Lebanon watches helplessly as ceasefire between Israel and Hezbollah unravels within a day
A resilient Hezbollah is bad news for Netanyahu facing elections in the next few months.
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A resilient Hezbollah is bad news for Netanyahu facing elections in the next few months.
Israel afirma que vai continuar operações contra Hezbollah no Líbano, apesar de extensão do cessar-fogo Ataques israelenses mataram pelo menos quatro pessoas no Líbano, segundo autoridades locais, e um soldado de paz da ONU foi morto no fogo cruzado nesta quinta-feira. A mais recente onda de violência ocorreu após o anúncio de mais um acordo de cessar-fogo nos confrontos entre Israel e o grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã. Os combates em curso no Líbano, onde as forças israelenses tomaram grandes áreas do sul , ameaçam os esforços para pôr fim à guerra com o Irã e reabrir o Estreito de Ormuz , um ponto de trânsito fundamental para petróleo e gás, cujo fechamento abalou a economia mundial. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Irã exigiu que qualquer trégua duradoura se estenda ao Líbano. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu , que enfrenta eleições ainda este ano, quer prosseguir com a ofensiva de Israel até que o Hezbollah deixe de representar uma ameaça. As tropas israelenses tomaram cerca de um quinto do Líbano desde que o Hezbollah começou a lançar ataques com foguetes e drones em solidariedade ao Irã, dias após o início do conflito armado. O presidente dos EUA, Donald Trump, que enfrentou uma rara reprimenda do Congresso na quarta-feira, procurou minimizar o impasse diplomático e o fracasso dos cessar-fogos declarados em pôr fim aos combates, dizendo a repórteres que, no Oriente Médio, "um cessar-fogo é quando se atira de maneira mais moderada". Câmara dos EUA aprova resolução que limita poderes de Trump e encerra guerra contra o Irã O chefe do Hezbollah libanês, Naim Qassem, disse nesta quinta-feira (4) que, enquanto aldeias libanesas forem bombardeadas e pessoas forem mortas, o norte de Israel não estará seguro. Pacificador morto em fogo cruzado Um soldado de manutenção da paz sérvio foi morto e outros dois ficaram feridos quando um morteiro atingiu sua posição perto de Marjayoun, uma cidade de maioria cristã que tem sido palco de intensos combates, segundo a missão da ONU, conhecida como UNIFIL, e o Ministério da Defesa da Sérvia. Nenhum dos dois disse se o ataque com morteiro partiu de Israel ou do Hezbollah. A Agência Nacional de Notícias do Líbano, estatal, informou que um ataque com drone matou um motociclista e feriu quatro pessoas na vila de Maaroub. A agência também relatou ataques aéreos na vila de Sohmor, no Vale do Bekaa, no leste do Líbano, que mataram três pessoas e feriram outras. Além disso, foram noticiados ataques aéreos em outras áreas do sul do país. Não houve comentários imediatos por parte das forças armadas israelenses, que alertaram a população para não entrar em áreas do sul do Líbano onde, segundo elas, estão atacando instalações do Hezbollah. Dia dos Peacekeepers: militares e civis que atuam em missões de paz da ONU são homenageados em Brasília Ataques continuaram apesar dos cessar-fogos declarados O Hezbollah retomou seus lançamentos de foguetes dias depois de Israel e os Estados Unidos terem lançado seu ataque surpresa contra o Irã em 28 de fevereiro. Antes disso, Israel realizava ataques regulares no Líbano contra o que alegava serem alvos militantes, muitas vezes matando civis, apesar de um cessar-fogo anterior ter sido firmado em 2024. Na cidade de Sidon, no sul do país, muitos moradores reagiram ao anúncio do cessar-fogo com ceticismo, alegando que acordos anteriores não haviam conseguido deter a violência. “A cada poucos dias é anunciado um cessar-fogo, mas as pessoas continuam sendo mortas”, disse Mayada Hijazi. “Só se fala e não se age”, disse Salah Nassab. “Continuamos voltando para nossas casas e depois somos deslocados novamente, num vai e vem constante. Estamos muito cansados.” Nos últimos combates, as tropas israelenses avançaram mais no sul do Líbano do que em qualquer outro momento desde o fim da ocupação israelense, entre 1982 e 2000. Agora, ocupam cerca de um quinto do país. Mais de 3.500 pessoas foram mortas no Líbano e mais de 1,2 milhão foram deslocadas. Os combates deixaram 27 soldados israelenses e três civis mortos. O cessar-fogo resultou de negociações entre EUA, Israel e Líbano Marcelo Lins