5 interesting things we just learned about the people who use Lovable
A year and half year after launching, Lovable has hit $500 million in annual recurring revenue.
"JUST" · 총 6,184건
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49.5
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50 = 중립
100 = 긍정 우세
최근 7일 기준 83,549건을 분석한 결과, 뉴스 심리지수는 49.5(균형)입니다. 긍정 10,345건(12.4%)·중립 60,403건(72.3%)·부정 12,801건(15.3%)이며, 중립 비중이 뚜렷하게 높습니다. 성향 지수는 종합 20.0(중도 균형)입니다.
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Meghan Markle’s lifestyle brand As Ever is drawing renewed attention after new figures revealed the scale of its online traffic since the start of the year. According to data reported by Newsweek, the Duchess of Sussex’s venture has attracted just under 400,000 visitors to its...

BACHOK, June 9 — A youth from Kampung Chap here has transformed a childhood fascination with ornamental fish into...

With a competitive price, winning design, and better performance than the R1, Rivian could be set to break into the big leagues. Just make sure you get the right model with the right tech.
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Dad sandals, upgraded.

Lapid was set to attend the Marseille International Film Festival in July as part of the jury, but pulled out following pressure from pro-Palestinian filmmakers.
L’état de la justice rappelle celui d’autres services publics, comme l’hôpital qui peine à recruter ou l’Ecole qui traverse une crise de vocations. Mais contrairement à d’autres secteurs, il n’existe pas de justice privée capable de remplacer la justice pénale de la république, pointe l’avocat Vincent Brengarth.
Darlliny Martins de Freitas, de 31 anos, vítima de transfobia. Arquivo pessoal Uma mulher trans que trabalha como recepcionista no Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) denunciou práticas transfóbicas sofridas durante o trabalho ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Darlliny Martins de Freitas, de 31 anos, afirmou que buscou o CNJ porque o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) se omitiu diante das denúncias dos crimes. O órgão nega a omissão. Segundo Darlliny, desde as primeiras situações de preconceito, buscou encaminhar as denúncias pelos canais oficiais. Chegou a procurar a ouvidoria do órgão, a Secretaria da Presidência, supervisores, a administração do prédio e também o RH da empresa terceirizada, mas nada foi feito. Um dos primeiros episódios de transfobia envolveu uma técnica de enfermagem, durante uma campanha de vacinação. Na ocasião, a técnica de enfermagem perguntou em voz alta: “Qual é o nome dele?”, ignorando o fato de o nome social já estar devidamente registrado. "Fiquei sem reação. Uma servidora que estava ao meu lado, presenciou toda a situação, assim como os demais servidores e o magistrado que estavam no local. Todos olharam para mim e para ela, aparentemente esperando alguma reação ou pedido de desculpas, mas nada aconteceu. Eu apenas queria sair dali e chorar", relembra. Darlliny relata que procurou a secretária do presidente para relatar o ocorrido. No entanto, segundo ela, naquele momento, sentiu que houve omissão, pois nada foi feito. O TJ-RO alega que no mesmo dia em que a denúncia foi formalizada na Ouvidoria, foram adotadas "as providências administrativas cabíveis, dentro dos limites legais e dos ritos próprios de apuração" e enviou o caso para a Comissão de Combate ao Assédio e à Discriminação (CPCAD). Após esse episódio, segundo a vítima, ela continuou enfrentando situações de preconceito no ambiente de trabalho, até que surgiu uma vaga no Fórum de Ji-Paraná e decidiu deixar a sede, em Porto Velho, em busca de recomeço. Porém, foi surpreendida de maneira negativa. "Os sete meses que permaneci lá foram os mais difíceis da minha vida. Diariamente eu era alvo de comentários e situações constrangedoras", relata. LEIA TAMBÉM: Estado de RO terá que indenizar paciente que sofreu transfobia após ser internada no Hospital de Base Defensora pública de Rondônia é denunciada por transfobia: 'barbudo de vestido' Rondônia é o 2º estado do Norte que mais cometeu crimes contra pessoas LGBTQIAP+ em 2023, aponta anuário Outra situação em que, segundo a vítima, nenhuma providência foi tomada, ocorreu quando ela descobriu que um colaborador havia acessado e divulgado seus dados pessoais para policiais no Fórum de Ji-Paraná (RO). O caso também foi levado aos responsáveis. Foi então que surgiu o pedido de transferência de retorno a Porto Velho. Segundo ela, a autorização só veio após mencionar que ingressaria com medidas judiciais, diante das omissões que vinha enfrentando. Quando voltou para Porto Velho, foi transferida para a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) do TJRO, onde reencontrou a técnica de enfermagem responsável pelo primeiro episódio de transfobia. Apesar de informar o desconforto ao RH da empresa e à administração, Darlliny foi informada de que nada poderia ser feito, pois sua