Greve dos servidores de Taubaté entra na segunda semana com impacto em escolas e postos de saúde
Greve de servidores de Taubaté começou nesta terça-feira (2).
Reprodução/TV Vanguarda
A greve dos servidores municipais de Taubaté entrou na segunda semana nesta segunda-feira (8) e segue provocando impactos principalmente na rede de ensino e na área da saúde básica.
De acordo com informações apuradas pela reportagem da TV Vanguarda, famílias levaram alunos às escolas nesta segunda-feira, mas encontraram unidades funcionando sem professores. Em alguns casos, os estudantes foram recebidos apenas por auxiliares, que ficaram responsáveis por atividades lúdicas.
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais informou que ainda não foi oficialmente notificado sobre a decisão da Justiça que determina a manutenção de 70% do efetivo durante a paralisação. A presidente da entidade, Rosalba Ramos Reis, afirmou que o jurídico da categoria só vai se manifestar após ter acesso formal ao documento.
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“Assim que recebermos, o corpo jurídico consegue fazer uma avaliação do que está escrito no documento e nós vamos sim cumprir a decisão da Justiça. As unidades não estão fechadas, estão funcionando”, disse.
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Em assembleia realizada pela categoria, os servidores decidiram manter a greve. O movimento cobra reajuste salarial de 9,43%, além de aumento no vale-alimentação e implantação do vale-transporte.
A paralisação também tem reflexos na saúde básica, com relatos de atendimentos reduzidos em unidades do município.
Ao longo da semana, a expectativa é de manutenção do movimento, enquanto seguem as negociações e desdobramentos da decisão judicial que determina a presença mínima de 70% dos servidores em atividade.
Em nota, a Prefeitura de Taubaté informou que tem adotado medidas para garantir a continuidade dos serviços essenciais e minimizar os impactos da greve na população. A administração afirmou ainda que mantém diálogo aberto com o sindicato e que está à disposição para reuniões com representantes da categoria e do Legislativo.
O governo municipal destacou que a expectativa é de funcionamento dos serviços respeitando a decisão judicial, mas reconhece que podem ocorrer ajustes operacionais em setores como educação e saúde básica em razão da adesão de servidores à paralisação.
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