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"CARDI" · 총 274건

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G1 (Globo)
중도 성향
스포츠

Insulina, sensores e correções durante o jogo: como Zverev administrou a diabetes até o título de Roland Garros

Insulina, sensores e correções no jogo: como Zverev administrou a diabetes até o título Três anos atrás, naquele mesmo saibro de Paris, um fiscal disse a Alexander Zverev que aplicar insulina em quadra soava estranho. O tenista alemão, que convive com diabetes tipo 1 desde a infância, respondeu que, sem aquela dose, sua vida estaria em risco. No domingo (7), Zverev voltou à quadra Philippe-Chatrier, venceu o italiano Flavio Cobolli em cinco sets e conquistou o primeiro título de Grand Slam de uma carreira de 13 anos. O gesto que um dia pareceu suspeito ajuda, agora, a explicar a vitória. O diagnóstico veio cedo. Ele tinha quatro anos quando o pâncreas deixou de produzir insulina —o hormônio que leva o açúcar para dentro das células— e a família ouviu de médicos que o menino dificilmente seria um atleta de elite. Por anos, Zverev escondeu a condição, com receio de ser barrado nas competições de base. Só em 2022 decidiu falar abertamente e fundou, em Hamburgo, uma instituição que ajuda crianças com diabetes tipo 1 e fornece insulina em países de baixa renda. Alexander Zverev, campeão de Rolland Garros Reprodução/Instagram Uma maratona metabólica Para medir o tamanho do feito, é preciso olhar o que acontece dentro do corpo ao longo das horas de jogo. Uma partida de tênis pode passar de quatro horas, e o esforço exige um equilíbrio que, em quem tem diabetes tipo 1, não se faz sozinho: sem a insulina que o pâncreas deixou de produzir, cada oscilação do açúcar no sangue depende de doses calculadas de fora. O endocrinologista Thiago Artioli, responsável pelo Ambulatório de Diabetes Tipo 1 da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, descreve um percurso de três tempos. No início do exercício, os músculos passam a capturar glicose do sangue por uma via que dispensa a insulina, e a glicemia pode despencar mesmo que o atleta tenha se medicado pouco antes. À medida que a partida avança, o esforço e a tensão emocional disparam hormônios do estresse, como o cortisol e a adrenalina, que estimulam o fígado a liberar açúcar no sangue —uma hiperglicemia passageira, logo corrigida com novas doses. No fim, e nas horas seguintes, o glicogênio, reserva de açúcar do fígado, se esgota, e o risco se inverte mais uma vez: pode sobrevir uma hipoglicemia tardia, de 6 a 24 horas após o pico de esforço, às vezes durante o sono. A esse vaivém somam-se a desidratação e a reposição constante de carboidrato. Quanto mais longa a partida, mais glicose o corpo consome e mais sensível à insulina ele se torna —de modo que a dose certa para o início pode ser demais para o fim, e o ajuste passa a se medir em frações de unidade, em que um pequeno erro de cálculo já altera o rendimento. Nos extremos, dois perigos. A hipoglicemia, a queda do açúcar abaixo de 70 miligramas por decilitro, costuma se anunciar com tremor, suor intenso, confusão mental e batimentos acelerados, e exige a ingestão imediata de carboidrato. No sentido oposto, a hiperglicemia traz náusea, fadiga acentuada e cetonas que já aparecem em exames de sangue ou urina; somada à desidratação, pode evoluir para uma cetoacidose: sem insulina suficiente, o organismo passa a queimar gordura como combustível, e o acúmulo dessas cetonas ácidas no sangue se torna uma emergência que pode ser fatal. Manter a glicose na faixa certa, portanto, é mais do que uma questão de segurança. Um nível estável preserva a concentração, a coordenação e a clareza para decidir —os mesmos atributos que separam um ponto ganho de um perdido. Entre um abismo e outro, resume o médico, Zverev não é uma exceção da natureza, e sim o retrato do que disciplina, tecnologia e cuidado médico tornaram possível. O sensor que antecipa a queda O tenista Alexander Zverev Reprodução/Instagram Se, há algumas décadas, controlar essas oscilações durante uma competição de alto rendimento era impossível, hoje a tecnologia tornou a tarefa mais previsível. No centro dessa mudança está o monitoramento contínuo da glicose: um sensor adesivo preso ao braço, com um filamento finíssimo posicionado logo abaixo da pele. Em vez de medir o açúcar no sangue, ele lê a glicose no líquido intersticial —o fluido que banha as células— de minuto a