analisa pressão de Trump a Netanyahu para cessar-fogo no Líbano O último cessar-fogo declarado foi resultado de negociações mediadas pelos EUA entre Israel e o governo do Líbano, que acusa o Hezbollah de arrastar o país para a guerra e havia feito esforços para desarmá-lo antes das últimas hostilidades. O cessar-fogo não inclui oficialmente o Hezbollah e exige que as forças armadas libanesas assumam o controle das zonas de segurança no Líbano, das quais os militantes seriam proibidos de entrar. O Hezbollah afirmou que só aderirá ao cessar-fogo se Israel cessar seus ataques e iniciar a retirada do país. O presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou na quinta-feira que o novo acordo é "a última chance de se chegar a um cessar-fogo definitivo e abrangente". Ele disse que o Líbano está pronto para implementar o acordo de quarta-feira assim que receber respostas das facções relevantes no país, incluindo o Hezbollah. Os Estados Unidos — e o próprio Trump — determinarão como e quando o acordo será implementado, declarou ele a jornalistas na quinta-feira. O acordo afirma que o Hezbollah “não é apenas um inimigo de Israel e um inimigo dos Estados Unidos, mas também um inimigo do Líbano” e exige seu desmantelamento. O governo já prometeu fazê-lo no passado, mas não possui os meios para desarmar o Hezbollah pela força. O acordo mais recente não especificou quando Israel se retiraria do sul do Líbano, mas afirmou que os EUA apoiariam o exército libanês em seus esforços para consolidar o controle em áreas onde o Hezbollah exerce poder há muito tempo. O Irã exigiu um cessar-fogo duradouro no Líbano Um general iraniano de alta patente reiterou na quinta-feira a exigência de Teerã por um cessar-fogo total no Líbano e pediu que Israel retirasse suas tropas para os locais onde estavam quando o conflito começou. Naquela época, Israel controlava cinco pontos estratégicos ao longo da fronteira. “Apoiar a resistência no Líbano é um dever de todos nós, e eliminar Israel da região é uma meta alcançável para os muçulmanos”, disse Esmail Qaani, chefe da Força Quds, unidade de elite da Guarda Revolucionária, segundo as agências de notícias semioficiais Fars e Tasnim. Com os repetidos fracassos das negociações diplomáticas, o Irã e os EUA têm trocado tiros dentro e ao redor do Estreito de Ormuz, que permanece efetivamente fechado. Antes da guerra, cerca de um quinto do petróleo e gás mundial, bem como grandes carregamentos de fertilizantes e outras mercadorias, passavam por essa estreita passagem marítima. Os EUA têm como alvo o que consideram ameaças iranianas à navegação comercial e às suas próprias forças, enquanto o Irã lançou ataques com mísseis e drones contra os países do Golfo que abrigam tropas americanas. Um ataque na quarta-feira contra um aeroporto comercial no Kuwait, também utilizado pelas forças americanas para logística e reabastecimento, matou um cidadão indiano e feriu mais de 60 pessoas, incluindo passageiros e funcionários. O Irã negou ter realizado o ataque. Fumaça sobe do sul do Líbano após ataques israelenses REUTERS/Stringer Israel e Líbano concordam em renovar cessar-fogo e criar zonas de segurança para afastar Hezbollah do sul do país
O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com repórteres após assinar uma ordem executiva no Salão Oval da Casa Branca, em 3 de junho de 2026 REUTERS/Kevin Lamarque O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou os parlamentares republicanos que ajudaram o Partido Democrata a aprovar uma medida que limita seus poderes de guerra em uma votação na Câmara dos Representantes nesta quarta-feira (3). 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Em post na rede Truth Social, na manhã desta quinta-feira (4), Trump classificou a votação como "sem sentido" e afirmou que, se aprovada também no Senado, a resolução pode atrapalhar as negociações finais do acordo de paz com o Irã. "Quem faria uma coisa tão antipatriótica?", questionou. "Ontem, em uma votação sem sentido, a Câmara votou, com quatro republicanos incompetentes e todos os democratas, para limitar meus poderes de guerra, bem no meio das minhas negociações finais para encerrar a guerra com a República Islâmica do Irã. Quem faria uma coisa tão antipatriótica? Eles sabem em que pé estão as negociações. Os democratas são movidos pela Síndrome de Transtorno Obsessivo por Trump. Eles preferem que nosso país fracasse a me dar mais uma vitória, entre muitas. Os quatro republicanos, essa é outra história