Supply chain disruptions are back at 2022 levels – Statista
Global supply chain pressures have risen again in recent months, returning to levels last seen during the height of pandemic-related disruptions, Statista reports.
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Global supply chain pressures have risen again in recent months, returning to levels last seen during the height of pandemic-related disruptions, Statista reports.
According to NASA, there is “unequivocal evidence that Earth is warming at an unprecedented rate”, Statista reports.
As pessoas traumatizadas por divórcios repentinos Serenity Strull/ BBC/ Getty Images Eve Simmons estava em um relacionamento amoroso havia oito anos e meio e casada havia seis meses quando seu marido colocou um prato de macarrão na mesa à sua frente, acompanhado da frase "Não estou feliz". Foi completamente inesperado. Alguns dias depois, ele disse que não queria tentar salvar o casamento. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Segundo Simmons, foi uma "separação brutal". Existem inúmeros tópicos no Reddit e em outros fóruns online com histórias semelhantes sobre ex-cônjuges que afirmam ter vivenciado um "divórcio abrupto". Às vezes, isso é chamado de "síndrome do divórcio repentino". Mas, na opinião dos especialistas, quais são os motivos que levam um cônjuge a querer o divórcio de repente, e o que uma separação repentina pode nos dizer sobre o estado do amor e dos relacionamentos modernos? Veja os vídeos em alta do g1 Agora no g1 O choque de uma separação repentina Adam Davis (cujo nome verdadeiro foi omitido por motivos de privacidade) estava com sua esposa havia 10 anos e casado havia quatro quando ela saiu de casa uma manhã para ir às compras e nunca mais voltou. Preocupado com o paradeiro dela, Davis contatou a polícia, que confirmou que ela estava bem e segura, mas disse que ela não tinha intenção de entrar em contato com ele. Várias semanas depois, ele recebeu os papéis do divórcio pelo correio. "Não houve nenhuma explicação, não houve nenhum encerramento, não houve nenhuma despedida", diz ele. Davis começou a apresentar sinais de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) quando sua esposa o deixou. "Eu não conseguia dormir, não conseguia comer... Não conseguia me concentrar no trabalho. Eu tinha dificuldade para realizar tarefas diárias, como sair da cama de manhã ou simplesmente tomar banho e escovar os dentes", diz ele. Depois que o choque inicial passou, "o luto chegou. Porque aí começou a ficar real, que ela tinha ido embora". Davis teme que seu divórcio repentino tenha um impacto duradouro sobre ele e seus futuros relacionamentos — e até mesmo sobre amizades comuns. "Eu nunca tive um término tão traumático, que me deixou com a sensação de que não consigo mais confiar nas pessoas", diz ele. "Saio com amigos e me sinto socialmente inadequado. Isso afetou muito minha autoestima... Sinto que estou sempre duvidando das intenções e motivações das pessoas agora." Especialistas sugerem que nossa personalidade e estilos de apego podem levar algumas pessoas a terminar seus casamentos de repente Serenity Strull/ Getty Images/ BBC Simmons diz que a parte chocante de seu divórcio foi que "não havia nenhuma disposição para trabalhar nisso, para curar as feridas ou mesmo para discutir o que poderia ser salvo". Isso levantou a questão: qual é o sentido do casamento? "Você pensa que está na posição mais segura e estável da sua vida, e então tudo é arrancado debaixo dos seus pés sem aviso prévio", diz Simmons. Por que um divórcio repentino pode acontecer Primeiramente, é importante destacar que pode haver muitos motivos legítimos pelos quais um parceiro pode abandonar um relacionamento inesperadamente — como abuso ou controle coercitivo. Em casamentos seguros e sem ameaças, no entanto, a personalidade e os estilos de apego (a maneira como as pessoas agem e se sentem em relacionamentos) podem explicar por que algumas pessoas são mais propensas a abandonar o cônjuge sem aviso prévio ou motivo. "Sabe, existem certos perfis de personalidade que podem ser mais suscetíveis a tomar essas decisões… [como] não estar disposto a fazer concessões", diz Jeffry Simpson, professor de psicologia da Universidade de Minnesota, nos EUA. Algumas pesquisas sugerem que tanto o apego ansioso (em que a pessoa teme a separação ou o abandono do parceiro) quanto o apego evitativo (em que a pessoa busca distância emocional ou teme ficar presa em um relacionamento) afetam negativamente os aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais da qualidade do relacionamento. Outras pesquisas sugerem que pessoas com estilos de apego evitativo são mais propensas a buscar parceiros alternativos ou a se envolver em infidelidade. "Uma das coisas que observamos em alguns dos nossos trabalhos é que pessoas com apego evitativo aos seus parceiros