Selangor, Singapura sedia perdalam kerjasama di sebalik ketidaktentuan global
MB Selangor berkata, kedua-dua ekonomi boleh bekerjasama untuk bangunkan rangkaian syarikat tempatan yang dipercayai di Asia Tenggara.

"SINGAPURA" · 총 15건
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Como foi 1º voo teste de avião que fará rota mais longa do mundo O avião que fará o voo sem paradas mais longo do mundo permitirá aos passageiros ver o nascer do Sol duas vezes e terá primeira classe com quarto privativo, cama e TV de 32 polegadas. Essa é a promessa da companhia aérea australiana Qantas, que encomendou 12 unidades do avião para começar a fazer voos sem escalas de Sidney, na Austrália, a destinos como Londres, no Reino Unido, e Nova York, nos Estados Unidos. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O modelo A350-1000ULR é fabricado pela europeia Airbus e concluiu seu primeiro voo de teste na última terça-feira (2), em um voo de quase 4 horas em Toulouse, na França. A aeronave foi projetada para voar até 22 horas seguidas e superar o recorde de voo comercial direto mais longo do mundo, hoje pertencente à Singapore Airlines com um voo de 18 horas entre Singapura e Nova York. Primeiro voo de teste do A350-1000ULR, da Airbus Divulgação/Airbus Qual é o segredo dos aviões que conseguem ficar mais de 18 horas no ar? O A350-1000ULR (ULR é a sigla em inglês para "alcance ultralongo") é uma variação do A350-1000 e poderá reduzir o tempo total das viagens em até quatro horas, segundo a Qantas. A aeronave consegue fazer voos mais longos por conta de um tanque adicional com capacidade para mais 20 mil litros de combustível, o que aumenta a sua autonomia em mais de 1.800 km, de acordo com a Airbus. Avião pode superar recorde de voo mais longo do mundo A encomenda dos aviões faz parte do investimento chamado pela Qantas de Projeto Sunrise ("nascer do Sol"). A entrega sofreu atrasos, mas a companhia deve receber a primeira unidade em abril de 2027 – o prazo inicial para inaugurar a rota era 2025 e já tinha sido adiado para o final de 2026. A empresa encomendou ainda outras 12 unidades do A350-1000, destinados a voos de longa distância, mas com percursos um pouco mais curtos. Como será o voo mais longo do mundo A Qantas informou em 2025 que, para oferecer mais conforto, levará até 238 passageiros por voo, abaixo dos cerca de 300 lugares da versão padrão da aeronave. O projeto da Qantas inclui uma zona de bem-estar com opções para passageiros alongarem as pernas, se alimentarem e se hidratarem. Além disso, todos terão acesso a Wi-Fi durante o voo. O avião terá 6 assentos na primeira classe, 52 na classe executiva, 40 na classe econômica premium e 140 na classe econômica. Saiba mais sobre cada uma delas: Primeira classe com quarto privativo com poltrona reclinável, cama, TV de 32", seis áreas para armazenar objetos, guarda-roupa e espaço para trabalhar e comer; Classe executiva com poltrona larga de 2 metros de comprimento (que pode virar cama), TV de 18", mesa de apoio, carregador sem fio, área de armazenamento e opção para fechar a cabine; Classe econômica premium com apoios para pernas e cabeça, tela de 13,3" e porta-luvas pessoal; Classe econômica com apoio para cabeça, espaço extra para pernas, tela de 13,3". A empresa também disse ter trabalhado com especialistas em sono para reduzir os efeitos do jet lag com a adoção de iluminação e horários de refeição mais adequados. Avião A350-1000ULR, fabricado pela Airbus, foi encomendado pela companhia aérea australiana Qantas Divulgação/Qantas Primeira classe do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Zona de bem-estar do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe executiva do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe econômica premium do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe econômica do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas
Quase um mês depois da declaração de cessar-fogo, EUA e Irã voltam a entrar em combate na região do Estreito de Ormuz Jornal Nacional/ Reprodução Quatro petroleiros de bandeira iraniana cruzaram carregados o Estreito de Ormuz na segunda-feira (1º), no primeiro movimento desse tipo registrado desde meados de abril, quando entrou em vigor o bloqueio dos Estados Unidos aos portos iranianos. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (4) pela empresa de rastreamento marítimo Kpler. A Kpler detectou a passagem dos navios Hilda I, Amber, Silvia I e Happiness I, que transportavam um total de 7 milhões de barris de petróleo. Todos carregaram suas mercadorias em meados de abril na Ilha de Khark, o principal terminal petrolífero do país, por onde normalmente passa 90% do petróleo da República Islâmica. Os navios cruzaram o estreito na segunda-feira com seus transponders AIS desligados. Agora no g1 A Kpler utiliza principalmente imagens de satélite para rastrear embarcações que transportam matérias-primas. Os quatro navios fazem parte de uma rota usada com frequência para o transporte de petróleo iraniano. As embarcações seguem até uma área offshore próxima às costas da Malásia e de Singapura, onde a carga é transferida em alto-mar para outros petroleiros que concluem a viagem até o destino final, geralmente na China. Teerã adotou essa prática para contornar as sanções internacionais. Inicialmente, os quatro petroleiros mantiveram suas operações apesar do conflito. Mas suspenderam as atividades em 13 de abril, quando Washington impôs um bloqueio aos portos iranianos em resposta ao fechamento do Estreito de Ormuz por Teerã. Três petroleiros ligados ao Irã já haviam desafiado o bloqueio em 15 de abril, segundo Kpler. No entanto, nenhum tentou fazê-lo desde então. O Exército dos EUA anuncia regularmente ações contra petroleiros que tentam violar o bloqueio. Reabertura do Estreito de Ormuz não deve encerrar crise do petróleo rapidamente