lotação naquele prédio havia sido um pedido específico da administração. Nesse período, ela relata ter sofrido novas violências: a mesma servidora voltou a tratá-la pelo gênero masculino na presença de outros colegas. Saúde mental Darlliny lamenta que, após dois anos resistindo em silêncio por medo de perder o sustento, sua saúde mental e dignidade tenham sido profundamente afetadas por uma instituição que deveria promover a justiça, mas que, em seu relato, agiu com preconceito e omissão. Antes da mudança para Porto Velho, Darlliny fez exames periódicos da empresa e, durante a consulta, contou à médica o que estava acontecendo. Foi afastada por 15 dias e encaminhada para atendimento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps). A preocupação dela era em manter o emprego, pois mora sozinha e depende dele para sobreviver. As denúncias Segundo Darlliny, após anos o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) abriu um processo administrativo contra a técnica de enfermagem. O caso segue sob sigilo. As denúncias contra a técnica de enfermagem foram encaminhadas para as Ouvidorias do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Darlliny também denunciou a profissional de saúde ao Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia (Coren-RO), em 28 de maio de 2026, e ainda aguarda um posicionamento da entidade e a adoção de eventuais providências. Denúncia às ouvidorias sobre o caso de Darlliny Martins. Arquivo pessoal O que diz o TJ-RO? O TJ-RO argumenta que Darlliny foi ouvida e acolhida por equipe de psicólogos da instituição e por um magistrado integrante da Comissão de Combate ao Assédio e à Discriminação (CPCAD). Reforçou que o caso segue os ritos, dando direito do contraditório e a ampla defesa de todas as partes envolvidas e que medidas disciplinares somente poderão ser adotadas após a conclusão regular do procedimento. "O Tribunal possui políticas permanentes de prevenção e enfrentamento ao assédio moral, ao assédio sexual e à discriminação, alinhadas às diretrizes do CNJ. A instituição mantém comissões voltadas à equidade e à diversidade, promove campanhas de conscientização e realiza capacitações sobre respeito à identidade de gênero e ao uso do nome social, direito reconhecido e observado no âmbito da Corte", informou o órgão, em nota. Por se tratar de um caso que corre em segredo de justiça, o TJ-RO optou por não comentar detalhes da investigação.

This article is brought to you by AGILINK. Throughout the exhibition hall at the 2026 IEEE International Conference on Robotics (ICRA), in Vienna, one demonstration seemed to attract a disproportionate amount of attention. Two robotic hands were making a balloon dog. Slowly and deliberately, the robot twisted a long balloon into loops, bends, and joints without popping it. Visitors stopped, watched, and often returned with colleagues to watch again. AGILINK’s balloon dog demonstration draws a crowd at ICRA 2026.AGILINK At first glance, the demonstration appeared almost playful. Among roboticists, however, balloon twisting is widely recognized as an unusually difficult manipulation task. A balloon is lightweight, highly deformable, slippery, and extremely sensitive to force. Every twist changes its geometry and internal pressure, turning a seemingly simple activity into a continuously changing physical interaction problem. Humans navigate those changes almost intuitively. While making a balloon animal, people rarely think consciously about force regulation, slip prevention, or contact stability. They simply adjust. For robots, those adjustments remain remarkably difficult. The challenge is not merely moving fingers to the right positions. The harder part is maintaining stable interaction while the object itself is changing. Highlights from AGILINK’s ICRA 2026 demonstrations, including visuotactile sensing, in-hand manipulation, balloon-animal shaping, and other contact-rich tasks enabled by the company’s latest OmniHand platform.AGILINK That distinction helps explain why the balloon dog drew so much attention in Vienna. What appeared to be a dexterity demonstration was, in many ways, a demonstration about contact itself. As robotic manipulation continues to advance, a growing number of researchers are arriving at a similar conclusion: many of the hardest problems in robotics begin only after contact occurs. Motion and Contact Intelligence for Robot Manipulation Balloon twisting combines two challenges that robotics has traditionally struggled to solve simultaneously: long-horizon task execution and contact-rich manipulation. The first concerns motion. A balloon dog is not created through a single grasp or twist. It emerges through a carefully ordered sequence of manipulations, each setting the conditions for what follows. A small rotational error introduced early may appear insignificant at first, yet several steps later it can prevent the final structure from forming altogether. In that sense, balloon twisting is a