오픈뉴스백과
세계의 오늘라이브둘러보기뉴스로 배우기커뮤니티뉴스
ONP 브리핑한국의 오늘회사학술과학정부용어사전피드 제보내 편향
...

오픈뉴스백과

집단지성 기반 뉴스 검증 플랫폼. 다양한 시각으로 뉴스를 이해합니다.

서비스

세계의 오늘한국의 오늘라이브뉴스정부과학학술용어사전소개

법적 고지

개인정보처리방침이용약관콘텐츠 이용 안내

문의

문의하기

본 플랫폼에서 제공하는 뉴스 콘텐츠의 저작권은 각 언론사에 있으며, 무단 복제 및 배포를 금지합니다.

RSS 피드를 통해 수집된 콘텐츠는 각 원저작자의 라이선스 조건을 따릅니다. 오픈 라이선스(CC-BY 등) 콘텐츠는 해당 라이선스에 따라 출처를 표기합니다.

오픈뉴스백과는 뉴스 집계 및 검증 플랫폼으로, 개별 기사의 내용에 대한 책임은 해당 언론사에 있습니다.

이용자가 작성한 피드백, 팩트체크, 독자 제보 등의 콘텐츠에 대한 책임은 해당 작성자에게 있습니다.

콘텐츠 제거·정정이 필요하시면 문의하기에 남겨 주세요.

© 2026 오픈뉴스백과 (OpenNewsPedia). All rights reserved.

뉴스 목록
미디어 커버리지1건1개 미디어
중도 성향 100%
G1 (Globo)
세계
중도 성향

FOTO: veja onde bilhete premiado de R$ 29 milhões da Mega-Sena estava armazenado antes de suposto furto

G1 (Globo)
조회 0
FOTO: veja onde bilhete premiado de R$ 29 milhões da Mega-Sena estava armazenado antes de suposto furto

이 뉴스, 어떠셨어요?