minuto, dia e noite. A leitura substitui a picada no dedo e chega em tempo real a um aplicativo, que pode ser compartilhado com o médico e com a equipe do atleta; cada sensor funciona por cerca de 14 dias antes de ser substituído. Como afere o fluido entre as células, e não o sangue, o número traz um pequeno atraso em relação à glicemia real —diferença que aumenta quando o açúcar sobe ou cai depressa, como acontece em quadra. Para o endocrinologista Clayton Macedo, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e médico do Hospital Israelita Albert Einstein, o maior trunfo do aparelho não é o valor que ele exibe, e sim a seta de tendência: antes mesmo de a glicose cair, o sensor mostra para onde ela caminha. É o que permite agir a tempo, ainda nos intervalos entre os games. O monitor também dispara alarmes quando o açúcar ameaça ultrapassar os limites, inclusive durante o sono, quando a hipoglicemia é mais perigosa. A leitura orienta cada dose. Uma insulina basal de ação prolongada sustenta o nível ao longo do dia, enquanto uma versão ultrarrápida corrige os picos conforme o sensor aponta. Nos sistemas híbridos, os mais avançados, o monitor se comunica diretamente com uma bomba de infusão que ajusta sozinha a liberação do hormônio —o mais próximo que a medicina chegou de um pâncreas artificial. Fora das quadras, é provável que Zverev use uma dessas bombas; durante o jogo, porém, o equipamento atrapalha os movimentos e costuma ser desconectado, o que o obriga a repor insulina à mão nas pausas, sempre respeitando o intervalo entre uma aplicação e outra. Bem conduzida, resume Macedo, a diabetes deixa de ser um teto e pode virar alavanca: com tecnologia, acompanhamento e disciplina, um atleta com diabetes chega a ter saúde melhor do que a de uma pessoa sem a doença, porém sedentária. 'Parece que estou me dopando?' O avanço técnico, no entanto, ainda divide espaço com a desinformação. O episódio de 2023 não foi isolado. Naquela edição de Roland Garros, durante a vitória sobre o búlgaro Grigor Dimitrov, Zverev quis aplicar insulina numa troca de lado e foi impedido: o fiscal afirmou que ele deveria deixar a quadra —o que contaria como uma de suas pausas para o banheiro. O tenista reagiu. Lembrou que dispõe de apenas duas dessas pausas por partida, mas que, num jogo de cinco sets, pode precisar de quatro ou cinco aplicações. "O que parece? Que eu estou me dopando?", devolveu, em entrevista coletiva. A insulina figura entre as substâncias controladas pelas regras antidoping, e Zverev tem autorização da International Tennis Integrity Agency (ITIA), a agência de integridade do esporte, para usá-la durante as partidas. As doses múltiplas que ele relata nas redes sociais são esperadas, afirma o cardiologista e especialista em medicina do esporte Bruno Sthefan: em provas longas, corrigir a glicose ao longo do jogo demonstra controle da doença, não uma complicação. “Faltou informação a quem organizava a competição. Árbitros e fiscais deveriam saber que ali estava um atleta com diabetes tipo 1, que precisaria checar a glicemia e, em algum momento, aplicar insulina. Diagnosticada na infância, a doença ainda carrega a imagem de uma vida fadada a limites, e muitos pacientes acabam por se limitar sozinhos”, explica o médico. Um século depois da insulina A soma de monitoramento contínuo, insulinas modernas e acompanhamento próximo fez do diagnóstico algo que deixou de ser uma sentença, segundo o cardiologista Elzo Mattar, professor da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e diretor do Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Nem sempre foi assim. Até o início da década de 1920, um diagnóstico de diabetes tipo 1 era, quase sempre, uma sentença de morte: sem insulina, crianças e jovens raramente sobreviviam mais do que alguns meses, e o melhor que a medicina oferecia eram dietas de privação extrema, que apenas adiavam o desfecho. A virada veio em 1921, quando os pesquisadores Frederick Banting e Charles Best isolaram a insulina na Universidade de Toronto; meses depois, o adolescente Leonard Thompson, de 14 anos, tornou-se o primeiro paciente tratado com sucesso. O que antes matava em pouco tempo tornou-se uma doença crônica, controlada com a aplicação diária do hormônio. Um século depois, essa mesma dependência de insulina —agora somada a sensores que leem a glicose minuto a minuto— levou ao topo do tênis um menino que ouvira, ainda criança, que jamais chegaria lá.