tendem a não se comunicar de forma direta ou eficaz, e às vezes a tomar decisões simplistas", acrescenta Simpson. LEIA TAMBÉM Transplante de rim entre vivos feito por robôs é realizado pela primeira vez na América Latina; veja detalhes Por que as mulheres vivem mais do que os homens? Por outro lado, uma pessoa com um estilo de apego seguro (alguém que sente confiança e segurança nos relacionamentos e confiança em suas próprias habilidades), diz Simpson, é "muito menos propensa a simplesmente terminar o relacionamento sem tentar melhorá-lo ou, pelo menos, deixar o parceiro entender o motivo". No entanto, de certa forma, "muitos divórcios são repentinos, porque simplesmente não conseguimos prevê-los com muita precisão", afirma Galena Rhoades, professora de psicologia da Universidade de Denver, nos EUA, e coautora do livro Fighting For Your Marriage ("Lutando pelo seu casamento", em tradução livre). "[O divórcio] raramente é, infelizmente, uma decisão mútua." Ainda não existem dados ou pesquisas sobre divórcios repentinos e, em última análise, cada relacionamento e suas circunstâncias são únicos. Contudo, pesquisas sobre divórcio em geral podem ajudar a esclarecer as consequências de uma separação inesperada e como lidar com elas. Os impactos do divórcio Atualmente, as taxas de divórcio entre adultos jovens e de meia-idade diminuíram nas últimas décadas nos EUA — embora as taxas de "divórcio grisalho", para casais com 50 anos ou mais, tenham aumentado. No entanto, os casais estão se casando mais tarde do que nunca, ou mesmo não se casando. O número de famílias monoparentais aumentou, assim como o número de crianças nascidas fora do casamento. É justo dizer que as perspectivas sobre o casamento e os relacionamentos de longo prazo mudaram significativamente desde o final do século 20. Para a maioria das pessoas, o casamento não é mais esperado, mas sim uma escolha. Ainda assim, o divórcio — qualquer divórcio, não apenas um divórcio repentino — pode afetar as pessoas de diversas maneiras. De modo geral, as mulheres enfrentam maiores desvantagens pós-divórcio do que os homens — como diminuição da renda, problemas de moradia, pressões sociais e a responsabilidade principal ou exclusiva pelos cuidados com os filhos (apesar de mais mulheres conciliarem carreira e maternidade, as mulheres contribuem com 35% mais para os cuidados infantis do que as mães na década de 1960 — mesmo aquelas que ganham mais do que seus maridos.) Mulheres divorciadas podem sofrer de problemas de saúde mental, incluindo estresse relacionado à guarda dos filhos. Para mulheres em casamentos homoafetivos, pesquisas recentes sugerem que as perdas materiais após o divórcio podem ser menores. Para os homens, os riscos são sutilmente diferentes, segundo estudos. Pesquisas mostram que, embora os homens tenham maior probabilidade de se recuperar financeiramente após um divórcio do que as mulheres, eles tendem a ser menos ricos do que os homens que permanecem casados. Os homens também podem enfrentar um risco maior de problemas de saúde graves após o divórcio, em comparação com as mulheres. Seus riscos para a saúde mental incluem um risco maior de suicídio após a separação conjugal, em comparação com homens casados e com mulheres. Os homens geralmente são mais propensos do que as mulheres a depender de suas cônjuges para intimidade, apoio social e relacionamentos com amigos e familiares, o que pode colocá-los em risco de isolamento social após o divórcio. O choque de um divórcio repentino pode ser difícil de processar e não deixa espaço para se preparar para as consequências mentais e práticas Serenity Strull/ Getty Images/ BBC "As mulheres são orientadas para relacionamentos, o que significa que tendem a manter e formar novas amizades com forte conexão emocional", diz Rhoades. "Os homens são mais propensos a enfrentar dificuldades emocionais ou sociais, porque não possuem os mesmos recursos interpessoais ou sociais que as mulheres costumam ter." Para as mulheres, um divórcio repentino pode ser particularmente surpreendente devido ao papel que desempenham nos relacionamentos amorosos, afirma Rhoades. "Muitas vezes, as mulheres acabam assumindo o papel de iniciar conversas — quase como barômetros de como o relacionamento está indo... é por isso que um divórcio repentino, especialmente partindo do marido, pode ser surpreendente, porque as mulheres estão bastante atentas ao equilíbrio do relacionamento ou a como as coisas estão indo para cada parceiro", diz Rhoades. Nos casos de divórcio repentino, ter menos tempo — ou nenhum tempo — para se preparar para a separação também pode dificultar o enfrentamento das consequências práticas, como ter que encontrar uma nova moradia, mas também das consequências psicológicas do choque. Davis conta que, após o choque inicial passar, começou a sentir uma tristeza intensa — e a falta