019 e aprovado em fevereiro de 2020, após acordo entre a concessionária, a Anac e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A Justiça encerrou a recuperação em dezembro de 2020, e o processo de relicitação começou logo depois. O edital foi aprovado em agosto de 2021. A Aeroportos Brasil Viracopos já havia manifestado o interesse em devolver a concessão em 2017, mas o processo travou porque a Lei nº 13.448/2017, que regulamenta relicitações de concessões públicas, só foi regulamentada em 2019. Reestruturação financeira Com a melhora financeira, o aeroporto voltou a registrar recordes de passageiros em 2022 e 2023, o que reforçou o argumento da concessionária de que a continuidade da gestão privada seria mais vantajosa do que uma nova licitação. A dívida total da ABV chegou a R$ 2,88 bilhões, referentes a outorgas atrasadas e débitos bancários incluídos no processo de arbitragem. Atualmente, a Infraero detém 49% das ações de Viracopos. Os outros 51% pertencem à UTC Participações (28,41%), Triunfo Participações (68,65%) e Egis (2,94%), que juntas compõem a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos. 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A votação do projeto de lei que trata da renegociação das dívidas rurais está na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado desta terça-feira (26), mas deve ser adiado mais uma vez diante do impasse entre governo, parlamentares e o agronegócio na construção de um texto consensual. Está prevista ainda, antes da sessão, uma reunião no Ministério da Fazenda entre o titular da pasta, Dario Durigan, o presidente do colegiado e relator do projeto, Renan Calheiros (MDB-AL), e a vice-presidente da Frente Parlamentar do Agronegócio, Tereza Cristina (PP-MS), nesta terça para discutir o texto. Entre as hipóteses, há possibilidade da construção de um acordo para que o tema seja tratado em uma medida provisória (MP). Não há definição, no entanto, do texto da MP. Agora no g1 Segundo um parecer técnico do Ministério da Fazenda, o do texto de Renan Calheiros tem um impacto projetado de R$ 817 bilhões ao longo dos próximos 13 anos, sendo R$ 150 bilhões só em 2027. A estimativa da equipe econômica é que o volume de dívidas potencialmente alcançadas pela proposta chegue a cerca de R$ 1,39 trilhão em 13 anos. Renan Calheiros, no entanto, afirma que o texto que será apreciado se limita a “dívidas estressadas” do setor, e não a todo o estoque. Esse montante, segundo o senador, é de R$ 170 milhões. O projeto autoriza uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para criar uma linha especial de financiamento destinada a produtores rurais vítimas de desastres naturais. Esse crédito pode ser usado para a liquidação e renegociação de dívidas rurais contratadas até 31 de dezembro de 2025. Maquinário facilita trabalho de produtores rurais no Espírito Santo. Reprodução/TV Gazeta 🔎 O projeto estabelece prazo de 10 anos para pagamento, sendo três de carência e com as seguintes taxas de juros: 3,5% ao ano para agricultores familiares; 5,5% para médios produtores; 7,5% para os demais produtores rurais e cooperativas. O parecer de Calheiros permite ainda o uso de recursos de outros fundos, como os Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO), do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) e do superávit financeiro de outros fundos supervisionados pelo Ministério da Fazenda.
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The U.S. Army solider was referred to prosecutors on charges including nonconsensual sexual intercourse resulting in injury.
Starting May 19, tech platforms in the US will have to comply with the Take It Down Act. Here’s how more than a dozen major platforms are handling takedown demands for your nonconsensual nudes.