completamente diferente – eles são exibicionistas! Deveriam ter vergonha de si mesmos", escreveu. EUA e Irã voltam a trocar ataques em meio a frágil cessar-fogo Entenda a medida aprovada A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (2) uma resolução que limita os poderes do presidente Donald Trump e busca encerrar a guerra contra o Irã. O texto foi aprovado por 215 votos a 208. Quatro republicanos se juntaram aos democratas e votaram a favor da medida. A resolução ainda precisa ser aprovada pelo Senado e não depende de sanção de Trump. Na prática, o Congresso quer impedir que Trump volte a atacar o Irã sem autorização dos parlamentares. O resultado da votação reflete a crescente preocupação no Capitólio e de republicanos com o conflito. No mês passado, o Senado aprovou uma medida semelhante para obrigar Trump a encerrar operações militares no Oriente Médio. A votação também contou com o apoio de um pequeno grupo de republicanos. O texto, porém, não foi submetido a uma votação final e está parado no Congresso. O novo esforço da Câmara segue um caminho diferente. Os democratas recorreram a uma manobra regimental que obriga a análise do texto em até duas semanas e meia. Ainda assim, os republicanos têm maioria no Senado. Para que a medida seja aprovada, será necessário que parte da bancada do partido de Trump vote com os democratas, assim como foi em maio. Mesmo que uma dessas medidas seja aprovada em definitivo pelo Congresso dos EUA, a expectativa é que Trump recorra à Justiça para tentar derrubá-la. A Casa Branca afirma que qualquer tentativa de limitar os poderes do presidente para conduzir ações militares é inconstitucional. Por outro lado, parte do Partido Republicano também demonstra preocupação com o prolongamento da guerra. O conflito se mostrou impopular nos Estados Unidos e provocou alta nos preços dos combustíveis. O temor entre os republicanos é que a rejeição à ofensiva tenha impacto nas eleições de novembro, quando serão renovadas quase todas as cadeiras da Câmara e parte das do Senado. LEIA TAMBÉM Chamado de 'louco', Netanyahu minimiza atrito com Trump: 'Às vezes temos divergências' Rubio fala sobre desbloqueio de ajuda dos EUA à Ucrânia e alerta para risco de escalada na guerra contra Rússia Escudo das Américas: Rubio quer que futuros governos eleitos na América Latina participem da aliança de Trump VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1
The May poll by Agam Labs at Israel's Hebrew University showed residents in the north abandoning Netanyahu's Likud more quickly than voters elsewhere and faulting him harshly over the war in Lebanon.
Bij nieuwe Israëlische luchtaanvallen in Gaza zijn zeker negen Palestijnen gedood, onder wie vijf leden van dezelfde familie. Volgens de Palestijnse autoriteiten waren er meerdere aanvallen op vier appartementencomplexen in Gaza-Stad. Zeker vijftien mensen raakten gewond. Tegen persbureau Reuters zegt de buurman van de omgekomen familie dat de aanval om 02.30 uur 's nachts was en dat mensen wakker werden door de explosies. "Ze zeggen dat de oorlog voorbij is, maar dat is hij niet. Er is geen veiligheid in Gaza. Elke dag wordt er op ons geschoten en worden we bestookt met raketten." Het Israëlische leger heeft niet gereageerd op de aanvallen. Doorgaans zegt het leger dat de aanvallen gericht zijn op doelen van Hamas, ook als er veel burgerslachtoffers vallen. Staakt-het-vuren Officieel geldt er sinds oktober vorig jaar een staakt-het-vuren tussen het Israëlische leger en Hamas, bemiddeld door de Amerikaanse president Trump. Toch gaan de aanvallen op Gaza nog dagelijks door. Naar verluidt zijn er sinds het begin van het bestand meer dan 900 mensen gedood in de Gazastrook. Volgens hulporganisaties is de humanitaire situatie in Gaza nog altijd erbarmelijk en gevaarlijk. Ze zeggen dat er een tekort is aan bijna alles. Dat komt volgens hen doordat de Israëlische autoriteiten nog steeds maar mondjesmaat hulpgoederen Gaza binnenlaten. Tijdens het staakt-het-vuren werd onder meer een 'gele lijn' afgesproken: een denkbeeldige grens in het midden van de Gazastrook waarachter het Israëlische leger zich zou terugtrekken. In plaats van zich steeds verder terug te trekken, heeft het Israëlische leger de grens steeds meer opgeschoven en bezet het meer gebied in Gaza. Vorige week zei de Israëlische premier Netanyahu dat hij het leger opdracht heeft gegeven om 70 procent van de Gazastrook in te nemen. "We zetten Hamas onder druk. We zullen alles aanpakken wat overblijft."