de um desfecho tornou tudo mais doloroso. Para se salvar do "abismo do desespero", ele começou a se exercitar e a se alimentar bem. Eve se refugiou no sofá da mãe e contou com o apoio de amigos e familiares. Ambos também procuraram terapeutas para ajudá-los a lidar com as consequências emocionais de seus divórcios. Refletindo sobre seus respectivos casamentos, tanto Simmons quanto Davis concluíram que havia diferenças nos estilos de comunicação. "Como muitos relacionamentos, nós tivemos problemas", diz Simmons. "Não era perfeito, porque relacionamentos não são... não foi um mar de rosas. E estávamos juntos há muito tempo, desde o início dos nossos vinte anos", diz Simmons. Eli Finkel, professor de psicologia social na Universidade Northwestern, nos EUA, afirma que o estado atual do casamento nos EUA é "uma mistura de coisas boas e ruins". Em seu livro, The All or Nothing Marriage ("O Casamento Tudo ou Nada", em tradução livre), ele argumenta que a mudança em nossas expectativas e crenças sobre o casamento teve duas consequências. "Primeiro, tornou o casamento mais frágil. Muitos de nós estamos decepcionados com um nível de conexão conjugal que teria sido totalmente suficiente para nossos avós", diz ele. "Mas, em segundo lugar, fez com que os melhores casamentos ficassem melhores do que nunca. Aspiramos a nos conectar em um nível psicológico mais profundo do que em épocas anteriores, e os casamentos que correspondem a essas aspirações são profundamente gratificantes." Curiosamente, uma análise de dados de uma pesquisa publicada pelo Pew Research Center em novembro de 2025 mostrou que os estudantes do ensino médio nos EUA estão menos propensos hoje em dia a dizer que querem se casar — com 67% dos jovens de 17 a 18 anos do país dizendo que escolherão se casar um dia, uma queda em relação aos 80% em 1993. Os meninos são mais propensos a dizer que vão se casar do que as meninas. Finkel adota uma abordagem cautelosa ao interpretar as diferenças de gênero em relação ao casamento e ao divórcio, já que as razões para a divergência não são totalmente claras. "Minha leitura das evidências é que as mulheres são muito mais propensas do que os homens a iniciar o divórcio", diz Finkel. "Há muita especulação sobre o que impulsiona essa diferença de gênero, mas não me sinto confiante em afirmar que alguma delas tenha um respaldo particularmente forte." Os relacionamentos modernos explicam o divórcio repentino? No mundo ocidental, as pessoas têm uma abundância de opções, o que certamente mudou a trajetória do amor e do casamento modernos. Tomemos como exemplo os aplicativos de namoro, que aumentaram a acessibilidade a relacionamentos sexuais casuais. Sua popularidade coincidiu com a mudança na idade média de casamento e com o desejo das pessoas de construir uma carreira antes de se estabelecerem em um relacionamento estável. Embora o número de usuários de aplicativos de namoro tenha diminuído, ele ainda é alto — no Reino Unido, estima-se que haverá 12 milhões de usuários em aplicativos de namoro até 2028. A maior parte da receita da indústria global de aplicativos de namoro vem dos EUA, com três em cada dez adultos americanos afirmando já ter usado um aplicativo de namoro. No Brasil, a expectativa é de que o número de usuários de aplicativos de relacionamento continue a crescer, passando de 16,7 milhões em 2023 para 18 milhões em 2028, de acordo com projeções da plataforma de dados Statista. Os aplicativos de namoro podem levar à "paralisia da escolha" ou "sobrecarga", já que os usuários são expostos a uma "abundância" de parceiros em potencial. Embora essa abundância possa dar a impressão de que é mais provável que uma pessoa encontre um parceiro, pesquisas sugerem que, na verdade, pode ter o efeito oposto — tornando as pessoas mais propensas a permanecerem solteiras. O psicólogo americano Barry Schwartz escreveu sobre esse paradoxo e sobre por que mais é menos. Mais opções não equivalem a mais liberdade, argumenta ele em seu livro. Em vez disso, ele diz que as pessoas podem sentir mais responsabilidade e culpa se estiverem insatisfeitas com uma escolha feita. No mundo moderno dos encontros, a abundância de parceiros em potencial percebidos pode levar à 'paralisia da escolha' Serenity Strull/ BBC/ Getty Images Há também um fenômeno chamado monitoramento alternativo. "Quanto mais você pensa em alternativas, seja um amor do passado, alguém do trabalho por quem você se sente atraído ou, nos dias de hoje, toda a disponibilidade de outros parceiros em potencial, mais difícil pode ficar se comprometer com o relacionamento e se dedicar ao trabalho que relacionamentos de longo prazo exigem", diz Rhoades. Pesquisas sugerem que o monitoramento alternativo precede tanto términos quanto infidelidade. É claro que isso também pode levar a uma relutância em se comprometer — daí o "medo de rotular" e o uso