ING becomes first major Dutch bank to use AI in nonstandard mortgage applications
ING is deploying artificial intelligence to help assess non-standard mortgage applications, becoming the first major Dutch bank to take this step, according to the
IT/기술 · "MORT" · 총 12건
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ING is deploying artificial intelligence to help assess non-standard mortgage applications, becoming the first major Dutch bank to take this step, according to the
ING has become the first Dutch bank to develop an AI model to speed up the processing of mortgage applications....
Ce vendredi 5 juin, les médecins légistes ont confirmé que le corps retrouvé dans un silo agricole était bien celui de la jeune fille de 11 ans. A Montestruc-sur-Gers, où vivait le principal suspect, et à Fleurance, les habitants sont partagés entre sidération et colère contre l’institution judiciaire.
Caso Isis: Adolescente grávida desaparecida no Paraná O desaparecimento de Isis Victoria Mizerski completa dois anos neste sábado (6). A adolescente tinha 17 anos e estava grávida quando sumiu em Tibagi, nos Campos Gerais do Paraná, após sair para encontrar o vigilante Marcos Vagner de Souza - apontado como pai do bebê. Desde então, nunca mais houve notícias sobre o paradeiro de Isis. Apesar de o corpo dela nunca ter sido encontrado, a Polícia Civil concluiu o caso afirmando que ela foi assassinada e a Justiça aceitou a tese, reconhecendo, formalmente, a morte. ✅ Clique aqui e siga o canal do g1 Ponta Grossa e região no WhatsApp Marcos Vagner está preso desde 2024, mas não tem data para ir a julgamento. A falta de respostas da Justiça e o mistério sobre o paradeiro do corpo da filha são motivo de angústia para a mãe dela, Flávia Mizerski. "A saudade, a falta, tudo isso nunca vai passar. [...] É um pensamento de poxa vida, né, quanto tempo! Dois anos e nenhuma novidade diferente, algo diferenciado, não tem. [...] Porque eu tenho um atestado de óbito, mas eu não tenho corpo; então, aí é que entra a esperança", desabafou ela, em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná. Marcos Vagner alega inocência desde a época do desaparecimento. No entanto, uma série de provas reunidas pela polícia fizeram a equipe de investigação e a família a acreditar o contrário. Veja detalhes sobre as evidências e a cronologia do caso mais abaixo. "Se caso nós tivéssemos já encontrado [o corpo de Isis], se o Marcos já tivesse contado o que ele fez naquele dia talvez essa dor nossa diminuiria. [...] mas nós ficamos sem nada de respostas. E entendemos o lado da Justiça, como ela trabalha, mas assim: está sendo muito lento, né?! Porque faz dois anos, e são dois anos que nós não encontramos a Isis", avalia Rodrigo Mizerski, irmão de Flavia e tio de Isis. O réu responde por homicídio triplamente qualificado (por feminicídio, dissimulação e motivo torpe), ocultação de cadáver e aborto provocado sem o consentimento da gestante, tendo cometido os crimes no âmbito da violência doméstica. Assassinato sem corpo: Especialistas explicam como Justiça trata desaparecimento de adolescente grávida no Paraná como homicídio Em dezembro de 2024, após ouvir 17 testemunhas e o próprio réu, o juiz João Batista Spanier Neto decidiu que Marcos vai a júri popular. A defesa dele recorreu da decisão e, seis meses depois, o recurso foi recusado na segunda instância do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). No entanto, a defesa recorreu novamente, o caso foi parar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em junho de 2025 e permanece sob análise, há um ano. Com isso, até a publicação desta reportagem, ainda não havia data marcada para o julgamento do homem. Cronologia do caso Isis Entenda a cronologia do Caso Isis em 2024, ano em que a adolescente desapareceu: 4 de junho: BUSCA POR REMÉDIOS 6 de junho: DIA DO DESAPARECIMENTO 7 e 8 de junho: LOCALIZAÇÃO DOS CELULARES 10 de junho: DEPOIMENTO DO SUSPEITO 14 de junho: MANDADO DE PRISÃO e INÍCIO DAS BUSCAS EM ÁREAS DE MATA 17 de junho: SUSPEITO SE ENTREGA À POLÍCIA 25 de junho: SUSPENSÃO DAS BUSCAS 26 de junho: RETORNO DAS BUSCAS COM NOVA ESTRATÉGIA e MAIS SUSPEITOS 27 de junho: ADVOGADOS DA FAMÍLIA ABREM INVESTIGAÇÃO PARALELA 1º de julho: INVESTIGAÇÃO TROCA DE DELEGADO 15 de julho: PRORROGAÇÃO DA PRISÃO 26 de julho: POLÍCIA DIVULGA ACREDITAR QUE ISIS ESTÁ MORTA 8 e 9 de agosto: ALTERAÇÃO NA PRISÃO, FIM DO INQUÉRITO e DENÚNCIA 11 de agosto: SUSPEITO SE TORNA RÉU NA JUSTIÇA 21 de outubro: JUSTIÇA COMEÇA A OUVIR TESTEMUNHAS 5 de novembro: FORÇA-TAREFA RETOMA BUSCAS 14 de novembro: RÉU É OUVIDO PELA JUSTIÇA 6 de dezembro: JUIZ DETERMINA QUE RÉU VAI A JÚRI POPULAR Marcos Vagner de Souza e Isis Victória Mizerski Reprodução CONTEXTO De acordo com o delegado Matheus Campos Duarte, Isis e Marcos tiveram relações sexuais entre abril e maio de 2024 e a adolescente engravidou do vigilante. Semanas depois, ela começou a desconfiar da gestação e no dia 3 de junho contou para Marcos das próprias suspeitas, afirma o delegado. As investigações apontam que ele pediu que ela fizesse um teste, ela fez e confirmou a gravidez. O delegado afirma que os dois saíram para se encontrar no dia 6 de junho - e desde então, Isis não foi mais vista. 4 de junho: BUSCA POR REMÉDIOS Vídeo mostra suspeito de desaparecimento de adolescente grávida no Paraná em farmácia Três testemunhas afirmaram, em depoimento à polícia, que no dia 4 de junho foram procuradas por Marcos, que estava tentando comprar remédios abortivos. Em depoimento, o homem afirmou que quem pediu o medicamento foi a Isis. Porém, segundo familiares, a adolescente falou para a irmã e para a prima que, apesar de Marcos querer que ela fizesse um aborto, ela tinha a intenção de ter o bebê e estava escolhendo o nome da criança. Conforme a família, Isis também disse que, no dia em que sumiu, iria sair para se encontrar com Marcos para falar sobre a gravidez. Cláudio Dalledone, advogado que representa a família de Isis, afirma que a adolescente nunca cogitou abortar. "Não há notícia nenhuma entre familiares, amigos, que falem ou indique de que ela tenha consentido com a questão do aborto, não existiu isso. Isso foi por parte dele, comprar medicamento, ir atrás de abortivo", diz Dalledone. Um trecho de uma conversa entre Isis e a prima que consta no inquérito mostra a prima aconselhando Isis a não tomar nada que o homem lhe oferecesse. "Óbvio, né", responde ela. Veja abaixo. Print da conversa entre Isis (à esq.) e a prima (à dir.) Reprodução A defesa de Marcos afirma que ele foi à farmácia somente em busca de "orientação" sobre o medicamento. "Não existe qualquer prova de que o Marcos tenha ministrado, tenha dado à Ísis esses medicamentos abortivos naquele dia e naquele momento. O Marcos nega que ele tenha feito qualquer coisa nesse sentido", afirmou o advogado Tainan Laskos. SAIBA MAIS: Vídeo mostra suspeito de desaparecimento de adolescente grávida no Paraná em farmácia, e testemunha diz que ele pediu abortivo 6 de junho: DIA DO DESAPARECIMENTO O tio de Isis, Rodrigo Mizerski, contou que a adolescente foi para a escola de manhã e passou o resto do dia em casa. A família toda iria a um culto religioso de noite e, por volta das 17h50, a mãe da jovem saiu para ir ao mercado. Nesse meio tempo, Isis disse à prima que iria sair para se encontrar com Marcos, e que depois contaria para a mãe que estava grávida. Ela também disse à prima e à irmã que, apesar de Marcos querer que ela fizesse um aborto, ela tinha a intenção de ter o bebê e estava escolhendo o nome da criança. A partir de 18h05, algumas câmeras de segurança registraram o carro de Marcos trafegando sentido PR-340. VEJA DETALHES: Vídeos mostram suspeito na região onde adolescente grávida enviou localização à mãe antes de sumir no Paraná Vídeos mostram suspeito na região onde Isis enviou localização à mãe antes de sumir Até às 18h06 a jovem estava conversando com a mãe sobre outros assuntos via aplicativo de mensagens, e às 18h15 mandou a própria localização para a mãe em tempo real. A mulher viu que a menina estava em uma região afastada do centro da cidade, na margem da PR-340, e ficou preocupada após a mensagem ter sido apagada. "Essa localização nós entendemos como um pedido de socorro", afirma o tio de Isis. Após receber a localização, a mãe enviou novas mensagens e ligou para a filha, mas não obteve mais nenhuma resposta. Veja abaixo: Adolescente grávida desaparecida no Paraná mandou localização para mãe antes de parar de responder mensagens: 'Entendemos como pedido de socorro' Reprodução A RPC teve acesso ao inquérito que apura o caso. Em documentos anexados ao processo, há um relatório que diz que imagens de câmeras de segurança apontam "imprecisões" em trechos do depoimento de Marcos sobre a noite do desaparecimento da adolescente. SAIBA MAIS: Vídeos apontam 'imprecisões' no depoimento de suspeito sobre noite do desaparecimento de adolescente grávida no Paraná, diz polícia 7 e 8 de junho: LOCALIZAÇÃO DOS CELULARES Segundo o delegado Jonas Avelar, primeiro responsável pelo caso, a quebra de sigilo dos celulares de Isis e Marcos aponta que o vigilante esteve no mesmo lugar que a adolescente nos dois dias seguintes ao desaparecimento dela. "Diante do deferimento da quebra de sigilo telemático do aparelho celular, foi possível detectar uma localização da adolescente na cidade de Telêmaco Borba, próxima a uma estrada chamada Mandaçaia. [...] Chamou a atenção também das investigações o Marcos ter ido nessa localidade nos dias 7 e 8 de junho, no mesmo local em que deu a localização do aparelho celular da vítima", diz o delegado. O local apontado pelas localizações é uma área de mata extensa, de difícil acesso, segundo o delegado. Buscas com drones e cães farejadores foram feitas no local, mas nenhum vestígio da adolescente foi encontrado. Celular de suspeito aponta que ele esteve no mesmo lugar que adolescente após ela desapare 10 de junho: DEPOIMENTO DO SUSPEITO Marcos prestou depoimento à polícia no dia 10 de junho de 2024. Segundo Avelar, ele confirmou que se encontrou com Isis no dia do desaparecimento da jovem e negou ter envolvimento em qualquer crime. O delegado afirma que o homem alegou que após conversar com a adolescente, a deixou em uma vila da cidade, mas que se contradisse durante a fala. "Alguns prints demonstram que ele estava muito insatisfeito com a gravidez dessa adolescente. Interrogado, Marcos confirmou o encontro, porém alegou que só foi deixá-la na Vila São José [...] e em seguida retornou - mas através da coleta das imagens, foi possível perceber que Marcos demorou em torno de uma hora para retornar", conta Avelar. 14 de junho: MANDADO DE PRISÃO E INÍCIO DAS BUSCAS EM ÁREAS DE MATA Marcos Vagner de Souza é considerado foragido pelo desaparecimento de Isis Victoria Mizerski Polícia Civil do Paraná Após o depoimento de Marcos, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão para avaliar celulares e notebooks dele e, no dia 14 de junho, um mandado de prisão foi expedido, mas o homem não foi mais encontrado. O tenente Luis Augusto Negoseki, do Corpo de Bombeiros, afirma que a corporação só foi informada do desaparecimento da jovem no mesmo dia e iniciou as buscas por ela em áreas de mata entre Tibagi e Telêmaco Borba. Segundo ele, o lapso temporal atrapalha o trabalho de cães farejadores, pois os indícios que poderiam ser encontrados por ele são apagados pela ação do tempo. 17 de junho: SUSPEITO SE ENTREGA À POLÍCIA Marcos Vagner se entregou à polícia no dia 17 de junho. Conforme a Polícia Civil, ele ficou foragido três dias e se apresentou na delegacia de Francisco Beltrão, no sudoeste do estado, onde possui familiares. A cidade fica a mais de 400 quilômetros de distância de Tibagi, onde ele e Isis moravam. 25 de junho: SUSPENSÃO DAS BUSCAS No dia 25 de junho o Corpo de Bombeiros anunciou que suspendeu as buscas por Isis. Segundo o tenente Luis Augusto Negoseki, o motivo para a suspensão foi a falta de indícios, tanto nas buscas, quanto nas investigações. De acordo com ele, pelo menos cinco mil hectares foram percorridos até aquele dia - área que equivale a mais de sete mil campos de futebol. O foco foram localidades em Tibagi próximas a Telêmaco Borba e também a região de Mandaçaia, onde o rastreio dos celulares da jovem e do suspeito apontam que eles estiveram. 26 de junho: RETORNO DAS BUSCAS COM NOVA ESTRATÉGIA E MAIS SUSPEITOS As buscas por Isis foram retomadas no dia seguinte à suspensão, com mudança na estratégia: enquanto antes eram feitas apenas em áreas de mata, foram alteradas para margens de rios que ficam entre Tibagi e Telêmaco Borba. O motivo foram denúncias anônimas recebidas pela Polícia Civil, segundo o delegado Jonas Avelar. No mesmo dia, o delegado afirmou suspeitar que havia mais pessoas envolvidas no desaparecimento. "A gente está fazendo levantamentos e diligências e não descarta a possibilidade de ter outras pessoas que ajudaram o suspeito no desaparecimento dessa adolescente", disse Avelar. Questionado sobre quem eram os novos suspeitos, ele disse que preferia não dar detalhes para não atrapalhar as investigações. Depois desse dia, os nomes dos possíveis suspeitos nunca foram revelados. 