De nieuwe afspraken over een staakt-het-vuren tussen Israël en Libanon betekenen niet dat de aanvallen meteen stoppen. Vanochtend kwamen er alweer nieuwe berichten uit Libanon over Israëlische droneaanvallen in Zuid-Libanon. Later zei de Israëlische minister van Defensie Katz dat de militaire operaties in Libanon voorlopig doorgaan. Volgens hem blijft het Israëlische leger aanwezig in delen van Zuid-Libanon die Israël bezet houdt. De honderdduizenden inwoners die sinds het begin van de gevechten in maart uit hun huizen zijn verdreven, kunnen volgens Katz ook nog niet terugkeren. Volgens Katz blijft Israël de "terroristische infrastructuur in het gebied ontmantelen". Daarnaast heeft Israël volgens hem, gesteund door de Verenigde Staten, "de vrijheid om aanvallen uit te voeren in Beiroet als reactie op aanvallen op Israëlische gemeenschappen en grondgebied". Nieuw akkoord Israël en Libanon bereikten vannacht een akkoord over een hernieuwd staakt-het-vuren. Daarin staat dat het pro-Iraanse Hezbollah moet stoppen met aanvallen op Israël en zich moet terugtrekken uit het gebied ten zuiden van de Litani-rivier. Dat gebied ligt tot ongeveer 30 kilometer van de grens met Israël. Het akkoord, dat in Washington tot stand kwam onder bemiddeling van de VS, moet uiteindelijk leiden tot een "allesomvattend vredes- en veiligheidsakkoord". Ook moeten er proefzones komen waar alleen het Libanese leger de controle heeft. De grote vraag is in hoeverre Libanon invloed heeft op Hezbollah, met wie Israël in conflict is. Hezbollah deed niet mee aan de gesprekken en heeft ook nog niet gereageerd op de deal. David Poort, correspondent Midden-Oosten: "De Libanese regering is op dit moment totaal westers georiënteerd. Normaal gesproken praat Hezbollah wel mee in de regering, maar nu hebben ze maar twee ministers. Ze proberen dus over de hoofden van Hezbollah heen de groep te ontwapenen. Ze willen dat de Libanese regering weer de controle krijgt over het zuiden, maar dat is echt het thuisland van Hezbollah. Militair gezien is Hezbollah nog te machtig, je kan er niet omheen. Als het Libanese leger daar weer de dienst moet gaan uitmaken, is dat echt een enorme verandering voor dat deel van het land. Het Libanese leger staat er dan alleen voor en is niet sterk genoeg om Hezbollah onder de duim te houden. Daarnaast klinkt er kritiek vanuit Israël. De extreemrechtse minister van Veiligheid, Ben-Gvir, noemt de overeenkomst tussen Israël en Libanon een "ernstige fout". Hij zei dat Hezbollah zich niet zal terugtrekken, en dat het Libanese leger niet in staat zal zijn Hezbollah te dwingen om mee te werken. "De Libanese staat is een partner van Hezbollah", zei hij. "In de praktijk zal Hezbollah alleen maar sterker worden." Lennard Swolfs, correspondent Israël en Palestijnse Gebieden: "Het brengt de Israëlische premier Netanyahu natuurlijk wel in een lastige positie. Hij heeft gezegd dat hij Hamas gaat verslaan, de dreiging uit Iran gaat wegnemen en Hezbollah gaat verslaan. Maar dat is tot nu toe allemaal niet echt gelukt. Er komen ook verkiezingen aan en er zijn oppositieleiders die zeggen dat er moet worden doorgevochten tegen Hezbollah om ze uit te schakelen. En ook als je hier inwoners uit Noord-Israël hoort, die dagelijks de dreiging voelen en het luchtalarm horen, zeggen zij: haal die dreiging nu weg. En dan komt Netanyahu opeens met deze afspraken, waarin het nog hoogst onduidelijk is hoe Hezbollah zich precies gaat ontwapenen. Ook is nog de vraag wat het Israëlische leger gaat doen, en of zij zich uiteindelijk ook gaan terugtrekken. Dat hangt samen met die ontwapening. Bij eerdere bestanden is ook al eens afgesproken dat Israël zich zou terugtrekken, maar toen hield het leger nog een volgens Israël aantal strategische punten bezet." De nieuwe afspraken over het staakt-het-vuren kunnen niet los worden gezien van de oorlog tussen Iran en Israël. Iran wil alleen tot een akkoord met de VS komen als een staakt-het-vuren ook voor Libanon geldt. Dat leidt tot spanningen tussen de VS en Israël. Dinsdag liep een telefoongesprek tussen Trump en Netanyahu daarover uit de hand. Hij zou in dat gesprek Netanyahu zelfs "knettergek" hebben genoemd. Of het vannacht overeengekomen staakt-het-vuren genoeg is om de gesprekken met Iran vooruit te helpen, moet nog blijken.