Insulina, sensores e correções durante o jogo: como Zverev administrou a diabetes até o título de Roland Garros
G1 (Globo)
중도 성향
사회

Morte após vídeos em UPA, falta de informações: entenda o caso da mulher que morreu após denunciar escassez de médicos

Polícia apura morte de paciente em UPA de Neves Brenda Larissa Maia, de 32 anos, morreu durante a madrugada de domingo (7) após denunciar, em vídeos gravados dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a falta de médicos na unidade. Horas antes, ela havia procurado atendimento por causa de dores no peito. Pouco antes de morrer, Brenda enviou mensagens à mãe afirmando que a saturação de oxigênio havia diminuído e que o quadro cardíaco havia se agravado. Em uma das conversas, pediu que familiares não autorizassem ventilação mecânica caso o procedimento fosse solicitado pela equipe médica. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A família suspeita de negligência e cobra esclarecimentos sobre o que aconteceu com a Brenda. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o caso e aguarda a conclusão dos laudos periciais. Veja, a partir dos pontos abaixo, o que se sabe sobre o caso: Quem era Brenda Larissa Maia? Quando ela procurou atendimento e qual era o estado de saúde dela? O que Brenda disse à família antes de morrer? O que mostram os vídeos gravados dentro da UPA? O que aconteceu após as gravações? Por que a família suspeita de negligência e contesta informações sobre a morte? O que aconteceu com o corpo da paciente e o que apontará a perícia? O que diz a Prefeitura de Ribeirão das Neves? O que a Polícia Civil investiga? Quem era Brenda Larissa Maia? Brenda Larissa Maia tinha 32 anos e era moradora da Grande BH. Segundo familiares, ela possuía histórico de fibromialgia e cardiopatia. Ela procurou atendimento médico após sentir dores no peito e morreu horas depois dentro da unidade de saúde. Quando ela procurou atendimento e qual era o estado de saúde dela? Segundo o boletim de ocorrência registrado pela mãe da vítima, Brenda deu entrada na UPA de Ribeirão das Neves por volta das 14h30 de sábado (6). Após passar pela triagem, ela aguardou atendimento médico. Ao longo da noite, segundo familiares, relatou piora no quadro clínico. A paciente chegou a receber oxigênio por meio de oxigenoterapia e informou à família que a saturação estava diminuindo e que o quadro cardíaco também havia se agravado. O que Brenda disse à família antes de morrer? Minutos antes de gravar os vídeos, Brenda enviou mensagens à mãe relatando preocupação com o próprio estado de saúde. Em uma das mensagens, pediu que a família não autorizasse ventilação mecânica caso a medida fosse solicitada pela equipe médica. Segundo o irmão da vítima, ela também chegou a agradecer à mãe "por tudo", em uma conversa interpretada pelos parentes como uma despedida. Últimas mensagens trocadas entre Brenda, que morreu em UPA em BH, e sua mãe Hudson O que mostram os vídeos gravados dentro da UPA? Durante a madrugada de domingo (7), por volta de 1h30, Brenda gravou vídeos dentro da unidade de saúde. Nas imagens, ela mostrou consultórios vazios e afirmou que não havia médicos disponíveis para atendimento naquele momento. Em uma das gravações, relatou que profissionais estariam em descanso e que uma médica deixaria a unidade para acompanhar uma transferência. Os vídeos foram enviados a familiares e publicados nas redes sociais pouco antes da morte. O que aconteceu após as gravações? Segundo relatos da família, Brenda deixou a sala onde estava internada e percorreu corredores da unidade em busca de ajuda. De acordo com informações repassadas por testemunhas aos parentes, ela passou mal logo após gravar os vídeos, caiu no chão e apresentou convulsões. Ainda segundo o irmão da vítima, um médico que passava pelo local acionou outros profissionais. Brenda morreu por volta de 1h38. UPA Acrizio Menezes, em Ribeirão das Neves Patrícia Luz/TV Globo Por que a família suspeita de negligência e contesta informações sobre a morte? Os familiares questionam o atendimento prestado à paciente e afirmaram que Brenda relatou piora progressiva do quadro clínico antes de morrer. Para eles, é necessário esclarecer se houve demora ou falha na assistência médica. A família também afirma ter recebido informações contraditórias após o óbito. Segundo a mãe da vítima, um médico informou inicialmente que a causa da morte seria embolia pulmonar. Depois que os parentes apresentaram os vídeos gravados por Brenda, a informação teria sido alterada, sem explicação detalhada. Os familiares ainda relatam dúvidas sobre os procedimentos adotados pela unidade após a morte e afirmaram que nem todas as informações sobre os momentos finais de Brenda foram repassadas de forma clara. Segundo o irmão da vítima, testemunhas relataram que ela teria convulsionado antes de morrer, informação que, segundo a família, não foi comunicada inicialmente aos parentes. O que aconteceu com o corpo da paciente e o que apontará a perícia? Diante das dúvidas sobre a causa da morte, a família acionou a Polícia Militar e registrou um boletim de ocorrência. Segundo os parentes, diante da falta de esclarecimentos sobre o caso, o corpo foi encaminhado para exames periciais. Os laudos devem apontar a causa da morte e ajudar a esclarecer as circunstâncias em que o óbito ocorreu. O que diz a Prefeitura de Ribeirão das Neves? Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que lamenta a morte da paciente. A prefeitura afirmou ainda que determinou a apuração rigorosa dos fatos e que todas as informações relacionadas ao atendimento serão analisadas. Segundo o município, medidas técnicas e jurídicas poderão ser adotadas após a conclusão das investigações. O que a Polícia Civil investiga? A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Brenda Larissa Maia. Segundo a instituição, a investigação aguarda a conclusão dos laudos periciais, que deverão apontar a causa da morte e auxiliar na análise sobre eventual responsabilidade pelo ocorrido. A corporação também apura as circunstâncias do atendimento prestado à paciente antes do óbito. Montagem mostra fotos de Brenda Larissa Maia, que morreu após denunciar falta de médicos em UPA, consultório vazio e rosto da vítima em vídeo com filtro de palhaço Arquivo pessoal; Reprodução/Redes sociais LEIA TAMBÉM: Mulher que morreu após denunciar falta de médicos em UPA pediu para não autorizarem ventilação mecânica: 'Não aguento' Governo de MG lança plano de combate a queimadas até 2031 com investimento de R$ 440 milhões Vídeos mais vistos no g1 Minas:

Morte após vídeos em UPA, falta de informações: entenda o caso da mulher que morreu após denunciar escassez de médicos
TheJournal.ie
중도 성향
기타

Delays to open-heart surgeries as cardiac specialists strike over pay row with HSE

The HSE has failed to implement a Labour Court recommendation on the pay scale for perfusionists.

Delays to open-heart surgeries as cardiac specialists strike over pay row with HSE
Rolling Stone
중도 성향
스포츠

Cardi B Shows Out for New York During NBA Finals Game 3 Halftime Show

The star performed "Bodega Baddie" and "Bodak Yellow" during the hard-hitting set

New York Post
보수 성향
정치

Cardi B flouts MSG’s no-bag rule with $7K Chanel purse — as celebs hit court-side catwalk

It’s one rule for the President — and another for Cardi B. The rapper and singer, who performed at the New York Knicks versus San Antonio Spurs Game 3 of the NBA Finals Monday, showed off a $7,000 Chanel purse as she Instagrammed from celebrity row. This was despite the strict no-bag rule in place...

New York Post
보수 성향
스포츠

Charles Barkley, ‘Inside the NBA’ crew drool over Cardi B during halftime of Game 3

Much like the Madison Square Garden crowd, Charles Barkley couldn't keep him eyes off Cardi B's Game 3 halftime performance.