27 de junho: ADVOGADOS DA FAMÍLIA ABREM INVESTIGAÇÃO PARALELA No dia 27 de junho, os advogados da família de Isis concederam uma entrevista coletiva afirmando que abririam uma investigação paralela, particular, para ajudar na apuração sobre o paradeiro da adolescente. "Num primeiro momento precisamos saber se ela está viva ou morta. A partir disso que se desenvolvem caminhos para o processo. Os familiares acordam com a esperança de encontrar ela viva e adormecem com o sentimento dessa menina estar morta. A família está num turbilhão emocional muito grande”, disse o advogado Claudio Dalledone. 1º de julho: INVESTIGAÇÃO TROCA DE DELEGADO De acordo com a Polícia Civil, no dia 1º de julho a responsabilidade do caso foi passada do delegado Jonas Avelar, de Tibagi, para o delegado Matheus Campos Duarte, de Telêmaco Borba. O motivo foram as férias de Avelar, que ficou responsável pelo caso até a finalização do inquérito, em agosto. 15 de julho: PRORROGAÇÃO DA PRISÃO O prazo da prisão temporária de Marcos, de 30 dias, venceria no dia 17 de julho, mas no dia 15 a Justiça prorrogou a prisão do homem. Ao mesmo tempo, a defesa de Marcos havia pedido a soltura dele, mas o juiz João Batista Spanier Neto optou pela prorrogação do prazo. 26 de julho: POLÍCIA DIVULGA ACREDITAR QUE ISIS ESTÁ MORTA No dia 26 de julho, em nota, a Polícia Civil disse acreditar que Isis está morta e que Marcos ocultou o corpo dela. "Diligências continuam a fim de concluir o inquérito policial. O principal suspeito pela ação deve responder pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver", afirmou a corporação. 8 e 9 de agosto: ALTERAÇÃO NA PRISÃO, FIM DO INQUÉRITO e DENÚNCIA Delegado Matheus Campos Duarte foi responsável pela investigação na Polícia Civil AEN Na noite de 8 de julho a Justiça revogou a prisão temporária de Marcos Vagner de Souza. Na decisão, o juiz citou que o pedido da defesa foi baseado no argumento de que a prisão de Marcos não alterou o andamento do inquérito e afirmou que não existia fundamento para a continuação da prisão temporária. Veja detalhes e trechos Horas depois, na manhã de 9 de julho, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra o homem. Veja as diferenças entre os dois tipos de prisão Momentos depois, em coletiva de imprensa realizada em Tibagi, o delegado Matheus Campos Duarte, responsável pelo caso, disse que indiciou Marcos e comparou o caso ao de Eliza Samudio. Ela desapareceu em 2010 e nunca teve o corpo encontrado. Apesar disso, acusados de envolvimento no crime foram condenados - incluindo o ex-goleiro Bruno Fernandes. Ainda durante o dia 9 de agosto, o Ministério Público denunciou Marcos à justiça por homicídio triplamente qualificado (por feminicídio, dissimulação e motivo torpe), ocultação de cadáver e aborto provocado sem o consentimento da vítima, tendo os crimes no âmbito da violência doméstica. 11 de agosto: SUSPEITO SE TORNA RÉU NA JUSTIÇA Dois dias depois da denúncia feita pelo MP, a Justiça aceitou o documento e tornou Marcos réu no processo. 21 de outubro: JUSTIÇA COMEÇA A OUVIR TESTEMUNHAS Em 21 de outubro, a Justiça começou a ouvir 17 testemunhas. Algumas faltaram e, no dia 24, as audiências foram suspensas. 5 de novembro: FORÇA-TAREFA RETOMA BUSCAS Nova força-tarefa realizou buscas por Isis Victoria Mizerski Paulo Roberto Martins/RPC Duas semanas depois, uma força-tarefa retomou as buscas pela adolescente. Na época, a polícia disse que recebeu novas denúncias e também o resultado de um laudo da perícia feito com amostras de lama encontradas no carro do homem, mas não houve novidades sobre o paradeiro da desaparecida. 14 de novembro: RÉU É OUVIDO PELA JUSTIÇA No dia 14 de novembro Marcos Vagner de Souza foi ouvido pela Justiça. Ele negou ter cometido qualquer crime contra a adolescente, mas admitiu que tentou comprar remédios abortivos para a menina, alegando que foi um pedido dela. Veja destaques do depoimento. Réu prestou depoimento na quinta-feira (14) Reprodução 6 de dezembro: JUIZ DETERMINA QUE RÉU VAI A JÚRI POPULAR Apósas audiências de instrução e julgamento, que ouviram 17 testemunhas e o próprio acusado, o juiz João Batista Spanier Neto decidiu que Marcos Vagner de Souza vai a júri popular pelo assassinato de Isis Victoria Mizerski. No documento, o juiz afirmou que os depoimentos "fazem referência de que o acusado seja o autor dos delitos" e que as imagens das câmeras de segurança, extratos de conversas e outras provas anexadas ao processo "indicam a presença de indícios da existência do crime, além de indícios de materialidade e autoria por parte do acusado". A defesa de Marcos recorreu da decisão e o recurso foi negado. SAIBA MAIS: TJ-PR diz que há provas do crime, nega recurso e mantém júri popular de réu pelo desaparecimento de adolescente grávida no Paraná Vídeos mais assistidos do g1 PR: Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais e Sul.
Bilionário Elon Musk Kirsty Wigglesworth/Pool via Reuters O primeiro-ministro Keir Starmer disse nesta quinta-feira (4) que o empresário Elon Musk deveria parar de interferir na política britânica. A afirmação vem após o bilionário fazer publicações no X sobre um assassinato que provocou indignação pública e protestos no país. Em dezembro do ano passado, Henry Nowak, de 18 anos, foi algemado pela polícia britânica enquanto morria por conta de ferimentos causados por facadas, após seu assassino alegar falsamente um ataque racista. O assassino, um homem sikh, foi condenado na última segunda-feira (1º). Vídeos divulgados após a sentença mostraram que os policiais ignoravam os pedidos do jovem. Em imagens da câmera corporal de um policial, Nowak aparece deitado na rua dizendo "Fui esfaqueado" e "Não consigo respirar", enquanto um policial responde: "Acho que não, amigo". As cenas provocaram revolta na população — principalmente sobre como a polícia trata as diferentes etnias. Starmer disse que a polícia tinha questões a responder sobre a forma como lida com o incidente, mas condenou um protesto violento e desordenado que ocorreu na noite de terça-feira e disse que era "imperdoável" explorar a morte para provocar tensão. Agora no g1 “Mais uma vez, Musk tem interferido em nossa política nos últimos dias, tentando provocar divisões. Não é assim que somos no Reino Unido”, disse Starmer aos repórteres. A troca de alfinetadas entre Starmer e o bilionário ocorre no momento em que a SpaceX de Musk se prepara para lançar o que poderia ser uma das ofertas públicas iniciais mais valiosas de todos os tempos. Musk acusou polícia britânica de parcialidade Musk havia postado sobre o caso no X, indicando que a polícia é tendenciosa contra pessoas brancas e republicando comentários críticos de outros usuários sobre como o incidente havia sido tratado. "O Ocidente criou uma religião estatal totalmente maligna em que uma acusação de 'racismo' é a ofensa mais grave que pode ser cometida, ainda pior do que estupro ou assassinato!", postou na quarta-feira. A polícia e o governo rejeitaram as acusações de parcialidade no policiamento. A família de Nowak, que se reuniu em particular com Starmer nesta quinta-feira, chamou seu tratamento pela polícia de "desumano e degradante", mas disse, após a sentença, que sua morte não deveria ser "usada para criar mais divisão, ódio ou tensão". Starmer já criticou Musk antes Musk já havia criticado Starmer anteriormente. Em janeiro de 2025, chegou a acusá-lo de não ter conseguido, enquanto promotor público-chefe entre 2008 e 2013, processar gangues formadas em sua maioria por homens de origem sul-asiática que abusavam sexualmente de meninas. Starmer defendeu sua atuação no período. Ele também manifestou apoio a uma parlamentar do Partido Trabalhista que move uma ação contra a xAI, de Musk, após afirmar que a ferramenta Grok AI foi usada para gerar imagens falsas e sexualizadas dela. O primeiro-ministro já havia criticado a plataforma por esse episódio, o que levou o X a adotar medidas para se adequar à legislação do Reino Unido. *Com informações da agência de notícias Reuters
Publisher do NYT, A.G. Sulzberger Damon Winter/The New York Times via AP A era da inteligência artificial anunciou sua chegada há menos de quatro anos, com o lançamento público do ChatGPT. Em poucos meses, o chatbot da OpenAI acumulou 100 milhões de usuários, tornando-se o produto de consumo de crescimento mais rápido da história. Hoje, ele é apenas um entre vários sistemas de IA cada vez mais poderosos, ao lado dos desenvolvidos por Anthropic, Google, Meta, Microsoft e X. Há poucas dúvidas de que a inteligência artificial generativa representa a próxima grande revolução tecnológica — e ela traz consigo uma série vertiginosa de questões importantes. A IA vai impulsionar um salto de produtividade? Vai eliminar categorias inteiras de empregos? Vai desbloquear avanços médicos extraordinários? Ou facilitar ataques biológicos? É possível compreender plenamente as ações dos modelos e agentes de IA? É possível controlá-los? Estou aqui hoje para falar de questões que são, reconheço, um pouco mais restritas. Mas elas importam muito para mim, para vocês e para a sociedade. Como a IA vai mudar o jornalismo? Como essas mudanças vão afetar o ecossistema de informação que funciona como a esfera pública dos cidadãos engajados ao redor do mundo? E o que as pessoas presentes nesta sala podem fazer para garantir o futuro do jornalismo baseado em fatos e reportagens em primeira mão — essencial para a saúde das nossas democracias? Os primeiros sinais nos dão razão para preocupação As empresas que lideram a IA, já entre as mais ricas e poderosas da história humana, estão consolidando um controle desproporcional sobre nossos dados e nossa atenção. Ao mesmo tempo, deixam de assumir uma responsabilidade fundamental que acompanha esse poder: garantir que o público tenha acesso a notícias e informações confiáveis. Esse sequestro da esfera pública é viabilizado pelo pecado original que move seus produtos de IA — um roubo descarado de propriedade intelectual em uma escala sem precedentes. Os gigantes da tecnologia vasculham sites de notícias sem permissão e sem compensação. Reempacotam o material roubado como se fosse seu, desviando o público e a receita que deveriam ir para as organizações jornalísticas que criaram esse trabalho. E isso não acontece apenas uma vez, durante o processo de treinamento, mas incontáveis vezes, todos os dias. Por isso, temo que estejamos caminhando rapidamente para um futuro com cada vez menos jornalistas capazes de fazer o trabalho caro e difícil da reportagem original — ir a lugares, conversar com pessoas, buscar informações, cobrir temas e eventos relevantes, oferecer contexto e análise, investigar os poderosos. Um futuro em que uma fonte essencial de uma sociedade saudável e de uma democracia estável — a verdade, a compreensão e a responsabilização proporcionadas pelo jornalismo original — continue a se esgotar. Esse dano potencial vai muito além do jornalismo. As empresas de IA saquearam todo o conjunto de obras originais da civilização — um ato que também ameaça o futuro de livros, filmes, músicas, pesquisas científicas e uma série de outros campos. Nos Estados Unidos, essas indústrias representam não apenas o coração da vida cultural e intelectual do país, mas também um pilar de sua economia e uma de suas exportações mais influentes. Globalmente, as profissões criativas empregam mais de 50 milhões de pessoas e geram cerca de US$ 12 trilhões em valor econômico por ano. As pessoas reunidas aqui hoje lideram organizações de notícias de mais de 60 países. Isso significa que já passaram por uma série de pressões que assolaram o jornalismo em todo o mundo — da queda de receitas à intermediação tecnológica e aos ataques crescentes à liberdade de imprensa. Mas diante da IA, precisamos fazer mais. Nossa profissão tem sido silenciosa demais, passiva demais e fragmentada demais diante dos abusos das empresas que lideram essa revolução. Não podemos permitir que os entusiastas da IA dominem a conversa pública sem que nos posicionemos em defesa de um futuro sustentável para o jornalismo original. Não podemos assistir enquanto empresas de IA tentam desmantelar permanentemente os direitos que nos dão controle sobre o trabalho que criamos. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto esse trabalho é usado para construir produtos substitutos que minam nossa capacidade de conquistar o público e a receita necessários para continuar fazendo jornalismo. Alguns líderes do setor tecnológico vão retratar meus comentários de hoje como sendo contra a IA. Como uma defesa do status quo. Como mais uma instituição engessada reagindo com raiva aos inovadores que impulsionam o progresso. E, para ser justo com nossos colegas do Vale do Silício, existe uma tradição de incumbentes estabelecidos — digamos, um jornal de 175 anos — reclamando de novas tecnologias e dos disruptores por trás delas. Por isso, vale dizer claramente: a organização que lidero, o "The New York Times", tem um longo histórico de abraçar a tecnologia para avançar a missão do jornalismo independente. Temos uma história de parcerias respeitosas com empresas de tecnologia para levar esse jornalismo a novos leitores, de novas formas. Enfrentar as disrupções com curiosidade, abertura e capacidade de adaptação nos ajudou a atravessar o colapso do nosso negócio impresso e sairmos mais fortes do outro lado. Hoje, meus colegas usam tecnologia de IA — de forma responsável, ética e com humanos tomando as decisões — para melhorar a forma como reportamos, editamos, distribuímos e monetizamos nosso jornalismo. Manter uma tecnologia nova e poderosa à distância é uma receita para o fracasso. E acredito plenamente que a IA tem o poder de fazer muito bem no mundo. Não estou chamando a IA — nem os gigantes tecnológicos que controlam essa tecnologia — de inerentemente ruins ou malignos. Estou alertando que as empresas de IA estão fazendo escolhas que violam leis já consolidadas, ameaçam a viabilidade do trabalho criativo e parecem destinadas a causar danos desnecessários e graves. As organizações de notícias deveriam querer os benefícios que a IA pode trazer. Mas as empresas de tecnologia deveriam também querer apoiar o fluxo saudável e sustentável de informações, ideias e criatividade que alimenta a própria IA — para garantir que suas ações não nos levem a uma tragédia dos bens comuns cívicos. Os quatro ingredientes da IA Os modelos de IA são feitos com quatro ingredientes básicos. O primeiro é o talento — as pessoas que desenvolvem os algoritmos. O segundo é o que as empresas de tecnologia chamam de "computação": a infraestrutura por trás da IA, como chips e data centers. O terceiro é a energia — a eletricidade necessária para alimentar esses produtos tão consumidores de recursos. O quarto é o que as empresas de tecnologia chamam de "dados". A própria palavra parece quase projetada para fazer o trabalho criativo e expressivo soar trivial, como uma commodity abundante. Mas "dados" é frequentemente usado, entre outras coisas, como sinônimo de livros, filmes, músicas e jornalismo — o que poderia ser descrito com mais precisão como "conteúdo protegido por direitos autorais". Talento, computação, energia e dados são todos essenciais para o sucesso da IA e, portanto, para o sucesso dos gigantes tecnológicos. Os três primeiros são pagos — porque é claro que são. Nenhum CEO de tecnologia ousaria sugerir que os engenheiros mais talentosos trabalhem de graça. Pelo contrário, eles regularmente oferecem pacotes de remuneração que chegam a dezenas ou até centenas de milhões de dólares. Tampouco considerariam roubar chips de uma fábrica da Nvidia ou fazer uma ligação ilegal em uma linha de energia. Os investidores consideram que as recompensas financeiras potenciais da IA são tão grandes que estão aceitando prejuízos na casa dos centenas de bilhões de dólares para construir data centers e usinas de energia. Em contraste, as empresas de IA tomam os "dados" sem consentimento nem compensação. As justificativas para o roubo mudam o tempo todo. Dizem que a inovação exige isso. Insistem que estão apenas usando fatos, que ninguém pode possuir. Reclamam que os acordos demoram demais e custam caro demais. Alegam que a doutrina do "uso justo" permite que tomem conteúdo de graça de qualquer jeito. Às vezes chegam até a invocar a segurança nacional — alertam que, se as empresas de IA forem obrigadas a pagar, os Estados Unidos perderão a corrida tecnológica para a China. Nenhum desses argumentos resiste ao escrutínio. Um chatbot só consegue reproduzir "fatos" porque copiou ilegalmente artigos jornalísticos inteiros, o que lhe permite tomar emprestado com a mesma liberdade a linguagem protegida e o estilo da escrita. Construir data centers e usinas de energia é muito mais caro e demorado do que contratar advogados para redigir acordos de licenciamento com organizações de notícias. O uso justo não permite esse tipo de cópia, retenção e regurgitação prejudicial e substitutiva de uma obra — quanto menos de tudo o que a humanidade já produziu. Na competição com a China, os Estados Unidos se enfraquecem ao abandonar as proteções de propriedade intelectual que alimentam a inovação e sustentam as empresas criativas americanas. A avaliação combinada das seis principais empresas de IA é de US$ 11 trilhões — mais de três vezes o PIB da França. O investimento privado em IA nos Estados Unidos chegou a quase US$ 350 bilhões em 2025 e está acelerando em 2026. Portanto, o roubo de propriedade intelectual certamente não ocorre por falta de dinheiro para pagá-la. Embora os acordos de licenciamento com editores não sejam públicos, com base no tamanho dos poucos acordos que foram divulgados, estima-se que menos de meio por cento desse investimento esteja indo para compensar as pessoas e empresas que criam os dados que alimentam a IA. Embora existam muitas fontes de dados, os próprios executivos de IA reconheceram que conteúdo original e de alta qualidade é particularmente valioso para a eficácia e confiabilidade da tecnologia. Cinco dos dez principais sites usados para treinar alguns dos modelos de linguagem mais populares pertencem a editoras de notícias. A OpenAI confessou que seria "impossível treinar os modelos de IA líderes de hoje sem usar materiais protegidos por direitos autorais". Um engenheiro da empresa escreveu que o sucesso dos modelos "não é determinado pela arquitetura, hiperparâmetros ou escolhas de otimização. É determinado pelo seu conjunto de dados, nada mais". Em outras palavras: você é o que você come. O caso do 'The New York Times' Vamos olhar de perto a experiência do "The New York Times" para entender como isso funciona. Se você quer respostas abrangentes e precisas no seu chatbot de IA, é difícil imaginar uma fonte de dados melhor do que uma organização jornalística que, por 175 anos, empregou jornalistas profissionais experientes e bem remunerados para descobrir novas informações, narrar eventos em andamento e avaliar desenvolvimentos em política, negócios, cultura, esportes, ciência e assuntos globais. Esse trabalho original é valioso para as empresas de tecnologia em grande parte porque foi cuidadosamente escrito e editado, verificado de forma independente, submetido aos mais altos padrões de justiça e precisão, e apresentado de forma distintiva e envolvente. Só no ano passado, o "The New York Times" publicou quase meio milhão dessas obras — de artigos a fotos, vídeos e podcasts —, a um custo de mais de US$ 2 bilhões. Temos jornalistas em todos os 50 estados americanos e em 155 países, e esses profissionais não raramente enfrentam situações de risco de vida. Na Ucrânia, por exemplo, tivemos mais de 70 jornalistas e equipe de apoio em campo. Tudo isso apenas em 2025. Some essas contribuições ao longo de 175 anos e 20 milhões de obras originais, e você terá uma ideia mais clara do que nossa redação contribuiu para a compreensão pública do mundo. O valor distintivo do jornalismo do "Times" — assim como o de outras fontes de jornalismo de qualidade — foi repetidamente reafirmado pela preferência que as empresas de IA demonstram por ele. Embora a maioria das empresas de IA oculte suas fontes de treinamento, o "Times" foi a maior fonte individual de dados proprietários em um conjunto de dados importante usado para treinar vários modelos diferentes, seguido por outras organizações jornalísticas, como "The Guardian" e "Los Angeles Times". As empresas de IA consideram a extração de informações de organizações jornalísticas de qualidade como um dos sinais mais confiáveis de que seus produtos estão funcionando corretamente. Como disse um vice-presidente da Microsoft: "Conteúdo premium melhora significativamente a qualidade das respostas". No entanto, os gigantes tecnológicos argumentaram de forma consistente que não deveriam ser obrigados a pedir permissão para usar — muito menos pagar por — esse tipo de propriedade intelectual. Seu argumento, como mostram suas ações, é que têm direito a ela. A Meta treinou seu modelo em um banco de dados notório de livros pirateados ilegalmente. A Perplexity desafiou abertamente a norma consolidada de que sites não podem ser rastreados às escondidas, contrariando suas objeções explícitas. A OpenAI fez lobby junto ao governo americano para obter imunidade legal pelo confisco de obras alheias. Até mesmo a Anthropic, frequentemente citada por seu compromisso com o desenvolvimento ético da IA, se recusou a pagar pelo jornalismo de alta qualidade que usa em seus produtos. Ações como essas levaram o "Times" a processar a OpenAI, sua parceira, a Microsoft e, posteriormente, a Perplexity, por violações flagrantes de nossos direitos de propriedade intelectual protegidos pela lei de direitos autorais dos Estados Unidos — tanto no treinamento de seus modelos quanto no uso contínuo de nosso trabalho em seus produtos. Assim como outras organizações jornalísticas que entraram com ações semelhantes, acreditamos que essas violações ameaçam a capacidade de longo prazo das organizações de notícias de continuar produzindo jornalismo original e confiável, do qual o público — e, como se vê, os próprios modelos de IA — depende. Mas processos judiciais são lentos e caros — o nosso já se estende por dois anos e meio e custou mais de US$ 20 milhões. Como as empresas de IA certamente sabem, a maioria das organizações jornalísticas não tem recursos para ir a tribunal defender seus direitos. Um setor já fragilizado Mesmo antes da chegada da IA, o setor global de notícias lutava para sobreviver às ondas de mudança desencadeadas pela internet, pelo smartphone e pelas redes sociais. Nas últimas duas décadas, os Estados Unidos perderam, segundo algumas estimativas, 75% de seus jornalistas e mais de 3.000 jornais. Um novo jornal fecha a cada três dias. Os veículos digitais não preencheram nem uma fração desse vazio. Grandes regiões dos Estados Unidos já não têm um único repórter fazendo perguntas na câmara municipal, cobrindo as escolas locais ou conectando sua comunidade com um conjunto comum de fatos. E quando se olha para as formas mais caras e desafiadoras de jornalismo — investigar irregularidades ou ir às linhas de frente de conflitos — percebe-se que o número de jornalistas fazendo esse trabalho caiu de forma ainda mais dramática. A disrupção provocada pela IA promete ser ainda mais devastadora. Antes da IA, havia uma troca de valor real — ainda que desequilibrada — entre as plataformas de tecnologia e os criadores de conteúdo digital, como as organizações de notícias. Esse era o pacto da chamada web aberta. As empresas de tecnologia — principalmente as plataformas de busca e redes sociais — ficavam com uma fatia crescente das receitas publicitárias que antes iam para as organizações de notícias, mas, em contrapartida, entregavam um público muito maior. Na próxima fase da disrupção, as empresas de tecnologia, ao se apropriar do próprio jornalismo, também estão tomando uma parcela crescente do público que ele conquista. Veja o caso do Google. O objetivo dos mecanismos de busca sempre foi identificar os sites mais úteis e enviar as pessoas para eles. As pessoas iam ao Google, pesquisavam um assunto e clicavam em um link para sites como o "Financial Times", "Le Monde" ou "El País" para ler a matéria. O Google ficava com a grande maioria das receitas publicitárias. Mas também enviava tráfego significativo para as organizações de notícias por meio de links, permitindo que os editores ganhassem dinheiro exibindo anúncios ou vendendo assinaturas. Na era da IA, o Google usa cada vez mais o conteúdo das organizações de notícias e de outros sites para responder às perguntas diretamente. Como resultado, fazer com que um usuário do Google clique em um link é, segundo pesquisas do setor, dez vezes mais difícil hoje do que era uma década atrás. Ainda assim, o Google mantém o padrão mais elevado em termos de envio de leitores para os editores, e só podemos esperar que esse compromisso continue. Os modelos de IA concorrentes enviam tráfego de referência a uma taxa 96% menor do que a busca do Google, segundo um estudo. Os gigantes tecnológicos têm plena consciência das implicações dessa mudança sobre os modelos de negócios já frágeis das organizações de notícias. Como escreveu o chefe de monetização de IA da Microsoft: "A web aberta foi construída sobre uma troca de valor implícita, em que os editores tornavam o conteúdo acessível e os canais de distribuição — como a busca — ajudavam as pessoas a encontrá-lo. Esse modelo não se traduz de forma limpa para um mundo orientado pela IA." Ele acrescentou: "Os editores precisam de formas sustentáveis e transparentes de controlar como seu conteúdo premium é usado." Um sentimento digno. Mas basta olhar para uma página de lançamento