long-horizon task. Success depends not only on performing individual actions correctly, but also on preserving the future feasibility of the entire manipulation process. To address this challenge, AGILINK began by collecting demonstrations from professional balloon artists. Human actions were mapped onto robotic hands to establish an initial manipulation policy. But successful demonstrations alone were insufficient. In practice, some of the most valuable learning occurred when execution began to drift toward failure. Whenever instability emerged, human operators intervened and corrected the manipulation in real time. Those interventions were recorded and incorporated into reinforcement-learning cycles, allowing the system to learn not only how successful demonstrations unfold, but also how experienced operators recover when things start to go wrong. Through this process, the robot gradually acquired the capabilities required for long-horizon task execution—a collection of abilities that AGILINK groups under the term motion intelligence: the ability to generate actions, coordinate bimanual behaviors, and execute extended manipulation sequences under real-world uncertainty. OmniHand 3 Ultra-M on display at ICRA 2026.AGILINK Yet motion alone does not explain why balloon twisting remains difficult. The second challenge is contact. The robot must continuously regulate force, adjust contact locations, and respond to subtle changes in the object’s state. These decisions are difficult to encode through explicit rules. Even skilled human operators often rely on tactile intuition developed through experience rather than consciously articulated strategies. Analysis of those interventions revealed that many failures did not originate from incorrect action sequences, but from the breakdown of contact itself. To better capture those interaction dynamics, AGILINK collected contact-centric intervention data and incorporated those interactions into reinforcement-learning training. Rather than learning only which motions to perform, the system also learned how humans maintain stability when contact conditions begin to deteriorate. AGILINK describes this capability as contact intelligence: the ability to establish, maintain, and adapt physical interaction as force distribution, friction, deformation, and contact geometry continuously evolve. The distinction between the two capabilities is subtle but important. Motion intelligence determines what the robot intends to do. Contact intelligence determines whether it can continue doing it. For balloon twisting, both are necessary. One provides the sequence of actions. The other keeps those actions physically viable. YouTuber KhanFlicks follows OmniHand’s motions while learning to fold a balloon dog at the AGILINK booth.AGILINK Between a balloon slipping away and a balloon bursting lies a narrow region of stability. Successful manipulation depends on finding that region—and remaining within it throughout the task. Introducing the OmniHand 3 Ultra-M Dexterous Hand The balloon dog demonstration showcased a manipulation capability. It also revealed a broader question. How much contact intelligence can be achieved through learning alone? A robot can only regulate what it can perceive. It can only respond as quickly as its hardware allows. As manipulation tasks become increasingly complex, researchers are finding that progress depends not only on better policies, but also on richer sensing and faster physical response. That realization formed the backdrop for AGILINK’s second major announcement at ICRA 2026. Alongside the balloon dog demonstration, the company introduced the OmniHand 3 Ultra-M. OmniHand 3 Ultra-M closely matches the size of an adult human hand.AGILINK The two exhibits represented different stages of the same technological trajectory. If the balloon dog demonstrated what contact intelligence can already accomplish today, Ultra-M was designed to explore what contact intelligence may require next. Building Hardware for Contact Intelligence Roughly the size of an adult human hand, the OmniHand 3 Ultra-M integrates 20 active degrees of freedom within a human-scale form factor. Its most distinctive feature is a fully direct-drive architecture. By adopting direct-drive actuation throughout the system, the hand is designed to enable faster and more transparent force regulation and higher force-control bandwidth, enabling faster response as contact conditions change. For contact-rich manipulation, responsiveness can be as important as sensing itself. By adopting direct-drive actuation throughout the system, the OmniHand 3 Ultra-M is designed to enable faster and more transparent force regulation and higher force-control bandwidth, enabling faster response as contact conditions change. The platform also incorporates tactile sensing across nearly the entire hand. Each fingertip contains a miniature vision-based tactile sensor, while more than 300 three-dimensional