오픈뉴스백과
세계의 오늘한국의 오늘라이브둘러보기뉴스ONP 브리핑
뉴스로 배우기커뮤니티회사학술과학정부용어사전피드 제보내 편향
...

오픈뉴스백과

집단지성 기반 뉴스 검증 플랫폼. 다양한 시각으로 뉴스를 이해합니다.

서비스

세계의 오늘한국의 오늘라이브뉴스정부과학학술용어사전소개

법적 고지

개인정보처리방침이용약관콘텐츠 이용 안내

문의

문의하기

본 플랫폼에서 제공하는 뉴스 콘텐츠의 저작권은 각 언론사에 있으며, 무단 복제 및 배포를 금지합니다.

RSS 피드를 통해 수집된 콘텐츠는 각 원저작자의 라이선스 조건을 따릅니다. 오픈 라이선스(CC-BY 등) 콘텐츠는 해당 라이선스에 따라 출처를 표기합니다.

오픈뉴스백과는 뉴스 집계 및 검증 플랫폼으로, 개별 기사의 내용에 대한 책임은 해당 언론사에 있습니다.

이용자가 작성한 피드백, 팩트체크, 독자 제보 등의 콘텐츠에 대한 책임은 해당 작성자에게 있습니다.

콘텐츠 제거·정정이 필요하시면 문의하기에 남겨 주세요.

© 2026 오픈뉴스백과 (OpenNewsPedia). All rights reserved.

뉴스 목록
미디어 커버리지1건1개 미디어
G1 (Globo)
세계
중도 성향

Quase 49 mil alunos estão atrasados na escola no Amazonas; distância e seca dificultam o acesso à educação

G1 (Globo)
Quase 49 mil alunos estão atrasados na escola no Amazonas; distância e seca dificultam o acesso à educação

Quase 49 mil alunos estão atrasados na escola no Amazonas
Quase 49 mil estudantes das redes pública e privada estão em situação de distorção idade-série no Amazonas, segundo dados do Censo Escolar do Ministério da Educação (MEC). O estado soma 48.918 alunos com idade acima da esperada para o ano em que estão matriculados, realidade que afeta principalmente comunidades rurais e ribeirinhas, onde a distância e as dificuldades de acesso à escola contribuem para a defasagem.
Embora o índice de distorção idade-série no ensino médio tenha caído 27,9% no Brasil entre 2022 e 2025, a Região Norte continua concentrando o maior percentual do país: 24,3%. De acordo com especialistas, fatores como longas distâncias, dificuldades de transporte, períodos de seca, mudanças frequentes de moradia e o ingresso tardio na escola ajudam a explicar esse cenário.
Nas comunidades ribeirinhas do Amazonas, a rotina escolar começa ainda de madrugada. Em muitas localidades, barcos passam de casa em casa para buscar os estudantes, garantindo que eles consigam chegar às salas de aula. Ainda assim, as dificuldades de deslocamento fazem com que muitos alunos abandonem os estudos, sejam reprovados ou acumulem atraso escolar.
📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp
Na comunidade Nossa Senhora do Livramento, na zona rural de Manaus, a diretora da escola municipal, Roberta Barros, explica que a seca dos rios altera a rotina das famílias e provoca mudanças constantes de endereço, o que interfere diretamente na continuidade dos estudos.
“Muitas vezes os ribeirinhos se mudam por causa da seca. Eles vão para outra comunidade ou para Manaus em busca de abrigo. Isso faz com que o aluno precise pedir transferência e, muitas vezes, interrompa os estudos”, afirmou.
Além da mobilidade das famílias, o funcionamento das escolas também precisa acompanhar o ritmo dos rios. Calendários letivos e horários das aulas são adaptados conforme os períodos de cheia e vazante, para garantir que os estudantes consigam chegar às unidades de ensino e retornar para casa em segurança.
Para o especialista em educação Ernesto Faria, diretor-fundador do IEDE e cocriador da plataforma QEdu, os desafios logísticos da Amazônia tornam mais difícil garantir a permanência dos estudantes na escola.
“Períodos de seca dificultam o transporte, por exemplo. O acompanhamento dos alunos também é muito custoso para as secretarias de Educação, e nem sempre é possível garantir a inclusão da forma adequada. Além disso, muitos estudantes ingressam tardiamente na escola, já em situação de distorção idade-série. Outro fator importante é a cultura da reprovação escolar, que ainda é muito presente no Brasil”, explicou.
A estudante Alice Magalhães, de 12 anos, conhece essa realidade. Hoje ela cursa o sexto ano do ensino fundamental, mas deveria estar no sétimo. Quando morava no interior do Amazonas, ficou um ano sem estudar.
“Perdi o ano porque a minha mãe achava que a escola era muito longe e não quis me matricular. Aí fiquei um ano sem estudar”, contou.
A colega de sala, Gabriela Tavares Magalhães, também enfrentou dificuldades para frequentar a escola. Ela ficou um período sem estudar por não ter quem a levasse até a unidade de ensino, em Manaus. Neste ano, as duas realizaram um teste de nivelamento e foram encaminhadas para a série compatível com o aprendizado.
“Os professores passaram a prova para a gente e eu fiz tudo direitinho”, disse Gabriela.
Questionada se se sente preparada para avançar para o sétimo ano, a estudante responde com cautela.
“Mais ou menos. Acho que sim, porque aqui eu faço as atividades direitinho. Acho que lá também vai dar certo", afirmou.
Para reduzir a evasão escolar e evitar novos casos de atraso, escolas ribeirinhas adaptam a rotina às condições da região. Os alunos entram mais cedo e encerram as aulas antes das escolas da área urbana, respeitando o tempo de deslocamento pelos rios.
“A gente acorda mais cedo, eles entram mais cedo e saem mais cedo. Quando as escolas da zona urbana ainda estão no quarto tempo, os nossos alunos já estão voltando para casa”, destacou a diretora Roberta Barros.
distância e seca dificultam o acesso à educação.
Reprodução/Rede Amazônica ...

전문 보기

이 뉴스, 어떠셨어요?

한 번의 탭으로 반응을 남겨요 · 로그인 불필요

관련 뉴스

관련 뉴스 제보는 로그인 후 가능합니다.

'world' 카테고리 뉴스

Kanlaon communities warned of lahar flows amid rains from Inday

Philippine Daily Inquirer

Four pandas celebrate first birthday at Zhengzhou Zoo

ECNS (China News Service)

Taal Volcano’s toxic gas emissions drop, seismic activity eases

Philippine Daily Inquirer

G1 Globo의 다른 기사

No Sul do Brasil, 46 cidades registram temperaturas abaixo de zero nesta quarta (8)

G1 (Globo)

‘O Estado falhou’, admite prefeito de Viamão sobre missionário dos EUA preso por espancar filho de 3 anos

G1 (Globo)

Lucas Lucco traz Nirvana, Coldplay, Red Hot Chili Peppers e Limp Bizkit para o universo do piseiro no álbum 'Deu rock'

G1 (Globo)

피드백

피드백을 남기려면 로그인해 주세요.