recente do próprio mecanismo de busca com IA da Microsoft para encontrar uma postura bem diferente: "Olá do Bing! Em vez de clicar em links, podemos conversar sobre tudo o que você quiser saber." Essa dinâmica fez, evidentemente, o tráfego para os sites de notícias despencar. Os maiores jornais acompanhados pelo Comscore registraram quedas de mais de 45%, em média, à medida que a corrida pela IA se intensificou nos últimos quatro anos. Editores de notícias globais consultados pelo "Reuters Institute" se preparam para que as quedas de tráfego significativas continuem nos próximos anos. Menos tráfego para os editores provavelmente significa menos oportunidades de publicidade, que continua sendo uma importante fonte de receita para a maioria das organizações de notícias. Nas últimas duas décadas, a receita combinada de publicidade dos jornais já caiu 80%. A Meta sozinha fatura oito vezes mais em receita publicitária do que todos os jornais do mundo juntos. Para compensar a queda da publicidade, muitas organizações de notícias recorreram a modelos de assinatura. Mas na medida em que as pessoas percebem que podem acessar trabalhos roubados gratuitamente por meio de produtos de IA, será cada vez mais difícil para as organizações de notícias desenvolver e aprofundar relações com potenciais assinantes. Esse roubo não acontece apenas porque os editores "deixam seus brinquedos no quintal"; acontece mesmo quando eles estão "trancados com segurança dentro de casa". Um estudo descobriu que cerca de 30% das varreduras por bots de IA violam restrições explícitas de acesso ao conteúdo dos sites, incluindo conteúdo protegido por paywalls. A fonte de receita com a qual alguns esperam compensar essas perdas é o dinheiro das próprias empresas de IA, por meio de licenciamento de conteúdo ou micropagamentos. Algumas organizações de notícias maiores, incluindo o "Times", assinaram acordos de licenciamento. Outras adotaram micropagamentos das empresas de IA para cada uso individual do jornalismo. Mas há boas razões para questionar se qualquer um desses modelos será suficiente para compensar a receita e os leitores perdidos para produtos de IA concorrentes. Enquanto isso, muitas organizações de notícias menores, cujo trabalho também foi tomado e usado por modelos de IA, não receberam nenhuma compensação, e a grande maioria dos editores diz não esperar receitas significativas das plataformas de IA. De forma preocupante, mesmo enquanto essas empresas de tecnologia tentam divulgar acordos e outras ações que sinalizam que valorizam o jornalismo, simultaneamente argumentam em tribunal, junto a legisladores e agências federais, que não têm nenhuma obrigação com os criadores da propriedade intelectual que usam para alimentar seus produtos. Não é concorrência — é parasitismo Para ser claro: não estou levantando essas preocupações porque as organizações de notícias deveriam temer a concorrência. Se as empresas de tecnologia estivessem destinando recursos reais para colocar seus próprios repórteres em campo para produzir jornalismo original, eu daria boas-vindas a isso. Mas não é isso que está acontecendo. As plataformas tecnológicas nunca fizeram tentativas sérias de criar o trabalho original e de base — como reportagem local, jornalismo investigativo ou testes rigorosos de produtos — do qual seus usuários, plataformas e produtos de IA dependem. E agora vão um passo além, simplesmente tomando as reportagens e coberturas de outros, muitas vezes até apresentando-as como suas. Um estudo descobriu que a OpenAI creditou as organizações de notícias que desenterraram as informações citadas em apenas 1% de suas respostas. Os líderes das transições tecnológicas anteriores pelo menos tentavam argumentar que suas plataformas seriam simbióticas com os criadores. O Spotify, por exemplo — que tem seus críticos na indústria musical — destaca os pagamentos que envia aos artistas. As empresas de IA, em contraste, adotaram uma postura mais abertamente parasitária, mais próxima à do Napster, a antiga plataforma de música pirata. Um pesquisador sênior da Microsoft escreveu que uma das "promessas centrais dos LLMs" é sua capacidade de usar "seus dados de treinamento para substituir o trabalho pago daqueles que criaram esses dados". De forma mais evocativa, a escritora de ficção científica Margaret Atwood comparou essa dinâmica a ser "assassinada pela minha réplica". É uma aposta segura que tais ações dos gigantes tecnológicos vão alimentar tendências destrutivas que já estão tensionando a sociedade. Uma queda contínua no jornalismo original. Uma onda crescente de desinformação, propaganda, teorias conspiratórias, deepfakes e lixo gerado por computador. Um público que continua a ser radicalizado por algoritmos que amplificam o medo, a raiva e a divisão. Os repórteres são os responsáveis por enriquecer o registro público com informações até então desconhecidas. Aquele fato surpreendente. Aquele detalhe revelador. Aquela citação da testemunha ocular. Aquele documento secreto. Aquela análise do especialista. Aquela foto, vídeo, gravação de áudio. Em termos simples, o jornalismo original é muitas vezes a forma como você sabe o que sabe. Os produtos de IA não conseguem fazer esse tipo de reportagem original. Eles extraem o registro público, mas têm dificuldade de acrescentar algo a ele. Mesmo a extração tem sido problemática. Uma pesquisa da "European Broadcasting Union" descobriu que os principais assistentes de IA distorceram significativamente as notícias em quase metade de todas as respostas. Tanto o Google quanto a Apple, por exemplo, cometeram erros graves ao usar ferramentas de IA para reescrever manchetes e alertas de notícias de organizações jornalísticas que aparecem em seus produtos. Como a IA tende a ser ruim em expressar incerteza, ela frequentemente não está apenas errada — está errada com confiança. E, ao contrário das organizações de notícias das quais roubam, as empresas de IA não rastreiam nem corrigem esses erros, deixando seus usuários sem qualquer forma de saber quando foram induzidos a erro. Isso importa em parte porque os produtos de IA provavelmente não vão apenas suplementar, mas substituir as relações diretas com organizações de notícias para muitas pessoas. Pesquisas sugerem que essa mudança está acontecendo muito mais rapidamente do que a maioria imagina. A Amazon Web Services, que trabalha com muitas empresas de IA, estima que a maioria do conteúdo online já é gerado por IA — um número que alguns especialistas esperam que chegue a mais de 90% nos próximos anos. Já hoje, o número de sites de notícias locais falsos é maior do que o de sites reais, pois a IA dificulta a sobrevivência dos sites verdadeiros e facilita a criação de sites falsos a baixo custo. De forma reveladora, as empresas de IA não querem dizer que os resultados de seus produtos são confiáveis. Não querem dizer que são justos ou precisos. Isso se deve em parte ao fato de não serem. Quando o ativista político americano Charlie Kirk foi assassinado no ano passado, por exemplo, o bot da Perplexity sugeriu que a declaração da Casa Branca sobre a morte de Kirk havia sido fabricada, e o Grok, do X, insistia que ele estava vivo e bem. Mas tão importante quanto isso, as empresas de IA se recusam a ser responsáveis pelo que seus chatbots dizem aos usuários numa tentativa de escapar da responsabilidade legal. A Microsoft alertou ao lançar o Copilot: "Apenas para fins de entretenimento. Pode cometer erros e pode não funcionar como pretendido. Não confie no Copilot para aconselhamento importante. Use o Copilot por sua conta e risco." Em algum nível, o público entende que isso não será bom para ele. Dois terços dos americanos estão muito preocupados com a disseminação de informações imprecisas pela IA, segundo o Pew Research Center. Mas uma porcentagem crescente de pessoas recorre à IA para notícias, informações e orientações — e algumas a consideram mais confiável do que as organizações de notícias das quais ela depende para suas respostas. Tudo isso vai agravar o alarmante declínio da saúde social e cívica. Evidências mostram que, quando uma organização de notícias local desaparece, as pessoas de uma comunidade começam a confiar menos umas nas outras e a se odiar mais. Tornam-se mais isoladas e menos tolerantes. O engajamento cívico diminui e a corrupção pública aumenta. E imagine o que acontece quando a abordagem das empresas de tecnologia em relação ao setor jornalístico chega à sua conclusão lógica. Apesar da importância do jornalismo para a tecnologia mais valiosa do mundo, as ações das empresas de tecnologia estão comprometendo sua mais importante fonte de novas notícias, novas informações, novas análises. Isso tornaria os próprios produtos de IA menos úteis e menos confiáveis — mais uma vítima desnecessária de escolhas desnecessárias e prejudiciais. O que podemos fazer Um setor jornalístico em declínio pode parecer impotente diante de algumas das empresas mais ricas que o mundo já viu. E o caminho à frente não é facilitado pela realidade de que precisamos continuar operando em um ecossistema de informação controlado de forma desproporcional por esses gigantes tecnológicos. Mas ainda há ações que podemos tomar — tanto para nos posicionar contra os abusos das empresas de IA quanto para preparar nossas próprias organizações para ter sucesso nessa nova era. Compartilharei algumas ideias para cada uma dessas frentes, com a convicção de que ideias melhores e mais numerosas surgirão das pessoas presentes nesta sala. No que diz respeito a defender seu trabalho das empresas de tecnologia, tenho quatro reflexões centrais: Defenda seus direitos. Os direitos de propriedade intelectual precisam ser mantidos se nossa profissão quiser ter um caminho à frente. No meu país, esses direitos estão ancorados na Constituição e sustentados por séculos de precedentes. Eles também são compatíveis com um entendimento ético básico de que roubar é errado. Mas seus direitos só serão mantidos se você insistir em que sejam respeitados e resistir quando não forem. Isso exigirá coragem — e às vezes recursos, que escasseiam — mas o caminho alternativo de tolerar silenciosamente o roubo sistemático do seu trabalho acabará por minar sua capacidade de continuar fazendo jornalismo. Negocie com cuidado. Organizações de notícias que assinam acordos para licenciar conteúdo para empresas de IA estão fazendo algo razoável. Mas aconselho a avaliar a viabilidade de longo prazo de cada acordo. Os gigantes tecnológicos têm uma posição de força extraordinária: já tomaram seu conteúdo e pretendem usá-lo de qualquer forma. Ainda assim, antes de aceitar uma oferta, vale perguntar se o pagamento reflete algo próximo ao valor justo — e se você está retendo algum controle significativo sobre como seu trabalho será usado. Pressione seus legisladores. A IA é cada vez mais impopular entre o público. À medida que os legisladores consideram como reagir, nossa indústria precisa se unir em torno de um conjunto pequeno e claro de pedidos. Algumas ideias iniciais: garantir que as proteções já robustas de propriedade intelectual sejam reforçadas — e não enfraquecidas — para a era da IA. Exigir que bots se identifiquem e limitar sua capacidade de vasculhar sites sem permissão. Exigir transparência para que as organizações de notícias saibam quando e como seu trabalho é usado pela IA. Garantir que as empresas de IA sejam legalmente responsáveis pelo conteúdo difamatório que geram. Una-se aos outros. Enfrentamos empresas de IA que gastam quantias inimagináveis em marketing, lobby e doações políticas para persuadir o público e cooptar políticos. A firma de capital de risco por trás de muitos investimentos em IA é hoje o maior doador político dos Estados Unidos. O único caminho da indústria jornalística para contrabalançar essa influência é trabalhar em conjunto e, igualmente importante, com outras indústrias criativas. Participe de briefs de amicus curiae e seja ativo em suas associações profissionais. Estude como nossos colegas da música e de outras profissões atravessaram seus momentos "Napster". Há também coisas que podemos fazer para tornar nossas próprias organizações de notícias mais resilientes enquanto enfrentamos esse desafio. Mais quatro ideias: Use a IA do jeito certo. As redações devem criar padrões cuidadosos para o uso responsável da IA. E então devem ser agressivas e criativas para colocar a tecnologia a serviço da melhoria do seu jornalismo e do fortalecimento de seus negócios. A IA pode trazer valor real às organizações que encontrarem as formas certas de adotá-la, e uma mudança dessa magnitude vai destruir qualquer organização que se recuse a evoluir. Não há nada de inerentemente ruim na tecnologia de IA — são as ações das empresas por trás dela que precisam ser reformadas. Seja um destino, antes de tudo. Um mundo cada vez mais intermediado por plataformas de IA deixaria as organizações de notícias ainda mais à mercê dos gigantes tecnológicos