tactile sensing points are distributed throughout the palm. Together, they provide information not only about where contact occurs, but how contact is evolving. The system is designed to estimate pressure distribution, shear forces, local deformation, slip tendencies, and other interaction dynamics that often remain invisible to conventional position-based control systems. According to AGILINK’s tests, individual sensors achieve force resolution of approximately 0.005 N—roughly equivalent to detecting the weight of a sheet of paper resting on a fingertip. Spatial resolution reaches approximately 0.04 mm, while sensing density approaches 50,000 sensing points per square centimeter. OmniHand 3 Ultra-M recognizes feather texture through vision-based tactile sensing.AGILINK For dexterous robots, contact has traditionally been a largely hidden process. Ultra-M is designed to make that process more observable. Rather than simply detecting that contact has occurred, the system attempts to resolve where interaction is happening, how forces are distributed, whether instability is beginning to emerge, and how manipulation strategies should adapt in response. The balloon dog offered a glimpse of what contact intelligence can already accomplish. Ultra-M explores a different question: what capabilities may be required to push contact intelligence further? The Physical World Remains the Hardest Benchmark The significance of contact intelligence extends far beyond balloon animals. Many tasks that continue to resist automation involve unstable or deformable interaction: cable insertion, garment handling, flexible packaging, delicate assembly, connector mating, tool use, and household manipulation. These tasks are difficult not because robots cannot reach the correct location, but because maintaining stable interaction after contact begins remains extraordinarily hard. For decades, robotics achieved many of its successes by reducing uncertainty. Factories were engineered to make robotic motion predictable, repeatable, and highly structured. The physical world behaves differently. A growing share of robotics research is shifting toward interaction itself—understanding how robots can establish, maintain, and adapt physical contact within environments that remain fundamentally unpredictable. Objects shift. Materials deform. Friction changes. Contact evolves. Real environments rarely follow scripts. Seen through that lens, the balloon dog was never really about the balloon dog. What attracted attention at ICRA was not simply a visually impressive demonstration, but what it revealed: intelligence in the physical world is ultimately measured through interaction. As motion generation continues to mature, a growing share of robotics research is shifting toward interaction itself—understanding how robots can establish, maintain, and adapt physical contact within environments that remain fundamentally unpredictable. For robots moving beyond structured environments and into less predictable real-world settings, managing contact may become as important as motion itself.

Um homem suspeito de integrar uma facção criminosa foi preso nesta terça-feira (9), na Zona Norte de Teresina. Antônio Laércio Mesquita Silva, de 34 anos, estava foragido desde outubro de 2022, quando não retornou ao sistema prisional após a saída temporária do Dia das Crianças. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Segundo a polícia, havia um mandado de prisão em aberto por roubo contra ele. Além disso, Antonio Laercio é investigado por ligação com uma organização criminosa que atua em Teresina. A prisão ocorreu durante uma operação que também cumpriu três mandados de busca e apreensão na região. Segundo a investigação, o suspeito era monitorado antes de ser localizado. Não voltou da saída temporária Antonio Laercio cumpria pena em regime semiaberto quando foi autorizado a sair da prisão entre os dias 9 e 13 de outubro de 2022, na saída temporária conhecida como "saidinha". No entanto, ele não voltou à Colônia Agrícola Major César Oliveira (CAMCO) no prazo definido pela Justiça. O descumprimento foi considerado falta grave. Regime fechado Após a fuga, o juiz José Vidal de Freitas Filho, da Vara de Execuções Penais de Teresina, determinou a regressão do regime prisional. Com a decisão, Antonio Laercio perdeu o direito ao regime semiaberto e passou a cumprir pena em regime fechado. "O cometimento de falta grave impõe a regressão de regime prisional do semiaberto para o fechado", afirmou o magistrado na decisão. Após a prisão desta terça-feira, a Justiça determinou que ele seja levado para a Penitenciária Irmão Guido ou para a Penitenciária Professor José Ribamar Leite. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Personal foi preso em seu local de trabalho Polícia Civil/Divulgação Dois homens foram presos nesta segunda-feira (8) em Macapá durante a Operação Mulher Segura. Um deles é personal trainer acusado de perseguir a ex-companheira. O outro é suspeito de estupro contra uma criança em 2022. O suspeito de estupro foi preso no bairro Infraero 2. Ele foi localizado após buscas e teve a identidade confirmada pela polícia. Ele teria tocado nas partes íntimas de uma criança dentro de um comércio no bairro dos Buritis, na Zona Norte da capital. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp O personal trainer foi preso no bairro Universidade, na Zona Sul da cidade, onde trabalhava. Ele descumpriu uma medida protetiva de urgência determinada pela Justiça. De acordo com o delegado Felipe Rodrigues, o personal já tinha histórico de violência contra a ex-companheira. “Mesmo após medidas judiciais para proteger a vítima, ele continuou descumprindo as restrições. Com o mandado de prisão, conseguimos localizá-lo e prender. A Operação Mulher Segura intensifica o combate à violência doméstica e garante a proteção das vítimas”, disse o delegado. Os dois homens foram levados para a unidade policial e ficarão à disposição da Justiça. LEIA MAIS: Suspeito de roubar R$ 1,5 mil de ex-companheira é preso após agredi-la no Amapá 'Especialista' em furtar carros é preso no Amapá com três condenações Operação Mulher Segura A Operação Mulher Segura é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e realizada no Amapá com apoio da Sejusp e forças de segurança. As ações seguem até 31 de dezembro e incluem medidas preventivas, educativas e repressivas para enfrentar a violência contra a mulher em todo o estado. Operação Mulher Segura finaliza 13 dias de ações no Amapá Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

Idoso em situação de rua tem cabelos e barba tingidos de vermelho por empresário A família do idoso de 83 anos em situação de rua que aparece em um vídeo tendo o cabelo e a barba tingidos de vermelho por um empresário em São José do Rio Preto (SP) afirmou ao g1 estar indignada com o episódio e pede justiça. O idoso não foi encontrado pela polícia até a última atualização desta reportagem. Em entrevista, um familiar, que preferiu não se identificar, disse que acompanha a situação do idoso há anos e negou que ele tenha sido abandonado pela família. Segundo ele, a dependência química enfrentada pelo homem há décadas dificulta os tratamentos e a permanência em abrigos ou instituições. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp "Hoje, aos 83 anos, infelizmente, a gente tenta ajudar ele. Os órgãos públicos, muitas pessoas e empresários também tentam ajudar, mas esse vício muito forte faz com que ele não consiga seguir os tratamentos", afirmou o familiar. Idoso tem os cabelos e barba tingidos de vermelho em Rio Preto (SP) @RioPretoRegiao/Divulgação O caso ganhou repercussão no domingo (7) após a divulgação de um vídeo gravado no dia 9 de maio. Nas imagens, o idoso aparenta hesitar e demonstra não querer que o empresário faça a pintura. Ainda assim, o dono da garagem insiste e chega a afirma que irá retirar a doação de roupas do idoso caso ele não aceite tingir os cabelos e a barba. Depois, fotos mostram os cabelos e a barba do idoso completamente vermelhos. LEIA MAIS Veja o que se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre o caso do idoso Segundo o parente, a família já tentou internar o idoso ao menos três vezes, mas a dependência química tem dificultado a continuidade dos tratamentos. Para ele, a situação expôs uma pessoa em condição de extrema vulnerabilidade. "É um ato reprovável. Foi uma atitude totalmente infeliz do responsável por isso. Ele é uma pessoa idosa, incapaz de compreender muitas situações e extremamente vulnerável. Lamento muito essa atitude do empresário e esperamos que a justiça seja feita”, pede o familiar. Em um vídeo, enviado ao g1 no domingo, o empresário Renato Eugênio Dias, que aparece nas imagens, afirmou que conhece o idoso há anos e que o caso ocorreu em um momento de descontração. O g1 tentou contato com o advogado de defesa de Renato nesta terça-feira (9), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Caso de idoso que teve cabelo tingido de vermelho em troca de R$ 50 pode configurar crime O que dizem as autoridades? O caso é investigado pela Polícia Civil que informou que a conduta pode configurar crimes previstos no Estatuto da Pessoa Idosa e também injúria. Já o Ministério Público instaurou um procedimento para investigar as circunstâncias do caso e eventuais responsabilidades dos envolvidos. Em nota divulgada após a repercussão do caso, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social classificou o episódio como uma situação vexatória e informou que pretende encaminhar o caso à Defensoria Pública. Initial plugin text Idoso em situação de rua tem cabelos e barba tingidos de vermelho por empresário em troca de doações em Rio Preto (SP) @RioPretoRegiao/Divulgação Idoso em situação de rua tem cabelos e barba tingidos de vermelho por empresário em troca de doações em Rio Preto (SP) @RioPretoRegiao/Divulgação Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM .

Golpe do Falso Executivo: quadrilha se passa por presidente de empresa do RS e funcionária faz quase R$ 200 mil em transferências Polícia Civil/Divulgação Pelo menos cinco pessoas foram presas e 14 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Rio Grande do Norte nesta terça-feira (9) em uma operação contra um grupo criminoso que se passava por chefe de uma empresa para aplicar golpe em uma funcionária. A operação "Interface" foi comandada pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, no Rio Grande do Sul, onde fica a empresa vítima do golpe, e cumpriu mandados de prisão, além do RN, no Mato Grosso. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Ao todo, foram expedidos 60 mandados judiciais de busca e apreensão e 27 mandados de prisão para serem cumpridos nos dois estados (MT e RN). Os nomes dos presos não foram divulgados. Os crimes investigados são de estelionato qualificado por fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O somatório das penas máximas para esses crimes pode ultrapassar 26 anos de reclusão. Agora no g1 Como funcionava o esquema De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos criavam perfis falsos de empresários e, a partir disso, conseguiam que pessoas do setor financeiro, subordinadas a esse empresário, fizessem transferências de recursos da empresa. Os criminosos usavam engenharia social e perfis falsos em aplicativos de mensagens (com nome e foto do presidente da empresa) para induzir funcionários do setor financeiro a realizar transferências urgentes, segundo a polícia. Os criminosos conseguiram enganar a gerente financeira da empresa. "O pedido de pagamento era usual. Ela não desconfiou. E a forma como eles abordaram ela, a engenharia social foi muito bem feita, era realmente a forma como esse presidente solicitava os pagamentos", explicou a delegada Luciane Bertoletti, titular da 3ª Delegacia de Polícia de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Golpe em fevereiro De acordo com a investigação, no dia 5 de fevereiro de 2025, a gerente financeira da indústria de Canoas recebeu mensagens de um número de telefone que exibia a fotografia do presidente da empresa. Como o executivo encontrava-se em viagem e frequentemente solicitava pagamentos a fornecedores por meio de mensagens, a funcionária não desconfiou. Assim, ela fez transferências bancárias para contas indicadas pelo suposto diretor. Os valores foram distribuídos entre diferentes destinatários. Somente dois dias depois, ao perceber que os pagamentos eram elevados e haviam sido solicitados em curto espaço de tempo, a funcionária desconfiou da situação. Ao verificar o número utilizado, constatou que não correspondia ao telefone verdadeiro do presidente da empresa. Prejuízo de quase R$ 200 mil O golpe causou um prejuízo estimado de R$ 193.601,89 em uma indústria gaúcha. A Justiça também determinou o bloqueio judicial de dezenas de contas bancárias vinculadas aos suspeitos. De acordo com a polícia, a execução do crime partiu de Cuiabá (MT). Segundo a polícia, para ocultar o dinheiro do golpe, os criminosos faziam uma espécie de "pulverização financeira", fragmentando rapidamente os valores em dezenas de contas de bancos digitais em vários estados para evitar o rastreamento e os bloqueios judiciais. Estrutura da organização criminosa Segundo a polícia, o grupo criminoso possuía funções definidas na execução da fraude, com: articuladores e executores, que planejavam o crime e realizavam os contatos fraudulentos; gerentes, que coordenavam o fluxo do dinheiro; "tripeiros", como eram chamados os que aliciavam e recrutavam contas bancárias de terceiros mediante pagamento de comissão; e "conteiros”, em relação às pessoas que cediam suas contas correntes para receber o dinheiro do golpe. Além das polícias Civil do RS, do RN e do MT, a operação contou com o apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Vídeos mais assistidos do g1 RN

Ian Wright speaks out after Somali referee denied US entry ahead of FIFA World CupFormer Three Lions and Arsenal striker has taken a dig at the FIFA World Cup with just 2 days into the biggest extravaganza of world sports. Wright called the tournament a ‘World Cup of...

