Governo Lula aciona OMC contra tarifaço de Trump, diz Itamaraty

ONP 요약
On Sunday, 26, Chinese President Xi Jinping and Brazilian President Luiz Inácio Lula da Silva spoke by phone to deepen bilateral cooperation and reaffirm China’s support for Brazil’s sovereignty. The conversation also touched on expanding BRICS collaboration and countering U.S. trade pressures.
진보 성향:Opposition to external interference — progressive outlets emphasize China’s backing of Brazil against U.S. pressure and external meddling.
중도 성향:Bilateral cooperation — moderate outlets highlight the call’s focus on deepening strategic ties and accelerating trade agreements.
보수 성향:Trade resilience — conservative outlets frame the discussion as a response to U.S. tariffs and a push for stronger trade links.
O Ministério das Relações Exteriores informou nesta segunda-feira (27) que o governo brasileiro acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra o tarifaço imposto por Donald Trump sobre produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos.
O governo brasileiro formalizou o chamado "pedido de consulta" na OMC, cuja sede fica em Genebra, na Suíça.
Agora no g1
Segundo comunicado do Itamaraty, o pedido de consulta se refere a duas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos que usam como base a Seção 301 da sua Lei de Comércio de 1974.
O primeiro, de 25%, tem relação com o entendimento da Casa Branca de que o Brasil adota práticas desleais na economia contra empresários americanos.
O mais recente, de 12,5%, foi tomado com base na conclusão dos Estados Unidos de que dezenas de países, incluindo o Brasil, falharam ao proibir ou fiscalizar a importação de mercadorias produzidas em locais onde há trabalho forçado.
🔎A consulta é uma etapa anterior à eventual abertura de um painel, mecanismo de julgamento dentro da organização. No ano passado, o governo brasileiro acionou o mecanismo contra as tarifas impostas pelo EUA. Essas tarifas foram suspensas pela Suprema Corte norte-americana.
"O Brasil considera que as medidas norte-americanas são injustificadas e incompatíveis com obrigações dos EUA no âmbito do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio de 1994 (GATT 1994) e do Entendimento Relativo às Normas e Procedimentos sobre Solução de Controvérsias da OMC", diz a nota.
O mecanismo da OMC tem o objetivo de assegurar que os países cumpram os acordos comerciais e que medidas consideradas incompatíveis possam ser contestadas.
No entanto, integrantes da diplomacia do governo avaliam que recurso seria “simbólico” e para “marcar posição” diante dos Estados Unidos.
22.07.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sanção do Projeto de Lei de linhas de crédito , de 2026, que destina recursos a linhas de crédito do Programa Brasil Soberano, no Palácio do Planalto, Brasília - DF
Ricardo Stuckert/Divulgação
Leia a íntegra do comunicado:
Pedido de consultas aos Estados UnNa última quinta (23), o governo de Donald Trump anunciou a aplicação de um segundo conjunto de tarifas contra produtos brasileiros.
O primeiro, de 25%, tem relação com o entendimento da Casa Branca de que o Brasil adota práticas desleais na economia contra empresários americanos.
O mais recente, de 12,5%, foi tomado com base na conclusão dos Estados Unidos de que dezenas de países, incluindo o Brasil, falharam ao proibir ou fiscalizar a importação de mercadorias produzidas em locais onde há trabalho forçado.
idos na Organização Mundial do Comércio
O Brasil apresentou, em 27 de julho, pedido de consultas aos Estados Unidos (EUA) no âmbito do sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
O pedido refere-se a duas medidas tarifárias adotadas pelos EUA sob a Seção 301 da sua Lei de Comércio de 1974. A primeira, resultante de investigação específica sobre o Brasil, impôs tarifa adicional de 25% e examinou atos, políticas e práticas brasileiras relacionados a comércio digital e serviços de pagamentos eletrônicos, tarifas preferenciais, aplicação da legislação anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. A segunda, resultante de investigação que abrangeu 60 economias, impôs tarifa adicional de 12,5% ao Brasil e examinou a existência e a aplicação de proibições à importação de bens produzidos, total ou parcialmente, com trabalho forçado.
O Brasil considera que as medidas norte-americanas são injustificadas e incompatíveis com obrigações dos EUA no âmbito do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio de 1994 (GATT 1994) e do Entendimento Relativo às Normas e Procedimentos sobre Solução de Controvérsias da OMC. ...
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