para compartilhar tráfego, crédito e dinheiro. O caminho mais claro para sustentar um jornalismo de qualidade será por meio de relações diretas com o público. Ser um destino não significa ignorar a internet mais ampla. Você ainda precisa criar novas relações onde as pessoas estão, que geralmente é uma plataforma tecnológica. Mas para aprofundar essas relações — torná-las leais, habituais e valiosas — seu público precisa aprender que é melhor se engajar diretamente com você do que por meio de um intermediário. Foque no jornalismo original. Muitas organizações de notícias se enfraqueceram e se tornaram commodities ao tentar alimentar as preferências em constante mudança dos algoritmos de busca e redes sociais com clickbait, agregação e opiniões fáceis. A economia dessa abordagem vai piorar ainda mais. Para ser um destino em um mundo intermediado pela IA, você vai precisar de um jornalismo tão diferenciado que tenha sua própria gravidade. O coração disso é o jornalismo original. O público não tem outra fonte para esse trabalho. E a IA tampouco. Explique por que o jornalismo importa. As empresas de IA têm megafones gigantescos e têm comunicado com muito cuidado — e de forma seletiva — os benefícios de seu trabalho, ao mesmo tempo em que minimizam os danos. A indústria jornalística precisa, por sua vez, mostrar que o jornalismo original é um ingrediente essencial nas sociedades saudáveis, nas nações seguras e nas democracias fortes — e demonstrar como as ações dos gigantes tecnológicos estão colocando tudo isso em risco. Informação é valiosa. Jornalismo é valioso Na última transição digital, as organizações de notícias — incluindo o "Times", por um bom tempo — compraram a afirmação repetida do Vale do Silício de que "a informação quer ser livre". Muitos nem sabiam que a citação original, do filósofo da tecnologia Stewart Brand, tinha outra parte: "A informação quer ser cara, porque é muito valiosa — a informação certa no lugar certo simplesmente transforma sua vida." Não podemos ser tão ingênuos desta vez. As organizações de notícias são coletivamente menores e mais fracas do que há duas décadas. Os gigantes tecnológicos são maiores e mais fortes — e muito mais dispostos a usar seu tamanho e poder. Enquanto isso, a própria onda da IA pode ser maior e mais veloz, à medida que a tecnologia continua a melhorar. Mesmo que as coisas pareçam estar bem por enquanto, lembre-se: essas primeiras ondas anunciam um tsunami que se aproxima. Enquanto nos preparamos, precisamos nos lembrar: a informação é valiosa. O jornalismo é valioso. A internet já está sobrecarregada de bots e lixo digital. Está cada vez mais difícil saber de onde as coisas vieram e se são verdadeiras. Isso criou uma sensação crescente de que nada pode ser confiado, exigindo de todos uma vigilância quase paranoica sobre tudo — ou, pior, um mergulho no niilismo. O efeito não é apenas que as pessoas acreditam em coisas falsas: é que deixam de acreditar em coisas verdadeiras. Essa combinação tóxica já está levando mais pessoas a se desengajarem completamente. As empresas de tecnologia acenam para essas tendências e dizem "não é culpa nossa" e, de forma ainda mais reveladora, "não é nosso problema". As organizações de notícias deveriam se posicionar como a alternativa confiável nesse caos. Notícias e informações em que se pode confiar são mais raras e mais necessárias do que nunca. O tipo produzido por equipes de profissionais experientes, apoiados por processos e padrões rigorosos. Segundo pesquisas, quando alguém quer verificar algo que encontrou e que acha que pode ser falso, a opção preferida é "uma fonte de notícias em que confio". Em último lugar na lista? Um chatbot de IA. Continuo convicto do valor criado por organizações de notícias de qualidade dedicadas ao trabalho difícil e caro do jornalismo original — para os leitores, para as comunidades, para a sociedade como um todo. E, sim, até para os modelos de IA. Quem mais irá aos lugares onde os eventos estão se desdobrando? Quem nos trará relatos em primeira mão das linhas de frente de uma guerra? Quem nos equipará com informações confiáveis em uma crise de saúde pública? Quem vai expor a empresa de sucesso ou a carreira política construídas sobre uma mentira? Quem vai garantir que os debates sobre políticas econômicas sejam informados por seus impactos sobre pessoas reais? Quem mais pode enriquecer todo esse trabalho com conhecimento especializado duramente conquistado, que acrescenta perspectiva e contexto, e com compromissos profissionais profundamente enraizados de tornar cada matéria tão justa e precisa quanto possível? A questão é se esse valor será sugado pelos gigantes tecnológicos — ou se voltará para as organizações de notícias, permitindo que continuem esse trabalho essencial. Espero que todos vocês levem essa questão a sério. Acredito que o futuro das nossas organizações de notícias e a saúde da esfera pública dependem de como responderemos. Obrigado. (c) 2026 The New York Times Company. Texto original disponível em: https://www.nytco.com/press/a-i-journalism-and-the-uncertain-future-of-the-public-square/
Confira as vagas do SineBahia desta terça-feira (2) para cidades do interior Agência Brasil O SineBahia, órgão estadual de intermediação para o trabalho de forma gratuita, divulgou as vagas de emprego e estágio disponíveis para terça-feira (2) em cidades do interior. Há oportunidades em Jequié, Itabuna, Paulo Afonso e Barreiras. Nessa matéria você vai encontrar vagas para: Jequié Itabuna Paulo Afonso Barreiras Os interessados devem buscar atendimento em uma das unidades do órgão. Não é preciso agendar e as senhas serão distribuídas conforme disponibilidade e por ordem de chegada. Todos devem levar carteira de trabalho física ou digital, RG, CPF, comprovante de residência, escolaridade e de vacinação contra a Covid-19, além dos documentos específicos pedidos por cada vaga. 📍 Jequié OPERADOR DE PERECÍVEIS Ensino médio completo Experiência comprovada na Carteira de Trabalho 2 VAGAS VENDEDOR DE LOJA Ensino médio completo Experiência comprovada na Carteira de Trabalho 2 VAGAS GERENTE DE RESTAURANTE Ensino médio completo Experiência comprovada na Carteira de Trabalho Disponibilidade de horário 2 VAGAS ELETRICISTA DE VEÍCULO Ensino fundamental completo Experiência na função 2 VAGAS MECÂNICO DE VEÍCULO Ensino fundamental completo Experiência na função 2 VAGAS ANALISTA FISCAL Ensino superior completo em Ciências Contábeis, Administração ou áreas afins Experiência comprovada na Carteira de Trabalho Habilidade com rotinas fiscais da empresa 1 VAGA MOTORISTA CARRETEIRO Ensino médio completo Experiência comprovada na Carteira de Trabalho Possuir CNH E 1 VAGA REPRESENTANTE DE VENDAS Ensino médio completo Experiência na função Possuir CNH A ou B, carro ou moto 1 VAGA PEDREIRO Ensino fundamental incompleto Experiência comprovada na Carteira de Trabalho 6 VAGAS CARPINTEIRO Ensino fundamental incompleto Experiência comprovada na Carteira de Trabalho 5 VAGAS TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES Ensino médio completo Experiência comprovada na Carteira de Trabalho Habilidade com controle de qualidade em obras de construção civil 2 VAGAS PREPARADOR DE CALÇADOS Ensino fundamental incompleto 60 VAGAS PREPARADOR DE CALÇADOS (JOVEM APRENDIZ) Estudante a partir do 9º ano, 18 a 22 anos 40 VAGAS REPOSITOR DE MERCADORIA - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino médio completo 2 VAGAS COSTUREIRA Ensino fundamental incompleto Experiência na função 1 VAGA ANALISTA CONTÁBIL Ensino médio completo Experiência em conciliação contábil de contas patrimoniais e bancárias 1 VAGA VENDEDOR PRACISTA Ensino fundamental incompleto 1 VAGA AUXILIAR DE COZINHA Ensino fundamental completo 1 VAGA 📍 Itabuna SERRALHEIRO Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA AUXILIAR DE LINHA DE PRODUÇÃO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA FAXINEIRO Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA MUSICOTERAPEUTA Curso superior em licenciatura em música 1 VAGA PSICOPEDAGOGO Ensino superior completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA PSICÓLOGO CLÍNICO Ensino superior completo em psicologia Não é necessário experiência, mas a experiência será considerada diferencial Curso ou pós-graduação de 360h em ABA será considerado diferencial 1 VAGA INSTALADOR E REPARADOR DE REDES TELEFÔNICAS Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Necessário CNH A/B Necessário curso de NR 10 e NR 35 atualizado com certificado 5 VAGAS CONSULTOR DE VENDAS Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Necessário experiência no segmento de telecomunicações, com vendas de aparelhos celulares e planos de telefonia, internet fixa e outros Disponibilidade de horário para shopping Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, assistência odontológica, seguro de vida, assistência médica Salário de R$ 1.692,35 1 VAGA AUXILIAR DE COZINHA Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Disponibilidade de horário 1 VAGA PEDAGOGO(A) Curso/especialização em ABA será considerado diferencial Experiência mínima de 3 meses 1 VAGA DESIGNER GRÁFICO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Imprescindível experiência em Corel Draw Desejável experiência em Photoshop e Illustrator 1 VAGA INSPETOR DE LINHA DE PRODUÇÃO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA MECÂNICO DE EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA DESIGNER GRÁFICO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Benefícios: vale-transporte, vale-refeição, uniforme, refeitório na empresa, adicional noturno Salário de R$ 1.899 2 VAGAS ESTOFADOR DE MÓVEIS Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA SOLDADOR Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses Experiência comprovada em MIG e TIG 1 VAGA PINTOR A REVÓLVER (PINTURA ELETROSTÁTICA) Ensino médio completo Experiência mínima de 3 meses 1 VAGA GERENTE DE VENDAS Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Experiência na área de coordenação de vendas Salário de R$ 2.000 1 VAGA CONTROLADOR DE FROTA (CONTROLADOR DE SERVIÇOS DE MÁQUINAS E VEÍCULOS) Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, plano odontológico Uniodonto, seguro de vida, convênio em farmácia, plano de carreira 1 VAGA AUXILIAR CONTÁBIL (ESTÁGIO) Ensino superior incompleto em ciências contábeis ou áreas afins Não é necessário experiência Bolsa auxílio + vale-transporte 1 VAGA ELETROTÉCNICO (ESTÁGIO) Ensino superior incompleto em engenharia eletrotécnica, tecnólogo em eletrotécnica predial ou áreas afins, a partir do 2º semestre Bolsa auxílio + vale-transporte 3 VAGAS AUXILIAR DE PESSOAL (ESTÁGIO) Ensino superior incompleto em gestão de RH ou áreas afins, a partir do 2º semestre Não é necessário experiência Bolsa auxílio + vale-transporte 1 VAGA AUXILIAR DE LOGÍSTICA (ESTÁGIO) Ensino superior incompleto em logística ou áreas afins, a partir do 2º semestre Não é necessário experiência Bolsa auxílio + vale-transporte 1 VAGA CONTROLADOR DE SERVIÇOS DE PRODUÇÃO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, plano odontológico Uniodonto, seguro de vida, convênio em farmácia, plano de carreira 1 VAGA AUXILIAR DE MANUTENÇÃO PREDIAL Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, plano odontológico Uniodonto, seguro de vida, convênio em farmácia, plano de carreira 3 VAGAS MESTRE DE OBRAS Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, plano odontológico Uniodonto, seguro de vida, convênio em farmácia, plano de carreira 2 VAGAS MECÂNICO DE REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Conhecimento/experiência em VRF é considerado diferencial Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, plano odontológico Uniodonto, seguro de vida, convênio em farmácia, plano de carreira 4 VAGAS COMPRADOR Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, plano odontológico Uniodonto, seguro de vida, convênio em farmácia, plano de carreira 1 VAGA MECÂNICO DE AUTOMÓVEIS E CAMINHÃO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA OPERADOR DE CAIXA - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA REPOSITOR DE MERCADORIAS - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino médio completo Não é necessário experiência Disponibilidade de horário 1 VAGA OPERADOR ELETROMECÂNICO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 3 VAGAS OPERADOR DE CALDEIRA Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 3 VAGAS OPERADOR DE UTILIDADE (PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS, VAPOR, ÓLEO, COMBUSTÍVEL, ENERGIA, OXIGÊNIO) Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 3 VAGAS AUXILIAR ADMINISTRATIVO - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino médio completo Experiência mínima de 3 meses 2 VAGAS AUXILIAR ADMINISTRATIVO - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino médio completo Não é necessário experiência 2 VAGAS FAXINEIRO - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino médio completo