Seleção Iraniana espera casa cheia em estreia na Copa nos EUA A cota de ingressos destinada aos torcedores do Irã para a fase de grupos da Copa do Mundo foi revogada poucos dias antes do início do torneio, informou a federação de futebol do país. A Copa do Mundo, sediada conjuntamente por Canadá, México e Estados Unidos, começa na quinta-feira (11). O Irã está programado para enfrentar a Nova Zelândia em 15 de junho e a Bélgica em 21 de junho — ambas as partidas em Los Angeles — antes de jogar contra o Egito em Seattle, em 26 de junho. A entidade que governa o futebol iraniano afirma que os regulamentos da Fifa determinam que cada federação participante da Copa do Mundo receba 8% dos ingressos de cada uma de suas partidas para distribuir aos seus torcedores. A federação acrescentou que já havia iniciado a venda dos ingressos, mas agora não pode mais disponibilizá-los aos fãs, alguns dos quais já haviam feito planos de viagem. "Privar os torcedores iranianos do acesso à sua cota legal e oficial de ingressos é uma ação contrária ao espírito que rege as competições internacionais e ao princípio da igualdade entre os países participantes", afirmou a FFIRI em comunicado. "Esse desenvolvimento levanta sérias questões sobre a interferência de considerações não esportivas e políticas na organização do maior evento de futebol do mundo." A FFIRI também pediu à Fifa "que mantenha os princípios de neutralidade, justiça e respeito aos regulamentos estabelecidos". O envolvimento do Irã na Copa do Mundo tem sido marcado por incertezas, relacionadas à guerra em curso no Oriente Médio e às preocupações de segurança associadas. Em 25 de maio, o Irã transferiu sua base de treinamento de Tucson, no Arizona, para a cidade mexicana de Tijuana, alegando que os Estados Unidos não estavam dispostos a recebê-los. De acordo com as condições de seus vistos, a delegação iraniana terá de entrar e sair dos Estados Unidos nos dias de cada partida da fase de grupos. Menos de duas semanas depois, em 6 de junho, o Irã acusou os Estados Unidos de negar vistos a membros "essenciais" da comissão técnica e administrativa da seleção nacional, com 15 dirigentes e funcionários administrativos tendo a entrada recusada. A FFIRI já havia apresentado à Fifa uma lista de 10 condições para a participação do país na Copa do Mundo, incluindo a autorização para que jogadores, treinadores e dirigentes que tenham cumprido serviço militar junto ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) possam participar do torneio. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou que os jogadores iranianos serão bem-vindos na competição, mas que indivíduos com vínculos ao IRGC poderão enfrentar restrições de entrada no país. O Irã foi o único país ausente no congresso anual da Fifa realizado em Vancouver, em abril, depois que uma delegação de dirigentes da FFIRI, incluindo seu presidente, Mehdi Taj, foi impedida de entrar no Canadá pelo serviço de imigração do país.
Rosie O'Donnell says she won't get more cosmetic surgeries after her January facelift, citing authenticity and truth as her guiding values now.

Bij verschillende invallen in Nederland en Duitsland zijn drie verdachten aangehouden in verband met een groot drugsonderzoek. Dat meldt het Duitse Openbaar Ministerie, de douane- en recherche en de politie van Frankfurt am Main in een persbericht. De verdachten werden bij invallen in Amersfoort, Assen en het Duitse Herborn opgepakt. Het gaat om een Nederlander van 59, een Nederlander van 56 en een 53-jarige Turk. Twee andere verdachten in het onderzoek, een 57-jarige Duits-Turkse staatsburger en een 26-jarige Bulgaar, werden al eerder opgepakt. De Duitse justitie zegt dat het in het onderzoek nauw heeft samengewerkt met de Nederlandse opsporingsdiensten. Justitie beschuldigt de verdachten van deelname aan een criminele organisatie. Ze hebben in wisselende samenstellingen gewerkt aan de import van cocaïne, in verschillende rollen. 250.000 kilo cocaïne Volgens de Duitse justitie maken de verdachten deel uit van een internationale criminele organisatie die tussen juni 2024 en januari dit jaar honderdduizenden kilo's cocaïne vanuit Brazilië en Colombia naar Duitsland heeft verscheept. De drugs werden per vliegtuig en via containerschepen naar Europa gebracht, zeggen de Duitse autoriteiten. De politie heeft vier drugstransporten weten te onderscheppen. In totaal werd daarbij 250.000 kilo cocaïne met een straatwaarde van 180 miljoen euro in beslag genomen. De verdachten zouden bedrijven in verschillende Duitse deelstaten hebben overgenomen, om deze vervolgens te gebruiken als dekmantel voor hun illegale praktijken. Ook huurden ze medewerkers in als directeur van deze bedrijven, om deze stromannen vervolgens in te zetten voor de smokkel van de drugs. Zij importeerden legale producten, om zo de drugstransporten te verhullen. Zo werkte de 59-jarige als directeur van een van de dekmantelbedrijven, regelde de 53-jarige de logistiek en was de 26-jarige verantwoordelijk voor het uithalen van de drugs, zegt justitie. 27 invallen Justitie beschuldigt de verdachten van deelname aan een criminele organisatie. Ze hebben in verschillende samenstellingen gewerkt aan de import van cocaïne, in verschillende rollen. In totaal deed de politie invallen bij 27 bedrijfspanden en woonhuizen in de Duitse deelstaten Noordrijn-Westfalen en Hessen, en in Nederland. De verdachten die in Duitsland werden aangehouden worden voorgeleid, waarna een rechter besluit of ze langer vast blijven zitten. De Duitse justitie heeft het Nederlandse Openbaar Ministerie gevraagd om de verdachten die in Nederland werden gearresteerd over te leveren.

