Donald Trump eleva tom e cobra de Israel responsabilidade no Líbano

AI Summary
The United States and Iran reached an interim agreement intended to prevent Iranian nuclear weapons development. The accord immediately triggered disagreement over regional implementation, particularly regarding Israel's military footprint in Lebanon—Iran demanded Israeli withdrawal as a condition while Netanyahu rejected this requirement. Trump reiterated the deal's nuclear safeguards while appearing critical of Israel's military strategy, and Lebanese civilians began returning to their homes despite Israel's rejection of ending its occupation.
Progressive: Progressive-leaning outlets emphasize the humanitarian relief of Lebanese civilians returning to homes following the ceasefire, while underscoring that Israel maintains its military occupation of Lebanese territory despite the accord.
Moderate: Moderate outlets present conflicting Israeli assessments—some dismissing Iranian claims as unrealistic fantasies, others warning the agreement may ultimately enable Iranian nuclear capability—and question whether the accord can endure given disputes over Israeli military withdrawal from Lebanon.
Conservative: Conservative-leaning outlets highlight Trump's stated security assurance that the accord prevents Iranian nuclear weapons development and report Iran's demands for Israeli military withdrawal, without expressing equivalent skepticism regarding the deal's long-term viability.
Trump critica Israel por bombardeios no Líbano
Donald Trump criticou Israel pelos bombardeios no Líbano. O governo israelense alega que precisa se defender do grupo extremista Hezbollah.
Ao lado do emir do Catar, o presidente americano, Donald Trump, falou sobre o acordo de trégua assinado com o Irã. Disse que o texto deixa claro que o Irã jamais terá uma arma nuclear.
Trump cobrou mais responsabilidade do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em relação ao Líbano. Na segunda-feira (15), Netanyahu disse que a luta não acabou e que vai continuar as operações para neutralizar as ameaças do grupo extremista Hezbollah, aliado iraniano no Líbano. Nesta terça-feira (16), Trump afirmou:
“Se Israel não consegue fazer o trabalho sem matar todo mundo, eu farei o trabalho ou a Síria poderá fazer esse trabalho”.
O governo sírio nega qualquer interesse em uma intervenção no Líbano. Trump foi ainda mais duro e disse:
“Sem nós, sem os Estados Unidos, não haveria Israel”.
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Donald Trump eleva tom e cobra de Israel responsabilidade no Líbano
Jornal Nacional/ Reprodução
A guerra na Ucrânia também foi destaque na cúpula do G7, em Évian. Donald Trump classificou como ótimo um encontro com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e afirmou que a Rússia deveria fechar um acordo, porque, assim como a Ucrânia, também está perdendo milhares de soldados em combate todos os meses. O presidente ucraniano reforçou que propôs um encontro com o russo Vladimir Putin no G7. O Kremlin negou ter recebido qualquer convite.
Nos eventos paralelos, o presidente Lula se reuniu com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi. Os dois anunciaram o início das negociações sobre um acordo entre o Mercosul e o país asiático.
Com os presidentes da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do Conselho Europeu, António Costa, Lula tratou do veto do bloco à carne brasileira. Em um discurso sobre parcerias internacionais, Lula criticou o protecionismo e disse que o combate aos crimes transnacionais - entre eles, o crime organizado - deve levar em conta o respeito à soberania dos Estados.
O presidente brasileiro não teve reunião bilateral com o presidente americano. E, diante das câmeras, na foto oficial, os dois não interagiram.
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional
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