No AP, mais de 200 homens foram presos por violência contra mulher em 2 meses; veja dados

ONP 요약
Police in several Brazilian states have detained men accused of violent offenses, ranging from attempted homicide and murder to sexual assault of children and threats of violence against partners. The arrests, occurring in Caracaraí, Anápolis, and Piracicaba, highlight ongoing concerns over public safety and alleged police misconduct.
No AP, mais de 200 homens foram presos por violência contra mulher em 2 meses.
Isadora Pereira/g1
Uma operação das forças de segurança do Amapá prendeu 211 homens suspeitos de violência contra mulheres e meninas entre os dias 1º de junho e 29 de julho. O balanço reúne ações feitas em Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Mazagão.
Do total de prisões, 182 foram em flagrante. A maior parte dos casos envolveu crimes de lesão corporal (74) e ameaça (47). As equipes também prenderam 13 homens por descumprimento de medida protetiva e três por tentativa de feminicídio.
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Outros 29 mandados de prisão expedidos pela Justiça foram cumpridos no período — 11 deles motivados pela violação do afastamento determinado para proteger as vítimas.
Paralelamente às prisões, policiais civis, militares e penais fizeram 122 visitas preventivas e fiscalizaram o cumprimento de 72 medidas protetivas que estavam em vigor. Ao todo, 1.242 mulheres receberam atendimento especializado.
"Já tivemos mais de 200 prisões nessa operação e 250 inquéritos policiais encerrados. Isso é importante para que essa mulher tenha uma resposta imediata por parte da instituição. Além disso, fazemos a fiscalização das medidas protetivas, acompanhando quem tem o botão do pânico e também o infrator que usa tornozeleira eletrônica", explicou a capitã Cristina Balieiro, coordenadora do Eixo de Violência Contra a Mulher da Sejusp.
Prisões registradas (1º de junho a 29 de julho)
De acordo com a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), mais de 150 agentes participaram das ações. Cristina Balieiro, destacou ainda a importância de levar informação e ações de prevenção às comunidades.
"Estamos fazendo um trabalho intenso na prevenção, dentro da comunidade. Tivemos um alcance de mais de 15 mil pessoas e cerca de 200 ações presenciais com rodas de conversa e palestras dentro das escolas. Isso é muito importante para mudar essa cultura e informar essas mulheres a respeito do que é a violência, para que consigam identificar o ciclo e conhecer os mecanismos de denúncia", falou.
Capitã Cristina Balieiro, coordenadora do Eixo de Violência Contra a Mulher da Sejusp.
Isadora Pereira/g1
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Próximas fases
A Operação Mulher Segura é uma ação nacional realizada em parceria com o Ministério da Justiça e deve continuar até o fim de dezembro.
O quinto ciclo de fiscalização está previsto para começar no dia 3 de agosto em Macapá e, a partir de 17 de agosto, as equipes seguem para Santana.
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