Nintendo agrees to €35 million French fine over faulty Switch controllers
France's consumer protection agency determined that Nintendo Europe had not sufficiently informed consumers of a recurring problem despite the console being sold for years.
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France's consumer protection agency determined that Nintendo Europe had not sufficiently informed consumers of a recurring problem despite the console being sold for years.
The chip shortage is damaging shares of companies that build devices and boosting the ones supplying the parts.
Certaines manettes présentent un problème de réactivité, occasionnant «des mouvements fantômes, intempestifs ou inversés des personnages», pointe la DGCCRF.
Fantástico acompanha transplante inédito de rins entre vivos, usando robôs Um transplante de rim entre irmãos entrou para a história da medicina na América Latina. O procedimento foi o primeiro da região realizado 100% com cirurgia robótica entre doador vivo e receptor, utilizando braços robóticos comandados por médicos para retirar e implantar o órgão. A operação envolveu André, que decidiu doar um dos rins para a irmã, Adriana. Com insuficiência renal avançada, ela chegou a ter apenas 6% da função dos rins e dependia de sessões de hemodiálise três vezes por semana, o que a impedia de trabalhar. A tecnologia utilizada permite que o cirurgião controle os instrumentos por meio de um console semelhante a um joystick. Segundo os médicos, o sistema oferece visão ampliada de 10 a 12 vezes da área operada e elimina os tremores naturais das mãos humanas, aumentando a precisão dos movimentos. "É como se eu fosse me vestir através desse joystick", explicou um dos cirurgiões ao demonstrar o funcionamento do equipamento. Como a cirurgia foi realizada Durante o procedimento, os médicos não precisaram tocar diretamente nos pacientes. Os braços robóticos foram posicionados ao lado das mesas cirúrgicas e executaram os movimentos sob comando da equipe médica. A cirurgia é feita por meio de pequenas cânulas inseridas no abdômen. Por elas passam pinças com diferentes funções: algumas seguram tecidos e órgãos, outras realizam cortes, enquanto uma câmera transmite imagens ampliadas da região operada. Após a retirada do rim de André, o órgão foi levado para a sala ao lado, onde Adriana aguardava para receber o transplante. Segundo a equipe médica, o intervalo entre a retirada e o implante foi de cerca de dez minutos. Doação entre irmãos A decisão de doar o rim partiu de André depois que os exames confirmaram a compatibilidade entre os irmãos. Adriana enfrentava uma rotina desgastante de tratamento e tinha a qualidade de vida comprometida pela doença renal. Ao falar sobre a decisão do irmão, ela se emocionou durante a entrevista. Os médicos destacaram que pessoas saudáveis podem viver normalmente com apenas um rim e que o órgão remanescente é capaz de compensar a função do outro. Recuperação mais rápida Quatro horas após o início da cirurgia, as equipes comemoraram o sucesso do procedimento. Segundo os especialistas, a cirurgia robótica é menos invasiva do que as técnicas convencionais, o que contribui para uma recuperação mais rápida e menos dolorosa. "A dor é quase inexistente", afirmou um dos médicos ao explicar os benefícios da técnica. André recebeu alta no dia seguinte à operação. Adriana permaneceu internada por dez dias e já está em casa se recuperando ao lado da família. O reencontro foi marcado por emoção, agradecimentos e até brincadeiras entre os irmãos. "Não teria dúvida, não pensaria duas vezes. Pra minha irmã, eu faria de novo", disse André. Para a família, o procedimento representou mais do que um avanço tecnológico: significou a chance de recomeçar. "Celebrar a vida", resumiu a reportagem. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.
Microsoft has created a special edition Xbox Series X to celebrate 25 years of the console. The Xbox 25th anniversary console takes design cues from the original Xbox console, with both the console and controller featuring a translucent green design. "For the first time, we're bringing a translucent design to Xbox Series X, drawing inspiration […]
Apparently, the "return of Xbox" means a retreat from other platforms. At its Xbox Games Showcase today, Microsoft revealed that Gears of War: E-Day - which was previously announced for the Xbox, PS5, and PC - will no longer be coming to PlayStation. It"ll be an Xbox console exclusive and is launching on October 6th. […]
ENQUÊTE - Avec l’essor de l’IA, le coût des puces mémoire s’envole et l’industrie électronique bascule dans une logique de pénurie organisée. Le marché est sens dessus dessous, et le consommateur en règle la facture.
The console industry is in a weird place, and both Xbox and PlayStation have a chance to change the narrative a bit with their showcases at Summer Game Fest. Sony did that by focusing on the single-player titles it’s known for, and now it’s Microsoft’s turn. The Xbox Games Showcase airs on June 7th at […]
Alfredo Bertini, idealizador do Cine PE Acervo/TV Globo O economista e escritor Alfredo Bertini, idealizador do Cine PE, um dos principais festivais de cinema do país, morreu aos 65 anos, na noite desta quinta-feira (4). A morte foi confirmada pelos organizadores do evento, que começou na segunda (1º) e segue até domingo (7). Em 2026, o Cine PE completou 30 anos. Além de criador do festival, Bertini atuou como secretário nacional do Audiovisual do Ministério da Cultura (saiba mais abaixo). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE De acordo com a organização do Cine PE, Bertini faleceu de complicações decorrentes de um transplante de fígado. Ele estava internado no Hospital Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa. Segundo a organização do festival, uma ação em tributo ao criador do projeto será realizada durante as sessões de sexta-feira (5). O velório começa às 10h da sexta (5), na sede social do Sport Club do Recife, no bairro da Ilha do Retiro, na Zona Oeste da capital pernambucana. A cerimônia de cremação está marcada para as 16h, no Memorial Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana. Ele deixa a esposa, Sandra, que também é idealizadora do festival, dois filhos, Vitor e Patrícia, e três netos. "Alfredo Bertini deixou uma trajetória consolidada na vida pública para se dedicar à construção de um projeto que mudaria para sempre a história do audiovisual pernambucano e nacional. Dessa coragem nasceu o CINE/PE, um festival que ajudou a revelar talentos, promover encontros e fortalecer o cinema brasileiro ao longo de três décadas", diz a nota de pesar divulgada pelo festival. Agora no g1 Quem era Alfredo Bertini Nascido no Recife no dia 29 de abril de 1961, Antônio Alfredo Bertini de Torres Bandeira era economista, professor, pesquisador e gestor na área da economia criativa e do turismo. Formado em economia e doutor pela Universidade de São Paulo (USP), Alfredo Bertini foi secretário-adjunto do governo de Pernambuco entre 1994 e 1995. Também ocupou o cargo de secretário de Turismo e Esportes da prefeitura do Recife entre 2004 e 2005. Em 1997, criou junto com a esposa, Sandra Bertini, o Cine PE - Festival do Audiovisual. Em 30 anos, o festival reuniu mais de 429 mil espectadores e 10,5 mil filmes, totalizando 767 horas de exibição, segundo a organização do evento. Durante esse período, vários artistas do cinema brasileiro passaram pelo festival, como o diretor Walter Salles, que exibiu o filme "Central do Brasil" na segunda edição do evento, em 1998. Entre os nomes famosos que já participaram da programação, estão Fernando Meirelles, Fernanda Montenegro, Antonio Pitanga, Rodrigo Santoro, Tony Ramos, Laura Cardoso e Eva Wilma. A abertura da edição 2026 do festival, que tem como homenageada Cláudia Abreu, contou com a presença da atriz Taís Araújo. Em 2016, Bertini foi nomeado secretário nacional do Audiovisual na gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB). Foi autor de livros como "A economia da cultura" (2008) e "O estado inflexível" (1994). Repercussão A governadora Raquel Lyra (PSD) lamentou a morte de Alfredo Bertini, expressando solidariedade à família. "À Sandra, sua companheira de vida e do amor pelo cinema, também idealizadora do festival, seus filhos, inúmeros amigos e à comunidade audiovisual, expresso a minha profunda solidariedade neste momento de despedida. O seu legado seguirá vivo em nossos cinemas e na programação do festival que ele consolidou como um dos mais importantes do Brasil. Que Deus console o coração de todos", declarou. O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), publicou uma nota de pesar lamentando a morte do economista. "Seu trabalho ajudou a consolidar o Recife como polo de referência para o cinema nacional, atraindo grandes diretores, produtores, artistas e profissionais da cultura, além de impulsionar toda uma cadeia produtiva ligada ao setor. Alfredo também deixou sua marca como gestor público, cronista e homem do diálogo", escreveu. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
Parents of Utumishi Girls Academy survivors visit families who lost daughters in a tragic fire that claimed 17 lives, offering support amid ongoing grief.
GAC Aion UT traz a dúvida: vale abrir mão de equipamentos por mais potência? g1 testou O GAC Aion UT é um dos poucos lançamentos da marca chinesa no Brasil em 2026, depois da chegada de cinco modelos de uma só vez no ano passado. Trata-se do elétrico mais barato da GAC com rivais que já estão no pódio dos mais vendidos do Brasil: BYD Dolphin Mini, Dolphin e o Geely EX2. Para ter chances contra o trio, o Aion UT traz uma proposta incomum entre os chineses: abre mão de uma longa lista de equipamentos para apostar mais em potência e espaço interno. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp O modelo parte de R$ 139.990. O valor fica acima dos R$ 118.990 do Dolphin Mini, o carro elétrico mais vendido do Brasil em 2026, e abaixo dos R$ 149.990 do segundo colocado, o Dolphin. O g1 testou o carro em um trajeto totalmente urbano em São Paulo (SP), para avaliar se a redução de itens e conforto vale a pena em um mercado que se acostumou a acabamentos mais macios, em vez de plástico rígido. Começando pelo visual externo, o Aion UT segue um estilo mais padronizado visto em carros chineses. A dianteira fechada e levemente pontuda, as linhas suaves e a quase ausência de ângulos retos na carroceria reforçam essa impressão. As maçanetas ficam alinhadas à carroceria, embora apenas pareçam retráteis. Elas lembram o modelo usado no Chevrolet Corsa, aquele que fica “embutido” na porta. GAC Aion UT O visual não chega a ser feio, mas também não se destaca nem mostra muita personalidade. Ele lembra modelos de outras marcas chinesas, como Leapmotor C10 e Geely EX2 — este segundo é o mais parecido, mas é menor e tem quase metade da potência. Por dentro GAC, o padrão segue o mesmo. A central multimídia de 14,6 polegadas concentra muitas funções e aposta em um visual mais limpo. Além dos controles do ar-condicionado, a tela reúne também os ajustes dos retrovisores e até a abertura do teto solar. É justamente aqui que está a principal aposta da GAC. Diferente de modelos chineses recentes, como o Geely EX2 e até o Chevrolet Spark EUV — o segundo desenvolvido e produzido pela chinesa SAIC —, o Aion UT usa principalmente plástico rígido no acabamento. Esse acabamento não é tão monótono quanto o visto em muitos carros da Volkswagen. A proposta se aproxima mais da Fiat, com o uso de diferentes texturas e tons do mesmo material para dar mais “movimento” ao interior. GAC Aion UT é quase todo de plástico, inclusive na costura preta divulgação/GAC Há até uma costura falsa nas portas, que tenta imitar o acabamento em couro. As únicas áreas macias de verdade ficam onde os braços se apoiam: no apoio lateral das portas e na extensão do console central elevado. Esse nível de simplicidade é incomum entre os carros chineses lançados desde 2023. Outra mudança em relação ao que o público brasileiro se acostumou está no teto solar: em vez de abrir para ventilação, ele funciona apenas como uma superfície de vidro para entrada de luz, sem abertura. A terceira diferença aparece na lista de equipamentos mais enxuta da versão de entrada. No GAC Aion UT não há sequer piloto automático simples, item presente até mesmo no Chevrolet Onix de 2017. Carregador de celular por indução e bancos com ajustes elétricos? Só na versão topo de linha. Até os auxílios ao motorista, como o freio automático de emergência, ficam restritos à opção mais cara. GAC Aion UT GAC Aion UT Com tantas limitações, o modelo de entrada poderia parecer sem graça. Ainda assim, a escolha da GAC foi oferecer, mesmo na versão mais simples, bom espaço interno e desempenho. Esse espaço não aparece no porta-malas, que tem apenas 340 litros, mas se destaca na área para as pernas dos ocupantes. Mesmo com os bancos dianteiros ajustados para pessoas de 1,80 metro, quem vai atrás e tem a mesma altura não chega a encostar os joelhos nos bancos. GAC Aion UT divulgação/GAC Isso se explica por dois fatores: apesar de ser um hatch, o Aion UT tem 4,27 metros de comprimento, seis centímetros a mais que um Volkswagen T-Cross, por exemplo. Já a distância entre-eixos é cinco centímetros maior que os 2,70 metros do sedã Toyota Corolla, conhecido pelo bom espaço para as pernas. Na largura, o carro acomoda bem quatro pessoas, com duas no banco traseiro. Até três adultos conseguem viajar ali, embora com os braços mais apertados. Em compensação, o assoalho plano ajuda a evitar disputa por espaço para as pernas. A potência é outro ponto bastante positivo. São 204 cv e 21,5 kgfm de torque, que se mostraram mais ariscos do que os números quase idênticos do motor elétrico do BYD Dolphin Plus. Carro é esperto GAC Aion UT divulgação/GAC Passada a lista de acabamento, mãos ao volante e, mesmo com subidas longas de São Paulo (SP) e dois adultos a bordo, as retomadas e acelerações aconteceram sem dificuldade. Ultrapassar outro carro, mesmo em subida e com o ar-condicionado ligado, não foi difícil para o Aion UT. Em nenhum momento o motor pareceu no limite, mesmo com o acelerador pressionado até o fim. Nos semáforos, ele chegou a arrancar à frente de todas as motos. O Aion UT é ágil, mais do que outros carros com potência semelhante, mesmo sendo pesado e com aerodinâmica pouco voltada à esportividade. Pelo visual, inclusive, ele não sugere esse comportamento mais dinâmico. A resposta ao acelerador, bastante sensível, aparece tanto no modo esportivo quanto no modo normal. Ela fica mais suave apenas no modo econômico, em que a entrega de potência acontece de forma mais gradual. Essa característica levou à inclusão de dois ajustes extras: um chamado “estacionamento confortável” e outro que promete reduzir o enjoo dos ocupantes. A ideia é simples: aumentar o tempo de resposta do acelerador, fazendo com que a potência seja entregue de forma ainda mais gradual. Com qualquer uma delas ativada, o carro balança menos nas acelerações e frenagens. Isso tende a reduz a sensação de enjoo e garante mais controle em manobras de estacionamento. Como o trajeto foi feito em ruas bem asfaltadas, não foi possível avaliar a suspensão com precisão. Ainda assim, a reportagem percebeu que os poucos solavancos causados por irregularidades no piso foram bem absorvidos. Isso pode passar a impressão de uma suspensão mais macia e confortável, porém menos voltada à estabilidade em velocidades acima de 100 km/h. GAC Aion UT: vale a pena? GAC Aion UT divulgação/GAC A troca de uma lista mais completa de itens de série por mais espaço faria mais sentido se o porta-malas também fosse maior. Ainda assim, o desempenho mais ágil em um carro de entrada chamou atenção. Esse comportamento não aparece da mesma forma em concorrentes como o BYD Dolphin ou o Chevrolet Spark EUV, que são mais comedidos em potência, mas entregam mais conforto e itens de série em um preço praticamente idêntico: BYD Dolphin GS: a partir de R$ 149.990; Chevrolet Spark EUV: a partir de R$ 144.990. A dose extra de desempenho passa a sensação de que o Aion UT pode encarar a estrada com mais segurança do que concorrentes próximos.
Darren Jones’s messages include requests for advice on the reshuffle and remarks about former business secretary Jonathan Reynolds The prime minster’s close ally Darren Jones sent his commiserations to Peter Mandelson after he was sacked as US ambassador in messages that were not disclosed as part of the humble address release. Jones’s texts also included requests for advice on the reshuffle and disobliging comments about the then business secretary Jonathan Reynolds and the influence of trade unions. Continue reading...
Built for serious gamers.
A glass screen protector is one of a few essential accessories that I strongly recommend to every Switch 2 owner. In fact, it should be a priority to stick one onto the console’s screen as soon as possible to avoid accidental scratches. To test the candidates below, I installed and removed Switch 2 screen protectors […]
Migrants have "better health" than Spaniards and thus use fewer public healthcare resources than the native-born population, Spain's socialist government claims through a study published by its own health ministry The post Spanish Gov. Consoles Native-Born Locals — Migrants Are ‘Healthier’ Than You appeared first on Breitbart.
Survivor Joy Wanjiku condemns Utumishi Girls' fire starters and calls for justice, recalling her tragic loss and urging reform in school safety measures.
Launching in the UK this month, this new pint-sized console revives the motion-controlled video game boom of the 00s – with better, safer tech For a wonderful moment in the noughties, video games became a truly universal pursuit. As I witnessed my controller-phobic aunt swing a Wii remote and nail a tennis serve, while my great-grandmother furrowed her brow over sudoku puzzles on her Nintendo DS, it seemed my long-derided hobby had finally gone mainstream. The Nintendo Wii flew off the shelves, inspiring a wave of competitors such as the Xbox Kinect camera that encouraged people to play games by moving their bodies. But the tide turned: outside of still-niche VR gaming and the odd controller-waggler on the Switch, motion-controlled gaming has barely been seen for more than a decade. Now, 20 years later, a new console is aiming to get the whole family flailing in front of the TV once again: the Nex Playground. Launching in the UK later this month, the first thing that struck me about this family-friendly device is just how tiny it is. The size of two and a half Rubik’s Cubes taped together, this impressively unintrusive device swaps cumbersome controllers for camera-controlled minigames, putting you and your family directly in the game. Using a wide-angle lens and AI-powered tracking tech, the Nex Playground offers over 50 games that track players’ bodies as they leap, flail and dance about the living room. It’s not hard to see the appeal. Continue reading...
David Osiany travelled to Narok to offer solace to a grieving father after the devastating Utumishi Girls' fire tragedy ended his 15-year-old daughter's life.
As handheld consoles continue to grow and push the limits of what you can actually hold in your hands, the Arduboy FX-C comes in a refreshingly pocketable package. It manages to squeeze the best features of past models and some welcome upgrades into a handheld that’s still no larger or thicker than a few credit […]
5 mudanças para o Chevrolet Captiva EV antes da produção no Brasil A Chevrolet já confirmou que o Captiva EV vai ser fabricado na cidade de Horizonte, Ceará. Lá já é feito o Spark, outro elétrico da marca. O curioso é que os dois modelos herdam nomes de carros da Chevrolet, mas não têm nada a ver com seus antecessores. O g1 testou o SUV elétrico, que hoje é vendido por R$ 220 mil, e aponta cinco melhorias que a Chevrolet poderia fazer antes da produção nacional. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp E se você acha que o Captiva EV não tem nenhuma relação com o Captiva lançado em 2008, você está redondamente certo. O design com linhas agudas e para-lamas salientes até conversa com alguns carros da GM. Porém este é o Wuling Starlight S, com mudanças estéticas para ficar alinhado ao portfólio da Chevrolet. Chevrolet Captiva EV Divulgação / GM O SUV tem motor elétrico dianteiro com 201 cv e torque de 31,6 kgfm. O desempenho é tímido, 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e velocidade máxima de 150 km/h. As baterias comportam 60 kWh e são de lítio ferro-fosfato. Pelo padrão do Inmetro, a autonomia é de 304 km. Um conjunto até básico no mercado de elétricos nos dias de hoje. Há concorrentes com preço próximo, com mais potência e autonomia. Segurança O pacote de segurança do Captiva é bom, como sistema de velocidade de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma de emergência. O sistema de alerta e permanência em faixa poderia ser mais refinado, as reações são um pouco tardias. Porém, este é um sistema auxiliar e não uma condução autônoma. O farol alto também se ajusta para baixo automaticamente para não ofuscar ninguém. Com as câmeras é possível ver ao redor e evitar aqueles toques que acabam com o dia do motorista. Sensor de estacionamento é só na traseira. Sonic é melhor A experiência dentro do Captiva EV é peculiar. Quem já testa produtos da Chevrolet está acostumado ao MyLink e à filosofia adotada pela GM. Desde o Onix, passando por Sonic e até modelos mais caros, como a Blazer EV. Ainda que a Blazer seja muito mais sofisticada que um Sonic, existe uma lógica clara na marca envolvendo multimídia, ícones, volante, botões e até o cluster, criando uma identidade bem definida dentro da cabine. No Captiva EV, porém, essa lógica não está presente. Isso é compreensível, já que o modelo deriva Wuling Starlight S. Portanto, faz sentido que ele apresente uma ergonomia e uma organização interna diferentes. Chevrolet Captiva EV Divulgação / GM O problema é que essa nova proposta não supera a experiência já oferecida pela GM. A multimídia atual do SUV utiliza uma lógica baseada em conteúdos retangulares organizados verticalmente, algo que lembra tablets ou até sistemas genéricos encontrados no mercado de acessórios. Além disso, a forma como diversas funções são ajustadas não é tão intuitiva nem tão refinada quanto no sistema tradicional da Chevrolet. Por isso, seria interessante que a GM, quando produzir o Captiva no Brasil, implemente o sistema MyLink no modelo fabricado no Ceará. Galerias Relacionadas Outro ponto que compromete a experiência é a ausência de carregador por indução. Isso obriga o uso de cabo USB atravessando o painel para conectar o celular, o que reduz a praticidade e prejudica a percepção de qualidade da cabine. Como consequência, também não há Android Auto nem Apple CarPlay sem fio. Sem carregador por indução, a utilização prolongada de sistemas sem fio pode se tornar limitada, já que o consumo de bateria do celular tende a ser elevado em viagens mais longas. Dessa forma, a Chevrolet precisaria fazer essas mudanças para o Captiva nacional: oferecer Android Auto e Apple CarPlay sem fio e incluir carregador por indução. Um bônus seria colocar a opção de Wi-fi na cabine, igual ao Sonic e outros modelos da marca. Por outro lado, há um aspecto que a GM deve preservar no Captiva brasileiro: a qualidade dos materiais internos. O modelo apresenta acabamentos no console central que, em alguns pontos, superam materiais plásticos encontrados até mesmo na Blazer, que pertence a uma categoria superior e possui projeto Chevrolet próprio. Ao buscar fornecedores locais para a produção nacional, a GM deveria manter o padrão de qualidade e a escolha cuidadosa dos materiais já presentes no Captiva, preservando um dos principais pontos positivos da cabine. E também manter o teto solar panorâmico. Minimalismo ≠ minimizar Ao volante, o Chevrolet Captiva apresenta pontos positivos, mas também aspectos que poderiam evoluir. Do ponto de vista de ergonomia e acesso às informações, existe uma percepção que não se limita apenas ao produto da Chevrolet, mas a vários veículos novos: o conceito de minimalismo em algumas cabines está sendo confundido com simplesmente minimizar elementos, e são propostas bastante diferentes. Minimalismo significa oferecer informações importantes (como nível de bateria, potência, velocidade e autonomia) de maneira clara, objetiva e facilmente compreensível em uma rápida olhada. Transmitir informação com eficiência, sem excessos. Chevrolet Captiva EV Divulgação / GM Por outro lado, “minimizar” é reduzir demais esses elementos, como ocorre ao utilizar um cluster muito pequeno, que até pode parecer discreto, mas compromete a leitura e pode até transmitir, de forma subconsciente, uma sensação de economia excessiva ou de produto mais barato. Essa percepção se torna ainda mais evidente quando modelos de segmentos inferiores já oferecem telas maiores e visualmente mais adequadas. Por isso, para o Captiva produzido no Brasil, a Chevrolet poderia rever o tamanho desse cluster e adotar uma filosofia mais alinhada ao padrão já conhecido da marca, tanto em multimídia quanto em apresentação de informações. Isso tornaria a experiência de condução mais agradável e reforçaria a sensação de qualidade. Menos adrenalina Em relação à direção, o acerto é anestesiado. No cenário atual, porém, exigir de carros elétricos sensações de condução mais refinadas ou esportivas é falar para um público bastante específico. Consumidores que buscam veículos elétricos normalmente priorizam eficiência energética, autonomia e desempenho equivalente a motores turbo a combustão, sem necessariamente esperar direção afiada ou comportamento dinâmico mais envolvente. Para quem busca essa experiência ao volante, ainda existem opções como o Volkswagen Tiguan, que, embora não seja híbrido nem elétrico, entrega uma proposta mais dinâmica, com suspensão refinada e direção mais precisa, ainda que por um preço elevado. Já no caso do Captiva, sua proposta está claramente voltada para outro perfil de consumidor. Portanto, os cinco pontos a melhorar são: Sistema multimídia com MyLink Conexão de Android Auto e Apple Car Play sem fio Carregadores por indução para celular Cluster de instrumentos maior Ar-condicionado de 2 zonas Galerias Relacionadas Ao gosto do brasileiro Dentro desse contexto, um aspecto positivo é que, mesmo sendo um produto de origem chinesa, o acerto de suspensão desenvolvido para o Brasil é competente. Apesar das rodas grandes, o carro não transmite em excesso as imperfeições do asfalto para a cabine, evitando desconforto exagerado. Outro destaque importante está na calibração do conjunto elétrico para o uso diário. Diversas marcas ainda enfrentam dificuldades no ajuste entre acelerador, frenagem regenerativa e resposta inicial do pedal, o que muitas vezes gera aquela sensação desconfortável que algumas pessoas associam erroneamente aos carros elétricos. No Captiva, esse ajuste foi bem executado. A transição entre aceleração, desaceleração e frenagem ocorre de forma natural, aproximando a experiência daquilo que motoristas estão acostumados a sentir em veículos a combustão. Em poucos segundos ao volante, a condução se mostra previsível, confortável e sem os solavancos comuns em calibrações mal resolvidas. Nesse ponto, a Chevrolet acertou e, para o modelo nacional, deve manter essa configuração, preservando uma das qualidades mais relevantes da experiência do Captiva. Baixe o GloboPop para assistir a vídeos curtos verticais da Globo