Adversário do Brasil na estreia, Marrocos tem problemas e convoca 2 novos jogadores

AI Summary
The 2026 FIFA World Cup officially begins on June 11 with Mexico facing South Africa in the opening match, marking the first World Cup hosted by three countries (USA, Mexico, Canada) and expanding to 48 teams. Brazilian referee Wilton Pereira Sampaio will officiate the opening, the tournament features three separate opening ceremonies, and coverage spans multiple streaming platforms and traditional broadcasters globally.
Progressive: Progressive-leaning outlets frame the tournament in relation to geopolitical tensions and social controversies, emphasizing how the USA's hosting role intersects with immigration policy debates and highlighting broader political conflicts inherent to the multi-country expanded format.
Moderate: Centrist outlets focus on tournament logistics, broadcast arrangements, participating teams, match schedules, and sports figures involved in the competition.
Conservative: Conservative-leaning outlets raise questions about FIFA's governance and institutional accountability, drawing historical parallels to World Cups being used for political purposes by authoritarian regimes and examining FIFA's responsibility in such contexts.
Marrocos conta com torcida numerosa e animada contra o Brasil
Esta quinta-feira (11) foi de notícias ruins para Marrocos. A comissão técnica teve que cortar dois jogadores por causa de lesão: o zagueiro Nayef Aguerd e o atacante Ezzalzouli - um dos principais jogadores da equipe, com 15 gols e 13 assistências pelo Real Betis, da Espanha, nesta temporada. Marwane Saadane e Amine Sbai foram convocados para substituí-los.
A seleção marroquina treinou nesta quinta-feira (11) no estado de Nova Jersey, onde a Seleção Brasileira também está hospedada. O técnico Mohamed Ouahbi assumiu a equipe só em março de 2026. Mas em 2025, ele comandou Marrocos na conquista do título Mundial Sub-20.
Nesta quinta-feira (11), a Fifa divulgou o ranking mensal das melhores seleções do mundo. O Brasil está na sexta posição, e Marrocos, na sétima.
Invasão marroquina
Torcida de Marrocos em Nova York, nos Estados Unidos
Jornal Nacional/ Reprodução
A Estátua da Liberdade é um símbolo para os imigrantes que vivem em Nova York nos Estados Unidos- inclusive marroquinos, um povo apaixonado por futebol. Eles estão felizes da vida com a chegada da Copa do Mundo e querem ajudar a seleção de Marrocos a ir longe novamente.
Das várias bandeiras que marcam uma rua multicultural de Nova York, uma passou a ter mais destaque nos últimos dias. O marroquino Hassam vive nos Estados Unidos há 42 anos e estará no jogo de sábado (13) contra o Brasil. Nova York tem a maior comunidade de marroquinos dos Estados Unidos: são cerca de 18 mil pessoas. O reduto do país fica em Astoria, bairro conhecido por receber imigrantes do mundo inteiro. Nos tradicionais cafés marroquinos da região, um assunto é inevitável:
"Se o Marrocos ganhar do Brasil, o bairro estará em festa. Se perder, vai ser um funeral", disse o torcedor.
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Pessoas representam a comunidade marroquina em Nova York. Mas o reforço está chegando. Muitos e muitos marroquinos estão indo do Marrocos para lá para fortalecer a seleção em mais uma Copa do Mundo. Um torcedor chegou na quarta-feira (10) e disse que, nos próximos dias, vários voos vão chegar lotados de marroquinos para apoiar o time. Foi assim na última Copa do Mundo: milhares de marroquinos invadiram o Catar para ajudar Marrocos a se tornar o primeiro país africano a chegar a uma semifinal de Copa do Mundo.
Um marroquino disse que nós, brasileiros, demos sorte com o corte do Ezzalzouli. O outro falou que quer ver Brahim Díaz, jogador do Real Madrid. Mas, para todos, que vivem em Nova York ou no Marrocos, o jogador que mais os representa é o capitão e lateral-direito do time: Hakimi.
Comentários
Denílson e Renata Vasconcellos em Nova York, nos Estados Unidos
Jornal Nacional/ Reprodução
Renata Vasconcellos: Marrocos: cortes na seleção sempre são uma complicação. Ainda mais há dois dias da estreia. Você lembra bem, em 1998, quando o Romário foi cortado. Como é que o time sentiu naquele momento?
Denílson, comentarista: Um corte sempre traz uma frustração. Primeiro, para o jogador que é cortado e, segundo, para o elenco, que desde a convocação definitiva dos jogadores - naquela ocasião eram 23 jogadores convocados; dessa vez são 26 jogadores convocados. Dependendo da importância dele dentro do elenco, deixa uma sequela. Mas os jogadores, o grupo de um modo geral, pode usar isso como uma motivação para o início da Copa do Mundo. Espero que não contra o Brasil.
Renata Vasconcellos: Eu vou fazer a mesmo pergunta que eu fiz para o Felipão há pouco: tem algum aspecto que o Brasil deve se atentar no jogo contra o Marrocos?
Denílson: Eu tenho ouvido muito os analistas de futebol falando em relação ao comportamento da seleção marroquina. A seleção marroquina, por exemplo, contra a Noruega fez uma marcação pressão. Contra o Brasil, eu acho que eles não vão fazer isso. Eu acho que eles não vão ter essa coragem de marcar a saída de bola da Seleção Brasileira. Eu acho que a gente tem que se preocupar, o Brasil nesse caso, com o contra-ataque. Então, Casemiro e Bruno Guimarães precisam estar muito atentos durante a partida.
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