한 번의 탭으로 반응을 남겨요 · 로그인 불필요

Casal é suspeito de furtar bilhete premiado de R$ 29 milhões da Mega-Sena em MT
A defesa do casal investigado por um suposto furto de um bilhete premiado da Mega-Sena, no valor de R$ 29 milhões, em uma casa lotérica de Sinop (MT) afirmou que os funcionários não possuíam acesso a um cofre, mas sim a uma estrutura metálica usada para armazenamento de pertences pessoais de uso coletivo. O g1 teve acesso às imagens com exclusividade (veja imagem abaixo).
Ao g1, ex-funcionários do estabelecimento, que não quiseram ter a identidade divulgada, relataram que guardavam pertences pessoais no mesmo espaço apontado pela lotérica como cofre.
"Era um cofre onde a gente guardava as nossas coisas pessoais e coisas da lotérica. Então tinha uma gaveta que era guardado coisas da lotérica e outra gaveta que era guardada dinheiro, né, de cada operadora depois que fechava o caixa", disse.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp
Segundo ex-funcionários, o compartimento não era um cofre, e sim um local onde a investigada costumava deixar a bolsa e objetos pessoais.
Reprodução
A lotérica não quis se manifestar sobre o caso até a última atualização desta reportagem. No entanto, no processo, alegou que, como o bilhete com defeito foi guardado na lotérica, passou a integrar o patrimônio da empresa.
Em contrapartida, o advogado de defesa do casal, Macgveyver Santos Rocha, argumentou que quando um bilhete sofre algum dano, o valor é descontado do salário do funcionário e que, por isso, o proprietário da aposta era a operadora de caixa que arcaria com o prejuízo. Ele também afirmou que a funcionária costumava deixar a bolsa e objetos pessoais nesse mesmo compartimento em que o bilhete foi guardado após ter saído com defeito.
"Não tem como dizer que foi um furto se lá ficavam as coisas dela e o bilhete era dela. Ela deixava a bolsa dela lá, assim como outros funcionários também deixavam pertences no ambiente de trabalho. Não havia um cofre para guardar bilhetes", afirmou.
A posse do bilhete esta sendo contestada na Justiça, enquanto isso, o prêmio está bloqueado pela Justiça desde 2023 devido ao processo.
📄A impressão do bilhete
À época, a operadora de caixa da lotérica atendeu uma cliente e imprimiu o bilhete simples, no valor de R$ 6, com um pequeno corte no código de barras, mas sem comprometer os números. Devido ao erro, ela imprimiu um novo comprovante para a cliente. Essa prática, segundo os trabalhadores ouvidos pelo g1, é comum na lotérica.
"Para não passar para cliente defeituoso, o operador passa o jogo na máquina novamente para sair legítimo. Daí essas apostas de R$ 6 que sai com defeito você [funcionário] tem que pagar. Então é descontado R$ 6 do seu salário e o bilhete ficava com a gente. Quando o erro era em um valor muito alto, a gente ligava na Caixa e cancelava, mas era bem burocrático, então em apostas menores assim a gente pagava", explicou.
Pelas regras operacionais da Caixa Econômica Federal descritas no Manual das Lotéricas, o estorno de aposta simples e de bolão somente pode ser realizado para bilhete de valor superior a R$ 10.
Segundo o advogado do casal, no dia em que aposta foi impressa com defeito, a operadora cobriu o caixa e guardou o bilhete na gaveta. No dia seguinte, conferiu os números e viu que a aposta era uma das ganhadoras.
"Naquele dia ela pegou o bilhete e teve que cobrir o caixa. Ninguém está esperando que vai ganhar, então ela guardou o bilhete em um baú da lotérica, não é cofre, e voltou no dia seguinte e pegou. O dono da lotérica só tomou as ações depois que ela pediu demissão. A partir daí virou um pesadelo", ressaltou.
O que a Justiça considerou sobre o suposto furto
Em decisão enviada à Justiça Federal, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Ribeiro Dantas afirmou que, quando o bilhete é retirado do cofre da casa lotérica, após a verificação do resultado, o crime já está consumado. Nesse instante, ocorre o prejuízo imediato, que é suportado exclusivamente pela lotérica privada.
“No caso vertente, o objeto material do delito é um bilhete de loteria premiado que, por força das regras contratuais e comerciais reguladoras da atividade lotérica, pertencia à esfera de disponibilidade e ao patrimônio dos sócios da referida pessoa jurídica privada. O custo financeiro do bilhete defeituoso não estornado antes do sorteio foi por eles suportado, convertendo o título em propriedade da lotérica”, diz trecho do processo.
Ainda segundo o ministro, qualquer uso posterior do bilhete, como a tentativa de sacar o prêmio na Caixa Econômica Federal, não muda o crime já cometido. Esse saque é tratado apenas como consequência do furto, e não como um novo crime contra a instituição financeira.
Entenda a linha do tempo
No dia do sorteio a funcionária da lotérica imprimiu um bilhete de aposta com defeito para uma cliente;
Como o comprovante apresentou problema, um novo bilhete com os mesmos números foi emitido e entregue à apostadora;
O bilhete com defeito não foi cancelado e foi guardado em um suposto cofre da empresa;
Ao sair o resultado da aposta, a funcionária retirou o bilhete defeituoso do cofre e comemorou com uma colega;
No dia seguinte, ela e o marido pediram demissão; O marido se apresentou como ganhador;
Os proprietários do estabelecimento desconfiaram da situação;
Diante da suspeita de fraude, a Polícia Civil foi acionada para investigar o caso.
Após a conclusão do inquérito, o Ministério Público denunciou a funcionária e o marido pelo crime de furto qualificado por abuso de confiança.
A defesa do casal tentou levar o julgamento ao STJ, que, nesta semana, negou o recurso e devolveu o caso à Justiça Estadual. ...

전문 보기

관련 뉴스

관련 뉴스 제보는 로그인 후 가능합니다.

'world' 카테고리 뉴스

PNP warns of rise in school threats, urges public to verify reports

Philippine Daily Inquirer

Senators gather in caucus to tackle Sara Duterte’s impeachment trial

Philippine Daily Inquirer

Power interruption scheduled in parts of Calapan City on July 4

Philippine Daily Inquirer

G1 Globo의 다른 기사

Ativista tibetano morre após atear fogo ao corpo perto da sede da ONU; homem manifestava pela independência do país

G1 (Globo)

El Niño deve ganhar força e aumentar risco de eventos extremos, alerta ONU

G1 (Globo)

Haaland brinca com Vini Jr sobre meme que usa música do filme 'As Branquelas': 'Precisamos recriar isso'

G1 (Globo)

피드백

피드백을 남기려면 로그인해 주세요.