Relatório americano sobre trabalho forçado tem um estudo de caso criticando a pecuária brasileira. Getty Images via BBC O governo dos Estados Unidos incluiu o Brasil em uma lista de 59 países, além da União Europeia, que "não conseguiram" proibir a importação de bens produzidos com trabalho forçado — e que, segundo as autoridades americanas, devem ser sujeitos a mais tarifas retaliatórias por causa disso. O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) propõe que o Brasil e outros 53 países citados no relatório recebam tarifas adicionais de 12,5%. Outras seis economias devem receber taxação de 10%. Não está claro se essas tarifas se adicionam a outras já em vigor — e como elas se aplicariam em relação a listas de exceções. No caso do Brasil, o relatório destaca o fato de "pesquisas independentes" sugerirem que "pecuaristas brasileiros constam na chamada 'Lista Suja'" (leia abaixo na reportagem). A BBC News Brasil entrou em contato com o governo brasileiro e com associações que representam a pecuária brasileira, mas ainda não houve manifestação sobre o novo relatório. Os EUA ainda estão em fase de consulta sobre essas medidas. O USTR realizará uma audiência pública sobre sua proposta em 7 de julho. Agora no g1 "O fracasso dos nossos parceiros comerciais mais importantes em abordar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado é inaceitável. Isso cria uma dinâmica em que os trabalhadores americanos são forçados a competir globalmente em condições desiguais", disse o representante-geral de Comércio dos EUA, Jamieson Greer. "Não toleraremos mais essa disparidade. Alguns parceiros comerciais já tomaram medidas iniciais para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado [...]. No entanto, cada um dos nossos parceiros comerciais deve fazer mais para garantir que o comércio não incentive e perpetue o trabalho forçado em nível global." A investigação foi feita em praticamente todos os parceiros comerciais dos EUA. As 60 economias sob investigação representam mais de 99% da pauta de importações dos EUA. Todas elas foram condenadas pela investigação — e receberam recomendação de imposição de tarifas retaliatórias. Entre os países, estão economias avançadas e aliados tradicionais dos americanos, como União Europeia, Reino Unido, Japão e Israel. Para seis economias — Canadá, União Europeia, Equador, México, Paquistão e Indonésia — a taxação proposta é de 10%, porque no entendimento americano elas possuem mecanismos, mas não realizam a fiscalização contra o trabalho forçado. O anúncio do governo americano ocorre poucas semanas antes da expiração de uma tarifa de 10% que a Casa Branca havia imposto a dezenas de países após uma derrota na Suprema Corte em fevereiro, que derrubou o tarifaço inicial proposto pelo presidente americano Donald Trump. Essa tarifa fixa se baseava na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, mas tinha validade de apenas 150 dias. Algumas autoridades e especialistas acusam os EUA de buscar novas formas de manter o tarifaço de Trump, usando outros pretextos. "Como o tribunal considerou o regime tarifário [de Trump] ilegal, acho que está claro que os EUA estão buscando outras maneiras de restabelecer essa barreira tarifária, esse regime", disse o ministro do Comércio da Nova Zelândia, Todd McClay, ao jornal Financial Times. "Não estamos envolvidos em nenhuma forma de trabalho forçado". O anúncio foi feito um dia depois que o mesmo USTR concluiu uma grande investigação comercial iniciada contra o Brasil em julho do ano passado — e disse que certas práticas do governo brasileiro são "irrazoáveis" e "oneram ou restringem o comércio dos EUA". Na segunda-feira (01/06), o governo americano propôs tarifas retaliatórias de 25% a produtos brasileiros — mas essas medidas ainda não foram definidas e serão discutidas ao longo das próximas semanas até o dia 15 de julho. O que o relatório fala sobre o Brasil? O Brasil é um dos 59 países (além da União Europeia) com uma seção específica no relatório. O país é mencionado 19 vezes no relatório de 98 páginas. "O USTR constatou que o Brasil não impôs nem aplicou efetivamente uma proibição de importação de produtos com trabalho forçado", diz o texto, cujas conclusões sobre o Brasil estão resumidas em três parágrafos. O relatório diz que a falha em impor e aplicar efetivamente uma proibição de importação de produtos com trabalho forçado é "irrazoável" e "onera ou restringe o comércio dos EUA" — os mesmos termos usados na conclusão da investigação do dia anterior que condenou práticas comerciais usadas pelo Brasil e propôs tarifas de 25% aos produtos brasileiros. "Embora o Brasil alegue proibir importações produzidas com trabalho forçado por meio da implementação de seus compromissos em acordos de investimento e acordos de livre comércio, essas disposições não proíbem legalmente a importação de bens produzidos total ou parcialmente por trabalho forçado de outra economia para o mercado interno para venda", diz o texto. Essas conclusões sobre o Brasil são semelhantes às de outros países — com algumas variações no texto para cada um. O Brasil aparece em outro trecho do relatório em um estudo de caso específico, sobre sua produção de carne bovina — ao lado de outros dois exemplos, sobre importação de arroz de Mianmar e de tabaco do Malauí. "Está bem documentado que o trabalho forçado é utilizado na produção de gado no Brasil", diz o relatório. "A lista TVPRA [uma lista do governo americano de produtos fabricados por meio de trabalho infantil ou trabalho forçado] afirma que há razões para acreditar que existe trabalho forçado na produção de gado no Brasil. Pesquisas independentes sugerem que pecuaristas brasileiros constam na chamada 'Lista Suja'." A "Lista Suja" é um documento público divulgado pelo Ministério do Trabalho para dar visibilidade a fiscalizações do governo de combate ao trabalho escravo. Segundo o relatório americano, as