G1 (Globo)
중도 성향
기타

Por que uma vacina aprovada tem registro de eventos raros e como isso impacta a segurança? Especialistas explicam a suspensão da Butantan-DV

Especialista explica próximos passos após suspensão de vacina contra a dengue O Ministério da Saúde anunciou na segunda-feira (8) a suspensão temporária da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A decisão foi tomada após o registro de 42 casos de reações adversas severas e duas mortes entre as 500 mil pessoas vacinadas desde janeiro. A relação entre as mortes e os casos graves e o imunizante ainda não está confirmada. Mesmo assim, o Ministério decidiu interromper a imunização sem data de retorno prevista. A decisão levanta uma série de questões: a vacina foi testada o suficiente? O que esses casos revelam sobre o processo que levou à sua aprovação? E o que deve fazer quem já foi vacinado? A vacina do Butantan chegou ao mercado com um histórico robusto. Foram mais de 16 mil voluntários acompanhados ao longo de cinco anos, com eficácia geral de até 80,5% de proteção contra dengue grave (quadro que leva à internação ou ao óbito). Ao longo do estudo, não foram registrados efeitos adversos graves ou mortes ligadas ao imunizante. 🔴 O que especialistas ouvidos pelo g1 explicam é que nenhum estudo clínico, por mais amplo que seja, consegue antecipar tudo. Efeitos adversos raros dificilmente aparecem nas fases 1, 2 ou 3 de um estudo clínico porque não há participantes em número suficiente para torná-los visíveis. O número de casos graves entre as mais de 500 mil pessoas imunizadas representa 0,008% do total. Por isso existe o processo de farmacovigilância, que também é parte do protocolo regulatório. Após a aprovação de uma nova vacina, a imunização começa de forma gradual, justamente para facilitar o acompanhamento de possíveis eventos adversos — com restrições e público-alvo sendo reavaliados conforme novos dados surgem. Isso já aconteceu antes, com alertas e até suspensões para grupos específicos com as vacinas da Covid-19. Abaixo, o g1 explica o que foi encontrado na pesquisa, o que os casos notificados e a suspensão dizem sobre o processo regulatório de vacinas no país e o que fazer se você foi vacinado. O Butantan DV é a primeira vacina do mundo em dose única contra a dengue Divulgação / Instituto Butantan O que o estudo mostrou antes da aprovação? A Butantan-DV passou por todas as fases obrigatórias de estudos clínicos antes de chegar ao SUS — avaliação de segurança, resposta imunológica e eficácia em voluntários. O estudo de fase 3, publicado na revista científica "Nature Medicine", acompanhou mais de 16 mil participantes de 2 a 59 anos por cinco anos. A eficácia geral contra a dengue sintomática confirmada por exame foi de 65%. Contra casos graves ou com sinais de alarme, a proteção chegou a 80,5%. 🔴 Durante todo o estudo, não foram registradas mortes relacionadas à vacina. Ao todo, foram registradas 42 mortes entre as pessoas que receberam o imunizante, mas nenhum dos casos foi relacionado à vacina. Foram mortes causadas, em geral, por Covid-19. Mais da metade dos participantes da pesquisa que receberam o imunizante — 58,6% — relatou alguma reação. O sintoma mais comum foi dor de cabeça, mas todos os casos foram de intensidade leve a moderada. Ou seja, não havia uma reação grave entre as pessoas que foram observadas, ainda que por um longo período. Com base nesse conjunto de estudos, a Anvisa aprovou a vacina em novembro de 2025. A campanha começou em janeiro de 2026, com as primeiras 417 mil doses aplicadas em profissionais de saúde. E foi nessa escala que os primeiros sinais de alerta apareceram. E o que não foi visto na pesquisa e que apareceu agora? Desde o começo da campanha até agora, 500 mil pessoas foram imunizadas. Nesse volume de pessoas, problemas que até então não tinham aparecido, começaram a ser registrados. Especialistas ouvidos pelo g1 apontam que esses números precisam ser lidos com cuidado. Isso não é para minimizar o que aconteceu, mas para entender o que os números significam. De acordo com o levantamento do Ministério da Saúde, foram registrados: 3,7 mil pessoas com sintomas leves, semelhantes à dengue, mas que não estavam descritos em bula. Esse volume representa 0,7% do total de pessoas que receberam a vacina. 42 pessoas com reações consideradas um sinal de alarme, entre eles duas mortes. Os registros correspondem a 0,008% do total de vacinados. ➡️ E você pode se perguntar: por que nada disso foi visto antes? O médico infectologista Leonardo Weissmann explica que isso pode acontecer porque os estudos clínicos são abrangentes, mas tem limitações. Quando a vacina passa a ser aplicada em larga escala, pessoas com condições de saúde muito específicas podem apresentar reações que não apareceram nos estudos clínicos. Isso tudo é acompanhado em um rigoroso processo de farmacovigilância que não só identifica os casos, como vai debater com um comitê que envolve vários especialistas para entender os próximos passos. O que levou à suspensão foi a análise de reações não previstas em bula e que precisam ser investigadas. “O que a ciência faz é garantir que o maior número possível de pessoas vai estar segura com a vacina e protegida. A pesquisa analisa os cenários, mas tem limitações que depois são acompanhadas quando as doses em um número maior são aplicadas. Se existe um efeito que ocorre em uma pessoa a cada 100 mil ou 1 milhão de doses, isso só vai aparecer quando a vacina é aplicada em larga escala. A suspensão não é uma falha, mas o sistema funcionando”, explica Weissmann. A médica infectologista e presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabela Balalai explica que há ainda uma outra análise: uma possível contraindicação