O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, participa de uma reunião em Teerã, Irã, em 18 de julho de 2016 Amir Kholousi/ISNA/WANA via Reuters O líder supremo do Irã, Motjaba Khamenei, atacou os Estados Unidos em mensagem nas redes sociais nesta quinta-feira (4). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Um dia após o presidente norte-americano, Donald Trump, falar em um encontro entre eles, Khamenei disse que os EUA foram derrotados na guerra e acusou o país de tentar reverter isso semeando "desespero, medo, desconfiança e discórdia". "O inimigo malicioso foi derrotado em seu confronto com as Forças Armadas. Tendo recebido um golpe decisivo, tanto no combate militar quanto nas praças e ruas, ele está sofrendo uma humilhação profunda e significativa", afirmou. O aiatolá, que assumiu o cargo de líder iraniano após a morte do pai no primeiro dia de guerra, e ainda não fez nenhuma aparição pública, também atacou Israel, que chamou de "base militar" construída pelos EUA. ➡️ O governo israelense fez os primeiros ataques contra o Irã ao lado das tropas americanas e, essa semana, intensificou suas operações no Líbano para combater o Hezbollah, grupo extremista libanês apoiado pelo regime de Teerã. "O imperialismo, liderado pelos EUA, construiu uma base militar chamada Israel ao longo dos últimos 80 anos. E eles não aceitam a existência de um Irã forte e independente na fronteira leste da falsa e ilegítima geografia de "Israel Maior"—isto é, a leste do rio Eufrates. O imperialismo está disposto a fazer qualquer coisa para impedir o progresso do Irã", disse. Trump falou em encontro com Khamenei Em meio a ataques, Trump diz que negociações de paz com Irã estão correndo bem Em entrevista a um podcast nesta quarta-feira (3), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã "concordou em não ter armas nucleares" e anunciou que gostaria de conhecer Motjaba Khamenei. Em meio a um momento tenso nas negociações entre os dois países, com várias violações do cessar-fogo de ambos os lados, Trump disse que Khamenei está envolvido nas negociações do acordo de paz e que eles irão se ver "em algum momento". "Ele está envolvido, com certeza. Acho que eles têm muito respeito por ele. Gostaria de conhecê-lo. Provavelmente nos encontraremos em algum momento, dependendo de como tudo se desenrolar", declarou. O presidente norte-americano se mostrou otimista com o andamento das conversas entre os dois países. Falou que "a situação está evoluindo rapidamente": "O Irã é um grande sucesso. Veremos o que acontece. Estamos trabalhando em um acordo, e se isso acontecer, ótimo. Se não acontecer, tudo bem também. Faremos de outra maneira". Apesar das declarações de Trump, pouco antes, o conselheiro militar de Khamenei, Mohsen Rezaei, fez um post na rede social X que aparentemente contradiz suas declarações. Após bombardeios dos EUA a um petroleiro iraniano e à ilha iraniana de Qeshm, que desencadearam ataques retaliatórios do Irã contra o Kuwait e o Bahrein, nesta quarta, Rezaei fez ameaças: "Cada tiro disparado e cada ataque serão respondidos com uma enxurrada de mísseis e drones. O agressor será punido rapidamente". O vai e vem das negociações de paz Donald Trump e Mojtaba Khamenei Chip Somodevilla/via Reuters; Hamed Jafarnejad/ISNA/WANA/Reuters Há três dias, na segunda-feira (1º), Trump falou que os EUA e o Irã deveriam chegar a um acordo para estender o cessar-fogo e reabrir o Estreito de Ormuz na próxima semana em entrevista à emissora ABC News. Trump disse que conseguiu contornar um contratempo, após o Irã ameaçar suspender as negociações por causa da troca de ataques entre Israel e o grupo extremista Hezbollah, no Líbano. Ainda segundo o presidente, as conversas com o Irã estão em "ritmo rápido". "Então, conversei com o Hezbollah e disse para não dispararem, e conversei com Bibi [o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu] e disse para não dispararem, e ambos pararam de atacar um ao outro", disse. O Irã condicionou qualquer trégua com os Estados Unidos à implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano. O porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baghaei, disse nesta segunda-feira que o fim dos ataques é essencial para as negociações de paz. "Insistimos que um cessar-fogo no Líbano é uma condição essencial para qualquer acordo destinado a acabar com a guerra". O porta-voz também acusou os EUA de continuarem violando o cessar-fogo com Teerã. Segundo ele, o Irã não hesitará em adotar todas as medidas que considerar necessárias para defender a segurança nacional. Irã e Estados Unidos estão em cessar-fogo desde 7 de abril. Os dois países chegaram a trocar ataques pontuais nas últimas semanas. Enquanto isso, o Estreito de Ormuz — por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo — continua fechado para navegação. O principal ponto de disputa nas negociações atuais é o programa nuclear iraniano. Os Estados Unidos exigem que Teerã se comprometa a nunca desenvolver armas nucleares. Já o Irã afirma que o tema não está em discussão no momento. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1