Não é necessário experiência 2 VAGAS AUXILIAR DE LAVANDERIA EM MOTEL Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Disponibilidade de horário 1 VAGA PIZZAIOLO(A) Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses Disponibilidade de horário 1 VAGA TERAPEUTA OCUPACIONAL Ensino superior completo em terapia ocupacional Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA FONOAUDIÓLOGO(A) Ensino superior em fonoaudiologia Não exige experiência 1 VAGA ENCANADOR - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA SERVENTE DE OBRAS - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino fundamental completo Não é necessário experiência 2 VAGAS CARPINTEIRO - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses 2 VAGAS PEDREIRO - PCD Vagas para pessoas com deficiência Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses 3 VAGAS SUPERVISOR DE VENDAS NO ATACADO Ensino superior completo ou superior incompleto em administração, marketing, gestão comercial ou áreas afins a partir do 4º semestre Experiência mínima de 6 meses Necessário possuir habilitação B Disponibilidade para viajar Possuir veículo próprio Conhecimento na área automotiva é diferencial 1 VAGA VIDRACEIRO Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA PADEIRO Não exige escolaridade Experiência mínima de 6 meses Salário de R$ 1.900 1 VAGA OPERADOR DE MÁQUINAS OPERATRIZES Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA CAPOTEIRO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses 1 VAGA 📍 Paulo Afonso AUXILIAR DE CONTABILIDADE Ensino médio completo Experiência com setor financeiro Informática comprovada 1 VAGA PEDREIRO Experiência comprovada Vaga temporária 2 VAGAS REPOSITOR Ensino médio completo Experiência com reposição de mercadoria 6 VAGAS SUPERVISOR COMERCIAL Ensino médio completo Experiência comprovada Boa comunicação e liderança 1 VAGA CONFERENTE Ensino médio completo Experiência comprovada 4 VAGAS AUXILIAR ADMINISTRATIVO Ensino médio completo Experiência comprovada Boa comunicação Noções de informática 1 VAGA OPERADOR DE CAIXA Ensino médio completo Experiência comprovada 4 VAGAS MECÂNICO DE MOTOCICLETA Ensino médio completo Experiência na área Possuir CNH 1 VAGA VENDEDOR EXTERNO Ensino médio completo Experiência comprovada com vendas e atendimento Boa comunicação Conhecimento em informática Salário fixo, comissão e seguro de vida 3 VAGAS GARÇOM Boa comunicação Experiência com atendimento 3 VAGAS 📍 Barreiras AJUDANTE DE DISTRIBUIÇÃO - PCD Ensino fundamental completo Não exige experiência A empresa fornecerá assistência médica e odontológica, vale-refeição, seguro de vida, uniforme, vale-alimentação e produtividade 1 VAGA MONITOR DE RECREAÇÃO (AUXILIAR DE RECREAÇÃO) - PCD Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses na função A empresa fornecerá vale-transporte, vale-refeição, assistência odontológica, seguro de vida e auxílio-creche 1 VAGA REPOSITOR - PCD Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: alimentação, combustível, seguro de vida e assistência odontológica 15 VAGAS OPERADOR DE EMPILHADEIRA - PCD Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses na função Obrigatório CNH C Benefícios: alimentação, combustível, seguro de vida e assistência odontológica 3 VAGAS ALIMENTADOR DE LINHA - PCD Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: cesta básica, transporte da empresa, uniforme, refeitório da empresa e R$ 386 de prêmio assiduidade Salário de R$ 1.795 Morar em Muquém do São Francisco 10 VAGAS AJUDANTE DE SERRALHEIRO Não exige escolaridade Não exige experiência A empresa fornecerá assistência odontológica, adicional de periculosidade, seguro de vida e uniforme 1 VAGA AJUDANTE DE CARGA E DESCARGA Ensino fundamental completo Não exige experiência Benefícios: adicional de periculosidade e uniforme Salário de R$ 1.621 4 VAGAS ATENDENTE Ensino médio completo Não exige experiência Benefícios: vale-transporte, assistência médica e odontológica, seguro de vida, adicional de periculosidade e uniforme 3 VAGAS AUXILIAR TÉCNICO DE REDE Ensino médio completo Não exige experiência Conhecimento básico em informática Possuir CNH e carro próprio 2 VAGAS AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS Ensino médio completo Não exige experiência Benefícios: vale-transporte, seguro de vida, refeição no local, insalubridade e descontos em serviços de empresas parceiras 5 VAGAS ALMOXARIFE Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses na função Conhecimento em sistema de gestão de estoque, pacote Office básico, rotinas administrativas de almoxarifado e conhecimento de EPIs e EPCs Obrigatório curso técnico em Administração ou áreas afins Benefícios: vale-transporte, assistência médica e odontológica, adicional de periculosidade, vale-refeição e seguro de vida 1 VAGA ASSISTENTE DE ALMOXARIFE Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: vale-transporte, assistência médica e odontológica, adicional de periculosidade, vale-refeição e seguro de vida 2 VAGAS AUXILIAR DE MECÂNICO Ensino médio completo Não exige experiência Benefícios: vale-transporte, vale-refeição e assistência odontológica 1 VAGA ASSISTENTE SOCIAL (SERVIÇO SOCIAL) - VAGA TEMPORÁRIA Ensino superior completo ou curso técnico em Serviço Social Experiência mínima de 6 meses na função em serviço social (ato indenizatório) e audiência pública A empresa fornecerá transporte da empresa e alimentação no local 5 VAGAS AUXILIAR ADMINISTRATIVO (JOVEM APRENDIZ) Ensino médio completo Não exige experiência Obrigatório conhecimento em pacote Office Disponibilidade de transporte próprio Salário de R$ 810,50 1 VAGA AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS Ensino fundamental completo Experiência mínima de 3 meses na função A empresa fornecerá vale-transporte, vale-refeição, adicional noturno, assistência médica e odontológica, seguro de vida, uniforme e refeitório da empresa Salário de R$ 2.121,41 2 VAGAS AUXILIAR DE EXPEDIÇÃO Ensino médio completo Não exige experiência Benefícios: vale-transporte, assistência médica, cesta básica, seguro de vida e uniforme 1 VAGA AUXILIAR ADMINISTRATIVO (JOVEM APRENDIZ) Ensino médio completo Não exige experiência Conhecimento em pacote Office Transporte próprio Benefícios: vale-transporte, assistência médica, cesta básica, seguro de vida e uniforme 1 VAGA ARTÍFICE Ensino fundamental completo Não exige experiência A empresa fornecerá vale-transporte e vale-refeição Salário de R$ 2.455 10 VAGAS CADISTA Ensino médio completo Obrigatório curso técnico em Construção Civil Experiência mínima de 6 meses na função 1 VAGA CAPTADOR DE CADASTRO EXTERNO Ensino fundamental completo Não exige experiência A empresa fornecerá vale-transporte, transporte da empresa, uniforme e premiações 4 VAGAS CONTROLADOR DE PRAGAS Ensino fundamental completo Não exige experiência Obrigatório CNH A/B 2 VAGAS CASEIRO Não exige escolaridade Experiência mínima de 6 meses na função Morar na chácara 1 VAGA ELETRICISTA DE LINHA MORTA Ensino fundamental completo Não exige experiência Obrigatório cursos NR10 básico, NR10 SEP, NR10 35 e RD Benefícios: vale-transporte, assistência médica e odontológica, adicional de periculosidade, vale-refeição e seguro de vida 15 VAGAS ELETRICISTA Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses na função A empresa fornecerá assistência odontológica, seguro de vida, transporte da empresa e refeitório da empresa 1 VAGA EMPREGADA DOMÉSTICA Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses na função A empresa fornecerá vale-transporte 1 VAGA EMPREGADA DOMÉSTICA Não exige escolaridade Experiência mínima de 6 meses na função 1 VAGA ENGENHEIRO CIVIL Ensino superior completo Experiência mínima de 6 meses na função em projeto civil, 3DMAX/CAD e edificações aeroportuárias Salário de R$ 8.000 1 VAGA ELETRICISTA GERAL Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses na função Trabalhar na construção civil Benefícios: vale-transporte, vale-refeição, adicional noturno, assistência médica, seguro de vida, uniforme e café da manhã Salário de R$ 2.455,70 1 VAGA ELETRICISTA DE LINHA MORTA Ensino fundamental completo Sem experiência Obrigatório CNH A/B Obrigatório: curso NR10 básico, NR10 SEP, NR10 35 e RD Benefícios: assistência médica e odontológica, vale-transporte, vale-refeição e seguro de vida 1 VAGA ENCARREGADO DE HORTIFRUTI Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses na função ou em perecíveis no varejo e atacado Conhecimento em sistemas de gestão como Consigo, SAP ou similares Benefícios: vale-refeição, vale-alimentação, café da manhã e café da tarde, convênio SESC e desconto de 80% em instituições conveniadas Disponibilidade de horário 1 VAGA ENFERMEIRO (ESTUDANTE) Ensino superior incompleto Obrigatório estar cursando enfermagem a partir do 5º módulo Sem experiência Benefícios: vale-transporte, seguro de vida, refeição no local, insalubridade e descontos em serviços de empresas parceiras 6 VAGAS ENFERMEIRO GERAL Ensino superior completo Obrigatório estar cursando enfermagem a partir do 5º módulo Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: vale-transporte, seguro de vida, refeição no local, insalubridade e descontos em serviços de empresas parceiras 1 VAGA FARMACÊUTICO Ensino superior completo Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: vale-transporte, vale-refeição, adicional noturno, assistência médica e odontológica, seguro de vida, uniforme e refeitório da empresa Salário de R$ 3.334,42 1 VAGA FISIOTERAPEUTA (ESTUDANTE) Ensino superior incompleto a partir do 9º semestre Sem experiência Benefícios: vale-transporte, seguro de vida, refeição no local, insalubridade e descontos em serviços de empresas parceiras 5 VAGAS FONOAUDIÓLOGO Ensino superior completo na área Sem experiência Benefícios: vale-transporte, seguro de vida, refeição no local, insalubridade e descontos em serviços de empresas parceiras 1 VAGA GUARDA-VIDAS Ensino fundamental completo Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: vale-transporte, assistência médica, vale-refeição, assistência odontológica, seguro de vida e auxílio-creche 1 VAGA GARÇOM Sem exigência de escolaridade Sem experiência Benefícios: adicional noturno e hora extra Disponibilidade de horário 2 VAGAS MANTENEDOR DE USINA SOLAR Ensino médio completo Experiência mínima de 1 mês na função Benefícios: vale-refeição, mobilidade, 30% de periculosidade, uniforme e ajuda de custo para combustível Obrigatório transporte próprio e CNH AB Disponibilidade de horário Salário de R$ 1.723,19 3 VAGAS MECÂNICO DE RODAS E FREIOS Sem exigência de escolaridade Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: transporte da empresa, uniforme e refeitório da empresa 1 VAGA MONITOR DE RESSOCIALIZAÇÃO PRISIONAL Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: vale-transporte, vale-refeição, adicional noturno, assistência e regime plantonista Salário de R$ 2.240,12 15 VAGAS MÉDICO DO TRABALHO Ensino superior completo Experiência mínima de 6 meses na função Obrigatório falar dois idiomas 1 VAGA OPERADOR DE GUINDASTE Ensino fundamental completo Sem experiência Obrigatório CNH C Obrigatório: curso de operador de guindaste, NR10 básico, NR10 SEP, NR6, NR11, NR12 e motosserra com técnicas de manejo Benefícios: vale-transporte, assistência médica e odontológica, adicional de periculosidade e seguro de vida 5 VAGAS PEDAGOGO Ensino superior completo Experiência mínima de 3 meses na função Benefícios: assistência médica e odontológica, seguro de vida, uniforme e refeitório da empresa Salário de R$ 2.144,76 1 VAGA PEDREIRO Ensino médio completo Experiência mínima de 3 meses na função em construção civil Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, seguro de vida, uniforme e adicional noturno 1 VAGA PIPOQUEIRO Ensino fundamental completo Sem experiência Benefícios: comissão 1 VAGA RECAPADOR DE PNEU Sem exigência de escolaridade Experiência mínima de 6 meses na função Benefícios: vale-transporte 21 VAGAS SONDADOR Ensino fundamental incompleto Experiência mínima de 6 meses como sondador de solos Desejável CNH B Benefícios: vale-transporte, vale-refeição e seguro de vida Disponibilidade para viagens longas e mudança de cidade Salário de R$ 2.380,50 2 VAGAS SERVIÇOS GERAIS Sem exigência de escolaridade Sem experiência Benefícios: adicional noturno e hora extra Disponibilidade de horário 1 VAGA TÉCNICO EM NUTRIÇÃO OU TÉCNICO EM ALIMENTOS Curso técnico em nutrição ou alimentos Sem experiência Benefícios: assistência médica, vale-transporte, seguro de vida, uniforme, PPR e alimentação no local Obrigatório CNH A/B Morar na Fazenda Schmidt Agrícola 1 VAGA TÉCNICO DE ENFERMAGEM (ESTUDANTE) Ensino médio completo Obrigatório estar cursando técnico em enfermagem a partir do 3º módulo Sem experiência Benefícios: vale-transporte, seguro de vida, refeição no local, insalubridade e descontos em serviços de empresas parceiras 6 VAGAS VENDEDOR EXTERNO Ensino médio completo Experiência mínima de 6 meses na função com vendas de telecom Disponibilidade de horário Benefícios: vale-transporte, vale-alimentação e premiação 8 VAGAS Confira vagas também para cidades de Xique-xique Saiba como aproveitar as oportunidades do Simm e SineBahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. 