Trump sobre o Irã: 'Estamos nos dando muito bem, tendo reuniões muito boas'

ONP Summary
The Trump administration is simultaneously evaluating military responses and pursuing dialogue with Iran through Qatar-mediated negotiations aimed at formalizing an agreement on economic and maritime issues. Iran's leadership has signaled it is prepared for military escalation but currently prefers diplomatic resolution, with further talks contingent on the United States meeting previously established terms. This ongoing standoff has destabilized Gulf State confidence in traditional security arrangements, prompting regional powers to reassess their geopolitical positioning.
Progressive: Progressive-leaning outlets emphasize American credibility erosion in the region, highlighting how the crisis has prompted Gulf allies to question their traditional alliances and shift toward Iran, framing the situation as a strategic loss for Washington.
Moderate: Centrist outlets report factually on both military considerations and Trump's current preference for diplomacy, with focus on Qatar mediation and technical negotiations around agreement implementation.
Conservative: Conservative-leaning outlets emphasize Iran's military preparedness and ultimatums as the central obstacle, highlighting Iranian red lines and preconditions while underscoring the importance of maintaining military pressure as negotiating leverage.
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Trump diz que reunião entre Irã e EUA vai acontecer no Catar nesta terça-feira (30)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (1º) que as reuniões com o Irã tem sido "muito boas" e que os representantes de Washington e Teerã estão se "dando muito bem".
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Na segunda-feira (29), Trump disse que o governo iraniano "pediu uma reunião" com seu governo em Doha, no Catar, mas a informação foi desmentida.
Uma autoridade da Casa Branca afirmou à agência de notícias Reuters que Trump "quer que o plano de paz dê certo" e que haverá uma conversa de alto nível e outra de aspecto técnico no Catar. Segundo essa autoridade, o genro de Trump, Jared Kushner, e o enviado especial Steve Witkoff participarão das tratativas.
No domingo (28), o Irã e os Estados Unidos concordaram em interromper as hostilidades recentes no Golfo e retomar as negociações sobre a disputa em torno do Estreito de Ormuz, informou o site Axios. O Exército norte-americano bombardeou alvos iranianos na sexta e no sábado, e os ataques foram retaliados pelos iranianos contra alvos dos EUA no Oriente Médio. Leia mais abaixo.
Presidente do Irã diz que acordo com EUA libera R$ 31 bilhões em ativos congelados no Catar para o país
Presidente dos EUA, Donald Trump, e presidente do Irã, Masoud Pezeshkian
Evelyn Hockstein/Reuters e Angelina Katsanis/AP Photo
Novos ataques após assinatura do acordo de paz
Uma rodada de negociações mediadas, liderada pelo vice-presidente JD Vance e pelo presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, foi realizada na Suíça há uma semana, e Washington suspendeu sanções contra Teerã, mas os combates foram retomados e intensificados desde então.
O aparente retorno à diplomacia entre EUA e Irã ocorre após vários dias de ataques e contra-ataques, iniciados quando um projétil iraniano atingiu um navio de carga no Estreito de Ormuz na quinta-feira (25); tanto os EUA quanto o Irã acusaram um ao outro de violar um cessar-fogo provisório acordado em 17 de junho.
EUA e Irã chegam a acordo para cessar ataques e retomar diálogo
O Irã lançou mísseis e drones contra instalações militares dos EUA no Kuwait e no Bahrein na manhã deste domingo, logo após o presidente Donald Trump ameaçar eliminar a liderança iraniana caso não cumprissem o acordo para encerrar o conflito.
"Pode chegar um momento em que não seremos mais capazes de agir com razoabilidade e seremos forçados a concluir militarmente a tarefa que iniciamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir!", disse Trump nas redes sociais, antes da divulgação da reportagem do Axios.
O acordo de paz provisório de 14 pontos visava interromper os combates — iniciados pelos EUA e por Israel em 28 de fevereiro — e reabrir o estreito enquanto prosseguiam as negociações sobre questões como o programa nuclear do Irã. ...