O chefe de gabinete do Departamento de Estado, Daniel Holler, discursa enquanto o embaixador de Israel nos EUA, Yechiel Leiter, e a embaixadora do Líbano nos EUA, Nada Hamadeh, acompanhados pelo embaixador dos EUA no Líbano, Michel Issa REUTERS/Nathan Howard Israel e o Líbano concordaram em renovar seu frágil cessar-fogo e criar diversas "zonas-piloto" de segurança dentro do Líbano nas quais agentes do Hezbollah não poderiam operar, segundo anunciou o Departamento de Estado dos EUA. O acordo está "condicionado a um fim completo" dos ataques pelo grupo armado Hezbollah, apoiado pelo Irã, entre outras condições. Isso ocorre depois que ataques israelenses mataram pelo menos nove pessoas no sul do Líbano na quarta-feira (3) e o Hezbollah lançou foguetes contra o norte de Israel, colocando à prova uma trégua parcial acordada na segunda-feira. Os países "rejeitam qualquer tentativa, por parte de agentes estatais ou não estatais, de comprometer o futuro do Líbano", afirmou o comunicado. Os dois países voltarão a se reunir em 22 de junho para realizar novas negociações "com o objetivo de alcançar um acordo abrangente". O Hezbollah ainda não comentou oficialmente o anúncio. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse a repórteres antes do anúncio que esperava que eles produzissem "um plano de ação que aponte um caminho para a segurança [no Líbano], independentemente do Hezbollah". Críticas e ataques Israel e Líbano concordam em renovar cessar-fogo e criar zonas de segurança para afastar Hezbollah do sul do país O acordo, alcançado após a quarta rodada de negociações mediadas pelos EUA em Washington, está condicionado à "retirada de todos os agentes [do Hezbollah]" de uma área controlada por Israel no sul do Líbano, do rio Litani até a fronteira. O Hezbollah é um grupo político e militar xiita que opera no Líbano e que esteve envolvido em uma série de conflitos violentos com Israel. O grupo é considerado uma organização terrorista por Israel e muitos outros países, incluindo o Reino Unido e os EUA. O comunicado afirmou que os EUA ajudarão a orientar a criação de "zonas-piloto nas quais as Forças Armadas Libanesas assumirão controle exclusivo do território, com a exclusão de todos os agentes não estatais". O anúncio não incluiu mapas para indicar onde estariam as zonas-piloto nem explicações sobre como elas funcionariam na prática. Isso segue um cessar-fogo parcial acordado na segunda-feira, que, segundo o Líbano, faria com que Israel se abstivesse de bombardear Beirute, em troca de o Hezbollah não atacar Israel. O ministro israelense da Segurança Nacional Itamar Ben-Gvir, da direita radical, classificou o acordo como um "erro grave", alegando que ele permitirá que o Hezbollah "se fortaleça". "O Estado do Líbano é parceiro do Hezbollah", escreveu ele no X. Ele pediu ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que rejeite os apelos de Donald Trump pelo fim dos combates no Líbano. Apesar do acordo, a mídia estatal libanesa relatou na manhã desta quinta-feira que ataques israelenses haviam continuado no sul do país, com pelo menos um deles causando vítimas. O cessar-fogo parcial foi testado por disparos tanto de Israel quanto do Hezbollah nesta semana. O Ministério da Saúde do Líbano informou que os mortos pelos ataques de Israel na quarta-feira incluem dois paramédicos cuja ambulância foi atingida em um ataque na área de Chehour, no sul. Um carro também foi atingido logo ao sul da capital, Beirute. Enquanto isso, o Exército de Israel disse ter interceptado um drone e dois projéteis que cruzaram a fronteira. O Hezbollah afirmou que teve como alvo um agrupamento de tropas israelenses. Fumaça sobe do sul do Líbano após ataques israelenses REUTERS/Stringer Antes do anúncio na noite de quarta-feira, os líderes de Israel haviam advertido que os militares do país retomariam os ataques contra o reduto do Hezbollah nos subúrbios ao sul de Beirute, conhecidos como Dahieh, caso o grupo lançasse ataques transfronteiriços contra comunidades no norte de Israel. De acordo com o governo libanês, o cessar-fogo parcial acordado na segunda-feira estabelecia que "Israel não lançará uma ofensiva ampla contra Beirute em troca de o Hezbollah se abster de lançar ataques contra Israel". O governo afirmou que o Hezbollah havia confirmado sua aceitação, mas um membro do conselho político do grupo, Mahmoud Qamati, disse à BBC na terça-feira: "Não houve acordo de cessar-fogo, apenas a proteção de Dahieh." Qamati também insistiu que o Hezbollah não cumpriria quaisquer compromissos assumidos nas negociações libanês-israelenses em Washington. "Acreditamos que essas negociações não nos dizem respeito, nem reconhecemos suas conclusões ou decisões, porque as rejeitamos por princípio", disse. O Líbano foi arrastado para a guerra entre EUA, Israel e Irã em 2 de março, quando o Hezbollah lançou foguetes contra Israel em retaliação a um ataque israelense que matou o líder supremo do Irã. Israel respondeu com uma campanha aérea em todo o Líbano e uma invasão terrestre no sul. Um cessar-fogo mediado pelos EUA entre Israel e Líbano em 16 de abril não conseguiu interromper os combates e, na semana passada, Netanyahu ordenou que os militares israelenses intensificassem seus ataques contra o Hezbollah e avançassem mais profundamente no Líbano em resposta a ataques com drones e foguetes contra comunidades no norte de Israel. Pelo menos 