Suspendido el fiscal jefe del Tribunal Penal Internacional, Karim Khan, en una investigación por comportamiento sexual inapropiado
La decisión final sobre la posible reincorporación del jurista depende de la Asamblea de los 125 Estados Partes
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La lluvia obligó a cancelar los conciertos de Massive Attack, Doja Cat y Bad Gyal y la organización comunica que es imposible realojar las actuaciones de los artistas suspendidos
Pane na comunicação suspende pousos e decolagens em Guarulhos Aviões que tinham como destino o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e o Aeroporto de Congonhas, tiveram que dar voltas no ar antes de ter o pouso autorizado nesta terça-feira (2). Nesta manhã desta terça-feira (2), uma pane na comunicação suspendeu, temporariamente, os pousos e decolagens nos aeroportos. A FAB informou à GloboNews que o problema durou de 9h24 às 10h05. A operação já foi restabelecida. O site FlightRadar, que monitora a aviação no mundo todo, mostrou aeronaves que tiveram que dar voltas antes de pousar. Um avião que vinha de Vitória e pousaria em Guarulhos, deu voltas próximo a Paraty, por volta das 9h55. Veja abaixo: Avião que vinha de Vitória e pousaria no GRU dá voltas no ar. Reprodução/FlightRadar Uma outra aeronave, que partiu de Porto Alegre e pousou em Congonhas, começou a dar voltas acima do mar, por volta das 10h09, pouco após o início da normalização. A aeronave pousou às 10h40. Veja: Avião dá voltas no ar antes de pousar em Congonhas Reprodução/FlightRadar De acordo com o FlightRadar, o tempo de voo médio desta rota é de 1h16. O voo durou 1h29. A pane Segundo a concessionária GRU Airport, que administra Guarulhos, as operações em GRU foram paralisadas por conta de uma interrupção no Controle de Aproximação de São Paulo, que gerencia e organiza a "fila" de voos e o fluxo aéreo. Houve reflexos do problema em algumas partes do país, como no Distrito Federal. A Aena, concessionária que faz a gestão de Congonhas, informou que se tratava de uma questão no controle de tráfego aéreo. Procurada, a Força Aérea Brasileira (FAB), responsável pelo Decea, confirmou que "houve uma interrupção temporária das operações aéreas, nos aeródromos da região de São Paulo (SP)". Acrescentou ainda que "a suspensão provisória foi motivada por um problema técnico operacional externo" e que "as aeronaves foram devidamente sequenciadas, cumprindo rigorosamente todos os requisitos internacionais de segurança de voo e mantendo o fluxo operacional previsto para os aeródromos". Em abril, uma falha geral no controle de tráfego aéreo na região de São Paulo já tinha suspendido temporariamente os voos. Situação nos aeroportos de Congonhas e Cumbica, em Guarulhos, na manhã desta terça-feira (2), segundo o site Flightradar. Reprodução/Flightradar 24
Terminal de passageiros do Aeroporto Leite Lopes em Ribeirão Preto, SP Fabiano Minato/EPTV Uma pane na comunicação suspendeu temporiamente na manhã desta terça-feira (2) a operação de pousos e decolagens no Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP). O problema também afetou o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e o Aeroporto de Congonhas, dois dos mais movimentados do país. A operação já foi restabelecida em todos os terminais. Segundo a Rede Voa, responsável pelo Leite Lopes, apesar da falha, nenhum voo foi afetado. "Em relação à Rede VOA, a queda na frequência do APP SP, da Força Aérea Brasileira, não causou prejuízos na operação. Já fomos informados que o sinal retornou e a operação segue normalmente", disse. O intervalo de tempo em que houve a interrupção na operação não foi informado. Procurada, a Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que "houve uma interrupção temporária das operações aéreas, nos aeródromos da região de São Paulo (SP)". Acrescentou ainda que "a suspensão provisória foi motivada por um problema técnico operacional externo" e que "as aeronaves foram devidamente sequenciadas, cumprindo rigorosamente todos os requisitos internacionais de segurança de voo e mantendo o fluxo operacional previsto para os aeródromos". Em abril, uma falha geral no controle de tráfego aéreo na região de São Paulo já tinha suspendido temporariamente os voos. *Reportagem em atualização
Quatro aeronaves com destino a Congonhas, em São Paulo, não decolaram na manhã desta terça-feira (2) por falta de comunicação com o terminal paulista. A informação foi confirmada pela assessoria da Inframerica, que faz a gestão do Aeroporto de Brasília. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Pane em São Paulo Na manhã desta terça, uma pane na comunicação suspendeu os pousos e decolagens no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, o mais movimentado do país. Segundo a concessionária GRU Airport, que administra Guarulhos, as operações em GRU estão paralisadas por conta de uma interrupção no Controle de Aproximação de São Paulo. Procurada, a Aena, concessionária que faz a gestão de Congonhas, informou apenas que se tratava de uma questão no controle de tráfego aéreo. Em abril, uma falha geral no controle de tráfego aéreo na região de São Paulo já tinha suspendido temporariamente os voos e também afetou as operações em Brasília. Esta reportagem está em atualização.