para pessoas com um quadro de saúde específico e raro. No caso da Butantan-DV ela chegou às pessoas como uma restrição: não era indicada às pessoas imunodeprimidas. Essas são pacientes que têm o sistema imunológico enfraquecido, seja por doenças ou por tratamentos que reduzem as defesas do organismo. É o caso, por exemplo, de pacientes em quimioterapia, transplantados que usam medicamentos imunossupressores e algumas pessoas vivendo com HIV. Como a vacina contra a dengue utiliza um vírus vivo atenuado — ou seja, uma versão enfraquecida do vírus capaz de estimular a resposta imune sem causar a doença na maioria das pessoas —, ela já era contraindicada para esse grupo desde sua aprovação. Isabela explica que a análise pode revelar ainda um novo grupo com restrições à vacina que tem uma condição raríssima. "Esse é o processo e justamente por ele é que uma vacina se torna segura. Não podemos entrar em pânico agora. Não estamos ignorando que há investigações de mortes, isso ainda precisa ser esclarecido e é isso que está sendo feito. Mas é por esse processo cuidadoso que as vacinas disponíveis são seguras”, explica. Isso é uma falha no sistema? A suspensão gerou dúvidas sobre se o processo de aprovação da vacina foi rigoroso o suficiente. Para especialistas, a resposta é não e apontam que o raciocínio é quase contrário: o fato de os casos terem sido identificados e comunicados rapidamente é sinal de que o sistema funciona. "A vacina como causa ainda não está confirmada", diz o infectologista Alexandre Naime. "É importante que os casos sejam avaliados com transparência — mas é parte de como o sistema funciona. Se não existisse um sistema de vigilância, esses casos nem teriam sido reportados”, explica. O que está em curso agora é a farmacovigilância — etapa prevista no protocolo regulatório de qualquer imunizante. Esse sistema acompanha as pessoas vacinadas pelo Brasil, recebendo a notificação de casos adversos, de leves a graves. O procedimento envolve o Ministério da Saúde, a Anvisa e outros órgãos responsáveis pela vigilância sanitária. Na decisão do Ministério da Saúde, o ministro Alexandre Padilha explicou que eles acompanhavam as notificações, reuniram o comitê nesta segunda-feira (8) e com o número de casos decidiram suspender até que todos sejam investigados. Não é a primeira vez que isso acontece: Em 2021, após o início da campanha em larga escala com a vacina da Pfizer contra a Covid-19, surgiram os primeiros casos de miocardite associados. Eles não apareciam nos estudos clínicos, mas foram detectados pela farmacovigilância. Houve um alerta para esse, que foi considerado um evento raro, atingindo menos de 0,01% dos vacinados. A vacina seguiu sendo aplicada após o alerta. Depois, o mesmo ocorreu com a vacina da AstraZeneca para gestantes. Nos estudos, não havia risco para esse público, mas foi identificado um caso grave durante a farmacovigilância e a vacina foi restrita para esse público. O médico infectologista Alexandre Naime explica que é preciso cautela sobre qualquer leitura dos dados divulgados. Antes de supor qualquer falha, é preciso a investigação cautelosa dos casos observando fatores clínicos, comorbidades, possíveis erros de aplicação e de armazenamento das vacinas antes de qualquer conclusão. “Ainda não há nada que confirme que a vacina é a causa. É importante que os casos sejam investigados, como está sendo feito, e com transparência. Hoje, o Ministério divulgou os casos, explicou porque está suspendendo e as pessoas podem acompanhar o que acontece nesse processo”, explica. O que fazer se você foi vacinado O Ministério da Saúde recomenda que pessoas vacinadas nos últimos 21 dias estejam atentas aos possíveis sinais de reação adversa. Os sinais incluem: Febre Dor abdominal intensa e contínua Vômitos persistentes Tontura Sangramentos Sonolência intensa Irritabilidade Sinais de desidratação Piora do estado geral Quem foi vacinado há mais de 21 dias e não apresentou sintomas não tem indicação de procurar atendimento. O que diz o Butantan? O Instituto Butantan informa que, seguindo orientação do Ministério da Saúde e da Anvisa, a vacinação contra a dengue será, de maneira preventiva, temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal. No momento, profissionais de saúde estavam sendo vacinados. A orientação ocorre em razão de alguns casos de reação adversa detectados, três deles com sinal de gravidade, em um universo de aproximadamente 500 mil vacinados, que podem ou não estar relacionados à vacinação. A medida visa garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação. O Instituto Butantan mantém seu compromisso e rigor absoluto com a ciência e a saúde da população e irá seguir trabalhando para apoiar o Ministério da Saúde e a Anvisa, fornecendo todas as informações disponíveis sobre a vacina, realizando novos estudos e acompanhando o trabalho de farmacovigilância dos vacinados. Cabe ressaltar que a vacina teve eficácia global de 79,6% e 89% contra a dengue grave em estudo publicado em revista científica internacional. Nos três municípios onde houve vacinação em massa da população – Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), o acompanhamento de farmacovigilância se mostrou positivo, sem casos importantes de reação adversa na população. O Instituto Butantan, como já demonstrado em casos recentes, seguirá trabalhando com o mais absoluto rigor para aprofundar as informações sobre o uso da vacina para que, em se confirmando sua segurança, a vacinação possa ser retomada em breve, com toda a tranquilidade para a população atendida pelo SUS. O Instituto Butantan reafirma seu compromisso de entregar produtos seguros e eficazes para enfrentamento de problemas de saúde pública brasileira pelo SUS.