exportações agrícolas americanas são afetadas por isso, já que tanto Brasil como EUA exportam carne bovina congelada para a China — com o Brasil se distanciando dos americanos na preferência dos chineses. "Durante o período de 2015 a 2025, o volume de exportações de carne bovina congelada do Brasil para as economias investigadas quase dobrou, em comparação com um aumento de 21% no volume exportado pelos EUA", diz o texto. "Como demonstram as importações de carne bovina congelada pela China, os efeitos negativos da concorrência com produtos provenientes de trabalho forçado sobre as exportações dos EUA não se limitam a bens manufaturados, podendo também afetar negativamente as exportações agrícolas americanas." "Embora nem todas as importações chinesas de carne bovina congelada do Brasil sejam necessariamente produzidas com trabalho forçado, a prevalência dessa prática na produção pecuária brasileira sugere fortemente que ao menos parte dessas importações foi produzida total ou parcialmente com trabalho forçado." Quais países estão na lista junto com o Brasil? Segundo as conclusões da investigação americana, "todas as economias investigadas falharam tanto em impor uma proibição legal à importação de bens produzidos total ou parcialmente com trabalho forçado quanto em fazer cumprir efetivamente essa proibição". As economias listadas pelos EUA são: África do Sul Angola Arábia Saudita Argélia Argentina Austrália Bahamas Bahrein Bangladesh Brasil Camboja Canadá Catar Cazaquistão Chile China Colômbia Coreia do Sul Costa Rica Egito El Salvador Emirados Árabes Unidos Equador Filipinas Guatemala Guiana Honduras Hong Kong Índia Indonésia Iraque Israel Japão Jordânia Kuwait Líbia Malásia Marrocos México Nova Zelândia Nicarágua Nigéria Noruega Omã Paquistão Peru Reino Unido República Dominicana Rússia Singapura Sri Lanka Suíça Taiwan Tailândia Trinidad e Tobago Turquia União Europeia Uruguai Venezuela Vietnã Tensões entre Brasil e EUA O anúncio da conclusão americana sobre trabalho forçado aconteceu um dia após outra grande investigação sobre o Brasil, na qual o USTR propôs tarifas retaliatórias de 25% contra produtos brasileiros. As supostas práticas brasileiras condenadas pelo governo americano são relacionadas ao comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, combate à corrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. O governo americano ainda está recebendo consultas do público até o dia 1º de julho sobre as medidas. No dia 6 de julho, haverá uma audiência pública. Brasil e EUA vivem tensões com classificação de facções criminosas como organizações terroristas e acusações comerciais AFP via Getty Images/BBC O representante-geral de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, disse que teve "reuniões construtivas" que "se intensificaram nas últimas semanas" com os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump — e que espera dar continuidade a esse diálogo com o governo brasileiro até 15 de julho, antes de adotar qualquer medida de resposta. "No entanto, continuamos enfrentando divergências significativas na resolução das questões identificadas nesta investigação", disse Greer em nota. No mesmo dia em que anunciou a medida, Trump fez uma publicação com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em uma das fotos, também aparece seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. "Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil!", escreveu Trump na sua rede social Truth Social. Antes da publicação do presidente americano, Flávio afirmou em vídeo publicado nas redes sociais que é contra a imposição de novas tarifas para compra de produtos importados que os EUA planejam adotar contra o Brasil. "Sempre defendi as empresas brasileiras e, em qualquer oportunidade que tiver, vou continuar a defender nosso setor produtivo. Pedi expressamente ao presidente Trump para não taxar nossas empresas. Tarifa não é solução", disse Flávio na terça-feira. "Precisamos sentar de maneira séria na mesa de negociação, não com bravatas, como faz Lula." Lula, por sua vez, atribuiu a conclusão das investigações americanas à atuação de Flávio e Eduardo Bolsonaro nos EUA. O petista chamou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro de "vendilhões e traidores da pátria" ao reagir à nova ameaça do governo americano. "Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser pior do que ele. E são, na verdade, vendilhões da pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. É isso que vocês têm que dizer alto e bom som: são traidores", disse Lula. O presidente brasileiro comentou que a reunião que ele teve com Trump no início do mês havia sido um "sucesso", mas que as negociações foram atrapalhadas. O presidente argumentou ainda que mostrou a Trump que os EUA não têm déficit comercial com o Brasil e mencionou a celebração da família Bolsonaro no primeiro tarifaço contra o Brasil. Em seguida, Flávio Bolsonaro divulgou uma carta destinada ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em que ele pede que Washington não imponha novas sanções comerciais ao Brasil. No ofício, escrito em inglês, o senador diz que o país vive "um grave processo de deterioração fiscal e econômica" e que a imposição de novas tarifas causaria "sérios danos ao povo brasileiro". "Por isso, escrevo para reiterar formalmente o pedido que lhe fiz pessoalmente: que os Estados Unidos não imponham tarifas ao Brasil", escreveu. Outro ponto de desavença entre os governos dos EUA e Brasil aconteceu na semana passada, após o governo americano anunciar que passará a classificar as facções criminosas brasileiras PCC e CV como organizações terroristas. A medida foi anunciada por Trump dois dias após um encontro no Salão Oval com Flávio Bolsonaro. "Nós não aceitamos ser tratados como moleques. Não aceitamos ser tratados como uma republiqueta", disse Lula, sobre a decisão americana.
