Delegacia da Mulher tem nova sede em Juiz de Fora; saiba como funcionam os atendimentos

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Delegacia da Mulher passa a funcionar em novo endereço em Juiz de Fora
A nova sede da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Juiz de Fora, foi inaugurada nesta quinta-feira (2). O novo espaço fica na avenida Barão do Rio Branco, nº 76, bairro Manoel Honório.
A solenidade de inauguração reuniu autoridades das forças de segurança, do judiciário e representantes políticos. O atendimento ao público na nova estrutura começará oficialmente na próxima quarta-feira, dia 8 de julho.
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Durante o evento, a chefe da Polícia Civil, delegada-geral Letícia Gamboge, reforçou a importância de que as vítimas busquem ajuda logo nos primeiros sinais de agressão e façam o registro oficial da ocorrência.
"A união das forças de segurança, do Poder Judiciário, do Ministério Público, dos municípios e de toda a rede de proteção é essencial para garantir acolhimento, responsabilização dos agressores e prevenção de novas violências. Denunciar é o passo fundamental para romper o ciclo da violência e preservar vidas", afirmou a delegada.
A nova estrutura conta com ambientes preparados para garantir a privacidade das mulheres no momento do depoimento, além de oferecer melhores condições de trabalho para a equipe policial.
Com a mudança de endereço, a sede da Deam localizada no 2º piso do Santa Cruz Shopping vai deixar de funcionar.
Nova sede da Delegacia da Mulher é inaugurada em Juiz de Fora
Polícia Civil/Divulgação
Violência contra a mulher: como denunciar
Pelo número 190 da Polícia Militar.
Pelo número 197 ou pela delegacia virtual (clique aqui) da Polícia Civil.
Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM).
Pelo número 180 da Central de Atendimento à Mulher, do Ministério das Mulheres.
Medidas protetivas
Uma das principais formas de amparo a mulheres vítimas de violência é a medidas protetiva expedida pela Justiça.
Ela pode obrigar o agressor a se afastar do lar, não entrar em contato com a vítima e seus familiares ou suspender o porte de armas.
🔎 As mulheres não necessitam de um fato que é considerado crime para solicitar uma medida protetiva.
🔎 Ciúme excessivo, perseguição ou controle de patrimônio, por exemplo, já são situações em que a mulher pode solicitar a proteção.
A medida protetiva pode ser solicitada por meio da Polícia Civil: na delegacia mais próxima, na Delegacia da Mulher, pelo site da Delegacia Virtual, ou pelo número 197.
A autoridade policial registrará o pedido e irá remetê-lo ao juiz(a), que deverá apreciar este requerimento em até 48 horas.
👉 Caso a medida protetiva concedida não cesse as agressões ou ameaças, a mulher pode solicitar outras medidas protetivas mais adequadas, bem como denunciar o descumprimento da medida. O descumprimento é configurado crime.
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