Free Malaysia Today
보수 성향
기타

When your heart valves stop working properly

IJN senior consultant cardiothoracic surgeon Dr Mohd Azhari Yakub explains the symptoms, risks and screening options for heart-valve disease.

RTÉ News (Ireland)
중도 성향
기타

Cardiac surgeries cancelled due to perfusionists' strike

Cardiac surgeries in five hospitals have been cancelled due to a strike by 25 perfusionists, who are members of the Fórsa trade union.

RTÉ News (Ireland)
중도 성향
기타

Cardiac surgeries cancelled due to strike action

Cardiac surgeries in five hospitals have been cancelled today due to a strike by 25 perfusionists, who are members of the Fórsa trade union.

EL PAÍS (español)
중도 성향
기타

Las mujeres con la menopausia adelantada tienen mayor riesgo de padecer un ictus o un infarto

Un estudio con más de 111.000 participantes confirma que la caída hormonal prematura dispara el riesgo cardiovascular, y que su impacto es casi el doble en países con menos recursos que en países ricos

G1 (Globo)
중도 성향
사회

Avô de bebê preso em capô de carro após atropelamento na PB relata trauma da família: 'Minha filha não ficou mais a mesma'

Avô de bebê que ficou preso em capô de carro relata trauma da família após atropelamento O avô do bebê de 1 ano, que ficou preso em um capô de um carro após um atropelamento na cidade de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, disse que a família, mesmo após seis meses do ocorrido, ainda não se recuperou psicologicamente do acidente. Veja o vídeo acima. Roberto Oliveira, que é empresário, disse ao g1 que a avô do bebê, que carregava a criança quando a família atravessava a faixa de pedestres, e também a mãe da criança estão em acompanhamento psicológico e chegaram a apresentar sintomas como crises de pânico, caracterizando Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). Ele também apresentou um laudo sobre essa condição. "Só aquela lembrança ruim do que aconteceu, que o neném poderia ter morrido, minha filha não ficou mais a mesma, tem pânico, não gosta de sair na rua a pé, ficou um negócio muito triste", disse o empresário. No laudo, assinado por uma neuropsicóloga é apontado que tanto a avô da criança quanto a mãe chegaram a apresentar alguns dos seguintes sintomas: Medo intenso e persistente; Ansiedade elevada, com sensação constante de ameaça; Crises de pânico caracterizadas por taquicardia, sudorese, falta de ar, tremores, tontura e sensação iminente de morte; Revivescência frequente do trauma (flashbacks, lembranças intrusivas e angustiantes); Pesadelos recorrentes relacionados ao acidente; Evitação de situações que remetam ao evento, especialmente atravessar ruas, permanecer próximo a vias movimentadas ou utilizar veículos; "Então o que mais me revolta, e o que mais eu peço justiça é que não fique impune, que sirva de exemplo, o que ela fez foi muito grave e os vídeos mostram a gravidade e a dinâmica do acidente, demorou muito pra conseguir esses vídeos, deu muito trabalho, então a gente pede justiça, que não fique impune", disse o avô. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O g1 não conseguiu localizar a defesa da motorista do carro até a última atualização desta reportagem. Sobre a saúde do bebê, o avô disse que como ela é mais nova e ainda não completou dois anos não houve grandes repercussões na saúde da criança. A mulher que estava dirigindo o carro foi liberada em audiência de custódia ainda na época em que o acidente aconteceu, em dezembro de 2025. Ela pagou fiança e responde na Justiça ao processo. O acidente Bebê fica preso em capô de carro após atropelamento na Paraíba Nas imagens, é possível notar que três pessoas estavam atravessando uma faixa de pedestres com um sinal fechado, no momento em que um veículo ultrapassa o sinal e atropela uma família. Um homem e duas mulheres, uma delas grávida, foram atingidos, assim como o bebê. A criança, no entanto, fica em cima do capô do carro, que estava sendo pilotado por uma mulher no momento do acontecido. Quem dirige o veículo ainda leva a criança por alguns metros até parar completamente. Apesar das imagens terem sido divulgadas nos últimos dias, o caso aconteceu no final de 2025, no mês de dezembro. Na época, a motorista do caso admitiu que tinha ingerido bebida alcoólica. Ao g1, a Polícia Civil confirmou que a mulher foi presa em flagrante à época, um inquérito foi aberto e a suspeita responde a um processo na Justiça da Paraíba sobre o caso. Bebê fica preso em capô de carro após atropelamento, na Paraíba; Vídeo mostra o momento Reprodução Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

G1 (Globo)
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Mulher que morreu após denunciar falta de médicos em UPA pediu para não autorizarem ventilação mecânica: 'Não aguento'

Mulher morre depois de denunciar demora no atendimento Brenda Larissa Maia, mulher de 32 anos que morreu após denunciar a falta de atendimento médico na UPA de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, pediu à família que não autorizasse que ela tivesse ventilação mecânica na unidade médica. Brenda trocou mensagens com a mãe minutos antes de gravar o vídeo e relatou a piora no quadro clínico (veja imagem abaixo). Segundo o irmão de Brenda, Hudson Lucas Maia, de 39 anos, a mulher chegou a "agradecer a mãe por tudo", em tom de despedida. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp "Eu te amo. Mãe, se te ligarem pedindo permissão para ventilação mecânica, não autoriza, tá. Eu não aguento... A saturação piorou mesmo no oxigênio, coração também", escreveu Brenda por mensagem. Últimas mensagens trocadas entre Brenda, que morreu em UPA em BH, e sua mãe Hudson Piora durante internação Segundo o boletim de ocorrência feito pela mãe da vítima, Sônia de Oliveira da Silva, Brenda deu entrada na unidade na tarde de sábado (6), por volta das 14h30. A paciente chegou a ser submetida à oxigenoterapia, tratamento que consiste na administração de oxigênio. Por volta das 22h, a ela avisou à família que o quadro de saúde havia piorado. O corpo de Brenda Larissa Maia foi enterrado nesta terça-feira (9), no Cemitério Belo Vale, em Santa Luzia, na Grande BH. Família relata falta de informações Em entrevista à TV Globo, Hudson Lucas afirmou que a irmã deixou sozinha a sala vermelha da UPA em busca de ajuda, após não encontrar profissionais de saúde no local. Segundo ele, Brenda caminhou pelos corredores da unidade e gravou os vídeos que posteriormente publicou nas redes sociais. Ainda de acordo com Hudson, testemunhas informaram à família que, após fazer as gravações, Brenda caiu no chão e começou a convulsionar. O irmão afirma que essas informações não teriam sido repassadas inicialmente pela unidade de saúde aos familiares. "Um médico que passava pelo local viu a situação e chamou outros profissionais. Foi nesse momento, por volta de 1h38, que ela veio a óbito", disse. A mãe da paciente relatou ter recebido informações contraditórias sobre a causa da morte. Segundo ela, um médico apresentou inicialmente um documento com uma causa específica: embolia pulmonar. Porém, após a família mostrar os vídeos gravados por Brenda, ele informou que o registro seria outro, sem detalhar. Segundo o irmão de Brenda, diante da falta de informações sobre a morte da paciente, a família resolveu acionar o Instituto Médico Legal. O corpo de Brenda foi levado e passou por exames para determinar a causa da morte. Em nota, a Polícia Civil informou que investiga o caso e aguarda a conclusão dos laudos periciais. Entenda o caso Brenda Larissa Maia deu entrada na unidade na tarde de sábado (6), por volta das 14h30, com queixas de dores no peito, e morreu durante a madrugada. Para a família, houve negligência médica. Segundo o boletim de ocorrência, Brenda tinha histórico de fibromialgia e cardiopatia. Ela foi classificada na triagem e aguardava atendimento médico. Durante a madrugada, por volta de 1h30, Brenda gravou e enviou vídeos em que denunciava a ausência de médicos na unidade. Nas imagens, ela mostra consultórios vazios e relata a demora no atendimento "A UPA está agora, literalmente, com todas as salas vazias. Tem médico no descanso e uma médica vai sair para conduta de transferência", disse em uma das gravações.. A Prefeitura de Ribeirão das Neves informou, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que lamenta o ocorrido e determinou a apuração rigorosa dos fatos. Segundo o órgão, serão levantadas todas as informações necessárias para esclarecer o caso e, após a investigação, poderão ser adotadas medidas técnicas e jurídicas cabíveis. LEIA TAMBÉM Caso de advogada que morreu ao ser jogada de 8º andar de prédio em BH completa 4 anos sem desfecho PM do RJ é presa por furto de fone de ouvido no Aeroporto de BH Veja os vídeos mais vistos do g1 Minas:

New York Post
보수 성향
스포츠

Reds fan holds kid by legs in effort to get home run ball in wild scene: ‘Going to sacrifice his son’

Two Reds fans really wanted to get their hands on a baseball stuck just over the home run wall during a game between the Cardinals and the Reds at Busch Stadium on Sunday.

New York Post
보수 성향
기타

Cardinals QB Jacoby Brissett ending holdout despite contract situation remaining unresolved

Jacoby Brissett’s holdout appears to be over — even without a new deal.

G1 (Globo)
중도 성향
정치

Padre brasileiro que ajudava refugiados morre na Ucrânia após machucar joelho durante missão: 'Ele não tinha medo', diz amigo

Padre rio-pretense, faleceu na Ucrânia, no sábado (6), após 15 anos em missão católica. Reprodução/Facebook Um padre de 36 anos, natural de São José do Rio Preto (SP), morreu no sábado (6) na Ucrânia após passar por uma cirurgia no joelho e ter complicações. Robson Gavioli servia à Igreja Católica e morava há 14 anos na Ucrânia. Segundo apurado pelo g1, o padre havia machucado o joelho enquanto levava jovens para subir uma montanha para um momento de oração e descontração. O objetivo da missão comunitária era aliviar a ansiedade e a tensão do grupo devido aos reflexos da guerra no país. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Por conta da lesão, Robson foi submetido ao procedimento cirúrgico considerado simples pelos médicos. Entretanto, o sacerdote foi diagnosticado com tromboembolia, que é a obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo (trombo) que se desprende e viaja pela corrente sanguínea. Em consequência disso, ele teve uma parada cardiorrespiratória. A cirurgia estava prevista para fevereiro, mas, por conta da superlotação nos hospitais do país, foi adiada até ser realizada recentemente em Kiev. O corpo do religioso deve chegar a São José do Rio Preto (SP) nos próximos dias. Até a última atualização desta reportagem, a família aguardava a autorização para o traslado e a efetivação dos ritos fúnebres pela Igreja Católica. Trajetória e Missão Conforme apurado pela reportagem, Robson iniciou sua trajetória como seminarista em São José do Rio Preto (SP) e, depois, no ano de 2011, migrou para Brasília (DF). Mais tarde, foi enviado à Ucrânia após um sorteio para formação pelo seminário de Khmelnytskyi, uma das dioceses do país. Em entrevista ao g1, o padre Valdinei Lobo de Almeida, que atualmente serve na paróquia Santuário das Almas de Rio Preto e era amigo próximo de Robson, contou que o missionário dedicou os últimos anos de sua vida a prestar assistência espiritual e solidária às vítimas e aos refugiados de guerra. “Ele não tinha medo e dizia: ‘Se Deus me escolheu para estar aqui, se tenho que morrer na Ucrânia, na Ucrânia vou morrer’”, relembrou o colega com orgulho. Padre rio-pretense ajudava refugiados de guerra em missão na Ucrânia. Reprodução/Facebook Valdinei afirmou que, quando o conflito com a Rússia começou, foi dada a Robson a possibilidade de retornar ao Brasil, mas ele decidiu permanecer no país em guerra. Segundo o amigo, a comunidade católica lamenta profundamente a perda e lembra do religioso como uma pessoa alegre e positiva. “O Robson era uma pessoa muito alegre, muito extrovertida, estava sempre disponível e contente, sempre feliz com a missão para a qual foi enviado. A notícia da morte dele chocou muita gente. Todos nós aqui ficamos tristes, mas a esperança da ressurreição na vida eterna nos conforta, porque ele morreu fazendo o bem e evangelizando”, declarou Valdinei. Vídeos em alta no g1 * Colaborou sob supervisão de Henrique Souza Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

New York Post
보수 성향
스포츠
부정적

Pilots who died in fiery jet crash en route to pick up MLB legend identified as US citizens

The two American pilots who died when a private jet crashed in the Dominican Republic on the way to pick up St. Louis Cardinals legend Yadier Molina have been identified.