Minnie, whose full name is Nicha Yontararak, will be at Plaza Singapura on Jun 11 to attend Owndays' pop-up.
Como foi o primeiro voo do avião com a rota mais longa do mundo A fabricante aeronáutica europeia Airbus concluiu na terça-feira (2) o primeiro voo de teste do avião A350-1000ULR. O avião foi projetado para voar até 22 horas seguidas e superar o recorde de voo comercial direto mais longo do mundo. O modelo MSN 707 voou por 3 horas e 43 minutos em um trajeto com origem e destino em Toulouse, na França, e alcançou altitude levemente superior a 41.000 pés ou 12.500 metros, informou a Airbus. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 A aeronave foi pilotada por uma equipe dedicada aos testes da empresa e estava equipada com instrumentos específicos para o experimento. Pela primeira vez, será possível voar sem paradas entre Sidney, na Austrália, e destinos como Londres, no Reino Unido, e Nova York, nos Estados Unidos. Na prática, essa mudança pode reduzir em até quatro horas o tempo total das viagens. Primeiro voo de teste do A350-1000ULR, da Airbus Divulgação/Airbus Qual é o segredo dos aviões que conseguem ficar mais de 18 horas no ar? O voo comercial mais longo em operação neste momento é o da Singapore Airlines, entre Singapura e Nova York, com aproximadamente 15.350 km e duração de mais de 18 horas. O voo entre Sidney e Londres, por exemplo, alcançaria 18.500 km. O A350-1000ULR (ULR é a sigla em inglês para "alcance ultralongo") é uma variação do A350-1000. Uma das diferenças para a versão padrão é um tanque adicional com capacidade para mais 20 mil litros de combustível, o que aumenta a autonomia em mais de 1.800 km, segundo a Airbus. "Durante o primeiro voo, a tripulação realizou verificações gerais de desempenho da aeronave e testou a nova arquitetura do sistema de combustível. Isso marca o início de uma campanha de teste de voo por dois meses para certificar a modificações", disse a Airbus. A fabricante disse ainda que fará certificações sobre a ventilação e o controle de temperatura dentro da cabine, além de um novo sistema de refrigeração na cozinha de bordo, criada para ser mais leve e eficiente para voos de longa duração. O modelo teve suas 12 primeiras unidades encomendadas pela companhia aérea australiana Qantas. A entrega sofreu atrasos, mas a companhia aérea deve receber a primeira unidade em abril de 2027 – o prazo inicial para inaugurar a rota era 2025 e já tinha sido adiado para o final de 2026. Avião pode superar recorde de voo mais longo do mundo O investimento faz parte do que a empresa chamou de Projeto Sunrise ("nascer do Sol"). Ele ganhou esse nome porque, devido à diferença do fuso horário entre a Austrália e o restante do mundo, os passageiros poderão ver o nascer do sol duas vezes nos voos mais longos. A companhia aérea também encomendou outras 12 unidades do A350-1000, destinados a voos de longa distância, mas com percursos um pouco mais curtos. Avião A350-1000ULR, fabricado pela Airbus, foi encomendado pela companhia aérea australiana Qantas Divulgação/Qantas Como será o voo mais longo do mundo A Qantas informou em 2025 que, para oferecer mais conforto, levará até 238 passageiros por voo, abaixo dos cerca de 300 lugares da versão padrão da aeronave. O projeto da Qantas inclui uma zona de bem-estar com opções para passageiros alongarem as pernas, se alimentarem e se hidratarem. Além disso, todos terão acesso a Wi-Fi durante o voo. O avião terá 6 assentos na primeira classe, 52 na classe executiva, 40 na classe econômica premium e 140 na classe econômica. Saiba mais sobre cada uma delas: Primeira classe com quarto privativo com poltrona reclinável, cama, TV de 32", seis áreas para armazenar objetos, guarda-roupa e espaço para trabalhar e comer; Classe executiva com poltrona larga de 2 metros de comprimento (que pode virar cama), TV de 18", mesa de apoio, carregador sem fio, área de armazenamento e opção para fechar a cabine; Classe econômica premium com apoios para pernas e cabeça, tela de 13,3" e porta-luvas pessoal; Classe econômica com apoio para cabeça, espaço extra para pernas, tela de 13,3". A empresa também disse ter trabalhado com especialistas em sono para reduzir os efeitos do jet lag com a adoção de iluminação e horários de refeição mais adequados. Primeira classe do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Zona de bem-estar do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe executiva do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe econômica premium do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas Classe econômica do avião do projeto Sunrise Divulgação/Qantas
EUA incluem Brasil em lista de 60 países que falham no combate ao trabalho forçado A Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) determinou, nesta quarta-feira (3), que 60 países, entre eles o Brasil, falharam em impor e fiscalizar efetivamente a proibição da importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos vindos dessas economias. A decisão se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após uma investigação iniciada em março deste ano. Esse é o mesmo texto utilizado para fundamentar a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, entre elas o PIX, o desmatamento ilegal, a pirataria e falhas na aplicação de leis anticorrupção. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo o relatório oficial, a prática desses países é considerada "irracional" e restringe o comércio dos EUA ao criar uma concorrência desleal para as empresas e trabalhadores americanos. Vista aérea da Casa Branca, em 2 de maio de 2026 REUTERS/Ken Cedeno O governo dos EUA estabeleceu dois níveis de sobretaxação: 10% de tarifa adicional para países que já possuem alguma proibição parcial ou que se comprometeram formalmente a aplicar regras por meio de Acordos de Comércio Recíproco. São eles: União Europeia, México, Canadá, Indonésia, Paquistão e Equador. 