오픈뉴스백과
둘러보기비교AI 브리핑뉴스
회사용어사전커뮤니티피드 제보
...

오픈뉴스백과

집단지성 기반 뉴스 검증 플랫폼. 다양한 시각으로 뉴스를 이해합니다.

서비스

세계의 오늘한국의 오늘뉴스정부과학학술용어사전소개

법적 고지

개인정보처리방침이용약관콘텐츠 이용 안내

문의

이메일 문의

본 플랫폼에서 제공하는 뉴스 콘텐츠의 저작권은 각 언론사에 있으며, 무단 복제 및 배포를 금지합니다.

RSS 피드를 통해 수집된 콘텐츠는 각 원저작자의 라이선스 조건을 따릅니다. 오픈 라이선스(CC-BY 등) 콘텐츠는 해당 라이선스에 따라 출처를 표기합니다.

오픈뉴스백과는 뉴스 집계 및 검증 플랫폼으로, 개별 기사의 내용에 대한 책임은 해당 언론사에 있습니다.

이용자가 작성한 피드백, 팩트체크, 독자 제보 등의 콘텐츠에 대한 책임은 해당 작성자에게 있습니다.

콘텐츠 제거 요청: contact@opennewspedia.com

© 2026 오픈뉴스백과 (OpenNewsPedia). All rights reserved.

피드
미디어 커버리지1건1개 미디어
중도 성향 100%
G1 (Globo)
세계
중도 성향

Professor relata assalto durante corrida na Avenida Litorânea, em São Luís: 'levei um soco tão forte que fui ao chão'

G1 (Globo)
조회 0
Professor relata assalto durante corrida na Avenida Litorânea, em São Luís:  'levei um soco tão forte que fui ao chão'

