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Funeral de Ali Khamenei: relembre quem foi o aiatolá que governou o Irã com mão de ferro

G1 (Globo)
Funeral de Ali Khamenei: relembre quem foi o aiatolá que governou o Irã com mão de ferro

ONP Summary

Iran has begun a multi-day state funeral for Supreme Leader Ali Khamenei, who was killed in an airstrike. The government projects participation from 15 to 20 million people, along with foreign dignitaries, in what officials describe as a major state ceremony.

Progressive: Progressive-leaning outlets foreground U.S. and Israeli military responsibility for Khamenei's death as a central context for understanding the funeral.

Moderate: Centrist outlets acknowledge the military strikes that led to Khamenei's death but emphasize the funeral's significance for Iran's political succession and stability.

Conservative: Conservative-leaning outlets focus on the factual details of the funeral—expected attendance and ceremony logistics—rather than the preceding military conflict.

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Funeral de Ali Khamenei deve reunir até 20 milhões de pessoas no Irã
O Irã inicia neste sábado (4) as cerimônias públicas do funeral de sete dias do aiatolá Ali Khamenei - líder supremo do país que foi morto em um ataque conjunto de EUA e Israel, em 28 de fevereiro de 2026. Ele foi sucedido por seu filho, Mojtaba Khamenei, que assumiu o posto em março.
Na sexta (3), uma cerimônia reservada reuniu a cúpula do governo, membros das forças armadas e delegações de países como Rússia e China. O funeral deve continuar com uma série de eventos até a próxima quinta-feira (9).
Mas afinal, quem foi Ali Khamenei?
Líder supremo do Irã , Khamenei comandou o país por quase quatro décadas com mão de ferro. Enquanto permaneceu no poder, nunca aceitou fazer reformas na república islâmica e reprimiu com força a oposição. No cenário internacional, manteve posição hostil aos Estados Unidos e se negava aceitar a existência do Estado de Israel.
Quando se tornou líder supremo, sua escolha foi considerada uma surpresa porque nem todos o julgavam qualificado para suceder Ruhollah Khomeini, fundador e líder histórico da república islâmica.
Khamenei havia sido vice-ministro da defesa e presidente durante a guerra com o Iraque, na década de 1980, mas não um dos líderes da revolução. Ele nem sequer tinha o título de aiatolá.
Homem passa por outdoor que mostra fotos do ex-líder iraniano Ali Khamenei e o atual líder supremo, aiatolá Mojtaba Khamenei, com os dizeres em árabe 'Obrigado, Irã', em Dahiyeh, no sul de Beirute, capital do Líbano, no dia 15 de junho de 2026
Hussein Malla/AP
Ele nasceu em 1939 em Mashhad, cidade sagrada para os xiitas. Foi o segundo de oito filhos, de uma família pobre e devota. Cresceu sob a monarquia do xá Reza Pahlavi, num momento em que o Irã era aliado dos Estados Unidos e até de Israel.
O Irã, país de origem persa, buscava conter o predomínio árabe no Oriente Médio. Mas aquela nação que respirava cultura americana e europeia também reprimia quem discordasse do governo. Não demorou para que uma ideologia antiocidental crescesse na sociedade e também dentro de Khamenei.
Quando o Irã começou a se rebelar contra a monarquia, ele se juntou aos protestos. Acabou na prisão e, em 1977, foi para o exílio, que não durou muito. A revolução islâmica do aiatolá Khomeini, em 1979, derrubou o xá e marcou uma mudança radical na política externa do país.
O Irã passou a pregar a eliminação do Estado de Israel. E a chamar os Estados Unidos, um antigo aliado, de “grande satã”, símbolo do imperialismo ocidental.
A ascensão dos clérigos xiitas foi a porta de entrada para Khamenei chegar ao poder. Ele virou homem da confiança do líder supremo.
Em 1980, passou a conduzir a oração de sexta-feira em Teerã, a mando de Khomeini. Em 1981, um ataque a bomba deixou a sua mão direita paralisada. Logo depois, aos 42 anos, foi eleito presidente do Irã com 95% dos votos. Durante a guerra contra o Iraque, entre 1980 e 1988, esteve ao lado de Khomeini.
Foi nesse período também que o Irã começou a financiar e a armar extremistas como o Hezbollah, no Líbano. E, mais tarde, os terroristas do Hamas, na Faixa de Gaza. Era a chamada guerra por procuração — que, ao longo das décadas seguintes, provocou diferentes atentados contra cidadãos israelenses e ocidentais.
Desde a morte de Khomeini, em 1989, Khamenei liderou o país de 90 milhões de habitantes e uma história que se funde com a antiga Pérsia.
Seu poder foi proporcional ao dos grandes ditadores. O Irã é uma teocracia. Por isso, Khamenei acumulou as funções de líder político e religioso. Foi o responsável pelas decisões estratégicas da nação, como as de política externa, segurança e forças armadas.
Podia anular as decisões do presidente e tinha o poder de demitir qualquer membro do governo a qualquer momento, sem os votos do parlamento. Apresentava-se como o guardião dos valores da revolução islâmica: justiça social, independência nacional e governo islâmico.
Mas, diante do seu povo, Khamenei usou a força para reprimir a dissidência. Como a Onda Verde de 2009, que protestou contra a reeleição do presidente conservador Ahmadinejad. Ou em 2019, quando as periferias se revoltaram contra o aumento dos preços dos combustíveis.
Em 2022, uma nova onda de protestos foi reprimida depois da morte da jovem Mahsa Amini, sob custódia da polícia moral iraniana. Ela tinha sido presa por não usar o véu islâmico corretamente e, segundo a família, foi espancada pelos agentes.
Mulheres curdas sírias protestam contra a morte da curda iraniana Mahsa Amini, detida pela polícia da moralidade de Teerã
AP
O gesto de retirar o hijab e cortar o cabelo em público se tornou um símbolo das manifestações. O governo reagiu com a receita das ditaduras: violência, prisões arbitrárias, mortes, perseguição a jornalistas e censura da internet.
Nos últimos anos, Khamenei viu a popularidade do regime cair, por causa da insatisfação com a economia cambaleante. A inflação disparou, o desemprego está em alta e a exportação de petróleo já não é mais a mesma. Muito por conta das sanções impostas pelo Ocidente, em represália ao programa nuclear iraniano.
A insatisfação popular aumentou após os ataques de Israel e dos EUA ao Irã, em junho de 2025, que agravaram a crise econômica no país. No início deste ano, o governo enfrentou uma grande onda de protestos, reprimida com violência por Teerã e que deixou milhares de mortos.
Antes do ataque de 18 de fevereiro que o matou, o líder iraniano havia sobrevivido a um atentado em 1981, e também se recuperou de um câncer em 2014.
Em um país em que os veículos de imprensa são controlados pelo regime, não eram muitas as informações sobre a rotina do líder supremo. Diziam que ele viveu os últimos meses num bunker subterrâneo em Teerã.
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