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중도 성향

Governo Lula repudia decisão dos EUA em prorrogar sanções e diz ser 'descabido' caracterizar Brasil como ameaça

G1 (Globo)
Governo Lula repudia decisão dos EUA em prorrogar sanções e diz ser 'descabido' caracterizar Brasil como ameaça

ONP 요약

The United States extended a national emergency declaration targeting Brazil, citing security concerns. The Brazilian government, led by President Lula, issued a statement rejecting the move as baseless and warned of potential new US actions.

진보 성향:Unjustified threat — progressive outlets argue the US action is baseless and infringes on Brazil's sovereignty

중도 성향:Potential escalation — moderate outlets warn of possible new US actions against Brazil

보수 성향:Proactive counter‑strategy — conservative outlets highlight Brazil's plan to counter the US with research and investment

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou uma nota nesta quarta-feira (29) em que repudia a decisão do governo norte-americano de prorrogar sanções contra o Brasil e afirma que é "descabido caracterizar o Brasil como ameaça aos Estados Unidos".
"O Governo brasileiro repudia o anúncio feito pelo Governo dos Estados Unidos da prorrogação por mais um ano da declaração de emergência nacional em relação ao Brasil. [...] A qualquer título, é inteiramente descabido caracterizar o Brasil como ameaça aos Estados Unidos, especialmente à luz dos históricos laços diplomáticos e da amizade que une os dois povos".
🔎 Nesta terça-feira (28), o governo dos Estados Unidos anunciou a prorrogação por mais um ano da ordem executiva assinada contra o Brasil no dia 30 de julho de 2025, com base na chamada Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.
Agora no g1
O anúncio desta terça, porém, não tem efeito prático com relação ao tarifaço. Isso porque a medida de 2025, que impunha uma tarifa de 50% sobre os produtos importados do Brasil, acabou derrubada pela Suprema Corte.
Conforme a nota divulgada nesta quarta, o governo brasileiro afirma que a decisão do governo americano reitera argumentos “infundados” e “inverídicos” de que o Brasil representa “ameaça” aos Estados unidos na segurança nacional, na política externa e na economia.
Os Estados Unidos afirmam, por exemplo, que o Brasil adota medidas que representam violação do direito de liberdade de expressão; que há censura por parte do Supremo Tribunal Federal (STF); e que há perseguição da Justiça contra “um ex-presidente” — em referência a Jair Bolsonaro.
“Ao rechaçar a retomada de acusações sem qualquer fundamentação nos fatos e já amplamente rebatidas em encontros de autoridades dos dois países, o Brasil reafirma sua soberania e a independência dos poderes da União”, afirmou o Planalto.
“O Poder Judiciário brasileiro pauta sua atuação pelo fiel cumprimento dos preceitos da Constituição”, reiterou o governo.
No ano passado, quando endereçou uma carta ao presidente Lula, Donald Trump mencionou o que entendia ser uma “caça às bruxas” no processo ao qual Bolsonaro respondeu e pelo qual foi condenado pelo STF por envolvimento numa tentativa de golpe de Estado, tese rechaçada pelo governo e pelo próprio Supremo.
“A qualquer título, é inteiramente descabido caracterizar o Brasil como ameaça aos Estados Unidos, especialmente à luz dos históricos laços diplomáticos e da amizade que une os dois povos”, concluiu a Presidência da República.
Os presidentes dos EUA, Donald Trump, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), falam a jornalistas antes de reunião em Kuala Lumpur.
Evelyn Hockstein/Reuters
Medida não aumenta tarifaço
Desde que a decisão do governo americano foi anunciada, diplomatas passaram a avaliar os efeitos da medida e a discutir internamente como o governo brasileiro deveria reagir.
No entendimento de integrantes da diplomacia brasileira, a decisão americana tem caráter político e não é capaz de aumentar os tarifaços anunciados pela Casa Branca neste mês — um de 25% e outro de 12,5%.
Essas tarifas foram anunciadas com base no entendimento americano de que o Brasil adota práticas desleais na economia em relação a empresários americanos e, também, falhou ao fiscalizar a importação de mercadorias produzidas em países onde há trabalho forçado.
Diante da avaliação acerca do tema, integrantes do Itamaraty entendem que a medida tem poder para, por exemplo, basear medidas contra autoridades, como bloqueio de bens ou valores nos Estados Unidos.
Acusações contra o governo brasileiro
No comunicado desta terça, o governo Trump voltou a fazer uma série de acusações contra o governo brasileiro.
A Casa Branca alega que o Brasil adota práticas que "interferem na economia dos Estados Unidos, infringem os direitos de livre expressão de cidadãos norte-americanos, violam os direitos humanos e minam o interesse dos EUA em proteger seus cidadãos e empresas".
Além disso, os EUA acusam membros do governo brasileiro de "perseguir politicamente um ex-presidente, sua família e seus apoiadores", em uma referência a Jair Bolsonaro e cita o STF como "promotor de censura", menciona "prisão de pessoas que exercem a liberdade de expressão" e "censura de conteúdos na internet". ...

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이 사건 개요

US extends national emergency declaration against Brazil; Brazilian government issues stat

7건 · 6개 미디어

핵심 포인트

  • US extended national emergency declaration against Brazil
  • Brazilian government issued statement rejecting US action as baseless
  • President Lula said Brazil will counter the US with research and investment

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