Corpo de homem é encontrado no mar durante operação de buscas por desaparecido em Ilhabela O corpo encontrado no mar durante as buscas por Dheorge Pereira Bernardino, de 28 anos, em Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, foi identificado como sendo do próprio homem desaparecido após um passeio de moto aquática. A confirmação da identidade foi feita pela Polícia Civil na noite desta segunda-feira ao g1, por meio do boletim de ocorrência. No documento, familiares reconheceram o corpo por características pessoais da vítima. Entre elas, o reconhecimento foi feito com base na bermuda que ele usava, na cor preta, e nas lentes dentárias. O corpo havia sido localizado pela Defesa Civil na região da Ilha de Búzios, em Ilhabela, durante as operações de busca realizadas pelas equipes de resgate. Mais cedo, segundo o médico-legista Ricardo Cortes, em entrevista à repórter Andressa Lorenzetti, da Rede Vanguarda, a causa da morte de Dheorge Bernardino foi afogamento. Dheorge estava desaparecido desde o dia 24 de maio, quando saiu para um passeio de moto aquática. A mulher que estava com ele, Bruna Damaris da Silva, foi encontrada com vida após passar cerca de 42 horas à deriva no mar. Com a identificação do corpo, as buscas foram encerradas. Segundo o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar), as equipes já haviam suspendido a operação após a localização do corpo, ainda sem identificação, nesta segunda. Dheorge Pereira Bernardino, de 28 anos, desapareceu após passeio de moto aquática. Reprodução/GBMar/Arquivo pessoal Leia também: Mulher que ficou à deriva por 42 horas em Ilhabela diz que moto aquática afundou e correnteza levou dupla para mar aberto VÍDEO: Um dia antes de desaparecer no mar após passeio de moto aquática, homem é filmado com amigos em casa de Ilhabela Festa e passeio de lancha: veja o que testemunhas disseram à polícia sobre desaparecimento de homem e mulher à deriva em Ilhabela 'Confusa, com frio e pedindo água': pescadores relatam como encontraram mulher após 42 horas à deriva no mar em Ilhabela O caso Dheorge Pereira Bernardino desapareceu no dia 24 de maio, após sair para um passeio de moto aquática na região da Praia Ponta das Canas, no sul de Ilhabela, acompanhado de Bruna Damaris, de 26 anos. Na manhã do dia seguinte, a moto aquática utilizada pelos dois foi encontrada à deriva em alto-mar, a cerca de 22 quilômetros do local onde haviam sido vistos pela última vez. As buscas passaram a se concentrar na região da Ilha de Búzios após a localização de um colete salva-vidas pertencente a Dheorge na área. Bruna foi encontrada com vida no dia 26 de maio, após passar cerca de 42 horas à deriva no mar. Ela foi resgatada por pescadores próximo à Ilha de Búzios, encaminhada ao Hospital Municipal Mário Covas Jr., em Ilhabela, e recebeu alta médica dois dias depois. O caso é investigado pela Polícia Civil e Marinha. Bruna Damaris Sant’anna da Silva recebe alta de hospital. Reprodução/TV Vanguarda Bruna Damaris Sant’anna da Silva foi encontrada viva após ficar à deriva. Arte/g1 *(Sob supervisão do g1) Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
Manifestantes protestam contra a proposta dos Estados Unidos de estabelecer um centro de quarentena para o Ebola na Base Aérea de Laikipia, em Nanyuki, Quênia Andrew Kasuku/AP Photo Centenas de jovens fizeram um protesto nesta segunda-feira (1º) na cidade de Nanyuki, no centro do Quênia, contra a instalação de um centro de quarentena para cidadãos americanos expostos ao Ebola na Base Aérea de Laikipia. Os moradores temem ser expostos ao vírus por meio de pacientes transportados ao local. Não há registro, até o momento, de casos de Ebola no país, no atual surto da doença. Os protestos ocorreram dois dias depois de o Supremo Tribunal do Quênia ter suspendido a instalação do centro e a chegada de quaisquer pacientes estrangeiros, enquanto aguarda o julgamento de um processo movido pela Ordem dos Advogados do Quênia e por um órgão de fiscalização constitucional. As duas organizações citaram a fragilidade do sistema de saúde queniano como a razão pela qual pacientes estrangeiros com Ebola não deveriam ser colocados em quarentena no país. Ritmo de disseminação do Ebola está ultrapassando esforços de resposta, diz OMS Autoridades americanas disseram na quinta-feira (28) que os Estados Unidos planejavam enviar americanos expostos ao Ebola no exterior para uma nova instalação no Quênia, em vez de repatriá-los. As