de termos como "relacionamentos casuais" (um relacionamento romântico ou sexual vago e ambíguo, que não envolve compromisso). "Parece haver essa cultura do descartável", diz Simmons. "[A ideia de que] estou com alguém há muito tempo, mas haverá algo melhor em breve, algo muito fácil de alcançar, que exigirá o mínimo de esforço e resolverá todos os meus problemas." "Não sei se isso se deve em parte à cultura dos aplicativos de namoro [ou] também à influência das redes sociais, porque estamos nesse [estado de] consumo constante", diz ela. Em última análise, os relacionamentos exigem trabalho, comprometimento e esforço. "Relacionamentos felizes não surgem do nada", acrescenta Finkel. "Eles exigem investimento inteligente de tempo, atenção e recursos", afirma. E para os apaixonados, nem tudo está perdido. Um amplo estudo recente realizado em 90 países mostrou que as pessoas ainda valorizam o amor romântico ao considerar um relacionamento de longo prazo, inclusive em países onde os casamentos arranjados ainda são comuns. O estudo descobriu que o amor romântico funciona como um mecanismo de compromisso — o que significa que é "universalmente percebido" como uma força que incentiva as pessoas a cultivarem o compromisso em seus relacionamentos. A vida após um divórcio repentino Davis ainda está passando pelo processo de divórcio e tentando seguir em frente. "Não tenho a menor esperança de reconciliação", diz ele. Embora possa especular e considerar os motivos pelos quais sua esposa poderia ter desejado o divórcio, ele ainda não recebeu uma explicação dela. Simmons agora está em um relacionamento feliz e deu à luz recentemente. Olhando para trás, ela diz que havia sinais de que ela e seu ex-marido não eram muito compatíveis. Mas isso é fácil de dizer depois do ocorrido. Ela acabou escrevendo um livro inspirado em seu divórcio repentino, chamado What She Did Next ("O Que Ela Fez Depois"), no qual conversou com dezenas de homens e mulheres que passaram por experiências semelhantes. "Em todos os casos que conheci, sem dúvida alguma, a pessoa que foi pega de surpresa classificou [o ocorrido] como a melhor coisa que já lhe aconteceu... No fim, ela conseguiu tudo o que sempre quis", diz Simmons. "Relacionamentos nem sempre dão certo, e tudo bem."
As Statista's Tristan Gaudiaut details below, according to the IEA Global EV Outlook 2026, published on May 20, global sales of electric cars, including plug-in hybrids, surpassed 21 million units last year, more than doubling since 2022, when annual sales first exceeded 10 million. As the chart shows, EVs now account for roughly one in four passenger car sales globally, meaning their market share climbed to 25 percent in 2025, up from just 2 percent in 2018. You will find more infographics at Statista This rapid growth has…
Cybersecurity consultants have never been more in demand. Information security analyst roles are projected to grow nearly 30 percent between now and 2034, according to the U.S. Bureau of Labor Statistics. More than 15 million cybercrime incidents occurred worldwide in 2024, Statista reported. Data breaches are costly and pose direct safety risks. Statista reported that more than US $10 trillion is spent annually repairing the damage caused by cybercrime, most commonly phishing, spoofing, extortion, and data breaches. In one example in the United States, breathalyzer devices installed in vehicles became disabled, leaving hundreds of drivers stranded, as detailed in an IEEE Spectrum article. To help you acquire the skills you need to distinguish yourself from other cybersecurity job candidates, the IEEE Computer Society offers a “What Makes a Great Cybersecurity Consultant” guide. The 23-page PDF includes hard and soft skills you need, a list of certifications to pursue, and key IEEE cybersecurity conferences for staying updated on developments in the field. The guide includes advice from two cybersecurity experts. John D. Johnson, an IEEE senior member, is the founder and CEO of Aligned Security in Bettendorf, Iowa. Ricardo J. Rodriguez is an associate professor of computer science and systems engineering at the Universidad de Zaragoza, in Spain, who researches digital forensics and other cybersecurity topics. “Technology, remote work, and a shortage of skilled workers make this the ideal time to consider becoming a cybersecurity consultant,” Johnson says in the guide. “Consulting can give you the flexibility, variety, and control over where you want your career to go.” Hard and soft skills At a minimum, cybersecurity professionals should have a general understanding of IT including operating systems, communication protocols, network architecture, and programming languages such as C++, Java, and Python. They also should be well-versed in security auditing, firewall management, penetration testing, and encryption technologies. The