Megaoperação contra tráfico de drogas desarticula facção em Linhares Dezessete pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (9) durante uma ação contra o tráfico de drogas em Linhares, no Norte do Espírito Santo. Também foram apreendidos armas, drogas, celulares, anotações e equipamentos de videomonitoramento usados, segundo a Polícia Civil, para monitorar a movimentação na região. Batizada de Operação Copa, a ação cumpre 25 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão. A operação que mobilizou mais de 80 policiais seguia até as 9h30. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp Alvos presos Entre os alvos estão dez investigados apontados como integrantes de uma organização criminosa que atua no município. Os três principais alvos da investigação foram presos. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, Jordano Bruno, a investigação apontou que o grupo não atuava apenas com o tráfico de drogas, mas também com a receptação e comercialização de produtos furtados e roubados. "Foi identificado na região uma atuação muito forte na aquisição e receptação de produtos de furto e roubo. Produtos furtados no Centro de Linhares acabavam sendo comercializados de forma ilegal pela facção", afirmou o delegado. Operação Copa prendeu 17 pessoas em Linhares, norte do Espírito Santo Reprodução/PCES LEIA TAMBÉM: IRMÃOS VERA: um dos chefes da facção TCP é condenado a 24 anos de prisão por matar rival ITAPUÃ: Dona de bar é encontrada morta a facadas dentro do próprio estabelecimento Ainda de acordo com a Polícia Civil, durante as buscas foram apreendidos armamentos, entorpecentes, aparelhos celulares, documentos e equipamentos utilizados para videomonitoramento das ruas. Segundo Jordano Bruno, o sistema era usado para controlar a entrada e saída de policiais e de integrantes de grupos rivais. Armas, drogas, celulares foram apreendidos em operação contra o tráfico de drogas em Linhares, Espírito Santo Reprodução/PCES "Eles utilizavam equipamentos para fazer o videomonitoramento do local, justamente para controlar a entrada e saída de policiais ou de qualquer outra facção que tentasse ocupar a região", disse. As buscas ocorreram em diferentes pontos de Linhares e foram coordenadas pela 16ª Delegacia Regional do município. Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos e reunir novos elementos sobre a atuação da organização criminosa. Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
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Suspeito é preso com roupas e acessórios furtados de box em Caxias Um homem suspeito de furtar roupas e acessórios foi preso nessa segunda-feira (8), no Centro de Caxias. Imagens de câmeras de segurança ajudaram a identificar o suspeito de arrombar e furtar um box comercial. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Parte das mercadorias furtadas foi recuperada pela Guarda Municipal. O estabelecimento fica em um complexo comercial da Avenida Otávio Passos. O furto aconteceu durante a madrugada e foi percebido pelo dono da loja quando ele chegou para trabalhar. Segundo a vítima, o local havia sido arrombado e vários produtos tinham sido levados. Suspeito foi identificado por câmeras de segurança Homem é preso após furtar roupas e acessórios de loja em Caxias Divulgação/Redes Sociais Após analisar imagens do circuito de monitoramento, equipes da Guarda Municipal fizeram buscas pela região central da cidade. O suspeito foi localizado e abordado ainda no Centro de Caxias. Com ele, os agentes encontraram roupas e acessórios furtados do estabelecimento. O homem foi preso e levado para a Delegacia Regional de Caxias, junto com os produtos recuperados, onde ficou à disposição da Justiça.
