Senadores americanos acusam governo Trump de 'promover teorias conspiratórias' sobre eleições no Brasil

ONP 요약
President Trump has extended the U.S. state of emergency against Brazil for an additional year, citing alleged economic interference and decisions by Brazil’s Supreme Court. The extension does not introduce new sanctions but maintains the legal framework established in July 2025.
진보 성향:Lawfare narrative — progressive outlets portray the extension as a political attack by the extreme right to undermine Brazil’s sovereignty.
중도 성향:Administrative renewal — moderate outlets describe it as a routine extension of an existing emergency order without new sanctions.
보수 성향:Censorship defense — conservative outlets frame it as a response to perceived censorship of Brazil’s Supreme Court by the U.S. government.
Trump quer enviar funcionários ao Brasil para questionar urnas, diz jornal
Senadores americanos democratas do Comitê de Relações Exteriores acusaram o governo do presidente Donald Trump de "propagar teorias conspiratórias" sobre as eleições do Brasil.
"Promover teorias conspiratórias sobre as eleições não torna os Estados Unidos mais seguros. Isso corrói a confiança na democracia do país e afasta seus aliados no exterior", diz a mensagem escrita em um perfil no X mantido pela ala democrata do comitê.
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O posicionamento dos senadores foi feito com base em uma matéria do The Washington Post, que denunciou um plano da gestão Trump de enviar dois altos funcionários do Departamento de Estado dos EUA ao Brasil para, supostamente, questionar a integridade das urnas eletrônicas.
Segundo a publicação, o governo Trump organizava o envio desses funcionários com a missão de colocar em dúvida a transparência e a integridade do sistema eleitoral brasileiro. O texto teve como base o relato de autoridades americanas e brasileiras sob condição de anonimato.
O Itamaraty recusou pedidos de visto no Brasil de Samuel Samson (esquerda) e Riley Barnes, funcionários do Departamento de Estado dos EUA.
Divulgação/Departamento de Estado dos EUA
A viagem estaria prevista para ocorrer poucas semanas antes das eleições presidenciais do país, agendadas para 4 de outubro.
De acordo com o "The Washington Post", a delegação seria composta por Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subsecretário-assistente. Samson é conhecido por viajar por diversos países promovendo a pauta conservadora e cultivando laços com grupos da direita, o que, em ocasiões anteriores gerou atritos com diplomatas e políticos tradicionais.
No mesmo dia, o Itamaraty negou vistos aos dois, conforme apurou o Blog do Valdo Cruz.
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A declaração dos democratas foi publicada em uma conta oficial que a ala possui na rede social X. O perfil é administrado pela presidente da ala, a senadora Jeanne Shaheen, do estado de New Hampshire. Também compõem a ala os senadores Chris Coons, Chris Murphy, Tim Kaine, Jeff Merkley, Cory Booker, Brian Schatz, Chris Van Hollen, Tammy Duckworth e Jacky Rosen.
Em sua publicação, a senadora repostou a reportagem do "The Washington Post" e também destacou um trecho do texto que diz: "costumávamos empregar poder em situações de risco para a democracia", mas "agora, enviamos indicados políticos para desacreditar o sistema eleitoral de outro país". ...
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