3.516 pessoas foram mortas no Líbano desde o início da guerra, segundo o Ministério da Saúde do país. Seus dados não fazem distinção entre combatentes e civis. A ONU afirma que mais de um milhão de pessoas também se registraram como deslocadas no Líbano, onde ordens de evacuação israelenses abrangem mais de um oitavo do país. Israel afirma que 26 de seus soldados e quatro civis israelenses foram mortos em ambos os lados da fronteira durante a guerra. A imprensa libanesa relatou ataques israelenses em todo o sul do país na quarta-feira. O Ministério da Saúde informou que quatro sírios e dois palestinos foram mortos em um ataque na área de al-Housh, que fica logo ao sul da cidade costeira de Tiro. O ministério também afirmou que dois paramédicos foram mortos e um terceiro ficou gravemente ferido quando forças israelenses "atingiram diretamente uma ambulância" na área de Chehour, que fica cerca de 14 km a leste. A ambulância pertencia à Associação Escoteira Risala, que é afiliada ao movimento Amal, aliado do Hezbollah. O ministério acusou os militares israelenses de "demonstrar desprezo pelo direito humanitário internacional", que protege especificamente o pessoal médico. Pelo menos 128 paramédicos e profissionais de saúde foram mortos em ataques israelenses a ambulâncias e instalações médicas nos últimos três meses, de acordo com o ministério. Não houve comentário imediato dos militares israelenses. No passado, eles afirmaram que ambulâncias estavam sendo usadas para fins militares, mas sem fornecer qualquer evidência. O exército libanês, por sua vez, disse que um de seus soldados foi morto em um ataque aéreo israelense na estrada entre Nabatieh e Kfar Tebnit, cerca de 27 km a nordeste de Tiro. A agência estatal National News Agency (NNA) informou que sua motocicleta foi atingida por um drone. O exército afirmou que outros dois soldados libaneses ficaram feridos em outro ataque israelense contra seu veículo na estrada entre Deir Zahrani e Nabatieh. Ele denunciou o que chamou de "um padrão de ataques deliberados visando pessoal, veículos e posições do exército" pelas forças israelenses. Esta semana, na orla de Beirute, onde milhares de pessoas deslocadas vivem em tendas com acesso limitado a alimentos, água potável e banheiros, Mariam Hessa disse que queria um cessar-fogo que cobrisse todo o país. "Não acho justo, porque sempre o sul está sendo bombardeado, e as casas [estão] sendo danificadas, destruídas, pessoas estão morrendo", disse à BBC a estudante de 23 anos. "Quero que o cessar-fogo seja para todo o Líbano, não apenas para uma área como Dahieh ou mesmo o sul. Não, é para todo o Líbano. Precisamos disso." O cessar-fogo parcial foi anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que na quarta-feira pareceu confirmar um relato de que o acordo foi mediado depois de ele ter chamado Netanyahu de "louco" em uma ligação repleta de palavrões, motivada pela ordem do primeiro-ministro de bombardear a capital libanesa. "Fiquei um pouco perturbado por ele constantemente lutar contra o Líbano", disse Trump ao podcast Pod Force One, do jornal New York Post. "Em algum momento, eu disse: 'Bibi [Netanyahu], temos que parar com isso'." Netanyahu posteriormente concordou em suspender ataques a Beirute, mas enfatizou que os militares israelenses continuariam operando no sul do Líbano. Quando questionado sobre a ligação em entrevista à CNBC, Netanyahu disse: "Às vezes, como nas melhores famílias, temos esses desentendimentos táticos. Sempre encontramos uma maneira de resolvê-los." Analistas acreditam que Trump está preocupado que uma escalada adicional no Líbano possa comprometer um acordo mais amplo para encerrar a guerra entre os EUA, Israel e o Irã. O Irã alertou os EUA de que qualquer cessar-fogo regional deve incluir o Líbano. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, alertou na quarta-feira que, se a agressão israelense contra Beirute continuasse, suas forças armadas estarão "totalmente preparadas" para retomar a guerra, informou a agência de notícias iraniana Tasnim. Mas, ainda na quarta-feira, Trump disse que queria separar as negociações entre EUA e Irã daquelas relacionadas à guerra entre Israel e Hezbollah no Líbano. "Gostaria de separar, gostaria de ter algo separado, porque é... separado", disse o presidente dos EUA a repórteres. Usamos inteligência artificial para traduzir esta reportagem, originalmente escrita em inglês. O texto foi revisado por um jornalista da BBC antes da publicação. Saiba mais aqui sobre como a BBC está usando a inteligência artificial (link para texto em inglês
The report came just after Netanyahu told CNBC that the US and Israel would resume military action against Iran if needed
Some Republicans' growing frustrations with Trump is beginning to show, Trump and Netanyahu have a tense call over Israel's actions in Lebanon, Russia's economic forum opens.
The ceasefire agreement between Israel and Lebanon may not be what northern voters have in mind.
BEIRUT (AP) -- President Donald Trump acknowledged criticizing Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu as "crazy" in a phone call that involved expl
House Democrats question US Secretary of State Marco Rubio about the lack of progress on Trump’s 20 point Gaza plan.
