Polícia recupera celulares roubados por 'gangue quebra-vidro' e apreende R$ 500 mil em bens em prédio da Zona Norte de SP

AI Summary
Virtual assets are increasingly used in South Korean drug trafficking. In the first four months of 2026, 9.2% of drug offenders employed such methods, up from 8.4% for all of 2025. Difficult-to-trace cryptocurrencies have become a particularly common tool for dealers conducting transactions online.
Progressive: Progressive outlets emphasize the use of difficult-to-trace dark coins and frame this as a significant technical challenge for law enforcement in tracking and disrupting drug transactions.
Moderate: Moderate outlets focus on the statistical trend and document the shift of drug trafficking to online platforms, presenting this as an observed phenomenon rather than a specific law enforcement challenge.
Gangue quebra-vidro aterroriza motoristas em São Paulo.
Reprodução/Fantástico
A Polícia Civil apreendeu nesta quinta-feira (11) mais de 180 celulares roubados e furtados em um apartamento utilizado por uma quadrilha especializada em furtos por "quebra-vidro". O imóvel servia como central de recepção e triagem dos aparelhos antes de sua revenda.
A investigação levou policiais a um imóvel no bairro do Mandaqui, na Zona Norte de São Paulo, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão.
No local, os agentes prenderam Roberto Marsola Junior por receptação. Outras oito pessoas são investigadas por envolvimento no esquema. Novas prisões não estão descartadas e dependem da análise dos celulares apreendidos e da identificação dos respectivos IMEIs.
Além dos aparelhos, foram encontrados R$ 115 mil em espécie, 560 euros, US$ 285 e joias, como alianças, correntes, pulseiras, pingentes e uma gargantilha. Dois veículos também foram recolhidos. Segundo a Polícia Civil, o valor estimado dos bens apreendidos pode chegar a R$ 500 mil.
De acordo com a investigação, o imóvel era utilizado por uma quadrilha especializada em roubos conhecidos como "quebra-vidro", quando criminosos abordam motoristas no trânsito para levar celulares e outros pertences.
O apartamento chamava atenção pela estrutura montada para dificultar o trabalho da polícia. Os aparelhos eram armazenados em bolsas especiais conhecidas como "Gaiolas de Faraday", revestidas com material metálico capaz de bloquear sinais de telefonia e internet, impedindo o rastreamento dos dispositivos.
Além disso, os investigadores encontraram bloqueadores de sinal, conhecidos como Jammers, que interferiam nas comunicações da região e ajudavam a manter as atividades da quadrilha longe do alcance das autoridades.
De acordo com o delegado Clemente Calvo, da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), do Deic, o local funcionava como um centro de manipulação dos aparelhos roubados.
"Os dispositivos eram organizados, classificados e preparados para revenda ou desbloqueio", afirmou o delegado.
Parte dos celulares era revendida no mercado clandestino. Os aparelhos desbloqueados tinham valor maior para os criminosos, já que permitiam acesso a aplicativos bancários das vítimas, possibilitando transferências e outras fraudes financeiras.
Gangue do quebra-vidro rouba celular de um homem na Rua Glicério, em São Paulo ...
이 뉴스, 독자들은 어떻게 느꼈나요?
첫 반응을 남겨보세요로그인하면 감정 반응에 참여할 수 있어요.