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Número de casos graves de influenza de janeiro a maio de 2026 já supera o mesmo período do ano passado. Tony Winston/Agência Brasília Há pouco mais de um mês, o auxiliar de produção Eliseu Gomes de Souza Camargo, de 46 anos, tenta encontrar forças para seguir a vida após perder o filho Bryan, de 13 anos, vítima de uma infecção causada pelo vírus influenza, responsável pela gripe. O menino apresentou os primeiros sintomas em 30 de março, quando começou a reclamar de dores no corpo e cansaço. "Inicialmente, medicamos ele em casa e ficamos acompanhando", conta Eliseu. "No dia seguinte, ele teve febre e o levamos ao pronto-atendimento, onde foi medicado e depois voltou para casa." Agora no g1 Segundo a família, nos dias seguintes, as dores no corpo — principalmente nas costas — e a falta de ar pioraram. O adolescente foi levado novamente a um pronto-socorro em Sorocaba, no interior de São Paulo. "Ele chegou debilitado, com muita falta de ar. Foi quando pediram um exame e o Bryan foi diagnosticado com Influenza A. Ele foi internado, intubado e a doença progrediu rápido demais", recorda o pai. Durante a internação, Bryan sofreu duas paradas cardíacas e, em 6 de abril, não resistiu. "A saturação dele caiu muito, e ele já não respondia mais às medicações. A partir daí, tivemos certeza de que já o tínhamos perdido. Quando ele teve a última parada cardíaca, já não havia mais o que fazer", lamenta Eliseu. O caso de Bryan está entre as 505 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) associadas aos vírus Influenza A e B registradas no Brasil de janeiro a maio deste ano, segundo dados do Ministério da Saúde. Desse total, 136 mortes, ou 27% do total, foram confirmadas apenas nas duas últimas semanas. Isso não significa, necessariamente, que os óbitos ocorreram nesse período, mas que tiveram a causa identificada recentemente. No mesmo período de 2025, entre janeiro e maio, o país registrou 776 mortes por SRAG associadas à influenza. Especialistas alertam, no entanto, que o número de óbitos relacionados ao vírus pode ser ainda maior. Isso porque 1.344 mortes por SRAG registradas neste ano não tiveram o agente causador identificado — além da influenza, a síndrome respiratória aguda grave também pode ser provocada por vírus como covid-19, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR). Os números indicam também aumento no total de casos em relação ao ano passado. Em 2026, o Brasil já registrou até agora 7.749 casos de SRAG por influenza, sendo 256 pelo vírus H1N1, 1.903 por H3N2, 4.892 por Influenza A não subtipada e 698 por Influenza B. Em 2025, de janeiro a maio, haviam sido registrados 6.250 casos. No sábado (30/5), Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe foi concluída com número bem abaixo da meta: apenas de 38,5% do publico-alvo (crianças com menos de seis anos, idosos e gestantes) foi vacinado. A meta era vacinar 90% - uma cobertura vacinal não alcançada pelo Brasil desde 2021. Médicos entrevistados pela BBC News Brasil afirmam que o aumento de casos nesta época do ano é esperado devido à sazonalidade dos vírus respiratórios, comum durante o outono e o inverno. LEIA TAMBÉM: Tamiflu pode reduzir em 52% as hospitalizações por influenza; uso precoce é considerado essencial Ebola, hantavírus, Influenza A e mais: quais os vírus mais perigosos hoje e como eles podem afetar sua rotina? O clima mais seco e as temperaturas mais baixas favorecem a transmissão porque as pessoas passam mais tempo em ambientes fechados e as vias respiratórias ficam mais vulneráveis. Neste ano, contudo, houve uma antecipação da sazonalidade da gripe em algumas regiões do país, o que contribuiu para a ocorrência de casos graves e o aumento de internações nas últimas semanas. A antecipação da sazonalidade viral é um fenômeno que pode ser influenciado por diversos fatores, entre eles mudanças abruptas do clima, baixa imunidade da população e maior circulação de pessoas — fazendo com que o vírus circule mais. Isso pode dar a impressão de que a gripe está "mais forte" este ano, mas, segundo especialistas, não há evidências de que o vírus tenha se tornado mais letal. "A princípio, não há evidência de mudança importante no perfil viral em relação ao ano passado. As cepas circulantes permanecem semelhantes às observadas em 2025", afirma Juliana Lapa, infectologista e membro do Comitê de Infecções Respiratórias da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). De acordo com ela, os números seguem um padrão semelhante ao observado em anos anteriores, tanto em quantidade de casos quanto em gravidade. Segundo Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas e Grupo Santa Joana, o hospedeiro do vírus é um fator importante para determinar a gravidade da infecção. Crianças, idosos, pessoas com comorbidades, como diabetes e asma, ou que fazem uso de tabaco podem apresentar quadros mais graves, por exemplo. "Também podem ocorrer casos de coinfecção, quando a pessoa pega mais de um vírus ao mesmo tempo, que também contribui para o agravamento." Tipos de vírus A médica Juliana Lapa, explica que a síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ocorre quando a infecção respiratória compromete severamente os pulmões e pode levar à insuficiência respiratória. "Isso pode acontecer tanto pelo dano direto causado pelo vírus quanto por uma resposta inflamatória exacerbada do sistema imunológico. Além disso, esses pacientes apresentam maior risco de complicações secundárias, como pneumonia bacteriana", afirma. Segundo ela, embora diferentes vírus respiratórios possam causar quadros graves, a Influenza A costuma gerar maior preocupação devido à alta capacidade de mutação e disseminação. Isso dificulta a criação de anticorpos duradouros pelo organismo e favorece reinfecções, fazendo com que uma pessoa possa contrair o vírus mais de uma vez. Além disso, o Influenza A consegue circular entre humanos e diferentes espécies animais, como aves e suínos, característica que amplia a possibilidade de novas combinações genéticas. Essa recombinação genética acontece quando uma célula é infectada por dois subtipos diferentes do vírus ao mesmo tempo. Isso é possível porque o genoma do influenza A é segmentado em moléculas distintas, possibilitando que esses segmentos se misturem durante a multiplicação do vírus dentro do hospedeiro, gerando uma nova cepa com características inéditas. Foi justamente essa característica do vírus Influenza A que permitiu o surgimento de pandemias históricas, como a de gripe espanhola de 1918 e a de H1N1 de 2009. Os subtipos H1N1 e H3N2 pertencem ao grupo Influenza A e são atualmente os mais comuns entre humanos e podem provocar complicações severas, principalmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. O H1N1 ficou conhecido mundialmente após a pandemia de 2009, quando um vírus de origem suína se espalhou rapidamente pelo mundo. Desde então, passou a circular sazonalmente junto às demais variantes da gripe. Especialistas explicam que o subtipo costuma estar associado a inflamações pulmonares graves e rápida piora respiratória, especialmente em grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas ou com doenças crônicas. Em muitos casos, os sintomas surgem de forma abrupta, com febre alta, dores intensas no corpo e rápida piora respiratória. Já o H3N2 é conhecido pela elevada transmissibilidade e pelo impacto significativo entre idosos, já que essa população costuma apresentar um sistema imunológico mais fragilizado. Esse subtipo sofre mutações frequentes, dificultando a manutenção da imunidade coletiva por longos períodos. Surtos de H3N2 já foram associados ao aumento da mortalidade entre idosos e à pressão sobre sistemas hospitalares. Em ambientes fechados, como asilos e hospitais, a disseminação costuma ocorrer rapidamente. Embora os sintomas sejam semelhantes aos do H1N1, especialistas afirmam que o H3N2 apresenta maior capacidade de escapar parcialmente da proteção imunológica adquirida em infecções anteriores devido às mutações frequentes "A influenza A possui maior capacidade de variação antigênica, o que favorece reinfecções frequentes e o surgimento de novas variantes", detalha Lapa. O Influenza B, por sua vez, apresenta comportamento diferente. Ele circula quase exclusivamente entre humanos e sofre menos mutações do que o tipo A. Apesar de ser considerado menos agressivo e possuir menor potencial pandêmico, o vírus também pode provocar hospitalizações, complicações respiratórias e mortes. Além da síndrome respiratória aguda grave, a influenza pode causar pneumonia viral, insuficiência respiratória e agravamento de doenças cardiovasculares e metabólicas. "O vírus pode causar uma inflamação do endotélio, a camada interna dos vasos sanguíneos, fazendo com que qualquer placa de gordura que tenha nesse vaso sanguíneo se solte. Essa placa fica na corrente sanguínea, podendo ir para o cérebro e causar um AVC ou para o coração, causando um infarto", acrescenta Richtmann. Vacinação em baixa A redução progressiva da adesão à vacinação contra a Influenza nos últimos anos tem chamado a atenção de especialistas. A falta de vacinação favorece a circulação viral, além de deixar a população mais suscetível e, consequentemente, levar a um maior número de infectados. Segundo Lapa, a baixa procura pela vacina é um fator multifatorial, mas foi impulsionado principalmente pela desconfiança com as vacinas, que se intensificou após a pandemia de covid-19. "A desinformação fez com que muitas pessoas passassem a desconfiar das vacinas e isso vem desde a pandemia onde a vacinação foi sendo deixada de lado. Prova disso, é o sarampo, que era erradicado, mas que voltou a aparecer no Brasil devido à falta de vacinação", pontuou Lapa. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza teve início em 28 de março e seguiu até 31 de maio. A campanha era válida para as regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste – a região Norte tem um calendário próprio devido ao inverno amazônico a partir de dezembro. "Iniciamos a campanha priorizando as crianças, gestantes e idosos com 60 anos ou mais, que são os grupos mais vulneráveis. Mas ainda notamos uma baixa procura da população pela imunização", explica Ana Catarina de Melo Araújo, Coordenadora-Geral de Incorporação Científica e Imunização do Ministério da Saúde. Índice de vacinação está abaixo do esperado pelo governo. Fernando Frazão/Agência Brasil Os dados do Ministério da Saúde mostram que apenas 18,2 milhões das 47,4 milhões de doses disponíveis para o público-alvo foram aplicadas. Isso representa apenas 38,5% das pessoas vacinadas, bem abaixo da meta de 90%. O último ano que o Brasil conseguiu atingir essa taxa de cobertura vacinal foi em 2020. Na campanha de vacinação de 2025, foram aplicadas até junho 40,8 milhões de doses, o que representa 41,28% da população-alvo (idosos, crianças e gestantes). Nenhum estado atingiu a meta que era de vacinar 90% desse público. A vacinação contra a influenza é realizada anualmente, pois o vírus sofre mutações constantes e a imunidade diminui com o tempo. A campanha desenvolvida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é focada em proteger os grupos de risco contra complicações e óbitos. Inicialmente, crianças, idosos e outros grupos considerados prioritários pelo Ministério da Saúde como profissionais de saúde, professores e pessoas com comorbidades podem receber o imunizante gratuitamente. Com o passar das semanas, outros grupos podem ser adicionados para receber a vacina pelo SUS, de acordo com a demanda de cada cidade e o estoque de imunizantes. O imunizante oferecido pelo SUS é trivalente, ou seja, protege contra três cepas do influenza, duas do tipo A e uma do tipo B. Desde o dia 18 de maio, pessoas de todas as idades da cidade de São Paulo podem ser vacinada contra a influenza. Outras capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande, Belém, Palmas e Porto Velho, já ampliaram o público que pode se vacinar gratuitamente. Pessoas que não pertencem aos grupos que estão recebendo a vacina gratuitamente pelo SUS podem adquirir o imunizante na rede particular. O valor varia de acordo com a cidade, mas pode ser encontrado a partir de R$ 80. Nesse caso, há duas opções: a vacina trivalente e também a quadrivalente — esta protege contra quatro cepas do influenza: duas do tipo A (H1N1 e H3N2) e duas do tipo B. Apesar de proteger contra um tipo a mais de vírus, os especialistas afirmam que a trivalente é suficiente. "Uma das cepas do tipo B que a vacina quadrivalente protege é a Yamagata que não circula mais desde a pandemia, então não há a necessidade de tomar a vacina quadrivalente. A trivalente é suficiente", explica Richtmann.