During an interview with CNBC's Sara Eisen that aired Wednesday, Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu dismissed reports of a tense expletive-laden phone call between him and President Donald Trump, as first reported by Axios earlier this week. The post Netanyahu Declines to Discuss Infamous Trump Call, Says President the ‘Greatest Friend that Israel Has Ever Had in the White House’ appeared first on Breitbart.
During a lengthy interview that aired on CNBC on Wednesday, Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu downplayed the perception that the strikes on Iran were unpopular. The post Netanyahu on Iran War Unpopularity: ‘I’d Rather Get a Bad Editorial than a Positive Obituary’ appeared first on Breitbart.
US President Donald Trump confirmed reports that he called Israeli PM Benjamin Netanyahu “f***ing crazy” over Israel’s actions in Lebanon Read Full Article at RT.com
Trump remained noncommittal about a timeline for settling the Iran conflict, saying the Strait of Hormuz might stay blocked through the Labour Day holiday on Sept. 7.
Israel volta a atacar sul do Líbano Israel e Líbano concordaram nesta quarta-feira (3) com um cessar-fogo, segundo um comunicado do Departamento de Estado dos EUA. A nota é divlulgada dois dias depois de conversas do presidente dos EUA, Donald Trump, com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e com representantes do Hezbollah Na segunda-feira (1º), Trump havia garantido o cessar-fogo e dito que impediria o avanço de tropas de Israel até Beirute, bem como ataques aos subúrbios da capital considerados redutos do grupo extremista. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Segundo a imprensa americana, Trump adotou um tom de reprovação em sua conversa com Netanyahu. Nesta quarta, o republicano admitiu ter chamado o premiê de "louco" na segunda-feira. Os ataques de Israel ao território libanês eram constantemente criticados pelo Irã. Teerã chegou a declarar que não assinaria um acordo de paz para encerrar a guerra com os EUA caso Israel seguisse com as operações no país vizinho. O Irã é aliado do Hezbollah, enquanto Washington apoia Israel. Em março, depois de ataques do Hezbollah com foguetes ao norte de Israel, forças israelenses invadiram o sul do país e ocuparam militarmente uma faixa de cerca de 10 km. Centenas de milhares de libaneses deixaram suas casas devido ao conflito. Colunas de fumaça se elevam do sul do Líbano após ataques israelenses em Nabatieh, Líbano, em 25 de maio de 2026 REUTERS/Stringer Líbano sob ataque No sábado, Israel havia capturado o histórico castelo de Beaufort, no Líbano, construído na época das Cruzadas, na incursão mais profunda das tropas no país em 26 anos. No dia seguinte, ataques aéreos ocorreram nos subúrbios de Beirute pela primeira vez desde abril. Netanyahu, por sua vez, disse que, em sua conversa com Trump, ele disse que voltará a atacar alvos em Beirute caso o Hezbollah não cesse seus ataques. Ele também disse que as forças armadas do país seguirão a funcionar "normalmente" no sul do Líbano — uma faixa de cerca de 10 km do sul do país segue ocupada por tropas de Israel desde março. Trump e Irã Trump fala durante reunião de gabinete na Casa Branca AP Photo/Jacquelyn Martin Em sua entrevista coletiva semanal, o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baghaei, comentou a ampliação das operações israelenses em território libanês e disse que o fim dos ataques é essencial para as negociações de paz: "Insistimos que um cessar-fogo no Líbano é uma condição essencial para qualquer acordo destinado a acabar com a guerra". Esmaiel Baghaei REUTERS Na rede social X, o principal negociador do Irã, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, também fez críticas ao governo Trump: "O bloqueio naval imposto pelos EUA e a escalada dos crimes de guerra no Líbano por Israel são evidências claras do descumprimento do cessar-fogo pelos EUA". O programa nuclear iraniano, principal ponto de divergência entre os dois países, não faz parte, no momento, das negociações em curso com os Estados Unidos que pretendem acabar de maneira duradoura com a guerra no Oriente Médio, segundo o Ministério das Relações Exteriores. "Não aconteceu nenhuma negociação sobre os detalhes do dossiê nuclear. Nesta etapa, nossa prioridade é encerrar a guerra", afirmou Baghaei, depois que o presidente americano Donald Trump declarou ter obtido garantias do Irã de que não desenvolverá armas nucleares.
The U.S. said its ceasefire with Iran is still holding despite continued violence, with both sides trading fire overnight. Iran also struck Kuwait's main airport, killing one person and injuring dozens. Israel's ongoing invasion in Lebanon is also challenging the ceasefire and has sparked rare public tensions between President Trump and Prime Minister Benjamin Netanyahu. Nick Schifrin reports.
Earlier this week, Axios was the first to report details of the phone conversation between President Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu in which Mr. Trump called his Netanyahu "f***ing crazy." Axios White House reporter Marc Caputo broke the story and joins "The Takeout" to discuss.