Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve, morre aos 100 anos, diz jornal
AI Summary
Alan Greenspan, who held the chairmanship of the Federal Reserve during a roughly 20-year period spanning from 1987 to the mid-2000s across four different U.S. presidencies, passed away at age 100. His death resulted from health complications associated with Parkinson's disease, as confirmed by his wife, NBC journalist Andrea Mitchell. The longtime policymaker's influence on financial regulation has become increasingly contentious, with retrospective evaluations divided between those crediting his stewardship during prosperous years and those attributing the foundation of the subsequent financial crisis to his policy approach.
Progressive: Progressive-leaning outlets contextualize Greenspan's death by emphasizing how his market-friendly regulatory approach and inaction enabled the conditions that led to the 2008 financial crisis, framing this as a significant stain on his legacy despite his influence as an economic policymaker.
Moderate: Centrist outlets take a balanced approach in assessing his death, noting both his considerable influence as Federal Reserve chairman and the subsequent criticisms from those who argue his policies contributed to the Global Financial Crisis.
Conservative: Conservative-leaning outlets emphasize Greenspan's influence and status as one of the most powerful figures in global finance and monetary policy, with little to no mention of the 2008 financial crisis or regulatory criticisms.
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Alan Greenspan, economista que comandou o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) por cinco mandatos consecutivos e liderou a política monetária dos EUA sob quatro presidentes, morreu aos 100 anos. A informação foi divulgada pela NBC News nesta segunda-feira (22).
Greenspan morreu em decorrência de complicações da doença de Parkinson, segundo informou sua esposa, a jornalista Andrea Mitchell, com quem era casado havia 29 anos.
“Alan faleceu em nossa casa esta manhã, aos 100 anos de idade, devido a complicações da doença de Parkinson”, disse Mitchell em um comunicado.
“Ele era um gigante que ajudou a moldar a economia dos EUA por décadas, sob presidentes de ambos os partidos, mas sempre foi honesto ao reconhecer seus erros”, disse ela.
“Para mim, ele era meu marido, que moldou minha vida desde o nosso primeiro encontro em 1984. Ele tinha uma paixão desmedida por beisebol, pelo Washington Commanders, tênis, golfe e música, especialmente jazz”, acrescentou Mitchell. “Ele será lembrado por sua inteligência e sua bondade. Ser sua companheira de vida foi a maior alegria da minha vida.”
*Reportagem em atualização ...