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Imperatriz Leopoldinense pesquisa no Recife história de boneca sagrada que reapareceu após 34 anos; calunga inspira desfile no carnaval de 2027

G1 (Globo)
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Imperatriz Leopoldinense pesquisa no Recife história de boneca sagrada que reapareceu após 34 anos; calunga inspira desfile no carnaval de 2027

Carnavalescos da escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense visitam museu no Recife
Carnavalescos da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense visitaram o Museu do Homem do Nordeste, no Recife, para conhecer de perto a história da calunga do Maracatu Nação Porto Rico (veja vídeo acima). O item sagrado, que passou 34 anos desaparecido, é inspiração para o enredo do desfile no carnaval 2027 no Rio de Janeiro.
Com assinatura do carnavalesco Leandro Vieira, a escola de Ramos vai contar a história do desaparecimento e do reencontro da calunga Dona Júlia, feita na década de 1960 em homenagem a Maria Júlia do Nascimento, a Dona Santa (entenda mais abaixo).
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Ela era rainha do antigo Maracatu Nação Elefante, o mais antigo de Pernambuco, que foi encerrado em 1962, após a morte de Dona Santa. Ele foi fundado em 1800, numa época em que o Brasil ainda era colônia de Portugal e tinha uma economia baseada na exploração de pessoas escravizadas.
A visita dos carnavalescos aconteceu na quinta-feira (18). Para André Bonatte, diretor de carnaval da Imperatriz Leopoldinense, a oportunidade de conhecer de perto os itens e a história que inspiraram o enredo da escola traz mais riqueza à narrativa que será contada nas passarelas do samba.
"É uma imersão, porque a gente está tratando de um enredo que, além da questão cultural, tem uma coisa muito importante, que é a questão da ancestralidade. Se a gente quer levar algo que seja legítimo, que a gente, de alguma forma, consiga mostrar para o carnaval do Rio de Janeiro e, consequentemente, para o mundo inteiro, a tradição do maracatu. A tradição dessa história toda que envolve Dona Júlia na figura da calunga. Eu acho que a gente deve ter muita responsabilidade com aquilo que a gente vai mostrar", disse à TV Globo.
A visita ocorreu no laboratório de preservação e restauração de obras de arte do museu. O objetivo foi conhecer as peças que pertenciam ao Maracatu Nação Elefante, ao qual Dona Santa participava.
Dona Júlia é uma calunga sagrada de maracatu no Recife
Reprodução/TV Globo
Só entre roupas e capas que vestiam as calungas, são cerca de 50 peças. Além disso, outros itens históricos podem ser encontrados no acervo, como um estandarte do maracatu datado de 1937 e um dos últimos vestidos usados pela rainha do maracatu.
O coordenador geral do museu, Moacir dos Anjos, celebrou o interesse dos carnavalescos de conhecerem de perto a história que será retratada no carnaval carioca.
"Estão vendo aqui o acervo que pertenceu ao Maracatu Elefante, o maracatu mais antigo de Pernambuco, criado em 1800 e que foi encerrado em 1962 com a morte da sua rainha, Maria Júlia do Nascimento, a Dona Santa. É a história dessa calunga que o enredo vai tratar, e a visita aqui ao museu é para conhecer a história da Dona Santa", disse o pesquisador.
Levar para o Rio de Janeiro a história de mistério, ancestralidade e religiosidade popular que ronda os grupos de maracatu envolvidos com a calunga Dona Júlia é uma forma de internacionalizar a história. Para o Pai Chacon de Xangô, mestre da bateria Nação do Maracatu Porto Rico, o reconhecimento é bem-vindo.
"Para a gente é sinônimo de muito orgulho saber que a gente está a frente desse legado. Trazer para a sociedade, para o mundo, a grande importância que é o maracatu e nossas calungas", disse em entrevista à TV Globo.
O desafio de inovar nos temas dos enredos das escolas de samba é uma oportunidade de buscar histórias do país todo. Também é uma forma de resgatar narrativas que ficam de fora dos registros em livros.
Estandarte de maracatu datado de 1937 no acervo do Museu do Homem do Nordeste
Reprodução/TV Globo
Leandro Vieira, carnavalesco da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense que também participou da visita ao museu, contou da importância do resgate de narrativas.
"As histórias continuam, existem porque existe uma história anterior. A história da calunga Dona Júlia envolve a história da rainha Dona Santa e de todos que vieram depois. É importante para a gente, no momento de criação, mergulhar no que veio antes, para, assim como faz o maracatu nação, construir o que virá depois", disse.
Dona Santa, o maracatu e a calunga
Dona Santa era conhecida como a matriarca dos macaracatus e grande Ialorixá. Ela faleceu em 1962, aos 85 anos, e com a morte dela acabou o Maracatu Nação Elefante.
Ainda na década de 1960, uma calunga foi esculpida em homenagem a Dona Santa. A boneca sagrada foi feita a mando de Eudes Chagas, rei coroado do Maracatu Nação Porto Rico, e confeccionada com madeira de imbuia e cera tingida em pigmento preto.
Em 1978, a peça integrou uma exposição na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Dois anos depois, o Maracatu Nação Porto Rico tentou reaver a peça, mas ela não foi encontrada. A calunga ficou 34 anos desaparecida.
O retorno aconteceu de forma inesperada. Em 2014, um estudante da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) deixou a boneca no Terreiro de Xambá, em Olinda, afirmando que a calunga “assombrava” sua casa.
O aparecimento misterioso foi exibido no Bom Dia PE, quando integrantes do Terreiro de Xambá pediram ajuda para encontrar os verdadeiros donos da calunga. Ao assistir à reportagem, o mestre do Maracatu Nação Porto Rico viu a boneca e a reconheceu.
Após ser reencontrada, a calunga foi reconsagrada e hoje segue sob a guarda do Maracatu Porto Rico, no Recife.
Dona Santa, rainha do Maracatu Nação Elefante
Reprodução/TV Globo
Foi a partir do ressurgimento que a história chegou ao conhecimento de Leandro Vieira, durante uma viagem a Pernambuco. O carnavalesco assistia ao Bom Dia PE quando viu a reportagem sobre o reaparecimento da boneca.
Ao ver a história na TV, Leandro se dedicou, durante anos, a pesquisas sobre a trajetória da calunga e os rituais ligados aos maracatus de baque virado.
Com o tema "A memória do rei e o sumiço de Dona Júlia", a Imperatriz Leopoldinense será a última escola a desfilar na segunda-feira de carnaval (8 de fevereiro) de 2027.
*Estagiário sob a supervisão do editor Pedro Alves.
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