12,5% de tarifa adicional para todas as outras economias investigadas que não apresentam regimes eficazes de controle. São eles: Brasil, China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Argentina, Arábia Saudita, entre outros. "A falha de nossos parceiros comerciais em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável", afirmou o embaixador Jamieson Greer. "Isso força os trabalhadores americanos a competir em um campo desigual. Não toleraremos mais essa disparidade." Em relação ao Brasil, a investigação concluiu que o país falhou em impor e fiscalizar uma proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado. De acordo com o relatório, embora o Brasil assuma compromissos contra o trabalho escravo em acordos de livre comércio e investimentos, o país ainda carece de uma proibição legal efetiva que impeça, na prática, a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno. Portanto, a conduta do Brasil foi classificada como irracional e prejudicial ao comércio norte-americano. O relatório também detalha estudos de caso setoriais, apontando o risco de trabalho forçado na produção de arroz em Myanmar e de tabaco no Malaui. Além disso, países europeus como Polônia e Espanha são citados como mercados de destino para exportações que concorrem diretamente com os produtos americanos. O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o representante de comércio dos EUA, Jamieson Greer, falam à imprensa após negociações comerciais com a China em Genebra Martial Trezzini/Handout via Reuters Próximos passos A medida ainda passará por um período de consulta pública antes de ser implementada. O governo americano receberá comentários por escrito até o dia 6 de julho de 2026. No dia seguinte, 7 de julho, o USTR realizará audiências públicas para discutir as ações propostas. A investigação concluiu que a entrada desses produtos nos mercados globais não apenas prejudica a lucratividade de empresas éticas, mas também incentiva a manutenção do trabalho escravo moderno ao permitir que mercadorias produzidas a custos artificialmente baixos circulem livremente. As 60 economias mencionadas como foco da investigação são: África do Sul Argélia Angola Argentina Austrália Bahamas Bahrein Bangladesh Brasil Camboja Canadá Catar Cazaquistão Chile China (República Popular da China) Colômbia Coreia do Sul Costa Rica Egito El Salvador Emirados Árabes Unidos Equador Filipinas Guatemala Guiana Honduras Hong Kong, China Índia Indonésia Iraque Israel Japão Jordânia Kuwait Líbia Malásia Marrocos México Nicarágua Nigéria Noruega Nova Zelândia Omã Paquistão Peru Reino Unido República Dominicana Rússia Arábia Saudita Singapura Sri Lanka Suíça Taiwan Tailândia Trinidad e Tobago Turquia União Europeia Uruguai Venezuela Vietnã
Suspek berusia 19 tahun yang juga penuntut sebuah universiti di Singapura direman dua hari hingga esok.
Abbas Araqchi, ministro de Relações Exteriores do Irã, em 17 de dezembro de 2025 Reuters/Ramil Sitdikov/Pool/Foto de arquivo O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi , afirmou neste domingo (31) que as conversas e mensagens com os Estados Unidos seguem em andamento. Em entrevista à imprensa estatal, o ministro explicou que as negociações com o governo de Donald Trump continuam e que é preciso esperar resultados concretos. "Nós não devemos dar importância para especulações ou julgar as conversas até termos um resultado claro", disse Araqchi, segundo a agência Reuters. Mais cedo, em entrevista à Fox News, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irã para encerrar a guerra estão “muito perto de um acordo muito bom”. Trump diz que acordo com Irã está próximo, mas ameaça ação militar se não houver avanço O trecho foi divulgado pelo perfil da Casa Branca na rede social X (antigo Twitter). Ele ressaltou, porém, que caso não haja entendimento, os EUA podem “terminar militarmente”, o que, segundo ele, seria “mais rápido”. Porém, o acordo é, em parte, motivado por uma visão humanitária. "Você salva muitas vidas. Seja do outro lado ou não, você salva muitas vidas", afirmou Trump. O presidente americano afirmou que "a única garantia" que ele tem é que não haverá armas nucleares: "Eles concordaram com isso e foi muito interessante". "Estamos conseguindo o que queremos lentamente. Negociadores muito difíceis. Leva muito tempo", disse Trump. O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta o dedo durante uma reunião de gabinete na Sala do Gabinete da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 27 de maio de 2026 REUTERS/Evan Vucci Retomada dos ataques Neste sábado (30), o secretário de Defesa americano e chefe do Pentágono, Pete Hegseth disse que EUA estão prontos para retomar ataques ao Irã se não houver acordo. “Nossa capacidade de retomar [os ataques], se necessário... somos mais do que capazes”, disse Hegseth em Singapura. “Nossos estoques estão mais do que adequados para isso, tanto ali quanto ao redor do mundo, então estamos em uma posição muito boa”, acrescentou. A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) disse que interceptou e destruiu um drone americano MQ-1 na madrugada deste domingo (31), após este ter entrado em águas territoriais iranianas com intenções hostis. Os EUA não comentaram sobre o ocorrido. O chefe do Pentágono disse ainda que o presidente Donald Trump está sendo “paciente” e quer fechar um “grande acordo” que garanta que o Irã não obtenha uma arma nuclear. Na sexta-feira (29), Trump afirmou que se reuniria em uma sala segura da Casa Branca para tomar uma “decisão final” sobre uma proposta para encerrar a guerra com o Irã. A proposta prevê a extensão de uma trégua iniciada no começo de abril por mais 60 dias, dando tempo para os negociadores buscarem um acordo permanente para o conflito. A guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro matou milhares de pessoas, principalmente no Irã e no Líbano, e provocou impactos na economia global ao elevar os preços da energia devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz pelo Irã. Avanço de Israel no Líbano em meio a negociações Exército de Israel anunciou neste domingo (31) que sua operação