Espanha aposta no conjunto e na defesa praticamente impecável na final contra a Argentina

ONP Summary
Argentina and England meet Wednesday in Atlanta for a World Cup 2026 semifinal berth, with both teams fielding full squads after yellow cards reset. The match carries heavy historical significance given past confrontations, while conspiracy theories about potential referee bias toward Argentina have circulated widely on social media, with the winner advancing to face Spain in the final.
Progressive:Scandal and history — progressive outlets emphasized conspiracy allegations of referee bias and invoked the controversial 1986 Hand of God precedent.
Moderate:Intense competition — centrist outlets reported on the match as part of a heated historical rivalry between the teams.
Conservative:Elite showcase — conservative outlets highlighted star players and quality competition, focusing on tournament progression without addressing controversies.
A defesa como o ponto forte da Espanha na Copa do Mundo
O repórter Nilson Klava, em Dallas, acompanhou a Espanha.
"A Espanha passou o dia aqui em Dallas descansando, assistiu daqui a esse jogaço entre Inglaterra e Argentina e depois embarcou para Nova Jersey, o palco dessa final. Amanhã, a seleção espanhola vai treinar pela manhã, o primeiro treino para se preparar para o jogo de domingo, que vai colocar em lados opostos a Argentina, campeã da Copa América, última campeã do mundo, com o melhor ataque da competição, 19 gols. E, de outro, essa Espanha, que tem encantado pelo controle de bola, mas também pela eficiência da defesa. A melhor defesa da competição, como nós mostramos agora na reportagem".
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Uma defesa praticamente impecável. Só sofreu um gol durante toda a Copa do Mundo - contra a Bélgica nas quartas de final. Um misto da experiência do zagueiro Laporte, de 32 anos, e da juventude do companheiro dele, Cubarsí, de apenas 19 - ao lado de Yamal, a cara da renovação dessa seleção. Os dois jogam juntos desde pequenininhos, na base do Barcelona.
Esse é um dos segredos do time: o entrosamento. Uma equipe que valoriza o conjunto: todo mundo defende e todo mundo ataca. Mas é no lado esquerdo que está o nome mais carismático dessa defesa: Cucurella. Vontade não falta para ele em campo.
Espanha aposta no conjunto e na defesa praticamente impecável na final contra a Argentina
Jornal Nacional/ Reprodução
E, se toda a defesa começa por um bom goleiro, Unai Simón não foge à regra. Ele quebrou um recorde em Copas. Até sofrer o gol da Bélgica, foram 648 minutos sem ser vazado. E pode ajudar a seleção a estabelecer outra marca inédita. Se a Espanha for campeã, serão 38 jogos oficiais consecutivos sem perder.
O zagueiro Cubarsí disse que sempre ouviu críticas ao goleiro e aos zagueiros, que não estavam à altura da seleção, mas que, agora, eles estão calando muitas pessoas.
A Espanha mostrou que a melhor estratégia de defesa é ter a bola. O jogo coletivo foi o responsável por levar essa seleção até a final.
A torcida é só alegria. Um torcedor disse que a seleção funciona como um carro. Se tirar uma roda, ele não anda. Todas as peças são indispensáveis. A Espanha é isso, uma equipe. Em um mundo cheio de tantos "eus", ela mostra o poder do "nós".
Comentários
Denílson e Renata Vasconcellos em Nova York, nos Estados Unidos
Jornal Nacional/ Reprodução
Renata Vasconcellos: Final inédita de Copa do Mundo. A Argentina buscando o tetra. A Espanha, o bi. Qual a tua expectativa para o jogo?
Denílson, comentarista: Assim, uma grande expectativa porque a gente tem duas seleções com uma característica até parecida, que é gostar de estar com a bola, posse de bola, velocidade. Eu entendo que a Espanha tem esse DNA. Sempre jogou dessa forma. O Scaloni, pelo lado da Argentina, pela característica que ele tem dentro do elenco, ele fez com que essa Argentina jogasse também com a bola. Com um pouquinho mais de lentidão, mas com uma entrega infinita.
Renata Vasconcellos: E aí?
Denílson: Eu acho assim, eu tenho motivos óbvios para torcer para a Espanha, porque eu joguei muitos anos lá. Então, minha torcida é para a Espanha. Acho que a Espanha já demonstrou um futebol muito vistoso, eliminando uma das favoritas, que é a França. Entendo que eles vão tentar ter o mesmo comportamento, tirar a bola da Argentina, não deixar a Argentina jogar, e muito menos fazer com que essa bola chegue no Messi, que é o grande jogador dessa Copa do Mundo.
Renata Vasconcellos: Duelo de dois grandes técnicos também, né? Com estilos, como você falou, escolas de jogo, de táticas semelhantes.
Denílson: Exatamente. E o Scaloni, da Argentina, já elogiou o trabalho do De La Fuente.
Renata Vasconcellos: São muito amigos, né?
Denílson: Amigos. O professor com o aluno. Mas ali na beira do campo, a gente sabe como é a disputa. Provavelmente, o Scaloni vai tentar montar a equipe da melhor forma para tentar ser campeão do mundo novamente.
Tem muita Copa do Mundo na tela da Globo nesse fim de semana. No sábado (18), a disputa pelo terceiro lugar: França e Inglaterra, às 17h45. E, no domingo (19), a grande final: Espanha e Argentina, ao vivo, a partir das 14h, hora de Brasília.
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional
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