Professor relata assalto durante corrida na Avenida Litorânea, em São Luís
O professor de Física da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Welberth Santos Ferreira, usou as redes sociais para relatar momentos de pavor vividos na manhã desta sexta-feira (19), enquanto praticava corrida na Avenida Litorânea, em São Luís. O caso ocorreu horas após outro grupo de atletas denunciar uma tentativa de assalto na mesma região (saiba mais abaixo).
Segundo o professor, ele foi abordado por criminosos armados durante um treino em uma área com pouca iluminação, nas proximidades de um parquinho. De acordo com o relato, três motos com cinco ocupantes participaram da ação, sendo que pelo menos três deles estavam armados.
📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp
Welberth contou que os assaltantes surgiram de forma repentina e exigiram que ele entregasse o celular. "Surgiram do nada três motoqueiros, me apontaram a arma e pediram o celular. Eu não corro com o celular", relatou.
Como não estava com o aparelho, os criminosos passaram a revistá-lo. Ao perceberem que ele carregava a chave do carro, roubaram o objeto e também a aliança que usava. "Quando eu levantei a mão, eles viram a chave do carro, roubaram a chave do meu carro, roubaram a minha aliança", disse.
O professor afirmou que a aliança estava apertada no dedo e que, durante a ação, recebeu um soco no rosto. Segundo ele, a agressão foi tão forte que o deixou desacordado por alguns segundos.
"Como a aliança estava apertada, levei um soco tão forte que fui ao chão", contou. Em outro trecho do relato, ele afirmou: "Me desferiram um soco que eu apaguei aqui no meio da Litorânea".
Professor relata assalto durante corrida na Avenida Litorânea, em São Luís: 'levei um soco tão forte que fui ao chão'
Reprodução/Redes sociais
Após recuperar a consciência, Welberth viu os assaltantes fugindo em direção a um shopping da região. Pouco depois, ele recebeu ajuda de um corredor que passava pelo local. O professor agradeceu publicamente o apoio prestado por um homem identificado apenas como Anderson, que o auxiliou após o crime.
"Eu queria agradecer do fundo do coração ao Anderson, que eu nem conhecia. Ele foi passando, me prestou todo o socorro, me levou em casa para pegar a chave reserva do meu carro", afirmou.
Segundo Welberth, uma viatura da Polícia Rodoviária Federal passou pela região logo após o assalto e chegou a iniciar buscas pelos suspeitos, mas eles não foram localizados. "Os policiais surgiram em seguida, bateram em deslocamento e não pegaram eles", relatou.
Após o ocorrido, o professor registrou boletim de ocorrência e afirmou que sentia fortes dores no olho em razão da agressão. "Tô indo agora fazer boletim de ocorrência. Tô sentindo muita dor no olho", disse.
Abalado emocionalmente, Welberth afirmou que pensa em interromper a rotina de treinamentos e competições esportivas. Ele lembrou que já havia deixado de praticar outras atividades por questões de segurança.
Segundo o professor, ele parou de nadar no mar após a morte de um triatleta na região do Espigão Costeiro e também deixou de pedalar nas ruas, optando apenas por treinos em bicicleta estacionária. "Sinceramente, agora penso em parar as competições e treinos. Esse é o sentimento", desabafou.
Welberth contou ainda que vivia um momento de retomada no esporte e vinha conseguindo melhorar seu desempenho nas corridas.
"Foi o ano que eu estava reencontrando meu pace. Consegui voltar a ganhar algumas provas, mas agora vou parar tudo. Não sei como vou fazer daqui para frente", declarou.
Procurada pelo g1, a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) ainda não se manifestou sobre o caso.
Corredoras também foram abordadas por criminosos
Horas antes, outro caso semelhante havia sido relatado pelo treinador Dilson Pará. Segundo ele, duas corredoras foram abordadas por criminosos armados enquanto treinavam próximo ao centro de treinamento, na Avenida Litorânea.
Dilson contou que estava pedalando em outro trecho da orla quando o crime aconteceu. De acordo com o treinador, por volta das 4h20, três motos com seis homens vestidos de preto se aproximaram das atletas.
"Hoje eu saí para pedalar enquanto duas mulheres ficaram correndo próximo ao CT. Como eu estava de bicicleta, fui um pouco mais longe, até Iemanjá (uma praça). Quando voltei, tinha acabado de acontecer", relatou.
Segundo ele, as corredoras chegaram a acreditar que os ocupantes das motos fossem policiais. "No primeiro momento, elas acharam que fossem policiais. Mas quando as motos subiram na calçada, perceberam que não era", afirmou.
Assustadas, as duas mulheres correram em direções diferentes, mas foram alcançadas pelos criminosos.
"Os homens foram atrás delas, abordaram as duas e pediram os celulares. Como elas não estavam com nada, os homens as revistaram para conferir e depois foram embora", contou.
Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
"Quando cheguei, uma delas estava chorando muito. Fiquei com elas por um bom tempo tentando acalmá-las. Graças a Deus, ninguém se feriu", disse o treinador.
Após os dois episódios, atletas que utilizam a Avenida Litorânea para corridas, caminhadas e treinos de ciclismo voltaram a demonstrar preocupação com a segurança na região, especialmente durante a madrugada e nas primeiras horas da manhã.
"Fica o alerta para todos nós que treinamos tão cedo: todo cuidado é pouco", alertou Dilson Pará. ...

전문 보기

이 뉴스, 독자들은 어떻게 느꼈나요?

첫 반응을 남겨보세요

로그인하면 감정 반응에 참여할 수 있어요.

관련 뉴스

관련 뉴스 제보는 로그인 후 가능합니다.

'world' 카테고리 뉴스

15 former terrorists yield to Army in Maguindanao del Sur

Philippine Daily Inquirer

8 hurt as car crashes into rice field in Isabela

Philippine Daily Inquirer

Cops recover getaway vehicle used in Bukidnon robbery

Philippine Daily Inquirer

G1 Globo의 다른 기사

Cura após diagnóstico de 6 meses de vida e abandono das muletas: veja relatos de milagres do padre Donizetti no interior de SP

G1 (Globo)

Polícia Militar apreende 17 kg de cocaína em Pinheiral

G1 (Globo)

É #FAKE que vacina da dengue foi aplicada como 'experimento' e usou população como 'cobaia'

G1 (Globo)

피드백

피드백을 남기려면 로그인해 주세요.