terrestre contra o Hezbollah 'se expande a outras zonas' do Líbano. Segundo comunicado publicado na rede social X, as forças armadas “cruzaram o rio Litani e ampliaram suas operações contra objetivos do Hezbollah ao norte do rio. A operação se expande a outras zonas”. Este avanço marca uma intensificação significativa do conflito, já que o rio Litani tem sido considerado historicamente uma linha de contenção para operações militares israelenses no Líbano. Durante o avanço das tropas, Israel comunicou que capturou um castelo estratégico no Líbano na incursão mais profunda em 26 anos. Na manhã deste sábado (30), o exército israelense alertou os habitantes de mais de uma dezena de vilarejos libaneses para que deixassem suas casas antes dos ataques. Os bombardeios atingiram várias localidades do sul, segundo a Agência Nacional de Informação libanesa (Ani, oficial). O exército libanês informou que um ataque de drone israelense “direcionado” atingiu e feriu gravemente dois de seus soldados, que estavam em um veículo, perto da cidade meridional de Nabatieh. Disparos de artilharia também ocorreram perto da fortaleza medieval de Beaufort. Na véspera, o ministro da Cultura libanês havia alertado para o “grave perigo” que os ataques israelenses representam ao patrimônio histórico do país. O Hezbollah, por sua vez, reivindicou o lançamento de foguetes em direção ao norte de Israel. O exército israelense afirmou ter interceptado vários projéteis, com exceção de um foguete que caiu em seu território, sem deixar feridos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, aponta o dedo durante uma reunião de gabinete na Sala do Gabinete da Casa Branca, em Washington, DC, EUA, em 27 de maio de 2026 REUTERS/Evan Vucci Em entrevista à Fox News, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irã para encerrar a guerra estão “muito perto de um acordo muito bom”. O trecho foi divulgado pelo perfil da Casa Branca na rede social X (antigo Twitter). Ele ressaltou, porém, que caso não haja entendimento, os EUA podem “terminar militarmente”, o que, segundo ele, seria “mais rápido”. Porém, o acordo é, em parte, motivado por uma visão humanitária. "Você salva muitas vidas. Seja do outro lado ou não, você salva muitas vidas", afirmou Trump. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo O presidente comparou com operações anteriores, citando a Venezuela como uma "vitória de um dia", e afirmou que o exército iraniano já está, essencialmente, derrotado. Para Trump, um dos benefícios do acordo seria a abertura imediata do Estreito de Ormuz. "Eu preferiria conseguir um acordo porque podemos abrir o estreito imediatamente após a assinatura", disse. O presidente americano afirmou que "a única garantia" que ele tem é que não haverá armas nucleares: "Eles concordaram com isso e foi muito interessante". "Estamos conseguindo o que queremos lentamente. Negociadores muito difíceis. Leva muito tempo", disse Trump. O republicano afirmou que "gostaria de dizer que está com pressa (para um acordo)", pois assim o preço da gasolina despencaria. Mas que "se você estiver com pressa, não vai fazer um bom negócio". "Lenta mas seguramente, estamos conseguindo, eu acho, o que queremos. E se não conseguirmos o que queremos, vamos acabar com isso de uma forma diferente", concluiu o presidente. Neste sábado (30), o secretário de Defesa americano e chefe do Pentágono, Pete Hegseth disse que EUA estão prontos para retomar ataques ao Irã se não houver acordo. “Nossa capacidade de retomar [os ataques], se necessário... somos mais do que capazes”, disse Hegseth em Singapura. “Nossos estoques estão mais do que adequados para isso, tanto ali quanto ao redor do mundo, então estamos em uma posição muito boa”, acrescentou. O chefe do Pentágono disse ainda que o presidente Donald Trump está sendo “paciente” e quer fechar um “grande acordo” que garanta que o Irã não obtenha uma arma nuclear. Na sexta-feira (29), Trump afirmou que se reuniria em uma sala segura da Casa Branca para tomar uma “decisão final” sobre uma proposta para encerrar a guerra com o Irã. A proposta prevê a extensão de uma trégua iniciada no começo de abril por mais 60 dias, dando tempo para os negociadores buscarem um acordo permanente para o conflito. A guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro matou milhares de pessoas, principalmente no Irã e no Líbano, e provocou impactos na economia global ao elevar os preços da energia devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz pelo Irã. Agora no g1 Avanço de Israel no Líbano em meio a negociações Exército de Israel anunciou neste domingo (31) que sua operação terrestre contra o Hezbollah 'se expande a outras zonas' do Líbano. Segundo comunicado publicado na rede social X, as forças armadas “cruzaram o rio Litani e ampliaram suas operações contra objetivos do Hezbollah ao norte do rio. A operação se expande a outras zonas”. Este avanço marca uma intensificação significativa do conflito, já que o rio Litani tem sido considerado historicamente uma linha de contenção para operações militares israelenses no Líbano. Na manhã deste sábado (30), o exército israelense alertou os habitantes de mais de uma dezena de vilarejos libaneses para que deixassem suas casas antes dos ataques. Os bombardeios atingiram várias localidades do sul, segundo a Agência Nacional de Informação libanesa (Ani, oficial). O exército libanês informou que um ataque de drone israelense “direcionado” atingiu e feriu gravemente dois de seus soldados, que estavam em um veículo, perto da cidade meridional de Nabatieh. Disparos de artilharia também ocorreram perto da fortaleza medieval de Beaufort. Na véspera, o ministro da Cultura libanês havia alertado para o “grave perigo” que os ataques israelenses representam ao patrimônio histórico do país. O Hezbollah, por sua vez, reivindicou o lançamento de foguetes em direção ao norte de Israel. O exército israelense afirmou ter interceptado vários projéteis, com exceção de um foguete que caiu em seu território, sem deixar feridos.
