Homem que mordeu e engoliu parte do lábio da namorada em Juiz de Fora é condenado a mais de 15 anos de prisão

Mulher tem parte do lábio arrancado por companheiro
O homem acusado de morder, arrancar e engolir parte do lábio da namorada em Juiz de Fora foi condenado a 15 anos e 8 meses de prisão. Como o caso envolve violência doméstica e familiar, o processo tramita em segredo de Justiça para preservar a identidade e a intimidade da vítima.
O crime aconteceu em novembro do ano passado. Na ocasião, a vítima relatou que, além de ter o lábio arrancado, foi agredida com socos e chutes, sendo mantida em cárcere privado pelo agressor. Em dezembro, ele havia sido indiciado pela Polícia Civil.
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O homem foi julgado e condenado pelos crimes de lesão corporal gravíssima e cárcere privado. No entanto, a Justiça o absolveu da acusação de violência psicológica.
Os advogados que representam a mulher afirmaram que pretendem recorrer da decisão para buscar a condenação por todos os três crimes inicialmente apontados, caso o Ministério Público (MP) não apresente recurso.
Como o caso envolve violência doméstica e familiar, o processo tramita em segredo de Justiça para preservar a identidade e a intimidade da vítima.
Aqui está um bloco de "Relembre o caso" formatado exatamente no padrão que o G1 utiliza para contextualizar reportagens de desdobramentos criminais:
Relembre o caso
O crime aconteceu em novembro de 2025, em Juiz de Fora. De acordo com o relato da vítima à época, o relacionamento com o agressor era marcado por violência.
No dia do crime, além de sofrer agressões físicas severas com socos e chutes, a mulher teve parte do seu lábio arrancada por uma mordida do namorado, que engoliu o pedaço da cartilagem na sequência.
Após a automutilação imposta à companheira, o homem a trancou no imóvel, mantendo-a em cárcere privado para evitar que ela buscasse socorro médico ou denunciasse o ocorrido às autoridades.
Em dezembro do mesmo ano, após investigações da Polícia Civil, o agressor foi formalmente indiciado pelos crimes de tortura e cárcere privado.
Denúncia
A delegada reforça a importância da denúncia para proteger vítimas e responsabilizar agressores. Os casos podem ser registrados presencialmente em unidades policiais, pelos telefones 190, 197, 180 e 181, ou pela Delegacia Virtual.
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