오픈뉴스백과
둘러보기ONP 브리핑뉴스
회사학술과학정부용어사전커뮤니티피드 제보
...

오픈뉴스백과

집단지성 기반 뉴스 검증 플랫폼. 다양한 시각으로 뉴스를 이해합니다.

서비스

세계의 오늘한국의 오늘뉴스정부과학학술용어사전소개

법적 고지

개인정보처리방침이용약관콘텐츠 이용 안내

문의

문의하기

본 플랫폼에서 제공하는 뉴스 콘텐츠의 저작권은 각 언론사에 있으며, 무단 복제 및 배포를 금지합니다.

RSS 피드를 통해 수집된 콘텐츠는 각 원저작자의 라이선스 조건을 따릅니다. 오픈 라이선스(CC-BY 등) 콘텐츠는 해당 라이선스에 따라 출처를 표기합니다.

오픈뉴스백과는 뉴스 집계 및 검증 플랫폼으로, 개별 기사의 내용에 대한 책임은 해당 언론사에 있습니다.

이용자가 작성한 피드백, 팩트체크, 독자 제보 등의 콘텐츠에 대한 책임은 해당 작성자에게 있습니다.

콘텐츠 제거 요청: 문의 폼

© 2026 오픈뉴스백과 (OpenNewsPedia). All rights reserved.

뉴스 목록
미디어 커버리지1건1개 미디어
중도 성향 100%
G1 (Globo)
세계
중도 성향

João de Deus: acusação por estupro de vulnerável é reestabelecida após decisão do STJ

G1 (Globo)
조회 0
João de Deus: acusação por estupro de vulnerável é reestabelecida após decisão do STJ

이 뉴스, 어떠셨어요?