Mulher tomando vacina contra a gripe em Ribeirão Preto (SP) Divulgação A vacina contra a gripe foi liberada para toda a população de Ribeirão Preto (SP) com mais de 6 meses de idade a partir desta segunda-feira (1º). São 39 salas de vacinação. A ampliação segue determinação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) para todos os municípios paulistas e tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal e reduzir a circulação do vírus Influenza. Em Ribeirão Preto, desde janeiro deste ano, já foram registrados 472 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Destes, 95 foram causados pela Influenza. O município também contabilizou três mortes pela doença. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Para receber a dose, é necessário apresentar documento com foto e, se possível, a carteira de vacinação. Agora no g1 A vacina contra a gripe protege contra os vírus H1N1, H3N2 e Influenza B. Ela pode ser administrada simultaneamente a outras vacinas do calendário básico de imunização. Veja os postos de vacinação: UBS CENTRAL: Rua São José, 1.254 CRE CENTRAL (não vacina crianças): Rua Prudente de Moraes, 35 CSE VILA TIBÉRIO: Rua Gonçalves Dias, 790 UBS VILA TIBÉRIO: Rua 21 de Abril, 779 UBS CAMPOS ELÍSEOS: Avenida da Saudade, 1.452 UBS JOÃO ROSSI: Avenida Independência, 4.315 CSE JARDIM AEROPORTO: Rua das Palmeiras, 994 UBS MARINCEK: Rua Roberto Michellin, s/nº UBS QUINTINO I: Rua César Montagnana, 35 UBS RIBEIRÃO VERDE: Rua João Toniolli, 3.461 UBS SIMIONI: Rua Antônio Augusto Carvalho, 672 UBS VILA MARIANA: Rua Ribeirão Preto, 1.070 USF JARDIM HEITOR RIGON: Avenida Maestro Alfredo Pires, 391 UBS VALENTINA FIGUEIREDO: Rua João Felipe Elias de Andrade, 451 UBS CRISTO REDENTOR: Rua Zilda Faria, 675 UBDS CASTELO BRANCO: Rua Dom Luiz do Amaral Mousinho, 3.300 UBS SANTA CRUZ: Rua Triunfo, 1.070 UBS BONFIM PAULISTA: Rua Azarias Vieira de Almeida, 620 UBS JARDIM JULIANA: Avenida Dr. Marcos Antônio Macário dos Santos, 602 UBS SÃO JOSÉ: Rua Madre Maria Teodora Voiron, 110 UBS VILA ABRANCHES: Rua Maria Abranches de Faria, 550 UBS JARDIM ZARA: Rua Stéfano Barufi, 1.639 UBS VILA VIRGÍNIA: Rua Franco da Rocha, 1.110 UBS ADÃO DO CARMO: Rua Antônio Vicco, 201 UBS JARDIM MARIA DAS GRAÇAS: Rua Cruz e Souza, 3.170 UBS PARQUE RIBEIRÃO PRETO: Rua Guy Saad Salomão, 225 SF JARDIM MARCHESI: Rua Professor Renato Jardim, 925 CSE SUMAREZINHO: Rua Terezina, 690 CSE IPIRANGA: Avenida Dom Pedro I, 753 UBS DOM MIELLE: Rua Cecílio Elias Seba, 139 UBS JARDIM PAIVA: Rua Francisco Peixoto, 195 UBS PRESIDENTE DUTRA: Rua Carolina Maria de Jesus, 365 UBS JOSÉ SAMPAIO: Rua Elydio Vieira de Souza, 50 UBS VILA RECREIO: Rua Tabatinga, 320 USF MARIA CASAGRANDE: Rua Paulo Gerardi, 350 USF VILA ALBERTINA: Rua Apeninos, 941 USF JAMIL CURY: Rua Pedro de Freitas Alves, 340 CMSC VILA LOBATO: Rua João Alves Pereira, 175 USF PAULO GOMES ROMEO: Rua Victor João Castania, 960 Cobertura abaixo da meta Segundo dados divulgados pela Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto, a cobertura vacinal no município está em 37%, bem abaixo da meta estipulada, de 90%. A campanha de vacinação contra a gripe começou em março e focou, inicialmente, em idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses até 6 anos incompletos, gestantes, puérperas e pessoas com doenças crônicas, os chamados grupos prioritários. Segundo a Secretaria de Saúde de Ribeirão Preto, no município, os grupos mais afetados são crianças de até 9 anos e idosos com mais de 80 anos. Vacina contra a gripe Vivian Honorato/Prefeitura de Londrina Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região
Idoso obrigado a trabalhar 24h por dia, dormir em caminhão e correr para conseguir comida O idoso de 69 anos de idade, que foi resgatado de uma situação análoga à escravidão, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, não possuía cama ou quarto. Segundo Antonio Luiz Fabris Júnior, auditor-fiscal do Trabalho, o homem improvisou um dormitório em uma cabine de caminhão. A Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e a Polícia Federal (PF) realizaram o flagrante da situação e o resgate da vítima na quarta-feira (27). O nome da empresa não foi divulgado. ✅ Siga o g1 Ponta Grossa no WhatsApp De acordo com os órgãos, o homem era obrigado a trabalhar 24 horas por dia como vigilante em uma empresa de venda e locações de carros e máquinas. Ele não possuía contrato de trabalho ou carteira assinada. Para acessar a cabine do caminhão em que dormia, a vítima ainda precisava subir uma escada elevada, mesmo com limitações de locomoção e dificuldade para caminhar em razão da idade e de diversas comorbidades. Idoso obrigado a trabalhar 24h por dia, dormir em caminhão e correr para conseguir comida é resgatado no PR Auditoria-Fiscal do Trabalho (SIT/MTE) O local não tinha água encanada disponível. Para comprar alimento, o idoso saía correndo até um mercado próximo, porque tinha a responsabilidade de manter vigilância total na empresa, segundo os auditores-fiscais do trabalho da SIT/MTE. "Tendo em vista tal degradância, caracterizou-se claramente o trabalho análogo à escravidão", disse Antonio Luiz Fabris Júnior. O homem é natural de Tibagi e morava em Ponta Grossa há alguns anos, mas vivia na empresa desde junho de 2025. Ele era remunerado com R$ 400 por semana. Após o resgate, a rede de assistência social foi acionada para atendimento imediato da vítima. Também foram disponibilizados medicamentos, assistência médica e acompanhamento social ao trabalhador resgatado. Ele foi encaminhado a um abrigo. Conforme a PF, a empresa e os responsáveis por ela serão investigados. Eles podem responder pelo crime de redução à condição análoga à de escravo. A pena pode chegar a oito anos de prisão, além de multa e outras sanções trabalhistas. Leia também: VÍDEO: Avião comercial 'dá voltas' e deixa rastro no céu do Paraná; entenda o que aconteceu Atualização: Família vítima de chacina em bar no Paraná foi morta por engano, conclui polícia Tragédia: Casal de jovens morre após carro sair da pista e cair em barranco na PR-483 Irregularidades identificadas Idoso obrigado a trabalhar 24h por dia, dormir em caminhão e correr para conseguir comida é resgatado no PR Auditoria-Fiscal do Trabalho (SIT/MTE) A Polícia Federal afirma que o idoso estava vivendo em um ambiente considerado insalubre e incompatível com qualquer condição digna de trabalho e sobrevivência. Entre os problemas apontados, estão a jornada de trabalho considerada exaustiva e as condições do local que era disponibilizado ao idoso. Veja, abaixo, alguns detalhes revelados pelos auditores-fiscais do trabalho: o trabalhador permanecia permanentemente à disposição para vigilância do local, sem delimitação clara de jornada ou períodos adequados de descanso; devido à falta de tempo delimitada ao descanso, ele saía muito rápido do posto de trabalho para ir comprar algum alimento em um mercado próximo, e sempre ia correndo; o idoso dormia na cabine de um caminhão (que está à venda na empresa) em condições precárias, bastante suja e com apenas algumas cobertas finas, mesmo diante das baixas temperaturas registradas durante as madrugadas na região; o acesso à cabine era extremamente difícil para sua condição física; o caminhão possuía escada elevada para acesso à cabine e a vítima apresentava limitações de locomoção e dificuldade para caminhar em razão da idade e de diversas comorbidades; embora houvesse um banheiro instalado na propriedade, não existia fornecimento de água encanada ou potável no local. Para conseguir água, o trabalhador precisava caminhar por estrada de terra até uma empresa vizinha, localizada a cerca de 100 metros do imóvel, carregando galões manualmente; ele tomava banho na empresa vizinha, esporadicamente e por solidariedade dos vizinhos. ele não tinha espaço e condições para organizar as os próprios pertences e possuía uma cozinha bastante precária, com apenas um fogão de duas bocas. Como denunciar A situação do idoso foi descoberta após o recebimento de denúncias. Casos de trabalho análogo à escravidão podem ser denunciados de forma anônima e segura por meio do Sistema Ipê, plataforma gerenciada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT). Acesse neste link A ferramenta foi desenvolvida em parceria entre a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Inspeção do Trabalho brasileira e integra as ações permanentes da Auditoria-Fiscal do Trabalho no combate ao trabalho escravo contemporâneo. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Paraná
Developer: AI coding agent broke production and generated fictitious post-mortem paperwork after the rollback