Bandeiras da China e dos Estados Unidos em uma rua chinesa antes da visita de Donald Trump ao país, em 13 de maio de 2026 REUTERS/Tingshu Wang O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, pediu neste sábado (30) que aliados asiáticos aumentem os gastos militares para conter o crescimento do poder da China e impedir sua dominância na região, alertando para um “alarme legítimo” diante da rápida expansão militar chinesa. Hegseth, falando no Diálogo de Shangri-La, em Singapura — principal fórum asiático de líderes de defesa, militares e diplomatas — afirmou que uma rede de aliados mais forte e autossuficiente é essencial para dissuadir agressões e preservar o equilíbrio de poder. “Há um alarme legítimo em relação ao histórico aumento militar da China e à expansão de suas atividades militares na região e além dela”, disse. “Um Pacífico dominado por qualquer potência hegemônica destruiria o equilíbrio regional de poder”, afirmou Hegseth. “Nenhum Estado, incluindo a China, pode impor sua hegemonia e colocar em risco a segurança ou a prosperidade de nossa nação e de nossos aliados.” Segundo o chefe do Pentágono, os EUA esperam que aliados e parceiros asiáticos elevem os gastos com defesa para 3,5% do PIB, enquanto Washington prometeu investir US$ 1,5 trilhão em suas próprias Forças Armadas. Hegseth ressaltou que os aliados buscam estabilidade, e não escalada de tensões. “O que eles querem, e o que os Estados Unidos oferecem, é força disciplinada, determinação constante e liderança confiante o suficiente para falar e agir com firmeza, mas sem alarde.” O secretário também adotou um tom mais moderado sobre as relações entre EUA e China, afirmando que os laços estão “melhores do que estiveram em muitos anos”, com contatos militares mais frequentes ajudando a administrar tensões. “Estamos nos reunindo com mais frequência com nossos colegas chineses, mantendo linhas abertas de comunicação militar”, disse. Zhou Bo, pesquisador da Universidade Tsinghua e coronel aposentado do Exército de Libertação Popular da China que integra a delegação chinesa, descreveu a relação entre os dois países como “complicada”. Ainda assim, afirmou que Hegseth adotou “um tom muito melhor” neste ano em comparação ao anterior, atribuindo a mudança à visita de Donald Trump à China. “Os dois lados mantêm canais abertos de comunicação. A situação não é tão exagerada quanto o mundo exterior faz parecer”, afirmou Zhou. A China, cujo ministro da Defesa faltou ao encontro pelo segundo ano consecutivo, acusou Hegseth no ano passado de fazer comentários “difamatórios”. “SEM CARONISTAS” Hegseth repetiu a antiga cobrança do presidente Donald Trump para que aliados assumam mais responsabilidade pelos próprios custos de defesa. Trump frequentemente afirma que parceiros europeus e da OTAN devem reduzir a dependência de Washington. “A era em que os Estados Unidos subsidiavam a defesa de nações ricas acabou”, disse Hegseth. “Precisamos de parceiros, não de protetorados”, acrescentou. “Não existe aliança forte se todos não tiverem participação no esforço. Nada de caronistas.” O secretário elogiou contribuições de aliados como Coreia do Sul, Filipinas, Austrália, Singapura, Malásia e Tailândia, e afirmou que o Japão está tomando medidas concretas para reforçar sua defesa. “Tóquio e Washington precisam fazer sua parte para fortalecer a aliança EUA-Japão”, afirmou. PRONTOS PARA RETOMAR ATAQUES AO IRÃ Sobre o conflito no Oriente Médio, Hegseth afirmou que os Estados Unidos estão prontos para retomar ataques contra o Irã caso a diplomacia fracasse, enquanto negociadores de Washington e Teerã tentam superar divergências que impedem um acordo. “Nossa capacidade de retomar [os ataques], se necessário... somos mais do que capazes”, afirmou. Ele acrescentou que Trump segue “paciente” e busca um “acordo forte” para impedir que o Irã obtenha armas nucleares. Trump afirmou na sexta-feira que reunirá conselheiros em um ambiente seguro na Casa Branca para tomar uma “decisão final” sobre uma proposta para encerrar a guerra com o Irã. Hegseth também rebateu preocupações de que o conflito possa desviar o foco das prioridades dos EUA na região Ásia-Pacífico. “Podemos fazer duas coisas ao mesmo tempo.” VENDA DE ARMAS A TAIWAN DEPENDE DE TRUMP Questionado sobre vendas de armas para Taiwan, Hegseth minimizou preocupações de que um pacote bilionário pudesse ser afetado pela redução dos estoques militares dos EUA em meio ao conflito no Oriente Médio. “Estamos muito confiantes em relação aos nossos estoques e à forma como os utilizamos”, disse. Taiwan, que a China considera parte de seu território, aguarda aprovação dos EUA para uma venda de armas que, segundo a Reuters, pode chegar a US$ 14 bilhões. Trump gerou incerteza em Taipei ao afirmar, após encontro com o presidente chinês Xi Jinping neste mês, que ainda não decidiu se aprovará o pacote. Qualquer decisão sobre futuras vendas de armas caberá ao presidente Trump, afirmou Hegseth, sinalizando que não houve mudança na abordagem histórica de Washington apesar da recente aproximação com Pequim. “Essas decisões dependerão do presidente e da natureza dessa relação”, disse Hegseth. “Não houve mudança em nossa posição.”
