Deputado estadual Waldemar Borges morre no Recife aos 67 anos; parlamentar era marido da ministra Luciana Santos

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Deputado estadual Waldemar Borges (PSB)
Reprodução/WhatsApp
Morreu neste sábado (4), no Recife, aos 67 anos, o deputado estadual Waldemar Borges (PSB), em decorrência de um câncer. Ele foi eleito pela primeira vez em 2011 e reeleito por mais três mandatos consecutivos. O governo de Pernambuco decretou luto oficial de três dias em reconhecimento pela vida dedicada ao estado (veja nota mais abaixo).
A morte foi confirmada em nota pela esposa e ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações do Brasil, Luciana Santos. O velório do deputado será realizado no domingo (5), das 8h às 13h, na Assembleia Legislativa de Pernambuco, na área central do Recife. O sepultamento ocorrerá em seguida, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista.
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Waldemar Borges, conhecido como Wal por familiares e amigos, iniciou a vida política na reorganização da juventude partidária e foi eleito vereador do Recife por quatro mandatos consecutivos em 1988, 1992, 1996 e 2000. Entre 2003 e 2004, ele também presidiu a Câmara Municipal do Recife.
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Antes de chegar ao primeiro mandato, Waldemar Borges ocupou cargos no governo estadual. Foi diretor de Pesquisa e Ação Social da Secretaria de Trabalho e Ação Social de Pernambuco e secretário-adjunto de Trabalho em 1986, durante o governo Miguel Arraes. Após ser eleito vereador, participou da Constituinte Municipal de 1990, com atuação voltada à ampliação de instrumentos de participação e controle social na gestão pública.
Em 1995, voltou a integrar a gestão de Miguel Arraes como secretário de Projetos Especiais. Depois, em 2001, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da prefeitura do Recife. Em 2005, presidiu a Empresa de Processamento de Dados do Recife (Emprel).
No governo de Eduardo Campos, atuou como secretário de Articulação Social entre 2007 e 2010. Nesse período, coordenou iniciativas como a Câmara de Prevenção Social do Pacto pela Vida e o Conselho Estadual de Desenvolvimento Social (CEDES).
Foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2011 e reeleito por mais três mandatos consecutivos. Ele estava de licença em decorrência da doença, e o suplente, Cayo Albino (PSB), já vinha exercendo o mandato na Alepe.
Ao longo de 16 anos na casa legislativa, foi líder dos governos Eduardo Campos, João Lyra Neto e Paulo Câmara. Também presidiu comissões como Constituição, Legislação e Justiça, Educação e Cultura e Administração Pública, além de integrar outras comissões temáticas da Casa.
Notas de pesar
Na tarde deste sábado, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), lamentou a morte do deputado. Por meio de nota, a gestora informou que foi colega na Assembleia Legislativa de Borges e teve um convívio marcado pelo respeito e amor a Pernambuco.
Ainda segundo a nota:
O governo de Pernambuco decretará luto oficial por três dias em reconhecimento a sua vida pública dedicada ao nosso estado;
Que Deus console o coração da sua esposa, a ministra Luciana Santos, seus filhos, inúmeros amigos, seu time e todos os pernambucanos que lamentam sua partida.
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