autoridades falaram sob condição de anonimato para discutir os planos do governo. Elas disseram que a instalação ficaria na Base Aérea de Laikipia e estaria operacional com 50 leitos de quarentena até esta sexta-feira (5). Na segunda-feira, centenas de jovens marcharam até os portões da base aérea, entoando slogans contra o Ebola. O Ministro da Saúde, Aden Duale, afirmou no domingo que o centro de quarentena era para “todos” e não exclusivamente para cidadãos americanos. O governo dos EUA pretende investir US$ 13,5 milhões nos esforços de preparação do Quênia contra o Ebola, declarou o Secretário de Estado Marco Rubio em um comunicado. Líderes locais, incluindo o governador de Laikipia, Joshua Irungu, disseram a jornalistas que se opunham à criação de um centro de quarentena para o Ebola. “Isso exporá nossa população ao Ebola”, disse ele, acrescentando que muitos moradores locais trabalham dentro da base aérea e poderiam ser expostos. Manifestante exibe cartaz durante um protesto contra a proposta de um centro de quarentena para o Ebola dos Estados Unidos na Base Aérea de Laikipia, em Nanyuki, Quênia. Andrew Kasuku/AP Photo Um morador, Malin Ndegwa, disse que o Quênia não deveria ser exposto ao vírus ao hospedar estrangeiros quando não é o epicentro do surto. “Por que não estão fazendo isso na República Democrática do Congo? Por que não estão fazendo isso em Uganda? Por que precisam trazer isso para cá? Portanto, estamos dizendo, categoricamente, que não queremos negociações, nem participação pública. Queremos que essa instalação seja retirada da nossa cidade, queremos que seja retirada do Quênia”, disse ele. O Quênia não registrou casos de Ebola, mas Uganda, país vizinho, relatou nove e fechou sua fronteira com a República Democrática do Congo (RDC). Emergência de saúde global Pelo menos 282 casos confirmados foram relatados na RDC, com mais de 1.000 casos suspeitos do vírus Bundibugyo, a variante atual do Ebola, que não possui tratamento ou vacina aprovados. A nova variante do Ebola tem feito o vírus se espalhar rapidamente pela República Democrática do Congo e acende um alerta para uma nova epidemia regional da doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto no país provavelmente começou há alguns meses e que a resposta dos órgãos de saúde internacionais foi "um pouco tardia". O Ebola é uma doença rara, mas grave em humanos, que frequentemente leva à morte – a taxa média de letalidade da doença é de 50%. Ele se dissemina entre os humanos pelo contato direto com sangue, secreções ou outros fluidos corporais de pessoas infectadas e com superfícies e materiais contaminados. Com informações da Associated Press
Nattan Érico Andrade/g1 O Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI) derrubou, nesta quinta-feira (28), a liminar que havia suspendido o show do cantor Nattan nos festejos de Santo Antônio, em Campo Maior, no Norte do estado, e liberou a apresentação contratada por R$ 800 mil com recursos da prefeitura. A decisão é do presidente do TJ-PI, desembargador Aderson Antônio Brito Nogueira, que acolheu recurso apresentado pelo município e restabeleceu a validade do contrato administrativo firmado para o evento, previsto para este domingo (31). O magistrado também determinou o desbloqueio imediato dos R$ 800 mil que haviam sido retidos por decisão da 2ª Vara da Comarca de Campo Maior. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Mais cedo, a Justiça de Campo Maior havia determinado a suspensão imediata da contratação do artista e proibido novos pagamentos à empresa responsável pelo show. A decisão atendia pedido do Ministério Público do Piauí (MPPI), que questionou o gasto diante da situação fiscal do município. Agora no g1 Na decisão, o presidente do tribunal afirmou que o bloqueio judicial poderia comprometer diretamente a continuidade de serviços públicos essenciais e o regular funcionamento administrativo da prefeitura. Outro ponto considerado foi o estágio avançado da organização do evento. Conforme consta nos autos, R$ 500 mil já haviam sido pagos à produção do cantor, e um eventual cancelamento poderia gerar multas contratuais, indenizações e outros prejuízos financeiros ao município. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
La fiscalía de la capital de Francia reconoció esta semana que investiga a 78 monitores de actividades extraescolares que han sido suspendidos por casos de violencia o agresiones sexuales desde el 1 de enero