Ilustração mostra bandeira dos EUA e do Irã REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração Os Estados Unidos estão prontos para retomar ataques contra o Irã caso um acordo não seja alcançado, afirmou neste sábado (30) o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, enquanto negociadores de Washington e Teerã tentam superar divergências importantes que impedem um entendimento. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 “Nossa capacidade de retomar [os ataques], se necessário... somos mais do que capazes”, disse Hegseth em Singapura. “Nossos estoques estão mais do que adequados para isso, tanto ali quanto ao redor do mundo, então estamos em uma posição muito boa”, acrescentou. Hegseth, que discursou no Diálogo de Shangri-La — principal fórum asiático para líderes de defesa, militares e diplomatas — afirmou que os EUA não abandonaram a região Ásia-Pacífico, apesar do envolvimento no conflito com o Irã. “Podemos fazer duas coisas ao mesmo tempo. Estamos acelerando enormemente nossa base industrial de defesa para produzir 2, 3 e até 4 vezes mais munições em breve, garantindo que todos os nossos planos operacionais estejam devidamente financiados ao redor do mundo”, afirmou. Agora no g1 O chefe do Pentágono disse ainda que o presidente Donald Trump está sendo “paciente” e quer fechar um “grande acordo” que garanta que o Irã não obtenha uma arma nuclear. Na sexta-feira (29), Trump afirmou que se reuniria em uma sala segura da Casa Branca para tomar uma “decisão final” sobre uma proposta para encerrar a guerra com o Irã. A proposta prevê a extensão de uma trégua iniciada no começo de abril por mais 60 dias, dando tempo para os negociadores buscarem um acordo permanente para o conflito. A guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro matou milhares de pessoas, principalmente no Irã e no Líbano, e provocou impactos na economia global ao elevar os preços da energia devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz pelo Irã.
Setiap hari, kira-kira 350,000 rakyat Johor menyeberang ke Singapura dan melihat sendiri bagaimana sistem pengangkutan awam yang cekap sepatutnya berfungsi.
Timbalan Menteri Perumahan dan Kerajaan Tempatan Aiman Athirah Sabu berkata pendekatan Malaysia perlu sesuai dengan realiti ekonomi, budaya dan kemampuan fiskal negara.
'Portal Único pode reduzir em R$ 40 bi ao ano custo do comércio exterior', diz Alckmin O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (25), durante a inauguração da nova fábrica da Whirlpool, em Rio Claro, que a conclusão do Portal Único de Comércio Exterior até dezembro deve reduzir em R$ 40 bilhões por ano os custos das exportações e importações brasileiras. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Segundo o ministro, a medida vai acelerar processos logísticos, ampliar a competitividade da indústria nacional e estimular a abertura de novos mercados internacionais. Segundo ele, a nova unidade da Whirlpool deve se tornar um “hub de exportação”, especialmente para a América Latina. Alckmin destacou ainda que a demora no desembaraço de cargas em portos e aeroportos gera prejuízos significativos às empresas brasileiras e afirmou que o Portal Único deve reduzir burocracias e custos logísticos. “Isso reduz o Custo Brasil em R$ 40 bilhões por ano. Porque a carga parada num navio ou num aeroporto, um dia, custa 0,8% da carga. Se ficar 10 dias parado, já perdeu 8%.” O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (a direita), durante visita na Whirpool em Rio Claro Fábio Rodrigues/g1 Mais notícias da região: RIO CLARO: Após fechar fábrica na Argentina, Whirlpool anuncia 200 vagas de emprego em unidade brasileira SÃO CARLOS: Como USP usa IA e impressora 3D para recriar mamas de mulheres que tiveram câncer; VÍDEO REGIÃO: Semana do MEI tem atividades de gestão e expansão dos negócios no interior de SP Fortalecimento da indústria nacional Durante a coletiva, Alckmin defendeu que a indústria brasileira precisa ampliar sua presença no mercado externo para crescer e citou setores que dependem diretamente das exportações para sobreviver. “Tem determinados tipos de indústria que não sobrevivem se não exportar. A Embraer não existiria se ela não vendesse para o mundo inteiro”, afirmou. O vice-presidente também citou a retomada das atividades da Avibras, em Jacareí (SP), após anos de crise, e relacionou o fortalecimento da indústria nacional à expansão comercial do país. O ministro também citou acordos comerciais firmados pelo Mercosul com países como Singapura e membros da Associação Europeia de Livre Comércio (Efta), além das negociações com a União Europeia, como estratégias para ampliar as exportações brasileiras. REVEJA VÍDEOS DA EPTV CENTRAL: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara