Trump recua e cancela ataques contra o Irã e anuncia acordo de paz

AI Summary
Amid ongoing conflict, the Trump administration has conducted repeated military strikes against Iran and threatened seizure of strategic oil infrastructure, while still expressing interest in negotiated resolution. The pattern of simultaneous military escalation and diplomatic efforts has created uncertainty about the conflict's ultimate direction, as both nations exchange military operations while nominally remaining open to talks.
Progressive: Progressive-leaning outlets question the prudence and sustainability of the escalatory approach, expressing concern about whether diplomatic channels can remain viable after cycles of mutual military strikes.
Moderate: Centrist outlets report the military escalation factually while highlighting the apparent contradiction between Trump's repeated assertions that agreement is imminent and the continuing pattern of strikes, emphasizing the conflict's uncertain trajectory.
Conservative: Conservative-leaning outlets frame Iran as an inherently untrustworthy adversary that employs diplomacy deceptively while pursuing hostile activities, characterizing Trump's military escalation as a necessary response to Iranian aggression and expressing skepticism that fundamental ideological and theological differences make sustainable agreements possible.
Donald Trump cancela ataque e anuncia acordo com Irã
O Oriente Médio teve um dia de tensão e expectativa. Primeiro, o presidente americano, Donald Trump, subiu o tom e falou em um ataque em grande escala contra o Irã. Pouco depois, Trump anunciou um acordo de paz.
Donald Trump começou o dia com novas ameaças. Prometeu bombardear o Irã “com muita força esta noite” e escreveu que tomaria a Ilha de Kharg e outros pontos de infraestrutura, assumindo o controle dos mercados de petróleo e gás do Irã, assim como fez com a Venezuela. A Ilha de Kharg concentra cerca de 90% do petróleo que é exportado pelo Irã. Mohammad Ghalibaf, um dos principais negociadores iranianos, respondeu que "estratégias erradas e decisões impulsivas vão piorar a situação", podendo criar um "atoleiro sem fim".
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Cinco horas depois da ameaça, Trump recuou, citando avanço nas negociações. Escreveu que, depois de discussões com o mais alto escalão da liderança iraniana, os pontos finais foram aprovados por todas as partes.
“O bloqueio naval permanecerá até que esta transação seja finalizada. A data e o local da assinatura serão anunciados em breve”.
Trump recua e cancela ataques contra o Irã e anuncia acordo de paz
Jornal Nacional/ Reprodução
Depois, na Casa Branca, disse que o acordo pode ser assinado nos próximos dias, talvez na Europa.
Os militares americanos, nessas últimas 24 horas, ainda executaram uma série de operações nas proximidades do Estreito de Ormuz. Uma delas teve como alvo um navio petroleiro de Palau - que é um pequeno país insular do Oceano Pacífico – e que, segundo os americanos, tentou furar o bloqueio carregando petróleo iraniano.
O governo da Índia confirmou a morte de três marinheiros do país. O Irã, por sua vez, atingiu bases americanas no Bahrein, no Kuwait e na Jordânia.
O Ministério de Relações Exteriores do Irã disse que não existe ainda uma decisão final sobre o acordo e que as declarações de Donald Trump sobre a assinatura são apenas especulação.
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