G1 (Globo)
중도 성향
사회

Motorista que matou jovem atropelado fugiu da PM porque tinha comprado arma, diz delegado

Motorista preso após atropelamento fatal saiu de Ibaté para comprar arma, diz delegado O motorista do carro que atropelou e matou um jovem de 21 anos na noite de domingo (7), em São Carlos (SP), fugiu da Polícia Militar porque tinha acabado de comprar uma arma, segundo o delegado Gilberto de Aquino. A PM apreendeu um revólver calibre 32 com munições com o motorista de 28 anos. Ele e outros dois homens, de 21 e 24 anos, foram presos. Uma adolescente de 17 anos que também estava com o trio no veículo foi apreendida, ouvida e liberada para a responsável legal. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Kaique Henrique Soares Montanha morreu após ser atropelado durante a fuga do grupo que desobedeceu a ordem da polícia para parar. O jovem chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para a Santa Casa. Segundo o boletim de ocorrência, Kaique deu entrada no hospital em estado gravíssimo e sofreu diversas paradas cardiorrespiratórias. Apesar das tentativas de reanimação da equipe médica, ele não resistiu aos ferimentos. LEIA TAMBÉM: Jovem de 21 anos morre após ser atropelado por carro que fugia da PM no interior de SP Compra de arma no Cidade Aracy Revólver calibre 32 apreendido pela PM em São Carlos Polícia Militar/Divulgação Em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo, o delegado Gilberto de Aquino afirmou que os ocupantes do carro moram no Jardim Cruzado, em Ibaté, e seguiram até o bairro Cidade Aracy, em São Carlos, onde o motorista comprou a arma. “Após a negociação com a arma, ele [motorista] passaria no bar para comprar caipirinha, conforme um acordo com os amigos. Nesse trajeto, ele acabou cruzando com uma viatura da Polícia Militar, que determinou que ele parasse, mas como ele estava com arma de fogo, ele resolveu empreender fuga”, contou o delegado. Mais notícias da região: SÃO CARLOS: Homem morre após sofrer traumatismo craniano ao ser empurrado em saída de show POLÍCIA: Jovem de 21 anos morre após ser atropelado por carro que fugia da PM no interior de SP TRAGÉDIA: Jovem de 24 anos morre em grave acidente de trabalho com empilhadeira no interior de SP Fuga e atropelamento Kaique Henrique Soares Montanha morreu atropelado por carro que fugia da PM em São Carlos Arquivo pessoal e Polícia Militar A ocorrência começou no cruzamento das ruas Coronel Leopoldo Prado e Ana Prado, na Vila Prado, e terminou na Avenida São Carlos, após uma série de acidentes. Durante a fuga, o carro percorreu trechos na contramão pelas ruas José Bonifácio, Bento Carlos e Nove de Julho e, já na Avenida São Carlos, bateu em um Ford Fiesta. Com o impacto, o veículo atingiu Kaique, que estava no vão entre dois carros estacionados. Mesmo após o atropelamento, o motorista continuou dirigindo por cerca de um quarteirão, até perder o controle da direção e bater contra uma BMW X1. Após a colisão, os ocupantes do veículo foram detidos. “Ele perdeu a direção e acabou vindo a colidir e entre esse primeiro veículo e o segundo estava a vítima de 21 anos. Nesse momento ele acabou arrastando a vítima. E, na sequência, o carro ainda colidiu com o terceiro veículo, no momento em que ele foi abordado e todos foram detidos”, relatou o delegado. Motorista armado Kaique Henrique Soares Montanha morreu após ser atropelado por carro em fuga em São Carlos, SP PM e Redes Sociais Segundo a PM, o revólver calibre 32 carregado foi encontrado com o motorista. Também foram apreendidas munições e cápsulas deflagradas. “Ele confessou a prática delitiva, assumindo a responsabilidade. Os demais disseram que viram que ele negociou, que ele comercializou, que ele comprou, adquiriu essa arma aqui no bairro Aracy e que eles só estavam de carona”, disse o delegado. Veja reportagem do Bom Dia Cidade: Jovem de 21 anos morre após ser atropelado por carro em fuga da PM em São Carlos O motorista vai responder por crimes como corrupção de menores, porte ilegal de arma de fogo e homicídio qualificado com dolo eventual, quando se assume o risco de matar. “Ele [motorista] assumiu o risco de produzir o resultado, que é um crime de perigo comum, e não só em relação a essa vítima que foi fatal, mas todas as demais que se encontravam na Avenida São Carlos. Os outros dois também eu autuei pelo porte e junto com a coautoria, e assim como também pela corrupção de menores, porque havia uma menor dentro do veículo”, disse o delegado. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de São Carlos. O sepultamento está previsto para terça-feira (9), no Cemitério Nossa Senhora do Carmos, em São Carlos. REVEJA VÍDEOS DA EPTV CENTRAL: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

Le Figaro
중도 성향
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Foot: «Je vais bien et je suis chez moi», rassure Eriksen après son malaise

Le Danois Christian Eriksen, qui porte un stimulateur cardiaque depuis un malaise en plein match en 2021, a assuré lundi qu’il allait «bien» et était rentré chez lui, après s’être de nouveau effondré la veille lors d’une rencontre amicale contre l’Ukraine.

Vanguard (Nigeria)
진보 성향
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Denmark’s Eriksen ‘doing well’ after collapsing during friendly

Denmark midfielder Christian Eriksen is "doing well" after being admitted to hospital due to collapsing during Denmark's friendly against Ukraine, five years after suffering a cardiac arrest during the European Championships. The post Denmark’s Eriksen ‘doing well’ after collapsing during friendly appeared first on Vanguard News.

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