Idosa de 106 anos é transportada em rede até ambulância que atolou em estrada no RN

AI Summary
Virtual assets are increasingly used in South Korean drug trafficking. In the first four months of 2026, 9.2% of drug offenders employed such methods, up from 8.4% for all of 2025. Difficult-to-trace cryptocurrencies have become a particularly common tool for dealers conducting transactions online.
Progressive: Progressive outlets emphasize the use of difficult-to-trace dark coins and frame this as a significant technical challenge for law enforcement in tracking and disrupting drug transactions.
Moderate: Moderate outlets focus on the statistical trend and document the shift of drug trafficking to online platforms, presenting this as an observed phenomenon rather than a specific law enforcement challenge.
Moradores da comunidade desatolaram ambulância para atendimento de idosa no RN
Uma idosa de 106 anos precisou ser levada em uma rede até uma ambulância que atolou na zona rural da cidade de José da Penha, na Região Alto Oeste do Rio Grande do Norte. O caso aconteceu entre a noite de terça (9) e a madrugada de quarta-feira (10).
A paciente havia sofrido uma queda em casa, na comunidade Sítio Baixo do Fogo. Moradores relataram que a ambulância ficou atolada por cerca de 1 hora em uma estrada vicinal na região e não conseguiu chegar à residência.
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A idosa foi levada até o veículo por vizinhos e familiares. Cerca de 10 moradores da comunidade ajudaram a desatolar a ambulância, que seguiu para o hospital municipal em seguida. A idosa foi atendida e liberada durante a madrugada - ela não sofreu nenhuma fratura.
Foto 1: Moradores ajudam a desatolar ambulância | Foto 2: Problema na estrada na qual ambulância atolou, em imagem pela manhã
Cedidas
Em nota, a prefeitura de José da Penha informou que as chuvas registradas nos últimos dias provocaram danos em estradas vicinais do município. Segundo a prefeitura, a Defesa Civil foi acionada e equipes da secretaria de obras foram mobilizadas para realizar os reparos necessários.
Morador da comunidade, Pedro Filho afirmou que os problemas na estrada não são recentes. Segundo ele, os moradores cobram providências da prefeitura há pelo menos quatro meses e já fizeram apelos nas redes sociais pedindo a recuperação da via. Ele disse que não chove na comunidade há 30 dias.
Retorno também foi problema
A paciente foi levada para o hospital com uma acompanhante dentro da ambulância, que só contava com o motorista na equipe de saúde.
Após o atendimento, durante o retorno para casa, por volta das 2h30, a ambulância novamente não conseguiu novamente acessar a residência. A paciente precisou ser levada em uma maca para concluir o trajeto.
Segundo o morador Pedro Filho, cerca de 500 pessoas vivem na comunidade Sítio Baixo do Fogo e enfrentam dificuldades frequentes de deslocamento por causa das condições da estrada, especialmente durante o período chuvoso.
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