오픈뉴스백과
오늘의 이슈오늘 10장그래프ONP 브리핑
뉴스개체 사전회사공식 자료라이브용어사전뉴스로 배우기홈피드 제보내 편향
...

오픈뉴스백과

집단지성 기반 뉴스 검증 플랫폼. 다양한 시각으로 뉴스를 이해합니다.

서비스

오늘의 이슈홈라이브뉴스공식 자료용어사전소개

법적 고지

개인정보처리방침이용약관콘텐츠 이용 안내

문의

문의하기

본 플랫폼에서 제공하는 뉴스 콘텐츠의 저작권은 각 언론사에 있으며, 무단 복제 및 배포를 금지합니다.

RSS 피드를 통해 수집된 콘텐츠는 각 원저작자의 라이선스 조건을 따릅니다. 오픈 라이선스(CC-BY 등) 콘텐츠는 해당 라이선스에 따라 출처를 표기합니다.

오픈뉴스백과는 뉴스 집계 및 검증 플랫폼으로, 개별 기사의 내용에 대한 책임은 해당 언론사에 있습니다.

이용자가 작성한 피드백, 팩트체크, 독자 제보 등의 콘텐츠에 대한 책임은 해당 작성자에게 있습니다.

콘텐츠 제거·정정이 필요하시면 문의하기에 남겨 주세요.

© 2026 오픈뉴스백과 (OpenNewsPedia). All rights reserved.

뉴스 목록
관련 뉴스65건15개 미디어
진보 성향 27%중도 성향 60%보수 성향 13%
Malay Mail
진보 성향 27%중도 성향 60%보수 성향 13%
G1 (Globo)
Poder360
The Guardian World
Agencia Brasil
Washington Times
The New York Times
Infobae
Proceso Digital
Brasil de Fato
CartaCapital
Perfil
Metrópoles
Free Malaysia Today
Ada Derana
Malay Mail
세계
중도 성향

Etanol, açúcar e acordos comerciais estão entre as justificativas dos EUA para tarifaço contra o Brasil

G1 (Globo)
Etanol, açúcar e acordos comerciais estão entre as justificativas dos EUA para tarifaço contra o Brasil

Novas tarifas de Donald Trump
Reprodução/Jornal Nacional
O etanol voltou ao centro das discussões comerciais entre Brasil e Estados Unidos após o governo americano citar o tema entre as justificativas para a adoção de tarifas contra produtos brasileiros.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
Ambos os países são os dois maiores produtores de etanol do mundo. Há duas décadas, o produto é um dos principais temas das negociações comerciais entre os dois países.
Atualmente, o Brasil cobra uma tarifa de 18% sobre o etanol de milho importado dos EUA. Já os americanos aplicam uma taxa de 12,5% sobre o etanol brasileiro (antes do novo tarifaço).
Segundo documento do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), o Brasil "interrompeu abruptamente o tratamento tarifário anteriormente equilibrado para o etanol" e não voltou a oferecer tratamento tarifário recíproco às exportações americanas.
Histórico da disputa
A origem da atual política comercial remonta a 2010. Na época, o Brasil buscava ampliar o acesso do açúcar brasileiro ao mercado americano e decidiu reduzir de 20% para zero a tarifa de importação do etanol norte-americano.
Com preços mais baixos e vantagens logísticas, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, o etanol americano ampliou sua participação no mercado brasileiro.
Após pressão de produtores nacionais, principalmente do Nordeste, o Brasil mudou a política de importação. Em 2017, voltou a cobrar tarifa de 20%, mas criou uma cota de importação livre de impostos para os americanos.
A cota deixou de existir em 2021.
Desde o ano passado, o governo Donald Trump defende que o Brasil volte a conceder tratamento privilegiado ao etanol americano.
Um dos argumentos dos produtores brasileiros é que a expansão da produção nacional, especialmente do etanol de milho, reduziu a necessidade de importações dos Estados Unidos.
O ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) Roberto Azevêdo afirma que o cenário mudou desde o período em que o comércio de etanol entre os dois países enfrentava menos restrições.
"Há uma certa abundância do produto no mercado brasileiro e não há interesse em enfrentar uma tarifa adicional dos Estados Unidos, até porque a nossa participação no mercado americano é irrisória. Os EUA dizem que o nosso produto entra lá com uma taxa muito baixa, mas o problema nunca foi a tarifa de importação. São as barreiras técnicas e os subsídios dados ao produto americano", diz Azevêdo.
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil só aceitaria discutir uma redução da tarifa sobre o etanol americano se o açúcar brasileiro também entrasse na negociação.
Segundo ele, os dois produtos estão associados, já que o etanol também é produzido a partir da cana-de-açúcar.
O argumento do governo brasileiro é que os Estados Unidos pedem mais acesso para o etanol americano no Brasil, mas mantêm limitações à entrada do açúcar brasileiro.
O mercado americano opera com cotas de importação de açúcar com tarifa reduzida. O Brasil, maior produtor mundial da commodity, pode exportar 155 mil toneladas por ano dentro desse sistema, volume considerado pequeno pelo governo brasileiro.
Para Oliver Stuenkel, da Fundação Getulio Vargas (FGV), as discussões sobre etanol e açúcar também envolvem interesses econômicos internos nos Estados Unidos.
"Qualquer tarifa produz uma reação interna e também protege determinadas indústrias. Então é sempre preciso avaliar qual é a organização e o impacto econômico para um determinado setor e avaliar qual é a influência política que esse setor tem em Washington. Mas, a princípio, é comum de novo que esse tipo de negociação acontece para chegar num compromisso, cedendo em uma área para tentar obter vantagens em outra área", diz Stuenkel.
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, defende a continuidade das negociações entre os dois países.
"A questão é discutir açúcar e etanol de forma conjunta e avaliar que políticas convergentes Brasil e EUA podem adotar para estimular o consumo de etanol no mundo", diz Alban.
Preferências para Índia e México
Outro argumento apresentado pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos é que o Brasil concede tratamento tarifário preferencial a centenas de produtos mexicanos, incluindo automóveis, e indianos, como produtos industriais.
A Casa Branca argumenta que veículos americanos pagam mais impostos para entrar no Brasil do que veículos produzidos no México.
O governo brasileiro afirma que os acordos com Índia e México foram negociados por meio do Mercosul.
Segundo a Vice-Presidência da República, esses acordos são amparados por mecanismos que permitem concessões comerciais entre países em desenvolvimento.
A Confederação Nacional da Indústria afirma que a tarifa efetiva média aplicada a produtos americanos vendidos no Brasil é de 2,7% e que mais de 70% das exportações dos Estados Unidos para o país entram sem cobrança de tarifas.
GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional
Segundo especialistas citados na reportagem, a tarifa média aplicada a produtos da Índia e do México é superior à cobrada dos EUA.
O advogado especializado em comércio internacional Welber Barral afirma que não seria possível estender automaticamente aos Estados Unidos os acordos comerciais firmados entre o Mercosul e Índia ou México.
"No caso da Índia, a lista de preferências é muito pequena e tem pouco efeito. Já no caso do México, existe uma contrapartida que os norte-americanos não oferecem. Além disso, como o Brasil não tem acordo de livre comércio com os Estados Unidos, uma redução de tarifa poderia ser automaticamente estendida aos demais membros da OMC, inclusive à China", diz Barral.
LEIA TAMBÉM
Tarifaço de Trump: Alckmin diz que Brasil negociará 'sempre' e que ideia do governo para resolver crise 'não é retaliação' ...

전문 보기

이 뉴스, 어떠셨어요?

탭 한 번으로 반응 · 로그인 불필요

관련 뉴스

41건 · 15개 매체
진보 성향 27%중도 성향 60%보수 성향 13%
4개 매체9개 매체2개 매체

Resumão diário do JN: Tarifaço: novas taxas americanas sobre produtos brasileiros entram em vigor; EUA e Arábia Saudita assinam acordo de cooperação em energia nuclear

G1 (Globo)
중도 성향

Brasil pediu aos EUA que sobretaxa de 12,5% não seja cumulativa

Poder360
중도 성향

US trade chief defends tariffs as Democrats say Trump ‘in denial’ over price hikes

The Guardian World
진보 성향

Empresas afetadas por tarifaço terão acesso a socorro de R$ 18,5 bi

Agencia Brasil
중도 성향

Trump trade rep says more tariffs are coming as blanket levies expire, Democrats raise cost worries

Washington Times
보수 성향
관련 뉴스 제보는 로그인 후 가능합니다.

'world' 카테고리 뉴스

PCG, BFAR probe fish kill in Pililla waters

Philippine Daily Inquirer

Xi stresses fostering virtue through education, promoting high-quality basic education

ECNS (China News Service)

China, U.S. agree to prepare for high-level exchanges

ECNS (China News Service)

G1 Globo의 다른 기사

Corpo do diretor e cineasta Ricardo Spencer é velado em SP

G1 (Globo)

Morte de policial militar causa comoção entre colegas, em Goiânia: ‘Guerreiro’

G1 (Globo)

'Temos que negociar até a exaustão, até o limite', diz Tarcísio sobre tarifaço dos EUA

G1 (Globo)

피드백

피드백을 남기려면 로그인해 주세요.