principles of ethical hacking and coding would be handy as well. “To be able to defend a system well, you first have to know how to attack it,” Rodriguez says. The guide explains that there are now more technologies available to help cybersecurity consultants monitor threats and protect systems. They include security orchestration, automation, and response (SOAR) platforms, which automate workflows to collect security data, streamline incident response, and automate repetitive tasks. Rodriguez points to advances in domain name system security extensions (DNSSEC), which uses digital signatures based on public-key cryptography to strengthen the authentication of the domain name system. By validating data authenticity, DNSSEC safeguards against attacks such as DNS spoofing and guarantees that users connect to the correct IP address. Technologies such as artificial intelligence, blockchain, and quantum computing will increasingly be used to help thwart cyberattacks, the guide suggests. AI is expected to enhance the quality of data analysis, Rodriguez says. Although hard skills are important, soft skills are just as crucial, according to the guide. Critical thinking, project management, flexibility, teamwork, and organizational and presentation skills are essential. It’s not enough to be good at analyzing security vulnerabilities; you also need to clearly describe the situation and explain possible solutions. “Soft skills are important to achieve good team cohesion,” Rodriguez says, “because consultants often lead diverse teams from within their client’s organization.” “It’s essential,” Johnson adds, “that you demonstrate to clients you’re a team player and a capable communicator, and that you meet your commitments.” Security certifications Possessing security-specific credentials is a valuable way to demonstrate your expertise to potential clients, according to the guide. Because hundreds of certifications are available, Johnson says, pinpointing the most relevant ones can be challenging. Some people focus on theoretical knowledge, while others want to cover practical applications of technology. “Survey the industry and compare it to your skills,” Johnson recommends. “Decide what you want to do, and identify where you have gaps in your skills and experience.” Here are four of the nine certifications listed in the guide that are frequently cited as being important. All the providers are cybersecurity organizations. Certified information security manager. This globally recognized certification from the ISACA is for professionals managing enterprise information security. Certified cloud security professional. Offered by ISC2, this credential validates advanced technical skills in designing, managing, and securing cloud infrastructure. Certified ethical hacker. This certification from the International Council of E-Commerce Consultants (C-Council) confirms proficiency in using methods commonly employed by malicious hackers to detect vulnerabilities. Offensive security certified professional. A hands-on, 24-hour certification exam offered by OffSec covers practical testing skills. Additional industry-specific certifications might be required for organizations in finance, government, health care, or manufacturing. Sound general knowledge—backed by experience, training, and certification—is an essential foundation for being a specialist, Johnson says. Conferences and networking opportunities Events sponsored by the IEEE Computer Society can help you learn about the latest research and advancements in cybersecurity: IEEE Symposium on Security and Privacy, from 18 to 21 May in San Francisco. IEEE European Symposium on Security and Privacy, from 6 to 10 July in Lisbon. IEEE International Conference on Cyber Security and Resilience, from 3 to 5 August in Lisbon. IEEE Secure Development Conference, from 14 to 16 October in Indianapolis. Conferences can give you insight into the field and let you do some networking, but it’s important to network elsewhere as well, experts say. Consider joining the IEEE Technical Community on Security and Privacy, which connects experts and professionals advancing research in areas such as encryption, operating system security, and data privacy. Learning and meeting people keeps your knowledge sharp and can lead to mentorship opportunities with established cybersecurity consultants, Johnson says. Other IEEE resources The IEEE Computer Society’s cybersecurity resources page offers a wealth of information including fundamentals, possible career paths, and standards development. To keep you updated on trends, the society publishes IEEE Transactions on Privacy and the IEEE Security and Privacy magazine. In addition to the guide, the IEEE Learning Network offers nearly 30 courses on cybersecurity. And you can find research papers in the IEEE Xplore Digital Library.