Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções
ONP 요약
President Trump has extended the U.S. state of emergency against Brazil for an additional year, citing alleged economic interference and decisions by Brazil’s Supreme Court. The extension does not introduce new sanctions but maintains the legal framework established in July 2025.
진보 성향:Lawfare narrative — progressive outlets portray the extension as a political attack by the extreme right to undermine Brazil’s sovereignty.
중도 성향:Administrative renewal — moderate outlets describe it as a routine extension of an existing emergency order without new sanctions.
보수 성향:Censorship defense — conservative outlets frame it as a response to perceived censorship of Brazil’s Supreme Court by the U.S. government.
EUA acusam Brasil de perseguir Bolsonaro
A nova decisão do governo Trump de prorrogar a ordem executiva que impôs o tarifaço de 50% a produtos do Brasil tem a digital do grupo próximo à família Bolsonaro nos Estados Unidos e demonstra que mais sanções por motivações políticas podem ter como alvo brasileiros.
Nas últimas semanas, mesmo depois dos Estados Unidos anunciarem duas novas tarifas ao Brasil – de 25% e de 12,5% – pessoas próximas à família Bolsonaro afirmaram ao blog que seguiam em tratativas com o governo Trump para que mais sanções fossem adotadas, preferencialmente contra indivíduos no Brasil.
A renovação por mais um ano da ordem executiva, assinada originalmente em 30 de julho de 2025, que permitiu o tarifaço de 50% contra produtos brasileiros não tem efeito prático, porque foi derrubada na Suprema Corte dos EUA.
Entretanto, a decisão manda uma mensagem política ao tocar mais uma vez em censura e no que alega ser uma perseguição a um ex-presidente – uma clara menção à condenação de Jair Bolsonaro.
No comunicado desta terça, o governo Trump voltou a fazer uma série de acusações contra o governo brasileiro.
No comunicado desta terça, o governo Trump voltou a fazer uma série de acusações contra o governo brasileiro.
A Casa Branca alega que o Brasil adota práticas que "interferem na economia dos Estados Unidos, infringem os direitos de livre expressão de cidadãos norte-americanos, violam os direitos humanos e minam o interesse dos EUA em proteger seus cidadãos e empresas".
Além disso, acusa membros do governo brasileiro de "perseguir politicamente um ex-presidente, sua família e seus apoiadores", em uma referência a Jair Bolsonaro.
Cita ainda o STF como "promotor de censura", menciona "prisão de pessoas que exercem a liberdade de expressão" e "censura de conteúdos na internet".
Em 2025, pessoas próximas à família Bolsonaro, além do próprio ex-deputado Eduardo Bolsonaro, comemoraram medidas contra o Brasil.
RELEMBRE: Eduardo Bolsonaro posta agradecimento a Trump após tarifaço dos EUA contra o Brasil
Além do cancelamento de vistos de autoridades do governo Lula e a aplicação da Lei Magnitski contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, o Brasil também levou um tarifaço de 50% sobre suas exportações aos EUA.
Com a aplicação da Magnitski, todos os eventuais bens de Moraes, da esposa e de uma empresa pertencente ao casal nos EUA estavam bloqueados. Em dezembro do ano passado, o governo americano retirou o ministro da lista de sancionados.
🔎 Cidadãos americanos estavam proibidos de realizar qualquer transação que envolvia bens ou interesses em propriedade de Moraes ou esposa, seja nos EUA ou em trânsito, incluindo fornecer ou receber fundos, bens ou serviços. ...
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