한 번의 탭으로 반응을 남겨요 · 로그인 불필요

O que aconteceu com João de Deus?
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) acolheu um recurso do Ministério Público de Goiás (MP-GO) e restabeleceu a acusação de estupro de vulnerável em um processo de abusos sexuais atribuídos a João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus. Ele já foi condenado a mais de 200 anos de prisão por crimes sexuais durantes atendimentos espirituais e cumpre prisão domiciliar.
A decisão foi publicada na última sexta-feira (19). Com a sentença, o processo retorna ao Tribunal de Justiça de Goiás para continuidade do julgamento das demais questões apresentadas pela defesa.
Em nota, a defesa de João de Deus informou que recorreu da decisão do STJ e pediu que o caso seja analisado pelo colegiado. Segundo os advogados, a decisão contraria o entendimento do próprio tribunal sobre o tema, e a expectativa é que a absolvição declarada pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) seja restabelecida (leia a nota completa ao fim do texto).
Segundo o MP-GO, na decisão, a ministra Maria Marluce Caldas também afastou a extinção da punibilidade por decadência que havia sido reconhecida pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) em relação a três vítimas do processo em questão.
✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp
Processo
Após a denúncia do Ministério Público em 2020, João de Deus foi condenado em primeira instância. No entanto, ao analisar recurso da defesa, o Tribunal de Justiça desclassificou um dos crimes de estupro de vulnerável para violação sexual mediante fraude e reconheceu a decadência do direito de representação em relação a três vítimas.
No recurso, o Ministério Público argumentou que, em crimes sexuais praticados em contextos marcados por abuso de confiança e assimetria de poder, o prazo para representação não pode ser contado automaticamente a partir da data dos fatos.
LEIA TAMBÉM:
O que aconteceu com João de Deus?
João de Deus: entenda as denúncias, condenações e prisões
Abadiânia após João de Deus: como está cidade que vivia de turismo religioso após denúncias de crimes sexuais
João de Deus, em Aparecida de Goiânia, Goiás
Renata Costa/TV Anhanguera
Conforme o MP-GO, o Superior Tribunal de Justiça entendeu que o prazo de seis meses deve ser contado a partir do momento em que a vítima adquire condições de compreender a ilicitude da conduta sofrida. De acordo com o órgão, essa compreensão ocorreu apenas após a divulgação pública das denúncias feitas por outras mulheres, em dezembro de 2018.
A decisão também considerou argumentos relacionados ao fenômeno conhecido como imobilidade tônica, uma resposta involuntária do organismo diante de situações de ameaça extrema, utilizada pelo Ministério Público para sustentar a condição de vulnerabilidade das vítimas.
Segundo o Ministério Público, a ministra ainda ressaltou que a análise judicial deve evitar estereótipos que comprometam a credibilidade dos relatos de mulheres vítimas de violência sexual.
Caso João de Deus
João de Deus ficou conhecido internacionalmente por realizar atendimentos espirituais na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, no Entorno do Distrito Federal.
As denúncias de abuso sexual ganharam repercussão nacional em 2018, após relatos de mulheres exibidos em um programa da TV Globo.
Casa Dom Inácio de Loyola, onde João de Deus fazia atendimentos em Abadiânia, Goiás
Juliana Lopes/TV Anhanguera
João de Deus se tornou réu em 18 denúncias, sendo 16 delas sobre crimes sexuais, com relatos de cerca de 200 mulheres que formalizaram depoimentos, segundo Luciano Meireles, promotor de Justiça que coordenou uma força-tarefa sobre o caso no Ministério Público do Estado de Goiás.
Segundo o TJ-GO, ao todo, são 67 vítimas nos processos, pois foi reconhecida a extinção da punibilidade pela decadência ou prescrição em relação a 121 delas, que entraram nos processos como informantes.
Conforme o promotor, as condenações de João de Deus em primeira instância somavam mais de 500 anos. Atualmente, as condenações impostas somam mais de 200 anos de prisão, segundo levantamento do g1 Goiás junto ao Tribunal de Justiça de Goiás.
Desde 2021, ele cumpre prisão domiciliar em Anápolis por decisão judicial relacionada à idade e ao estado de saúde. Segundo a defesa informou ao g1 em maio deste ano, os processos continuam em tramitação e aguardam análise de recursos nas instâncias superiores.
João de Deus, ao ser preso novamente, em agosto de 2021, em Anápolis
Reprodução/TV Anhanguera
Veja abaixo as penas atuais em cada um dos processos:
2019
Posse irregular de arma de fogo: pena de 1 ano de detenção, 3 anos de reclusão e 20 dias-multa (pena definitiva);
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 16 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão;
2020
Estupro de vulnerável: pena de 30 anos, 4 meses e 15 dias de reclusão;
Estupro e estupro de vulnerável: pena de 29 anos e 2 meses de reclusão;
2021
Violação sexual mediante fraude: processo arquivado (punibilidade extinta por decadência do direito de representação de uma das vítimas);
2022
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 13 anos e 9 meses de reclusão;
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 22 anos e 06 meses de reclusão;
2023
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 27 anos de reclusão;
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: extinção da punibilidade, pela decadência do direito de representação;
Violação sexual mediante fraude: 3 anos e 4 meses de reclusão (pena definitiva);
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 29 anos e 6 meses de reclusão;
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: extinção da punibilidade, pela decadência do direito de representação;
Estupro e estupro de vulnerável: processo arquivado;
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 30 anos, 1 mês e 15 dias de reclusão;
Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: sentença cassada;
Estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 9 anos de reclusão;
Crime contra relações de consumo: processo arquivado após sentença absolutória;
2025
Estupro de vulnerável: processo em fase de alegações finais.
NOTA COMPLETA DA DEFESA
A defesa informa que a decisão proferida no AREsp nº 2.994.721/GO é monocrática e já foi objeto do recurso para que a matéria seja submetida ao colegiado do Superior Tribunal de Justiça.
Com o devido respeito, a defesa entende que a decisão recorrida foi proferida em confronto com a orientação do próprio Superior Tribunal de Justiça (STJ)sobre a matéria. Por essa razão, confia que, quando do exame colegiado, o Tribunal irá restabelecer a absolvição anteriormente declarada pelo TJGO.
O caso “João de Deus” é sensível e ganhou repercussão mundial, porém todos os processos foram analisados e submetidos ao crivo do Tribunal de Justiça de a Goiás, e nesse caso conclusão foi pela absolvição, de modo que a defesa buscará manter essa situação que representa o maior grau de justiça aplicada ao caso concreto.
📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. ...

전문 보기

관련 뉴스

관련 뉴스 제보는 로그인 후 가능합니다.

'world' 카테고리 뉴스

DENR to plant, distribute 1.6M seedlings in Central Luzon for Arbor Day

Philippine Daily Inquirer

MGB: 516 Western Visayas villages prone to flood, landslide

Philippine Daily Inquirer

Leachon seeks court order vs six-month suspension as PCP member

Philippine Daily Inquirer

G1 Globo의 다른 기사

VÍDEOS: NE1 de quarta-feira, 24 de junho de 2026

G1 (Globo)

Conversas revelam como fornecedor de armas negociava fuzis a R$ 150 mil com o CV; homem foi preso no Suriname

G1 (Globo)

Campinas tem ao menos 970 animais silvestres apreendidos em pouco mais de três anos; aves lideram ranking

G1 (Globo)

피드백

피드백을 남기려면 로그인해 주세요.