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Austrália e Vanuatu assinam acordo que barra base militar da China

G1 (Globo)
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Austrália e Vanuatu assinam acordo que barra base militar da China

ONP Summary

Australia and Vanuatu have signed a bilateral economic and security agreement that prohibits foreign military bases on the island nation. The accord reflects Australia's response to China's expanding security footprint in the South Pacific, where Beijing and Western allies compete for regional influence. China has previously deepened its foothold in Vanuatu through police partnerships and equipment donations.

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O primeiro-ministro de Vanuatu, Jotham Napat (à esquerda), e o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, assinam o Acordo Nakamal no Parlamento em Canberra.
Lukas Coch/AAP via AP
A Austrália e Vanuatu assinaram nesta segunda-feira (29) um aguardado tratado bilateral de segurança e economia que impede a China de instalar uma base militar na nação insular do Pacífico Sul.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, assinou o chamado Acordo Nakamal com o seu homólogo de Vanuatu, Jotham Napat, na capital australiana, nove meses após o governo de Vanuatu rejeitar uma versão preliminar do texto. Na ocasião, o arquipélago temia que o pacto limitasse sua capacidade de atrair investimentos em infraestrutura.
"Nosso acordo reflete e confirma o papel da Austrália como a maior e mais abrangente parceira econômica, de segurança e desenvolvimento de Vanuatu, uma responsabilidade que assumimos com seriedade", declarou Albanese a jornalistas.
Napat afirmou que o pacto "reafirma o compromisso compartilhado de dar continuidade e fortalecer a parceria estratégica entre nossos dois países, baseada no respeito mútuo, na confiança e em nossa visão comum por um Pacífico pacífico, estável e próspero".
Agora no g1
Segundo comunicado do governo, sob os termos do acordo, Vanuatu não permitirá nenhuma base ou infraestrutura militar estrangeira em seu território e manterá sua infraestrutura crítica livre de militarização, interferência externa ou acesso não autorizado.
O tratado é um de vários que a Austrália firmou ou vem negociando com vizinhos regionais para conter o avanço da influência de segurança da China na região.
Vanuatu consultará a Austrália quando considerar a participação de terceiros em sua infraestrutura crítica, mas não haverá poder de veto por parte de Camberra, conforme proposto inicialmente.
Vanuatu também se comprometeu a priorizar a cooperação policial com os membros do Fórum das Ilhas do Pacífico, um bloco de 18 países e territórios que inclui a Austrália. O acordo, contudo, não exclui a polícia chinesa. A China não mantém uma presença policial permanente no arquipélago, mas agentes chineses costumam visitar a nação de 350 mil habitantes.
Além disso, Vanuatu concordou em recorrer primeiro à Austrália, Nova Zelândia e França para responder a grandes desastres naturais.
A Austrália havia proposto fornecer a Vanuatu 500 milhões de dólares australianos (US$ 344 milhões) ao longo de uma década nos termos do rascunho original. Albanese informou que o custo do acordo final será tornado público até dezembro.
Napat adiantou que um acordo bilateral que Vanuatu está negociando com a China será divulgado assim que o pacto receber o "aval de Pequim". Anteriormente, o premiê descreveu o chamado Acordo Namele com a China como um tratado de "cooperação abrangente para o desenvolvimento", assegurando que não se trata de um pacto de segurança.
Vanuatu tem recebido vultosos empréstimos e ajuda humanitária da China para a construção de edifícios, portos e outras obras de infraestrutura.
“No momento, ainda não foi assinado. Vamos compartilhar o acordo (Namele). Não há nada a esconder. Nosso governo é transparente e sou muito grato por o primeiro-ministro (Albanese) também ter me dado autorização para compartilhar com eles (a China) o Acordo Nakamal”, disse Napat.
Em setembro do ano passado, Albanese foi notificado de que a versão anterior do pacto havia sido rejeitada poucas horas antes de embarcar para Vanuatu para a cerimônia de assinatura. ...

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