Pesquisas feitas na rede pública do Amapá são apresentadas em bares: ‘ciência mais acessível’

AI Summary
The 2026 FIFA World Cup officially begins on June 11 with Mexico facing South Africa in the opening match, marking the first World Cup hosted by three countries (USA, Mexico, Canada) and expanding to 48 teams. Brazilian referee Wilton Pereira Sampaio will officiate the opening, the tournament features three separate opening ceremonies, and coverage spans multiple streaming platforms and traditional broadcasters globally.
Progressive: Progressive-leaning outlets frame the tournament in relation to geopolitical tensions and social controversies, emphasizing how the USA's hosting role intersects with immigration policy debates and highlighting broader political conflicts inherent to the multi-country expanded format.
Moderate: Centrist outlets focus on tournament logistics, broadcast arrangements, participating teams, match schedules, and sports figures involved in the competition.
Conservative: Conservative-leaning outlets raise questions about FIFA's governance and institutional accountability, drawing historical parallels to World Cups being used for political purposes by authoritarian regimes and examining FIFA's responsibility in such contexts.
Pesquisadora da Unifap apresentando o seu trabalho
José Carlos Tavares/Arquivo pessoal
Pesquisadores do Amapá lançaram o programa Ciência na Cuia, que leva trabalhos das universidades públicas para espaços descontraídos, como bares. O objetivo é democratizar o acesso à ciência.
A primeira edição ocorreu no domingo (7), em um bar na Zona Sul de Macapá. Cinco pesquisadores apresentaram estudos de diferentes áreas.
Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça
A previsão é realizar mais duas edições em 2026, incluindo feiras e outros espaços públicos. Pesquisadores estrangeiros também devem participar dos debates.
José Carlos Tavares, coordenador do laboratório de fármacos da Universidade Federal do Amapá (Unifap), destaca que muitas pessoas desconhecem as pesquisas feitas nas universidades e o impacto delas no dia a dia.
“A ideia é deixar a ciência mais acessível, porque muitas vezes ficamos dentro do laboratório sem divulgar os tipos de pesquisa.No laboratório de fármacos, por exemplo, temos estudos interessantes que impactam diretamente a vida das pessoas. Estamos desenvolvendo projetos na área de diabetes e novos medicamentos para tratamento de feridas, e a população não sabe disso”, explicou.
Ele ressalta que o programa também mostra como o dinheiro público é usado nos laboratórios. Para o pesquisador, é essencial que a população conheça os estudos, já que eles têm impacto direto na sociedade.
“Isso é importante porque usamos dinheiro público, e a população precisa conhecer o que estamos estudando e o que está surgindo em termos de pesquisa”, afirmou Tavares.
O Ciência na Cuia foi inspirado em um projeto internacional que leva pesquisa para bares e espaços públicos. No Amapá, ganhou versão regional com a simbologia da cuia, objeto indígena usado para o consumo de bebidas.
A iniciativa também atende exigências do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de agências de fomento, que pedem divulgação científica em linguagem popular.
Na primeira edição, foram apresentados trabalhos de iniciação científica, mestrado e doutorado. O público pôde tirar dúvidas e interagir com os pesquisadores.
LEIA MAIS:
Livro 'Memórias de Velhas' é lançado na sexta (12) com histórias de guardiãs do Marabaixo no AP
Inscrições para o concurso da Unifap encerram nesta sexta (12); salários ultrapassam R$ 5 mil
Laboratório de fármacos
Um dos trabalhos desenvolvidos no laboratório foi um medicamento à base de jucá, planta amazônica conhecida cientificamente como Libidibia ferrea, para tratar o pé diabético.
A pesquisa mostrou que o Jucá aumenta o fluxo de sangue na área ferida, o que ajuda a irrigar a região e acelerar o processo de cura.
As pesquisas começaram em 2024 e passaram por diferentes etapas da fase pré-clínica. A pomada feita com jucá já concluiu todos os testes necessários e agora será submetida à avaliação da Anvisa.
Em um dos casos acompanhados pela equipe, um paciente que usou spray à base de jucá apresentou melhora significativa. O quadro era considerado irreversível e havia indicação de amputação, mas o tratamento evitou a perda do membro.
A expectativa é que o produto seja aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e passe a ser oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS) como alternativa mais barata e eficaz.
Medicamentos à base de Jucá são desenvolvidos no Amapá
Francisco Pinheiro/g1
Além do jucá, o laboratório da Unifap também desenvolve produtos com óleos de alecrim e larício. A previsão é que esses medicamentos sejam testados ainda este ano em pacientes atendidos na Unidade Básica de Saúde (UBS) da universidade.
Medicamentos à base de Jucá são desenvolvidos no Amapá
Francisco Pinheiro/g1
Pesquisador da Unifap recebe prêmio da Academia Ibero-Americana de Farmácia
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá
VÍDEOS com as notícias do Amapá: ...
이 뉴스, 독자들은 어떻게 느꼈나요?
첫 반응을 남겨보세요로그인하면 감정 반응에 참여할 수 있어요.