Suspeito de envolvimento na morte de homem baleado na porta de casa é preso em Teresina

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Anderson Barroso (à esq.) e homem preso nesta quarta (à dir.)
Reprodução
Um homem, que não teve a identidade revelada pela polícia, foi preso na manhã desta quarta-feira (24), em Teresina, suspeito de envolvimento na morte de Anderson Barroso da Silva, de 30 anos, baleado na porta de casa em março deste ano, na Vila Mocambinho I, Zona Norte da capital.
Segundo o delegado Genival Vilela, do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), as investigações apontaram que o carro utilizado pelos autores do homicídio estava na posse do suspeito preso. O veículo foi usado no ataque que matou Anderson na noite de 5 de março.
"Comprovamos que esse veículo estava na posse desse indivíduo preso hoje. Ele não era o proprietário, mas era alguém que estava com a posse desse veículo. Foi por esse motivo que ele foi preso", afirmou Genival Vilela.
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Ainda de acordo com o delegado, durante o interrogatório, o suspeito permaneceu em silêncio. Em seguida, ele afirmou que teria alugado o veículo para uma terceira pessoa, mas não forneceu detalhes que pudessem ajudar na identificação dos demais envolvidos.
Agora no g1
A Polícia Civil informou que a motivação do crime ainda está sendo investigada. De acordo com o delegado Genival Vilela, uma das hipóteses é que o assassinato tenha relação com disputas envolvendo facções criminosas.
"A vítima tinha alguma relação com facção criminosa, então a motivação do crime possivelmente seja a facção criminosa. A investigação ainda não foi concluída. Esperamos esclarecer melhor a motivação e identificar os demais envolvidos", disse.
Relembre o caso
Anderson Barroso da Silva foi baleado na noite de 5 de março, na rua onde morava, na Vila Mocambinho I. Segundo testemunhas, os suspeitos chegaram em um carro branco e efetuaram vários disparos contra ele.
Anderson chegou a ser socorrido e levado ao Hospital do Mocambinho, mas não resistiu aos ferimentos.
Na época do crime, a Polícia Militar informou que mais de 20 boletins de ocorrência já haviam sido registrados contra a vítima. Segundo a Polícia Civil, Anderson respondia a processos por tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo e receptação.
Ele também foi investigado por suspeita de participação no incêndio de um ônibus durante protestos após a morte de dois homens em confronto com a Polícia Militar.
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