Nossa luta não acabou, diz Netanyahu após EUA e Irã assinarem acordo de paz

AI Summary
Trump publicly criticized Netanyahu's decision to strike Beirut, asserting the operation jeopardized US-Iran nuclear negotiations. Trump argued the resulting nuclear accord protects Israel and characterized Netanyahu as difficult and uncooperative. Israel's military leadership responded by reaffirming its control over designated security zones in the region.
Progressive: Progressive-leaning outlets characterize Trump's public criticism as performative political theater, highlighting contradictions between his claims of negotiating a historic accord and his simultaneous focus on personal priorities.
Conservative: Conservative-leaning outlets extensively feature Trump's sharp criticism of Netanyahu and the Israeli strikes, framing the military action as a strategic error that endangered negotiations and reflecting concerns about US-Israeli strategic alignment.
Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, concede uma coletiva de imprensa após EUA e Irã assinarem acordo de paz em 15 de junho de 2026.
REUTERS/Ronen Zvulun/Pool
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta segunda-feira (15) que a luta de Israel "não acabou" e que o país continuará "neutralizando ameaças" após os Estados Unidos e o Irã terem assinado um acordo de paz para colocar um fim à guerra no Oriente Médio.
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Em fala que destoa da atual fase das negociações entre EUA e Irã, Netanyahu disse seu Exército continuará em "zonas de segurança" já estabelecidas no Oriente Médio —uma possível referência à ocupação no sul do Líbano em meio à guerra contra o Hezbollah— e que preservará a liberdade de ação para parar ataques do grupo terrorista libanês.
A fala de Netanyahu ocorre horas após os EUA e o Irã terem assinado eletronicamente um acordo de paz na guerra que os dois países travavam desde o final de fevereiro. O documento, que será oficializado na sexta com assinatura presencial na Suíça, prevê o fim dos combates, a reabertura total do Estreito de Ormuz e que os aliados dos EUA —como Israel— não ataquem mais o território iraniano.
Esta reportagem está em atualização.
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